Gleyce Fidelis

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Rio de Janeiro 3 endereços

Número de registro: CRP RJ 71018

15 opiniões

Experiência

Sou Gleyce Lima, psicóloga clínica (CRP 05/71018), e realizo atendimento psicológico online para mulheres em todo o Brasil.

Atendo principalmente mulheres que convivem com sobrecarga emocional, excesso de responsabilidades, ansiedade, burnout, autocobrança e dificuldade de se priorizar sem culpa. Muitas assumem mais responsabilidades do que deveriam, têm dificuldade em delegar e sentem que precisam dar conta de tudo sozinhas.

Minha atuação é baseada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), abordagem científica amplamente utilizada no tratamento da ansiedade e na modificação de padrões de pensamento e comportamento que mantêm o sofrimento emocional.

Na terapia, trabalho com foco em autonomia emocional, ajudando você a compreender padrões de hiperresponsabilidade, reduzir a sobrecarga emocional, fortalecer a autoestima e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com suas responsabilidades.

Se você busca psicóloga online para sobrecarga emocional, ansiedade, autocobrança ou dificuldade de estabelecer limites, a psicoterapia pode ser um caminho para construir mais clareza, segurança emocional e qualidade de vida.

Atendimento psicológico online para mulheres em todo o Brasil.

Gleyce Ferreira de Lima Fidelis | CRP 05/71018

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia cognitivo comportamental

Experiência em:

  • Psicologia clínica
  • Estratégia de tratamento do estresse

Serviços e preços

  • Primeira consulta psicologia

    R$ 200

  • Teleconsulta

    R$ 200

  • Atendimento Online em Psicoterapia

    R$ 200

  • Atendimento Psicológico online para adulto

    R$ 200

  • Psicoterapia online

    R$ 200

Consultórios (4)

Gleyce  Fidelis

Teleconsulta

Disponibilidade

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Gleyce  Fidelis
Gleyce Fidelis Psicóloga de Ansiedade

Rua Visconde de Pirajá 414, Rio de Janeiro 22061-010

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Gleyce Fidelis

Avenida Ataulfo de Paiva 341, Leblon, Rio de Janeiro 22440-032

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Gleyce  Fidelis
Gleyce Fidelis

Praia do Flamengo 66, Flamengo, Rio de Janeiro 22210-030

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Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

15 opiniões

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  • C

    Camila

    A Gleyce me atendeu muito bem,
    foi pontual, acolhedora, conduziu o tratamento com tranquilidade e me senti acolhida durante as sessões

     • Gleyce Fidelis Psicóloga de Ansiedade • Psicoterapia online  • 

  • G

    G.B.

    Procurei a Gleyce em um momento em que minha ansiedade estava interferindo bastante na minha rotina. O processo me ajudou a entender melhor o que acontecia comigo e a perceber padrões que antes passavam despercebidos. Hoje consigo identificar melhor quando estou entrando nesse ciclo e lidar com as situações de outra maneira.

     • outro lugar • Outro  • 

  • B

    BF

    Já fiz terapias com outras profissionais mas foi a primeira vez que me identifiquei e senti vontade de continuar… muito acolhedora ! Obrigada por me ajudar !

     • Gleyce Fidelis Psicóloga de Ansiedade • Psicoterapia online  • 

  • S

    S.S

    O atendimento de Gleyce foi fundamental em um momento de burnout que tive há alguns meses. Ela foi muito acolhedora e assertiva em sua conduta.

     • Gleyce Fidelis Psicóloga de Ansiedade • Psicoterapia online  • 

  • A

    AS

    Excelente profissional! Muito atenciosa, acolhedora e competente. Me senti à vontade durante todo o atendimento.

     • Psicoterapia on-line • Atendimento Online em Psicoterapia  • 

  • L

    L. N.

    A terapia me ajudou a entender padrões que eu repetia sem perceber. Hoje me sinto mais dona das minhas escolhas.

     • Gleyce Fidelis Psicóloga de Ansiedade • Outro  • 

  • F

    F.C

    Excelente profissional, muito acolhedora e atenciosa. Contribuiu para que eu me compreenda melhor diante de tantas demandas do dia a dia e trouxe orientações importantes. Super recomendo!

     • Psicoterapia on-line • Atendimento Online em Psicoterapia  • 

  • L

    L.S

    Excelente profissional! Me ajudou muito com a sobrecarga no trabalho. Estava chegando em burnout e consegui me reconstruir.

     • Psicoterapia on-line • Terapia online  • 

  • C

    C Silva

    Super acolhedora e muito profissional! Super recomendo!

     • Psicoterapia on-line • Atendimento Online em Psicoterapia  • 

  • G

    Gislaine

    Excelente profissional, atenciosa e sempre trazendo insights relevantes para meu processo. Recomendo

     • Psicoterapia on-line • Terapia online  • 

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Dúvidas respondidas

251 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depres

Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depressão juntos? Crenças da baixa autoestima como: "eu sou feio", "ninguém vai me amar e me achar atraente". Crenças da depressão como: "Sou inútil", "ninguém gosta de mim", "não sou bom o suficiente", "todos são melhores do que eu". E crenças e pensamentos da ansiedade social como: "Estão me julgando", "Eu tenho que agradar todo mundo", "se me criticarem, significa que sou ruim".

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Gleyce  Fidelis

Quando baixa autoestima, depressão e ansiedade social aparecem juntas, uma pode acabar alimentando a outra.

Por exemplo, imagine uma pessoa que acredita: “Eu não sou bom o suficiente” ou “Ninguém vai me achar atraente”.

Quando ela entra em uma situação social, pode começar a pensar: “Estão me julgando”, “Preciso agradar todo mundo” ou “Se me criticarem, vão perceber que sou ruim”.

Para evitar essa sensação, ela pode se calar, evitar pessoas ou tentar agradar todo mundo. Depois, quando fica sozinha, pode olhar para isso e pensar: “Eu sou inútil”, “Ninguém gosta de mim” ou “Todo mundo é melhor do que eu”.

E o ciclo continua.

Na Terapia Cognitivo-Comportamental, podemos olhar não apenas para cada pensamento isolado, mas também para a ligação entre eles. Muitas vezes, existe uma crença mais profunda sustentando vários desses pensamentos, como: “Eu não sou bom o suficiente” ou “Se as pessoas realmente me conhecerem, não vão gostar de mim”.

É como tentar secar o chão enquanto a torneira continua aberta. Podemos até trabalhar cada situação separadamente, mas também precisamos entender o que continua alimentando esse ciclo.

Na terapia, investigamos de onde vêm essas crenças, como elas aparecem no dia a dia e de que forma influenciam os pensamentos, as emoções e os comportamentos. Aos poucos, a pessoa pode aprender a olhar para si e para as situações de uma forma mais equilibrada, além de experimentar novas formas de agir, sem precisar continuar obedecendo sempre ao medo, à autocrítica ou à necessidade de agradar.

O objetivo não é simplesmente repetir para si mesma que é bonita, boa ou suficiente. É compreender por que essas conclusões sobre si mesma se tornaram tão fortes e construir, a partir disso, uma forma diferente de se relacionar consigo e com os outros.

Se você percebe que esses pensamentos têm ocupado muito espaço na sua vida, a terapia pode ser um lugar para entender esse ciclo com mais profundidade e começar a construir mudanças que façam sentido para você.


Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depres

Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depressão juntos?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Gleyce  Fidelis

Baixa autoestima, ansiedade social e depressão podem aparecer juntas e, muitas vezes, acabam alimentando uma à outra.

Imagina uma mulher que acredita que não é boa o suficiente.

Quando precisa conversar com alguém, apresentar um trabalho ou entrar em um lugar onde não conhece ninguém, ela pode começar a pensar:

“Vão perceber que eu não sou interessante.”

“Vou falar alguma coisa errada.”

“Vão me achar incompetente.”

Com medo disso, ela começa a evitar algumas situações.

E quanto mais evita, menos oportunidades tem de perceber que talvez as coisas não acontecessem da forma como ela imaginava.

Com o tempo, ela pode se sentir cada vez mais sozinha, incapaz ou desanimada.

Na Terapia Cognitivo-Comportamental, não olhamos apenas para cada problema separadamente.

A ideia é entender como os pensamentos, sentimentos e comportamentos podem estar se relacionando.

Porque, às vezes, não adianta apenas dizer para alguém: “vá para mais situações sociais”.

Vale a pena entender primeiro: o que faz essa situação parecer tão perigosa para você?

Na terapia, podemos olhar para crenças como:

“Eu preciso agradar todo mundo.”

“Se eu errar, vão perceber que não sou boa o suficiente.”

“Eu não posso passar vergonha.”

“Se alguém não gostar de mim, tem alguma coisa errada comigo.”

A partir daí, o trabalho não é simplesmente ensinar uma pessoa a “pensar positivo”.

É ajudá-la a entender por que esses pensamentos fazem tanto sentido para ela, questioná-los e experimentar novas formas de lidar com as situações.

Isso pode incluir compreender os padrões que mantêm o problema, trabalhar pensamentos e crenças e, aos poucos, encontrar maneiras diferentes de agir.

Cada pessoa tem uma história e necessidades diferentes. Por isso, o processo terapêutico é individual.

Mas, muitas vezes, quando começamos a entender o que está por trás de tantos comportamentos, percebemos que talvez você não tenha “vários problemas separados”.

Pode ser que existam alguns padrões se repetindo em diferentes partes da sua vida.

E é exatamente isso que podemos investigar na terapia.


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Perguntas frequentes