Dr. Henrique Bernal

Neurologista · Mais

São Paulo 2 endereços

Número de registro: CRM SP 225391 - RQE 135869

74 opiniões
Tempo estimado de resposta:

Experiência

Sou médico neurologista, e meu principal objetivo é ofertar um cuidado personalizado, focado nas necessidades individuais de cada paciente. Muito além do processo saúde-doença, acredito na medicina que abrange a qualidade de vida do paciente e dos seus familiares. Meus princípios envolvem acolhimento e empatia, associado a qualidade técnica, que permitam chegar a um diagnóstico preciso e um tratamento eficaz.

Formação:
- Medicina: Faculdade de Medicina do ABC (FMABC)
- Residência em Neurologia: Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo (IAMSPE)
- Subespecialização em Neuroimunologia: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP) - em andamento
mais Sobre mim

Experiência em:

  • Dores de cabeça
  • Disturbios do movimento
  • Neuroimunologia
  • Epilepsia

Pacientes que trato

Adultos (Apenas em alguns endereços)

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (2)
Consulta por vídeo

Fotos e vídeos

Serviços e preços

  • Consulta neurologia

    A partir de R$ 800

  • Primeira consulta neurologia

    R$ 800

  • Teleconsulta

    A partir de R$ 800

  • Bloqueio suboccipital para enxaqueca crônica

    R$ 1.000

  • Diagnóstico e tratamento cefaleia

    A partir de R$ 800

Artigos

Cefaleia (dor de cabeça)

Se você toma analgésicos com frequência para dor de cabeça e sente que a dor está piorando, pode estar em um ciclo de uso excessivo de medicação. Esse problema é comum em quem tem enxaqueca e leva a crises mais frequentes e resistentes. O tratamento envolve reduzir o uso de remédios com orientação médica e iniciar terapias preventivas. Nesses casos, o bloqueio de nervos cranianos tem se mostrado uma solução eficaz e moderna. É um procedimento rápido, feito no consultório, com aplicação de anestésico em pontos da cabeça ou pescoço. Se você sofre com dores diárias, o bloqueio pode ser o recomeço que você precisa. Procure um neurologista qualificado.


Epilepsia

A epilepsia é uma condição neurológica crônica marcada por crises recorrentes. O diagnóstico é clínico, mesmo com exames como EEG e ressonância normais. O tratamento com anticonvulsivantes costuma ser contínuo e individualizado, reduzindo o risco de novas crises. Casos com lesões cerebrais, alterações no EEG ou múltiplas crises exigem atenção redobrada. Em alguns tipos de epilepsia focal, a cirurgia pode ser uma opção. Além do controle das crises, o cuidado deve incluir medidas de segurança, apoio emocional e avaliação regular com neurologista para ajustes no plano terapêutico.


Cefaleia (dor de cabeça)

A enxaqueca tem tratamento! Usamos medicamentos para as crises (analgésicos, anti-inflamatórios, triptanos e antieméticos) e, nos casos mais frequentes ou incapacitantes, indicamos tratamento preventivo. Entre as opções estão betabloqueadores, anticonvulsivantes, antidepressivos e anti-hipertensivos. Recentemente, surgiram os anticorpos monoclonais anti-CGRP — as “injeções para enxaqueca” — com aplicações mensais e alta eficácia, indicados quando os tratamentos tradicionais falham. O neurologista avalia o melhor plano para cada caso. Atenção: este conteúdo é apenas informativo. Toda medicação requer prescrição médica.


Cefaleia (dor de cabeça)

Nem toda dor de cabeça é enxaqueca. Dores que surgem de forma súbita e intensa, com febre, rigidez na nuca, confusão, alterações na visão, fala ou força, ou que começam após os 50 anos, podem indicar problemas graves, como hemorragias, infecções ou tumores. Já a enxaqueca típica é pulsátil, unilateral, dura de 4 a 72 horas e pode vir com náusea, vômitos, sensibilidade à luz e ao som. Diferenciar corretamente os tipos de dor é essencial para evitar riscos, reduzir o uso excessivo de analgésicos e iniciar o tratamento adequado. O neurologista avalia sinais de alerta e propõe um plano individualizado com base em evidências científicas.


Doença de Alzheimer

Alzheimer é hereditário? Receber o diagnóstico de Alzheimer em alguém próximo costuma gerar uma dúvida: “Será que isso pode acontecer comigo também?” A doença está ligada ao envelhecimento, mas outros fatores também influenciam, como genética, hábitos de vida, nível de atividade intelectual e saúde vascular. Apenas 1% a 5% dos casos são realmente hereditários, causados por alterações genéticas raras, que geralmente afetam várias pessoas da mesma família e começam antes dos 65 anos. Já mais de 95% dos casos são chamados de esporádicos — aparecem mais tarde na vida, sem um padrão claro de herança familiar, e envolvem uma combinação de predisposição genética, envelhecimento e estilo de vida.

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Consultórios (3)

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Livance Angélica

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74 opiniões

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  • J

    O atendimento do Dr. Henrique é ótimo!
    O mesmo, foi muito educado atencioso e na consulta. E me deu as explicações necessárias no atendimento.
    Ótimo profissional!

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  • J

    Um excelente atendimento. Um profissional incrivel com visão no bem estar do paciente.

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  • F

    Muito bom, excelente médico.
    Atencioso e muito simpático.
    Recomendo

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  • M

    Muito atencioso, simpático e prestativo!
    Excelente profissional

     • outro lugar Outro  • 

  • C

    Excelente Profissional
    Explica de forma fácil compreensão , tirou minhas dúvidas e acalmou minhas preocupações.
    Atencioso !!!!
    Agora continuar os exames solicitados.

    Grata

     • outro lugar Outro  • 

  • J

    O Dr. Henrique é um excelente profissional! A primeira consulta foi muito esclarecedora e eu pude finalmente entender vários pontos sobre a minha enxaqueca. Depois de um bom tempo tendo episódios diários de dor, conseguimos rapidamente chegar em um tratamento que está sendo muito eficaz, e já estou há quase 1 mês sem nenhum episódio de dor. Ele é extremamente atencioso, explica todos os prós e contras dos possíveis tratamentos, além de dar todas as orientações necessárias, o que trás muita confiança. Muito satisfeita com o atendimento e feliz com o resultado até aqui!

     • Livance Itaim Primeira consulta neurologia  • 

  • V

    Excelente atendimento,atencioso,ótimo profissional

     • Livance Itaim Primeira consulta neurologia  • 

  • I

    Calmo, super atencioso. Claro nos esclarecimentos.

     • outro lugar Outro  • 

  • J

    Excelente Profissional, muito atencioso, dedicado, da pra vê o amor pela profissão.

     • outro lugar Outro  • 

  • V

    Experiência encantadora, minha mãe sentiu-se confortável e confiante, decidida a seguir todas as instruções para um bom resultado no tratamento. De uma forma leve e contagiante, o Doutor nos surpreendeu com seu atendimento. Excelente!!!

     • outro lugar Outro  • 

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Dúvidas respondidas

29 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Primidona

Faço uso do primidon a 3 meses quanto tempo devo espera para consumi álcool?

O consumo de álcool em pacientes que fazem uso de primidona não é formalmente contraindicado segundo as contraindicações listadas na bula do medicamento, que incluem apenas porfiria e hipersensibilidade ao fenobarbital. No entanto, a combinação de álcool com primidona pode potencializar os efeitos depressores do sistema nervoso central, aumentando o risco de sedação, comprometimento cognitivo e depressão respiratória, devido ao fato de ambos atuarem como depressores centrais.

Dr. Henrique Bernal

Pergunta sobre Doença de Parkinson

Meu esposo toma Mantidan, Prolopa e Pramipesol, ele pode tomar Benegrip?

Sim, não há nenhum problema em relação aos anti-gripais com o tratamento da doença de Parkinson. No entanto, atente-se que essas fórmulas comerciais, como a citada na pergunta, contém uma série de medicações em subdose (dose abaixo da necessária para ser eficaz). Isso significa que, na maioria das vezes, é melhor comprar a medicação "pura" (dipirona, paracetamol, etc), do que essas fórmulas anti-gripais.

Dr. Henrique Bernal
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Perguntas frequentes