Giullia Castellano

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Rio de Janeiro 3 endereços

Número de registro: CRP RJ 81084

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Experiência

Prazer, meu nome é Giullia Castellano!

Sou psicóloga clínica, formada pela Puc-Rio e Gestalt-terapeuta. Tenho como referência, além da minha abordagem, a Arteterapia e a Clownterapia na minha forma de trabalho.

Gosto de uma forma de terapia mais criativa e autêntica, focada no encontro genuíno de ser e no resgate das nossas potências adormecidas. “Quem olha pra fora, sonha; Quem olha pra dentro, desperta”. 

Sou apaixonada por atender o público LGBTQIAPN+, jovem-adultos e adultos. Se tiver interessado em uma terapia implicada, autêntica, criativa e divertida (por que não?), estou à disposição, é só marcar!

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Gestalt

Pacientes que trato

Adultos

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Serviços e preços

  • Primeira consulta psicologia

    R$ 50

  • Acompanhamento a pacientes com: ansiedade,depressão, fobias e traumas psicológicos

    R$ 200

  • Atendimento LGBTQIAP+

    R$ 200

  • Consulta psicológica presencial

    R$ 200

  • Psicoterapia adulto

    R$ 200

Consultórios (4)

Disponibilidade

Número de telefone

(21) 98898...
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Espaço Barra da Tijuca

Av: das Américas, 700, Bloco 3/ Sala 125 - Citta Ofice Mall, Rio de Janeiro 22640-100

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Espaço Botafogo

Rua Paulino Fernandes 14, Botafogo, Rio de Janeiro 22270-050

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Consultório Leblon

Avenida Ataulfo de Paiva 135, Rio de Janeiro 22440-032

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Planos de saúde aceitos

Os planos de saúde são aceitos, mas a cobertura varia de acordo com o local e o serviço. Confirme durante a etapa de agendamento!

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  • C

    ótima profissional, e muito empática , me sinto melhor após a consulta

     • Espaço Botafogo Consulta psicológica presencial  • 

  • I

    A Giullia é incrível! Atenciosa, ela lembra de todos os detalhes de todas as sessões, e dá insights muito pertinentes, que te fazem refletir e se descobrir cada vez mais. Super recomendo!

     • Consultório para consultas online Psicoterapia online  • 

  • N

    Muito empática e dedicada ao que falamos! Sessões leves e pontuais, as conversas são sempre confortáveis e detalhadas no necessário. Recomendo muito!

     • Consultório para consultas online Psicoterapia online  • 

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Dúvidas respondidas

2 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Saude Mental

Se a pessoa apresentar um problema de saúde mental, como poderá proteger/promover o seu bem-estar mental?

O ser humano é um ser bio-psíquico-social e espiritual, o que significa dizer que o cuidado com a nossa saúde mental é feito em múltiplas frentes. Olhar para um ponto e ignorar os outros é fechar os olhos para a nosso todo. Dessa forma, promover e proteger a nossa saúde mental envolve cuidados com o nosso corpo, com a nossa mente/ emoções, com o nosso meio social e com os nossos valores e filosofias de vida. Destrinchando:

1. Na Bio (O corpo físico): É importante buscar um psiquiatra, ter um acompanhamento com regularidade e tomar os remédios com responsabilidade. É, também, fundamental um check-up com um médico ou clínico geral (É preciso cuidar do corpo como um todo). Sabemos que baixa de vitaminas, algumas doenças físicas ou até mudanças hormonais como na gravidez e menopausa, podem afetar o humor e a saúde mental no geral. Fazer um esporte ou ir na academia também é extremamente importante. Exercitar o corpo com regularidade pode ajudar, inclusive , a melhorar sintomas de ansiedade e depressão.

1. No Psíquico: A terapia é singular e ajuda muito a aprofundar as causas emocionais, experiências de vida e traumas que estão na base de muitas das doenças mentais, processos auto-destrutivos e dores emocionais. Se conhecer; Respeitar suas emoções; Ser autêntico em sua vida; é fundamental para uma boa saúde emocional e mental. A terapia ajuda muito, principalmente se aliada ao cultivo das nossas paixões e movimentos de expressão e expansão no mundo - como a arte, por exemplo, e toda e qualquer atividade que promove o nosso bem estar e mergulho interno.

1. No Social: Sabemos que algumas relações, dependendo, são um dos fatores que mais podem prejudicar a nossa saúde mental. Nos cercar de pessoas que nos amam como somos, que nos respeitam, que nos impulsionam também é essencial. Não existe saúde mental na solidão, muito menos na rejeição de quem somos. Selecionar os nosso encontros e ampliar a nossa rede de apoio também é cuidado com a nossa saúde integral.

1. No Espiritual: Aqui não se trata especificamente de religião, mas dos nosso valores, propósitos, da nossa filosofia de vida, do sentido que damos para o nosso viver. A religião pode fazer parte disso, mas não é uma regra. Vamos passar por problemas, vamos viver a tristeza, o luto, o medo, a incerteza… A vida é autos e baixos. Daí a importância desse aspecto, pois é ele que nos segura, que nos sustenta quando a vida está difícil. Uma pessoa sem propósito é uma pessoa sem esperança - sem expectativas de vida. Ter uma saúde espiritual é saber que sofremos, que vai doer, mas confiamos que vamos passar por isso. É respeitar a dor, sem colapsar internamente.

 Giullia Castellano

Pergunta sobre Saude Mental

. Quais são os gatilhos da raiva nos relacionamentos intrafamiliar e interpessoal ?

Cada pessoa possui gatilhos diferentes para a raiva. Isso depende muito da sua história de vida, valores, vivências… de todo o seu fundo emocional. Duas pessoas podem ter passado por uma mesma situação, por exemplo, e uma sentir raiva e outra sentir tristeza - porque somos diferentes; Sentimos diferente; Vivemos diferente. Daí a importância de olharmos para dentro e entender sobre a nossa história.

Todas as emoções possuem uma função a desempenhar - então a raiva tem a sua importância. A função da raiva é protetiva e também energética (é uma das emoções que mais nos preenche de energia para a ação). A raiva é positiva quando nos utilizamos dela para nos defender, quando vem acompanhada do amor-próprio e da recusa em ser tratado como menos. É positiva quando ajuda a gente a dar um “basta” e a buscar algo melhor para nós mesmos.

Sem uma medida de raiva, o mundo nos engole, as pessoas nos invadem e passam por cima dos nossos limites… mas a raiva também pode ser muito destruidora se não utilizamos dela para o nosso bem. Quando a raiva se volta para nós mesmos, por exemplo, e é transformada em auto-ódio; Se ela sai em agressividade, nos colocando em situações perigosas; Se contemos ela e quando ela vem, ela explode - às vezes ferindo e machucando a nós e as pessoas ao nosso redor.

Acho que no final, mais do que saber dos nossos gatilhos, é respeitar essa grande emoção, que tanto nos ajuda, e saber usar ela de uma forma saudável e positiva para nós mesmos. Que ela seja a nossa aliada e não a vilã da nossa história.

Espero ter ajudado!

 Giullia Castellano

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Perguntas frequentes