Dr. Francisco Morato

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Número de registro: CRM MG 65587 RQE Nº: 60771

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Experiência

Sou médico intervencionista em dor, comprometido com o alívio do sofrimento e a busca da qualidade de vida dos meus pacientes. Acredito em um tratamento humanizado, baseado em evidências científicas, e guiado por um cuidado em cada etapa do processo.

Minha missão é unir conhecimento técnico com sensibilidade humana, ajudando meus pacientes a retomarem suas atividades com mais conforto, bem-estar e autonomia.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Controle da dor
  • Terapia por ondas de choque

Pacientes que trato

Adultos
Crianças

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (4)
Consulta por vídeo

Destaques

Serviços e preços

  • Teleconsulta

    A partir de R$ 500

  • Consulta especialista em dor

    A partir de R$ 500

Consultórios (5)

Cardiovida

Alameda dos Pinhais 174, 2º Piso, Uberlândia 38411-136

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(34) 99731...
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Clinica Evidence

Avenida Araguari 1900, Osvaldo Rezende , Uberlândia 38400-464

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Centro de Especialidades - HUSF

Av 02 02, Centro de Especialidades - HUSF, Araguari 38446833

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Singular Palmas

Avenida LO-01, Galeria de Lojas do Hotel Hplus Premium, 204 Sul, Plano Diretor Sul, Palmas 77020-464

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  • L

    Ótimo atendimento. Tratamento foi um sucesso para minha dor na coluna.

     • Cardiovida Consulta especialista em dor  • 

  • A

    Referência em dor! Atendimento impecável. Me senti acolhida, segura e foi muito resolutivo. Muito feliz por ter mais qualidade de vida sem tanta dor!

     • Cardiovida Consulta especialista em dor  • 

  • M

    Minha experiência foi extremamente positiva. Durante a consulta pude entender em detalhes a causa e o tratamento que foi proposto. Dr Francisco foi muito atencioso, detalhista e acertado com o tratamento.

     • Teleconsulta - Dr Francisco Morato Teleconsulta  • 

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Dúvidas respondidas

3 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Prednisona

Tenho artrite reumatoide e quando me dói ex um braço eu tomo um comprimido de 20 ml de premedsona mas no outro dia está doendo ainda devo aumentar a dose já faz uns 8 meses que estou assim

Olá! Entendo sua busca por alívio, mas preciso ser muito direto em um ponto: não aumente a dose da Prednisona (corticoide) por conta própria. Isso pode trazer riscos sérios à sua saúde a médio prazo.
O fato de você estar há 8 meses com dor persistente, mesmo usando o corticoide, indica que o tratamento atual não está sendo suficiente para controlar o que chamamos de "dor residual" ou "dor mecânica associada".
Para que possamos resolver o seu caso, precisamos olhar para três pontos fundamentais do tratamento:
1. Controle da Atividade Inflamatória: É papel do Reumatologista garantir que a Artrite Reumatoide, como doença sistêmica, esteja "adormecida". Se a inflamação está ativa no sangue, a medicação de base precisa ser ajustada, não apenas o sintomático.
2. Diferenciação da Dor Local: Nem toda dor em quem tem Artrite é inflamação da própria doença. Você pode ter desenvolvido uma tendinite, uma bursite ou até uma compressão nervosa no braço que não responde ao comprimido de corticoide, pois a causa é mecânica ou neuropática.
3. Intervenção Direcionada: É aqui que a Medicina da Dor atua. Quando a dor persiste em uma articulação ou região específica (como o seu braço), podemos realizar procedimentos guiados por imagem (ultrassom) para entregar a medicação exatamente no foco da dor ou realizar bloqueios nervosos que "desligam" o sinal doloroso daquela região.
Qual o próximo passo?
O ideal não é aumentar a medicação oral, mas sim realizar uma avaliação física detalhada e, possivelmente, exames de imagem para entender se essa dor no braço é uma falha no controle da Artrite ou uma condição local associada.
O objetivo é devolver sua função e reduzir sua dependência de corticoides, tratando a dor de forma localizada e inteligente.

Dr. Francisco Morato

Qual o tratamento mais avançado pra fibromialgia, enxaqueca e sensibilização central em comorbidades? Já tentei os tratamentos de primeira linha mas não adiantou (duloxetina, pregabalina, amitriptilina, AINES, tramadol, Codeína, entre outros)
Me consultei com a Neuro mas ela não consegue tratar meu caso, somente a enxaqueca complicada e o autismo.

Olá! Entendo perfeitamente sua jornada. Quando os tratamentos de primeira linha (como a duloxetina e os gabapentinoides que você citou) não trazem o alívio esperado, é sinal de que o seu sistema nervoso precisa de uma abordagem de "ajuste fino", e não apenas de mais remédios.

O que você descreveu (a junção de enxaqueca, fibromialgia e autismo) cria um cenário de hipersensibilidade sensorial. É como se o "filtro" do seu cérebro para estímulos estivesse operando em um volume muito alto.

Gosto de explicar o tratamento da dor crônica, especialmente da sensibilização central, através da metáfora de um banquinho de três pernas. Para que você tenha estabilidade e qualidade de vida, precisamos que essas três pernas estejam firmes e equilibradas:

Perna 1: Otimização Biológica e Farmacológica: Uso das medicações que atuam no sistema nervoso central buscando "calibrar" os mecanismos de modulação da dor. Podemos pensar também em agir diretamente em focos da dor, diminuindo a chegada de estímulos dolorosos ao sistema nervoso central.

Perna 2: Reabilitação e Atividade Física: Para quem tem sensibilização central, o exercício não é apenas "ginástica", é um remédio biológico. Ele é a única via capaz de estimular sua própria produção de endorfinas e "baixar o volume" da dor naturalmente. Há tipos de exercícios que podem ser mais indicados como aqueles que chamamos de aeróbicos leves a moderados.

Perna 3: Saúde Mental e Neuromodulação: No autismo, o manejo do estresse e a terapia (como a TCC) são cruciais, pois a sobrecarga sensorial é um gatilho constante para a dor. Ainda assim, considero esse aspecto fundamental para todos os paciente com componente de sensibilização central importante ou em quadros de dor nociplastica predominante.

O que existe de "Avançado" hoje?
Quando o banquinho não para de pé apenas com o básico, a Medicina Intervencionista e a Neuromodulação entram como recursos valiosos. Técnicas como a estimulação transcraniana (tDCS) ou procedimentos minimamente invasivos podem ajudar a "recalibrar" os circuitos da dor que ficaram viciados em disparar sinais de alerta.

O segredo não é apenas tratar a enxaqueca ou o autismo isoladamente, mas ter um plano multimodal que conecte todos esses pontos. O especialista em Dor Médica tem exatamente esse olhar integrador para ajustar cada perna desse banquinho conforme a sua necessidade individual.

Não posso deixar de dizer que essas recomendações não substituem a avaliação e acompanhamento por um médico ou equipe multiprofissional especializada.

Dr. Francisco Morato
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Perguntas frequentes