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70 opiniõesPacientes deste especialista retornam para outras consultas.
Henrique Furlan Pauna é médico otorrinolaringologista e professor universitário, com atuação destacada em otologia, medicina do sono e pesquisa clínica. Desenvolve atividades assistenciais e acadêmicas integrando prática clínica baseada em evidências, produção científica e formação de profissionais da saúde. Possui experiência em cirurgias otológicas, avaliação pericial médica e elaboração de pareceres técnicos, além de participação ativa em projetos de pesquisa relacionados à perda auditiva, reabilitação auditiva e qualidade do sono. Sua atuação combina expertise clínica, rigor científico e compromisso com educação médica de excelência, de forma ética e humanizada.
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Este especialista não oferece agendamento online neste endereço
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70 opiniões
Mais mencionado pelos pacientes
Sim, foi ótimo, marcou exames para confirmar causas e próximo procedimentos.joao Batista
Foi atencioso e Sanou nossas dúvidas com clareza.
Excelente profissional, prestativo me pediu vários exames, atendimento dele é maravilhoso .
Ótimo atendimento !
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Muito bom excelente, explicar muito bem sobre o tratamento
Ótimo atendimento do médico durante todo meu processo até a cirurgia, Ótimo atendimento e preocupação da secretária Luma que me ajudou muito durante todo meu processo até a cirurgia
Dr. Henrique Furlan Pauna
Muito obrigado pelo seu carinho e por compartilhar sua experiência! Fico muito feliz em saber que você se sentiu bem atendido durante todo o processo até a cirurgia. Agradeço também por reconhecer o trabalho da Luma. Ela se dedica para oferecer todo o suporte necessário aos pacientes, e tenho certeza de que ficará muito feliz com suas palavras. Foi um prazer cuidar de você. Desejo uma excelente recuperação e muita saúde. Estaremos sempre à disposição!
Dr extremamente profissional ecompetente cordial , educado e atencioso!
Dr. Henrique Furlan Pauna
Muito obrigado pela sua avaliação e pelas palavras tão gentis! Fico muito feliz em saber que você se sentiu bem acolhido e satisfeito com o atendimento. Busco sempre oferecer um cuidado baseado em atenção, respeito e dedicação em cada consulta e procedimento. Agradeço pela confiança e desejo muita saúde. Estarei sempre à disposição quando precisar!
Muito atencioso e explica bem os detalhes do tratamento.
Fiz a cirurgia de septoplastia com o Dr. Henrique, ao longo de todo o tratamento ele foi bem atencioso e explicou em detalhes o procedimento. Na cirurgia, correu tudo bem, tive um ótimo pós-operatório. Recomendo.
Dr. Henrique Furlan Pauna
Muito obrigado pela confiança e por compartilhar sua experiência! Fico muito satisfeito em saber que todas as etapas do tratamento, desde as explicações sobre o procedimento até o pós-operatório, corresponderam às suas expectativas. É muito gratificante receber esse retorno. Agradeço pela recomendação e permaneço à disposição sempre que precisar. Desejo muita saúde e tudo de bom!
Atendimento muito bom, orientação de tratamento clar e diagnóstico preciso.
5 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Tem como ter mais de um zumbido ao mesmo tempo? Por exemplo, barulhos contínuos mas um que moduls co
Tem como ter mais de um zumbido ao mesmo tempo? Por exemplo, barulhos contínuos mas um que moduls com movimentos e outro aparentemente constante. E barulho de vento ao abaixar a cabeça e estalos nos ouvidos? Esses sintomas teriam relação maior com DTM ou com perda auditiva, mesmo que leve nas altas frequências? Remissão/acostumar com isso é possível?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é totalmente possível ter mais de um zumbido ao mesmo tempo — e isso é mais comum do que a maioria das pessoas imagina. O sistema auditivo é extremamente complexo, e diferentes partes dele podem gerar sons distintos simultaneamente. Isso é chamado de zumbido composto, e pode se manifestar exatamente como você descreveu: um som mais constante e outro que muda de intensidade ou de tom conforme você se movimenta.
Esse segundo tipo, que se modifica com os movimentos da cabeça ou da mandíbula, tem até um nome específico: zumbido somatossensorial. Ele acontece porque existe uma conexão muito próxima entre o sistema auditivo e as estruturas ao redor — como os músculos do pescoço, a mandíbula e as articulações do crânio. Quando essas regiões estão tensas ou desalinhadas, elas acabam "interferindo" nos sinais que chegam ao cérebro, gerando ou modulando o zumbido.
O barulho de vento que aparece ao abaixar a cabeça pode estar relacionado à Trompa de Eustáquio — um pequeno canal que conecta o ouvido médio à garganta — funcionando de forma irregular, ou ainda à tensão muscular na região do pescoço e ouvido. Já os estalos são bastante característicos de um problema na articulação temporomandibular (ATM), que é a "dobradiça" da mandíbula localizada bem na frente do ouvido. Esses estalos geralmente indicam que o disco dessa articulação está se deslocando levemente durante os movimentos.
Pensando no conjunto de sintomas que você descreveu — zumbido que muda com o movimento, barulho de vento ao inclinar a cabeça e estalos nos ouvidos — tudo isso aponta com bastante clareza para a DTM (Disfunção Temporomandibular) como principal causa ou, ao menos, como fator importante. A perda auditiva leve nas altas frequências pode muito bem coexistir e contribuir para o componente mais constante do zumbido, mas os sintomas dinâmicos e mecânicos que você relatou são muito mais típicos da DTM do que de uma perda auditiva isolada. As duas condições não se excluem — na verdade, é bastante comum que apareçam juntas.
Quanto à melhora, a resposta é sim, é possível — e essa talvez seja a parte mais importante. Existem dois caminhos que costumam andar juntos: a remissão e a habituação. Com o tratamento adequado da DTM, que pode envolver o uso de uma placa de mordida, fisioterapia, osteopatia ou ajuste realizado por um dentista especializado, muitos pacientes relatam redução significativa do zumbido somatossensorial, assim como melhora dos estalos e do barulho de vento. Para o zumbido mais constante, ligado à questão auditiva, existe um processo chamado habituação, no qual o cérebro gradualmente aprende a "filtrar" aquele som, deixando de percebê-lo com tanta intensidade — da mesma forma que você acaba ignorando o barulho de um ventilador depois de um tempo. Técnicas como a TRT (Tinnitus Retraining Therapy) e a Terapia Cognitivo-Comportamental são ferramentas muito eficazes para facilitar esse processo.
O caminho recomendado é buscar avaliação com um otorrinolaringologista, para investigar melhor a questão auditiva, e com um dentista especializado em DTM, para avaliar a articulação da mandíbula. Um fonoaudiólogo com experiência em zumbido também pode ser um aliado importante ao longo do tratamento.
Gostaria de saber se a Lei nº 14.768/2023, que reconhece a deficiência auditiva unilateral, prevalec
Gostaria de saber se a Lei nº 14.768/2023, que reconhece a deficiência auditiva unilateral, prevalece sobre o Decreto 3.298/99 no que diz respeito aos limites de decibéis. Um paciente com perda mista moderada comprovada em audiometria (acima de 41 dB) e histórico de cirurgias otológicas definitivas tem direito ao laudo caracterizador de PcD, mesmo que a audição no outro ouvido seja normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A Lei nº 14.768/2023 representa um avanço importante porque reconhece expressamente a deficiência auditiva unilateral como deficiência para fins legais — algo que o Decreto nº 3.298/1999 não contemplava de forma clara, pois este exigia perda bilateral para o reconhecimento. Nesse ponto específico, a lei mais recente prevalece sobre o decreto mais antigo, seguindo o princípio jurídico de que norma posterior revoga norma anterior no que lhe for contrária, especialmente quando a norma posterior é hierarquicamente superior (lei sobre decreto).
No entanto, a questão dos limites em decibéis é onde surge a complexidade. O Decreto 3.298/99 estabelecia perda auditiva a partir de 41 dB no melhor ouvido como critério para caracterização. A Lei 14.768/2023, ao reconhecer a unilateralidade, não necessariamente substituiu esse parâmetro audiométrico — ela ampliou o escopo de quem pode ser reconhecido, mas a regulamentação técnica dos critérios ainda pode depender de normas complementares e da interpretação dos órgãos competentes, como o INSS e o Ministério da Previdência.
No caso que você descreve — perda mista moderada acima de 41 dB comprovada em audiometria, com histórico de cirurgias otológicas definitivas, e audição normal no outro ouvido — há argumentos jurídicos e médicos razoáveis para sustentar o direito ao laudo caracterizador de PcD, considerando que a Lei 14.768/2023 veio justamente para proteger situações como essa. A perda documentada supera o limiar histórico de 41 dB, e a condição é permanente e comprovada por procedimentos cirúrgicos, o que reforça a caracterização.
Contudo, na prática, a concessão do laudo ainda depende muito de como o médico perito ou o serviço de saúde responsável interpreta e aplica a legislação vigente, e há relatos de inconsistência nessas avaliações em diferentes regiões do Brasil. Por isso, ter em mãos a documentação completa — audiometria atualizada, relatório cirúrgico, histórico médico detalhado — é fundamental para embasar qualquer solicitação ou eventual recurso.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.