Jane de Sousa

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Rio de Janeiro 3 endereços

Número de registro: CRP 05/60368

75 opiniões
Pacientes fiéis

Pacientes deste especialista retornam para outras consultas.

Experiência

Às vezes, lidar com o que sentimos pode ser difícil — ansiedade, tristeza, perdas, dúvidas, conflitos... Se você está passando por algo assim, saiba que não precisa enfrentar isso sozinho(a).

Sou Psicóloga (CRP: 05/60368) e Psicanalista, com pós-graduação em Psicanálise Clínica e Análise do Contemporâneo pela PUCRS. Atendo crianças, adolescentes e adultos, oferecendo psicoterapia com orientação psicanalítica, de forma presencial e também por terapia online.

Meu compromisso é oferecer um espaço ético, seguro e acolhedor, onde você possa se expressar com liberdade e desenvolver recursos para lidar com seus desafios. Trabalho com temas como ansiedade, depressão, burnout, luto, TDAH, questões relacionais, autoconhecimento, entre outros.

A psicanálise nos convida a escutar o que está por trás dos sintomas, das repetições e dos conflitos que atravessam nossa história. É um processo de cuidado profundo, onde cada sujeito é escutado em sua singularidade.

Também realizo terapia de casal, oferecendo um espaço para o diálogo e a reconstrução das relações.

Se sentir que posso te acompanhar, estou à disposição!
mais Sobre mim

Experiência em:

  • Depressão
  • Transtornos de ansiedade
  • Traumas psicológicos
  • Dependência afetiva

Pacientes que trato

Adultos
Crianças (Apenas em alguns endereços)

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (3)
Consulta por vídeo

Fotos e vídeos

Logo
Jane de Sousa

Rua Dias da Cruz 148, Rio de Janeiro 20720012

Olá! Compartilho abaixo algumas informações importantes sobre o agendamento:

• Você pode escolher o dia e horário que forem mais convenientes. Se não encontrar uma opção compatível, me avise — posso verificar outras possibilidades na agenda.

• Para a primeira sessão, é importante que você esteja em um ambiente tranquilo e reservado. Se for online, o uso de fones de ouvido é recomendado para garantir privacidade e melhor qualidade na conversa.

• Nesse primeiro encontro, vamos conversar sobre o que te trouxe até aqui e falarei sobre como funciona o trabalho em psicanálise. Também combinaremos pontos como frequência e valores.

• Emissão de nota fiscal disponível para reembolso (caso o plano de saúde ofereça essa possibilidade) ou para abatimento no Imposto de Renda.

• Caso esteja em busca de um atendimento com valor social, posso conversar com você sobre possibilidades dentro da minha rede de profissionais e da clínica parceira.

23/04/2025

Serviços e preços

  • Psicanálise

    A partir de R$ 200

  • Primeira consulta psicanálise

    A partir de R$ 225

  • Mudança de comportamento alimentar

    Consultar valores

  • Tratamento do transtorno de estresse pós-traumático

    Consultar valores

  • Tratamento de transtornos alimentares


Consultórios (4)

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Humano Psicologia Clínica

Rua Dias da Cruz 148, Meier, Rio de Janeiro 20720012

Disponibilidade

Número de telefone

(21) 97465...
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Teleconsulta

Pagamento após a consulta

Teleconsulta

Pagamento após a consulta

Disponibilidade

Número de telefone

(21) 97465...
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Consultório de Psicologia

Rua senador dantas, 117 sala 624, Centro, Rio de Janeiro 20031-911

Disponibilidade

Número de telefone

(21) 97465...
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Consultório de Psicanálise

Rua Arquias Cordeiro 324, Meier, Rio de Janeiro 20770-000

Disponibilidade

Número de telefone

(21) 97465...
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Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

75 opiniões

Todas as opiniões são importantes, por isso os especialistas não podem pagar para alterar ou excluir uma opinião. Saiba mais. Saber mais sobre pareceres
  • E

    Jane é uma excelente profissional. Durante os 6 meses de análise, até então, sempre ofereceu o que é essencial em um processo terapêutico: escuta atenta, um espaço seguro e acolhimento. Estou bastante satisfeito com meu tratamento e com certeza recomendo o seu trabalho.

     • Consultório de Psicanálise Primeira consulta psicanálise  • 

    Jane de Sousa

    Muito obrigada pela sua avaliação e pelo reconhecimento. Fico feliz em saber que o trabalho tem contribuído de forma positiva, especialmente em aspectos tão importantes como a escuta e o cuidado no processo terapêutico.
    Agradeço pela confiança no meu trabalho.


  • J

    Excelente profissional, muito atenciosa e competente. maravilhosa, recomendo muito.

     • outro lugar Outro  • 

    Jane de Sousa

    Agradeço muito pela sua avaliação e pelas palavras. Fico feliz em saber que o atendimento foi uma boa experiência para você.
    Desejo que siga bem no seu processo e conte comigo sempre que precisar.


  • D

    Excelente no que faz, atenciosa e sempre bem disposta a atender minhas necessidades como cliente.

     • Teleconsulta Psicanálise  • 

    Jane de Sousa

    Muito obrigada pela sua avaliação. Fico contente em saber que o atendimento atendeu às suas expectativas.
    É sempre um prazer poder contribuir com o seu processo.


  • R

    Drª Jane mostrou-se boa profissional. Atenciosa e boa escuta!

     • Teleconsulta Autoconhecimento  • 

    Jane de Sousa

    Obrigada pela confiança, Rivane!
    É muito bom saber que meu cuidado e escuta foram importantes para você. Estou à disposição para continuar te acompanhando no seu processo.


  • P

    Estou iniciando o tratamento
    Me senti muito bem na consulta
    Gostei muito do atendimento
    Farei meu tratamento com ela

     • Humano Psicologia Clínica Primeira consulta psicologia  • 

    Jane de Sousa

    Fico muito contente em saber que você se sentiu bem na consulta. Seja bem-vinda ao processo — estarei ao seu lado nessa caminhada de cuidado e construção.


  • A

    Jane traz uma escuta ativa e a liberdade para me expressar e elaborar juntas. Será um difícil caminho, mas com ela será certamente mais leve.

     • Consultório de Psicanálise Psicanálise  • 

    Jane de Sousa

    Fico muito feliz que você se sinta assim! A ideia é exatamente essa: que possamos caminhar juntas nesse processo, com escuta, presença e leveza, mesmo nos momentos mais desafiadores.


  • A

    Super indico, pois me ajudou muito no processo em que eu estava passando. Obrigada por tudo mesmo.

     • Teleconsulta Psicanálise  • 

    Jane de Sousa

    Fico muito satisfeita de saber que contribuí para o seu processo, Beatriz! Obrigada pelo feedback!


  • B

    Muito boa profissional e traz explicações claras, mas acho que há um distanciamento muito grande entre paciente e psicóloga. Frieza e talvez falta de empatia para situações mais delicadas.

     • Teleconsulta Teleconsulta  • 

    Jane de Sousa

    Obrigada por compartilhar sua percepção. Entendo que, em momentos delicados, pode surgir a expectativa de maior disponibilidade imediata. Dentro do processo de análise, busco sempre oferecer acolhimento e segurança, respeitando também os limites éticos que sustentam o trabalho. Desejo que sua caminhada siga trazendo autoconhecimento e bem-estar.


  • G

    Consulta leve, com explicações sempre detalhadas. Profissional muito atenciosa.

     • Consultório de Psicanálise Psicanálise  • 

    Jane de Sousa

    Fico feliz que as consultas têm sido leves e que as explicações tenham ajudado na compreensão do seu processo.


  • B

    Estou me consultando com a Jane há quase um ano e sinto que evoluí muito nesse período!

     • Consultório de Psicanálise Psicanálise  • 

    Jane de Sousa

    Que bom ler seu retorno! Fico feliz em acompanhar sua evolução ao longo desse período. Obrigada por compartilhar!


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Dúvidas respondidas

2 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Baixa autoestima

Acho que eu estou com dependência emocional. Meu ex é tóxico? O que eu devo fazer para superar esse término? Nós namoramos por 10 meses, ele é mais novo do que eu. Eu sempre orei a Deus pedindo um homem de tal aparência, de tal jeito, de tal pensamento, e foi quando ele apareceu. Do jeito que eu sempre pedi. Na verdade, era o que eu achava. Começamos a namorar rápido demais, ele não me pediu em namoro de forma formal, em menos de um mês conversando ele já queria namorar e pediu pra eu escolher uma data. Estranhei, mas escolhi. Infelizmente, escolhi a data do meu aniversário. Traumático. Ele sempre foi muito carinhoso, cuidadoso, cuidava de mim nos mínimos detalhes, se preocupava comigo, se esforçava pra me deixar na parada todos os dias e buscar, mesmo tão tarde da noite. Me dava flores e presentes quase todos os dias. Sonhávamos em nos casar formar uma família, crescer juntos. Eu amo muito ele, foi meu primeiro namorado. Acho que eu tenho uma visão distorcida de relacionamento porque eu sinto que as coisas que ele fazia, por mais que sejam raras, é o mínimo. Eu mais chorei nesse relacionamento do que fiquei feliz, mas nesse pós término eu estou muito apegada aos momentos bons, esquecendo os momentos ruins, porque: Ele não deixava eu usar biquíni; Ele não deixava eu usar calça skinny, saias coladas (mesmo que sejam saias longas), short, e eu só podia usar blusa de gola alta; Ele me proibiu de escutar certas músicas; Ele não deixava eu ir para eventos cristãos porque tinha muita gente; Ele não deixava eu levantar a perna porque, de acordo com ele, era antiético; Ele não deixava eu tomar refrigerante; Ele não deixava eu ficar de costas para ninguém; Ele não deixava eu andar em pé no ônibus, mesmo o próximo demorando muito, ele ainda queria que eu esperasse, sabendo que eu moro longe e que estava ficando tarde; Ele não deixava quase ninguém chegar perto de mim: Ele não ligava para minha família e para os meus amigos, me fez me afastar de todos eles; Ele não deixava eu correr ou fazer academia; Ele nunca me compreendeu, sabendo das minhas limitações emocionais e mesmo assim me forçava a fazer coisas que não me resumia como pessoa; Eu implorava pra ele parar e ele nunca parou, me forçando a mandar fotos e coisas que eu nunca quis. Eu fazia por ele, com medo dele terminar comigo; Ele sempre manipulou as situações pra eu sempre pedir desculpas e ceder, sempre foi assim. Eu sempre cedi. Meu relacionamento foi baseado mais nisso, em ceder, com medo dele ficar triste. Teve momentos que eu me exaltava e falava coisas horríveis, mas é porque ele me colocava naquela situação, naquela humilhação, eu chorando e implorando, eu recorria a defensiva. E ele terminou comigo do nada, dizendo que não me amava mais, que tínhamos divergências familiares (sou de família humilde e ele de família rica). Ele disse que os pais queriam que ele ficasse ao lado de alguém de boa família, porque meus pais nao tem profissão. Além disso, disse que ele obedece os pais e se os pais pedissem pra ele terminar comigo, ele terminaria sem pensar duas vezes. Foi quando eu percebi que ele nunca me colocou na posição de prioridade, de escolha. Nunca lutou por mim, nunca teve consideração. Ele não me escolheu. E eu larguei meu eu, minha família, meus amigos, meus hábitos, cedi em tudo, obedeci ele em tudo, pra no final ele me largar como se eu fosse nada. Acho que ele nunca me amou. Isso não é amor. E é tão difícil essa situação porque eu quero superar ele mas sinto que nunca vou achar alguém como ele. Mesmo que ele tenha errado com essas exigências, ele também tinha qualidades que eu sempre busquei em alguém. E eu sinto que nunca mais vou achar. Faz um mês que ele terminou e eu choro todos os dias. O que eu faço?

O que você compartilhou revela a complexidade de um vínculo marcado por um intenso desejo de ser amada e aceita, mas também pela imposição de uma dinâmica de controle e dependência emocional. O fato de você ter se perdido no outro, cedendo aos seus desejos e distorcendo a sua própria identidade para agradá-lo, indica uma tentativa de preencher um vazio emocional, uma busca incessante por validação. Mas essa entrega foi construída em cima de algo que não é amor genuíno, mas sim uma dinâmica de manipulação disfarçada de afeto.

A dor do término é um luto por aquilo que você acreditava ser um amor idealizado. No entanto, ao olhar para trás, é importante compreender que a saudade que você sente não se refere apenas aos momentos bons, mas também ao espaço que você ocupava nesse relacionamento, um espaço muitas vezes sacrificado para manter a aprovação dele. Esse tipo de dinâmica leva a uma perda de si mesma, onde o outro torna-se o centro da sua vida, anulando suas próprias necessidades e desejos.

É difícil perceber isso enquanto se está no meio da dor, mas o processo de superação, neste caso, não se trata de encontrar alguém como ele, mas de recuperar o seu próprio espaço, de redescobrir quem você é fora dessa relação. Isso não será feito em passos rápidos ou fáceis, mas gradualmente, ao reconectar-se com você mesma e, talvez, ao entender as motivações mais profundas que te levaram a se submeter tanto ao outro.

A psicanálise propõe que a dor e o sofrimento têm algo a ensinar, que o inconsciente traz à tona o que não foi resolvido e que, ao compreendermos as dinâmicas de nossos afetos e desejos, podemos, lentamente, nos libertar. Essa experiência é uma oportunidade de, aos poucos, resgatar a sua própria identidade, sem os grilhões das expectativas alheias, e talvez assim, entender melhor o que significa realmente se amar e se respeitar.

No fundo, a dor do fim de um relacionamento também pode ser vista como um convite para a reconstrução de si mesma, para um olhar mais profundo sobre o que se espera do amor e o que se está disposto a oferecer, sem perder a essência de quem se é.

 Jane de Sousa

É verdade que o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) varia de pessoa para pessoa ?

Sim. Embora o diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) siga critérios clínicos bem definidos, a forma como ele se manifesta varia bastante de pessoa para pessoa. Isso acontece porque cada sujeito possui uma história de vida, um contexto relacional e recursos psíquicos singulares.

Alguns indivíduos podem apresentar maior intensidade em aspectos como impulsividade, instabilidade afetiva ou medo de abandono, enquanto outros podem vivenciar esses mesmos traços de maneira diferente. Por isso, é fundamental compreender cada caso em sua singularidade, em vez de reduzir o sujeito apenas ao diagnóstico.

Na clínica psicanalítica, olhamos para além do rótulo diagnóstico, buscando compreender como aquele sofrimento se expressa na vida do paciente e como ele pode encontrar novos caminhos para lidar com suas experiências.

 Jane de Sousa

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Perguntas frequentes