, Curvelo
Sessões por vídeo, com a mesma qualidade e sigilo do atendimento presencial. Nessa modalidade atendo adultos e casais.
Ler mais01/03/2026
Sete Lagoas 4 endereços
Número de registro: CRP 04/39101
19 opiniõesPacientes deste especialista retornam para outras consultas.
Sou psicólogo clínico e acredito que o autoconhecimento começa quando olhamos para a vida com mais gentileza. Com base em técnicas fundamentadas em evidências científicas, ajudo pessoas a lidar com transtornos como ansiedade, depressão e dependências, além de questões relacionais, conjugais, sexuais e outras demandas emocionais — sempre com escuta empática e foco em construir mudanças reais e sustentáveis. São 13 anos de experiência clínica, acompanhando histórias e transformações que impactaram positivamente a vida de centenas de pessoas.
A terapia é um espaço para compreender suas emoções, agir de forma mais consciente e alinhar suas escolhas ao que realmente tem valor pra você.
, Curvelo
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Ler mais01/03/2026
Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.
19 opiniões
Mais mencionado pelos pacientes
Excelente profissional, estou gostando bastante!
Vou continuar sempre.
Gustavo Carvalho
Muito obrigado pelo carinho e pela confiança! Fico muito feliz em saber que você está gostando do acompanhamento. Será um prazer continuar te acompanhando e construindo esse processo juntos!
Excelente profissional, primeira de muitas outras consultas que vou fazer com ele ....
Gustavo Carvalho
Muito obrigado pelo carinho e pela confiança! Fico muito feliz em saber que você teve uma boa experiência. Espero que possamos continuar construindo juntos um acompanhamento que faça sentido para você. Será um prazer te acompanhar nessa caminhada!
Ele foi muito atencioso, preocupado em fazer uma abordagem leve por ser a primeira consulta da minha filha. Ela também gostou , se sentiu à vontade para falar.
Gustavo Carvalho
Muito obrigado pelo carinho e pela confiança! Fico muito feliz em saber que ela se sentiu acolhida e à vontade para conversar. Especialmente no primeiro encontro, é muito importante respeitar o tempo de cada um ( especialmente com crianças e adolescentes) e construir esse espaço de forma leve e segura. Será um prazer acompanhá-la nesse processo!
muito atencioso eum consultório confortável e ambiente muito aconchegante que te ajuda a ficar mais avontade
Gustavo Carvalho
Obrigado pelo feedback! Fico feliz em saber que o atendimento e o ambiente contribuíram para que você se sentisse mais confortável.
Excelente profissional e ser humano!!! Recomendo!!
Gustavo Carvalho
“Muito obrigado pelo reconhecimento! Fico feliz em saber que meu trabalho fez sentido para você.”
Gustavo é muito educado , escuta com muita atenção e é certeiro na explicação !
Gustavo Carvalho
“Agradeço muito pelo reconhecimento. A escuta atenta e a clareza são pilares do meu trabalho.”
Profissional bem capacitado! Antecipo, competente, e detalhista! Gostamos muito
Gustavo Carvalho
"Fico muito agradecido pelo feedback! É muito bom saber que vocês se sentiram bem atendidos. Estou à disposição para acompanhá-los da melhor forma possível."
Psicólogo Gustavo excelente profissional, primeira consulta gostei muito.Muito educado, muito antesioso. Demonstra muito comprometimento com seu trabalho.
Gustavo Carvalho
"Fico muito feliz com seu retorno! Obrigado pela confiança e pelas palavras. Meu compromisso é oferecer sempre o melhor acompanhamento possível. Conte comigo no que precisar!"
Acolhimento incrível e várias maneiras de enxergar soluções
Gustavo Carvalho
Que bom saber que você se sentiu acolhido e pôde enxergar novas possibilidades. Isso mostra sua abertura para o processo e sua coragem em buscar soluções. Estou aqui para caminhar ao seu lado nessa jornada.
Primeiro atendimento. Me deixou a vontade para relatar meus pensamentos e teve empatia com a situação.
Gustavo Carvalho
“Fico muito contente em saber que você se sentiu à vontade para compartilhar seus pensamentos e percepções. Esse espaço é justamente para que possa falar livremente, sem julgamentos, sabendo que será ouvido com empatia e respeito. Nosso processo será construído juntos, no seu tempo e de acordo com suas necessidades, e quero que saiba que pode contar comigo para acolher suas vivências e caminhar ao seu lado nessa jornada.”
42 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estam
Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estamos juntos há quase 3 anos e, ultimamente, sinto que não tenho mais aquela animação ou aquela sensação gostosa que sentia antes. Isso tem me deixado muito ansiosa, porque eu não quero machucá-lo e também não quero terminar. Ao mesmo tempo, não me sinto desconfortável ou presa ao lado dele. Quando conversamos, muitas vezes é bom e consigo ficar conversando até tarde. Eu reconheço que ele é uma pessoa que me ama, cuida de mim, se preocupa comigo e demonstra isso muito pelas atitudes.
Tenho me perguntado se ainda o amo ou se estou confundindo amor com carência, rotina ou ansiedade. Quero entender meus sentimentos e, se for possível, quero recuperar o carinho e a conexão que sinto que perdi. Não quero fingir nem obrigar meus sentimentos, só queria entender o que está acontecendo comigo e saber se é possível voltar a sentir amor e entusiasmo pela pessoa que amo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo como essa dúvida pode estar sendo angustiante, principalmente porque parece existir, ao mesmo tempo, o desejo de preservar a relação e o medo de não estar mais sentindo da mesma forma. E acho importante você não precisar chegar agora a uma conclusão sobre “amo ou não amo”.
Na terapia em uma abordagem cognitivo/comportamental, podemos olhar para essa experiência com mais curiosidade e menos julgamento: entender quais pensamentos aparecem quando você percebe que não sente a mesma animação de antes, quais emoções eles despertam, como você passa a agir diante dessas dúvidas e o quanto a ansiedade pode estar fazendo você buscar uma certeza que talvez não seja possível ter o tempo todo.
Também podemos diferenciar algumas coisas que acabam se misturando: o que você sente pelo seu namorado, o que mudou naturalmente ao longo dos quase três anos de relação, as expectativas que você criou sobre como deveria se sentir e aquilo que você valoriza em uma relação.
O fato de você ainda conseguir desfrutar das conversas, sentir-se confortável ao lado dele e reconhecer cuidado, carinho e presença são elementos importantes para compreendermos, mas não precisam ser usados como uma “prova” de que você deve permanecer ou de que necessariamente ainda sente o mesmo. Da mesma forma, não sentir aquela intensidade do início não significa automaticamente que o amor acabou.
Talvez nosso objetivo não seja recuperar exatamente o sentimento que existia no começo, mas compreender o que está acontecendo no presente e construir uma relação que seja coerente com aquilo que você valoriza. Podemos observar isso com calma, sem tentar produzir ou forçar um sentimento específico.
E, principalmente, podemos trabalhar para que você consiga se aproximar dessa dúvida de uma maneira mais aberta, em vez de ficar presa à necessidade de encontrar uma resposta definitiva imediatamente. A partir daí, podemos entender melhor seus sentimentos, suas necessidades, seus valores e quais atitudes você gostaria de tomar na relação.
Olá! Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualm
Olá!
Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualmente eu sou operadora de caixa e quando comecei foi bem difícil estava me sentindo muito ansiosa e travada foi muito difícil mesmo, eu cresci sendo muito timida eu quase não enteragia com as pessoas na escola sofria bullying o que me fez me fechar cada vez mais. Hoje depois de 6 meses nesse trabalho eu sei que estou bem melhor mesmo nas interações a ansiedade diminuiu, mas ainda sinto uma cobrança muito grande quando falam que sou séria, quieta e que não falo. Eu acredito que tenho falado o que quero falar, mas esses comentários me fazem duvidar da minha evolução. O que posso fazer para lidar com esses comentários? Eu sentir isso significa que não estou me curando? Me curando da ansiedade social eu vou parar de ouvir esses comentários e de ser quieta ou apenas aprender a conviver com eles?
Eu também tenho a sensação de não pertencimento
O que de fato é está se curando?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você trouxe é muito importante, principalmente porque você mesma já consegue reconhecer uma mudança significativa: há seis meses, as interações no trabalho eram muito difíceis e hoje você percebe que consegue se relacionar melhor e que a ansiedade diminuiu. Isso já diz bastante sobre o seu processo.
Pela perspectiva das Terapias Contextuais, talvez possamos olhar para a ideia de “me curar da ansiedade social” de uma maneira um pouco diferente. O objetivo não precisa ser deixar de ser tímida, tornar-se uma pessoa mais falante ou fazer com que os outros parem de perceber você como séria ou quieta. Também não precisamos interpretar o surgimento da ansiedade como uma prova de que você voltou para trás.
Podemos pensar em algo como: “Estou conseguindo viver e agir de acordo com o que é importante para mim, mesmo quando a ansiedade, a timidez ou o medo do julgamento aparecem?”
Os comentários das pessoas podem despertar pensamentos como “será que eu não evoluí?”, “estão me julgando” ou “eu deveria falar mais”. E talvez uma parte importante do trabalho seja aprender a perceber esses pensamentos sem necessariamente tratá-los como verdades ou como ordens que você precisa seguir.
Você também trouxe algo muito interessante: acredita que tem falado aquilo que gostaria de falar. Então podemos investigar: eu realmente quero falar mais ou estou sentindo que deveria falar mais para corresponder à expectativa das outras pessoas? São coisas diferentes.
Ser uma pessoa mais reservada não é, por si só, um problema. O problema pode estar quando a timidez e o medo do julgamento começam a restringir aquilo que você gostaria de viver, fazer ou construir.
Nesse sentido, “melhorar” talvez não seja nunca mais sentir ansiedade ou nunca mais ouvir comentários. Pode ser desenvolver maior liberdade para escolher como agir, mesmo quando esses comentários aparecem. Você pode continuar sendo uma pessoa mais quieta e, ainda assim, conseguir conversar, se posicionar, criar vínculos e participar das situações que são importantes para você.
E sobre essa sensação de não pertencimento, acho que ela merece bastante espaço no processo. Podemos explorar de onde ela vem, como ela aparece atualmente e o que você entende como “pertencer”. Talvez o caminho não seja tentar eliminar imediatamente essa sensação, mas construir experiências de conexão e pertencimento enquanto aprende a lidar com o desconforto que pode aparecer nesse caminho.
Então, em vez de perguntarmos apenas “como faço para parar de sentir isso?”, podemos começar a perguntar: “Que tipo de pessoa eu quero ser nas minhas relações e na minha vida, mesmo quando a ansiedade ou o medo do julgamento aparecem?” É a partir daí que podemos construir mudanças mais consistentes.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.