Dr. Henrique Bernal

Neurologista · Mais sobre as especializações

São Paulo 3 endereços

Número de registro: CRM SP 225391 - RQE 135869

80 opiniões
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Experiência

Sou médico neurologista, e meu principal objetivo é ofertar um cuidado personalizado, focado nas necessidades individuais de cada paciente. Muito além do processo saúde-doença, acredito na medicina que abrange a qualidade de vida do paciente e dos seus familiares. Meus princípios envolvem acolhimento e empatia, associado a qualidade técnica, que permitam chegar a um diagnóstico preciso e um tratamento eficaz.

Formação:
- Medicina: Faculdade de Medicina do ABC (FMABC)
- Residência em Neurologia: Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo (IAMSPE)
- Subespecialização em Neuroimunologia: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP) - em andamento
mais Sobre mim

Experiência em:

  • Dores de cabeça
  • Disturbios do movimento
  • Neuroimunologia
  • Epilepsia

Pacientes que trato

Adultos (Apenas em alguns endereços)

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (3)
Consulta por vídeo

Fotos e vídeos

Serviços e preços

  • Consulta neurologia

    A partir de R$ 800

  • Primeira consulta neurologia

    R$ 800

  • Teleconsulta

    A partir de R$ 800

  • Bloqueio suboccipital para enxaqueca crônica

    R$ 1.000

  • Diagnóstico e tratamento cefaleia

    A partir de R$ 800

Artigos

Cefaleia (dor de cabeça)

Se você toma analgésicos com frequência para dor de cabeça e sente que a dor está piorando, pode estar em um ciclo de uso excessivo de medicação. Esse problema é comum em quem tem enxaqueca e leva a crises mais frequentes e resistentes. O tratamento envolve reduzir o uso de remédios com orientação médica e iniciar terapias preventivas. Nesses casos, o bloqueio de nervos cranianos tem se mostrado uma solução eficaz e moderna. É um procedimento rápido, feito no consultório, com aplicação de anestésico em pontos da cabeça ou pescoço. Se você sofre com dores diárias, o bloqueio pode ser o recomeço que você precisa. Procure um neurologista qualificado.


Epilepsia

A epilepsia é uma condição neurológica crônica marcada por crises recorrentes. O diagnóstico é clínico, mesmo com exames como EEG e ressonância normais. O tratamento com anticonvulsivantes costuma ser contínuo e individualizado, reduzindo o risco de novas crises. Casos com lesões cerebrais, alterações no EEG ou múltiplas crises exigem atenção redobrada. Em alguns tipos de epilepsia focal, a cirurgia pode ser uma opção. Além do controle das crises, o cuidado deve incluir medidas de segurança, apoio emocional e avaliação regular com neurologista para ajustes no plano terapêutico.


Cefaleia (dor de cabeça)

A enxaqueca tem tratamento! Usamos medicamentos para as crises (analgésicos, anti-inflamatórios, triptanos e antieméticos) e, nos casos mais frequentes ou incapacitantes, indicamos tratamento preventivo. Entre as opções estão betabloqueadores, anticonvulsivantes, antidepressivos e anti-hipertensivos. Recentemente, surgiram os anticorpos monoclonais anti-CGRP — as “injeções para enxaqueca” — com aplicações mensais e alta eficácia, indicados quando os tratamentos tradicionais falham. O neurologista avalia o melhor plano para cada caso. Atenção: este conteúdo é apenas informativo. Toda medicação requer prescrição médica.


Cefaleia (dor de cabeça)

Nem toda dor de cabeça é enxaqueca. Dores que surgem de forma súbita e intensa, com febre, rigidez na nuca, confusão, alterações na visão, fala ou força, ou que começam após os 50 anos, podem indicar problemas graves, como hemorragias, infecções ou tumores. Já a enxaqueca típica é pulsátil, unilateral, dura de 4 a 72 horas e pode vir com náusea, vômitos, sensibilidade à luz e ao som. Diferenciar corretamente os tipos de dor é essencial para evitar riscos, reduzir o uso excessivo de analgésicos e iniciar o tratamento adequado. O neurologista avalia sinais de alerta e propõe um plano individualizado com base em evidências científicas.


Doença de Alzheimer

Alzheimer é hereditário? Receber o diagnóstico de Alzheimer em alguém próximo costuma gerar uma dúvida: “Será que isso pode acontecer comigo também?” A doença está ligada ao envelhecimento, mas outros fatores também influenciam, como genética, hábitos de vida, nível de atividade intelectual e saúde vascular. Apenas 1% a 5% dos casos são realmente hereditários, causados por alterações genéticas raras, que geralmente afetam várias pessoas da mesma família e começam antes dos 65 anos. Já mais de 95% dos casos são chamados de esporádicos — aparecem mais tarde na vida, sem um padrão claro de herança familiar, e envolvem uma combinação de predisposição genética, envelhecimento e estilo de vida.

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Consultórios (4)

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Livance Angélica

Avenida Angélica, 2491, Consolação, São Paulo 01227-200

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Hospital Alemão Oswaldo Cruz

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Planos de saúde não aceitos

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80 opiniões

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  • T

    Dr. Henrique é um profissional muito atencioso, extremamente dedicado em resolver a situação de seu paciente e de educação e empatia rara. Muitos anos sofro de uma enxaqueca crônica e agora descobri uma cefaléia muito específica a qual através do tratamento do bloqueio que ele faz, me trouxe grande alívio e uma melhora na qualidade diária da minha vida. Continuo em tratamento com ele e não troco. Agradeço muito toda dedicação.

     • outro lugar Outro  • 

  • R

    Doutor super atencioso, explica tudo ..
    Ótimo atendimento !!

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  • A

    Profissional jovem e bem preparado. condutas atualizadas e atendimento humanizado! senti segurança e atenção em toda a consulta. Sera meu medico de referencia.

     • Livance Angélica Primeira consulta neurologia  • 

  • V

    Dr Henrique foi muito carismático, eficiente nos detalhes do meu problema, atencioso, educado, consultório limpíssimo.

     • Livance Angélica Consulta neurologia  • 

  • R

    Recomendo muito que você faça uma consulta caso necessário com o Dr Henrique. Pessoa nota 10 e objetiva, que demonstra sabedoria no assunto.

     • Livance Angélica Consulta neurologia  • 

  • D

    Excelente profissional, muito resolutivo, me deixou tranquila em relação ao me tratamento

     • outro lugar Outro  • 

  • J

    O atendimento do Dr. Henrique é ótimo!
    O mesmo, foi muito educado atencioso e na consulta. E me deu as explicações necessárias no atendimento.
    Ótimo profissional!

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  • J

    Um excelente atendimento. Um profissional incrivel com visão no bem estar do paciente.

     • outro lugar Outro  • 

  • F

    Muito bom, excelente médico.
    Atencioso e muito simpático.
    Recomendo

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  • M

    Muito atencioso, simpático e prestativo!
    Excelente profissional

     • outro lugar Outro  • 

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Dúvidas respondidas

29 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Primidona

Faço uso do primidon a 3 meses quanto tempo devo espera para consumi álcool?

O consumo de álcool em pacientes que fazem uso de primidona não é formalmente contraindicado segundo as contraindicações listadas na bula do medicamento, que incluem apenas porfiria e hipersensibilidade ao fenobarbital. No entanto, a combinação de álcool com primidona pode potencializar os efeitos depressores do sistema nervoso central, aumentando o risco de sedação, comprometimento cognitivo e depressão respiratória, devido ao fato de ambos atuarem como depressores centrais.

Dr. Henrique Bernal

Pergunta sobre Doença de Parkinson

Meu esposo toma Mantidan, Prolopa e Pramipesol, ele pode tomar Benegrip?

Sim, não há nenhum problema em relação aos anti-gripais com o tratamento da doença de Parkinson. No entanto, atente-se que essas fórmulas comerciais, como a citada na pergunta, contém uma série de medicações em subdose (dose abaixo da necessária para ser eficaz). Isso significa que, na maioria das vezes, é melhor comprar a medicação "pura" (dipirona, paracetamol, etc), do que essas fórmulas anti-gripais.

Dr. Henrique Bernal
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Perguntas frequentes