Dra. Iris Fatima Alves Campos

Psicóloga · Mais

Número de registro: CRP RS 07756

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Experiência

 Sou psicóloga com larga experiência clínica no acolhimento de adolescentes e adultos e, paralelamente, ampla experiência na interface da Psicologia com o Direito, especialmente em questões relativas à guarda de crianças, dano moral ou relações intergeracionais e familiares quer seja em perícia judicial ou em ferramentas da justiça restaurativa.   Além da graduação em Psicologia, tenho especialização, mestrado e doutorado sempre trabalhando temáticas relativas à subjetividade. Por 30 anos me dediquei a docência de nível superior, desta experiência destaco a supervisão clínica de acadêmicos estagiários de Psicologia que se inauguravam na escuta clínico-social. Acompanho grupos de estudos em instituições psicanalíticas onde busco atualização e aprendizado junto a outros profissionais renomados, atualmente me interessando, especialmente, nas questões ligadas a memórias traumáticas.   Caracterizo minha clínica como aberta, ou seja, com disponibilidade de escuta de todas as pessoas, oferecendo um acolhimento à angústia devastadora e buscando que cada paciente possa ressignificar suas escolhas.

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Consultórios (2)

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Consultório presencial - Iris Fátima Alves Campos

Rua Pio XII, 103, Elizabeth, Ijuí 98700-000

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Dúvidas respondidas

4 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Trauma psicológico

Passei por alguns processos emocionais muito forte, desde então nunca mais fui o mesmo e perdi interesses e prazeres que eu tinha antes. Porém, às vezes, essas sensações de prazeres e lembranças de como eu era passam como um sopro na minha mente. Isso significa que ainda está tudo lá? Resolvendo as causas emocionais eu posso voltar a ter prazer na vida ou até mesmo ser quem eu era antes?

Oi..vou procurar colocar alguns elementos para refletir sobre esta situação que você narrou. Como resposta aos "processos emocionais fortes" que você viveu seu EU estabeleceu medidas protetoras. Uma delas pode ser este desinteresse pelas coisas que antes eram prazerosas. O desinteresse é uma forma de proteção. Lembrar-se que como "você era" pode ser interpretado como um sinal que ainda restam possibilidades de resgatar-se, de voltar a sentir interesse e prazer(es). Penso que não se trata de primeiro resolver os problemas emocionais e depois ser quem era, penso que os processos de cura e volta a vida ativa ocorrem paralelamente. A medida que você vai se tratando emocionalmente vai recuperando boas memórias e registros prazerosos e se dando autorização para viver mais intensamente. Agora, fica uma reflexão: voltar a ser mesmo, por que? Penso que com o processo terapêutico verás conservada as partes bacanas que já possuias e que acumularás outras mais.

Dra. Iris Fatima  Alves Campos

Pergunta sobre Instabilidade emocional (angústia, tristeza, solidão, oscilações)

O que fazer quando você esta numa roda de amigos do trabalho de seu marido, e se sente deixada de lado?

Muitas vezes o entrosamento é dificil para aquela pessoa que não convive todos os dias com o grupo que está reunido. O grupo já conhece, já teve muitos momentos de trocas de conversas...se conhecem. Aquela pessoa que não está ali todos os dias aparece como um "estrangeiro", parace que não fala a mesma língua, porém nem sempre o grupo está isolando. Muitas vezes o grupo pensa que a pessoa "estrangeira" tem de entrar na onda deles. Me parece que isso pode ser transposto devagarinho, buscando aproximação com uma ou outra pessoa - sempre há alguém mais atento, mais acolhedor- e ao poucos ir ampliando o espectro de relacionamento com todos do grupo. Busca ajuda terapêutica para vencer a sensação de isolamento e promover sua introdução no grupo.

Dra. Iris Fatima  Alves Campos
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