Rua Brigadeiro Franco 1703, Curitiba 80420-200
Centro Médico - Hospital São Vicente Curitiba
Ler mais30/06/2025
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Sou médico infectologista com residência pelo Hospital de Clínicas da UFPR. Minha atuação abrange tanto a prevenção quanto o diagnóstico e tratamento de infecções. Dedico meu trabalho ao cuidado da população LGBTQIA+, de pessoas vivendo com HIV, PrEP, PEP, DoxyPEP, ISTs (sífilis, herpes, clamídia, gonorreia, HPV), tuberculose e medicina do viajante.
Buscar atendimento para esses temas nem sempre é simples. Muitas pessoas chegam ao consultório carregando o peso de experiências anteriores marcadas por julgamentos e estigma. Por isso, meu compromisso começa na escuta genuína. Procuro oferecer um ambiente de privacidade e respeito, onde você possa falar abertamente sobre sua saúde e receber orientações baseadas nas melhores evidências científicas disponíveis.
Acredito que informações médicas complexas precisam chegar de forma clara. Por isso, meu papel é transformar conhecimento técnico em orientações acessíveis, para que cada paciente compreenda seu diagnóstico e se sinta seguro para tomar as melhores decisões sobre sua saúde.
Além dos atendimentos em consultório privado nos Centros Médicos do Hospital Sugisawa e do Hospital São Vicente, atuo na saúde pública e em projetos de pesquisa. Atualmente sou médico do Ambulatório Transexualizador de Curitiba e do projeto A Hora é Agora, vinculado à Fiocruz. Também atuo como infectologista responsável pelo Serviço de Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde do Hospital Municipal Bairro Novo.
Realizo consultas presenciais em Curitiba e por teleconsulta para todo o Brasil.
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Os planos de saúde são aceitos, mas a cobertura varia de acordo com o local e o serviço. Confirme durante a etapa de agendamento!
149 opiniões
Mais mencionado pelos pacientes
Dr. Gabriel foi muito educado e atencioso durante o atendimento, pontual. Ainda estou fazendo acompanhamento.
Uma das melhores consultas médicas que tive na minhas vida ! Profissional de fato conhece a palavra humanidade e acolhimento, e na parte técnica, ele simplesmente é fera! Parabéns pelo excelente profissional
O Dr. Gabriel foi super atencioso, gentil e resolutivo, a consulta dele foi extraordinária e super necessária tendo em vista a correria que eu estava passando nessa semana.
Atencioso, compreensivo e muito esclarecido.
Obrigado Dr.
Dr Gabriel super gentil e atencioso. Muito pontual no horário e soube conduzir o atendimento com leveza e precisão.
Extremamente cuidadoso e cauteloso, claro na explicação e me deu a melhor saída possivel para meu problema.
Foi meu primeiro atendimento, excelente profissional, esclareceu e detalhou como será o acompanhamento.
Foi minha primeira consulta e fiquei muito impressionado com o conhecimento e a segurança do Dr Gabriel Takahara. Competente e acolhedor. Grande profissional.
Educado, atencioso, explicou detalhadamente sintomas e tratamento!
Explicação minuciosa, falou sobre a origem, tratamento, cuidados e possíveis sequelas, muito bom!
7 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Uma dúvida sobre a camisinha e hiv, eu posso contrair hiv mesmo com a utilização do preservativo? E
Uma dúvida sobre a camisinha e hiv, eu posso contrair hiv mesmo com a utilização do preservativo? E se eu posso como isso acontece?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, apesar do risco ser muito baixo se for utilizado corretamente, é possível contrair HIV mesmo usando preservativo. As falhas mais comuns incluem rompimento, deslizamento ou uso inadequado, como não colocá-lo desde o início da relação ou uso de materiais alternativos. Preservativos feitos de materiais como "pele de cordeiro" não protegem contra o HIV, uma vez que há "pequenos poros" que permitem a passagem do vírus. Apesar disso, os preservativos de látex reduzem o risco de transmissão em até 91% e são uma das principais formas de prevenção, junto com outras estratégias, como testagem regular para todas pessoas sexualmente ativas, uso de PrEP, além do tratamento adequado levando a uma supressão virológica nas pessoas que vivem com HIV. Vale sempre lembrar que uma pessoa que vive com HIV que esteja com uma carga viral indetectável tem zero chances de transmitir HIV por via sexual para seus parceiros.
Quando se há sexo oral sem ejaculação, sem proteção e sem feridas visíveis na boca, há risco de adqu
Quando se há sexo oral sem ejaculação, sem proteção e sem feridas visíveis na boca, há risco de adquirir hiv?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A transmissão do vírus da imunodeficiência humana (HIV) por práticas sexuais orais é substancialmente menor do que por relações vaginais ou anais, mas ainda pode ocorrer sob certas circunstâncias. Sabe-se que a saliva contém fatores antivirais que podem reduzir a infectividade do HIV, mas não eliminam completamente o risco. Fatores que podem aumentar o risco incluem a presença de alta carga viral no parceiro infectado, a presença de outras infecções sexualmente transmissíveis concomitantes, ou lesões e inflamações na mucosa oral que podem facilitar a entrada do vírus.
Portanto, embora o risco seja baixo, ele não é inexistente e recomenda-se associação com outras medidas de proteção, como: realização de exames regulares para todas pessoas sexualmente ativas, uso de PrEP, tratamento regular de pessoas que vivem com HIV e o uso de preservativos ou barreiras de látex. Todas essas estratégias podem ser associadas para te ajudar a reduzir ainda mais esse risco.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.