Júlia Gonzales

Psicóloga · Mais sobre as especializações

São Paulo 1 endereço

Número de registro: CRP 06/156717

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Experiência

Olá, muito prazer!

Desde 2019 atuo como psicóloga clínica e educacional, com uma missão de promover saúde mental acessível e possível a tod@s.
Ofereço psicoterapia individual, realizo psicodiagnóstico, rodas de conversas, palestras temáticas em grupo, e projetos para instituições.
Possuo aperfeiçoamento em temas como Suicido, Transtornos Alimentares, Mindfulness, Transtorno de Ansiedade, Transtorno Mentais Graves e Persistentes, Violência por parceiros íntimos e Paternidade.

Se sentir que é o momento para falar, entre em contato comigo, vamos conversar um pouco. :)

Júlia Gonzales
CRP 06/156717
mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Psicanálise
Terapia individual

Experiência em:

  • Psicologia clínica
  • Saúde mental

Pacientes que trato

Adultos (Apenas em alguns endereços)

Serviços e preços

  • Primeira consulta psicologia

    R$ 80

  • Anamnese psicológica

    R$ 80

  • Tratamento da depressão

    R$ 110

  • Tratamento da ansiedade

    R$ 110

  • Psicoterapia Psicanalítica

    R$ 110

Consultórios (2)

Júlia Gonzales
Consultório Particular

Rua Machado de Assis 456, Vila Mariana, São Paulo

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Disponibilidade

Este especialista não oferece agendamento online neste endereço

Modalidades de pagamento (visitas privadas)

  • Convênios médicos aceitos neste endereço
Júlia Gonzales

Teleconsulta

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Planos de saúde aceitos

Os planos de saúde são aceitos, mas a cobertura varia de acordo com o local e o serviço. Confirme durante a etapa de agendamento!

  • Outro (Reembolso)

9 opiniões

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  • K

    Karina

    Dra. Júlia é uma excelente profissional, dedicada, acolhedora, humana. Nos ajuda a compreender e conduzir as questões e desafios diários nos trazendo muita segurança e positividade em cada processo!

     • Júlia Gonzales Consulta Psicologia  • 

  • Á

    Álvaro Fernandes

    Ótima profissional. Muito dedicada e prestativa. Me sinto acolhido nas consultas e me entendo melhor hoje.

     • Consultório Particular Consulta Psicologia  • 

  • L

    Lilian Fernandes

    Olá! Quero aqui agradecer o tratamento e o cuidado recebido pela Júlia. Ela foi muito atenciosa quando eu falava, cuidadosa nas palavras orientadoras, para acolher a mim como paciente. Gratidão por poder contar com ela profissionalmente. Muito obrigada Júlia.

     • Júlia Gonzales Consulta de psicologia online  • 

  • C

    Cybele Montmann

    Para quem busca apoio psicológico, gostaria de indicar essa profissional que se destaca pelo seu compromisso, acolhimento e personalização no atendimento, pois sua abordagem empática e acolhedora conseguiu me tratar de forma única respeitando o meu tempo e minhas necessidades individuais. Profissional com muita habilidade técnica.

     • outro lugar Outro  • 

  • A

    A.V

    Excelente profissional, muito acolhedora. Recomendo

     • Júlia Gonzales Consulta Psicologia  • 

  • J

    João Guidio

    Já tive alguns outros psicólogos no passado, mas a Dra.Júlia é a psicóloga que realmente fez a diferença na minha vida.
    Ela é uma profissional excepcional. Atenciosa, dedicada e qualificada. O acompanhamento que faço com ela me proporcionou transformações que foram fundamentais para minha saúde.

     • Júlia Gonzales Consulta Psicologia  • 

  • G

    Gabriela Moreno

    Extremamente atenciosa e profissional. Me senti confortável e acolhida.

     • Júlia Gonzales Psicoterapia  • 

  • R

    Rayja

    Excelente profissional, muito atenciosa e tem me salvado muito em minhas crises nas consultas. Recomendo muito!

     • Júlia Gonzales Consulta Psicologia  • 

  • L

    Lucas M

    Profissional extremamente competente e dedicada. Sempre buscando a melhor maneira de tratar cada situação.

     • Júlia Gonzales Aconselhamento Psicológico  • 

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Dúvidas respondidas

13 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Como o medo da rejeição afeta a vida de uma pessoa ?

Como o medo da rejeição afeta a vida de uma pessoa ?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Júlia Gonzales

O medo da rejeição pode atravessar a vida de um sujeito como um eco constante do desejo de ser aceito, amado, reconhecido. É uma ferida que muitas vezes não se mostra de imediato, mas que age silenciosamente na forma como se criam vínculos, como se evita a exposição, como se molda a própria existência para não incomodar, ou seja, para caber no 'desejo' do outro.

Entendemos que o sujeito é marcado desde o início por uma falta, e é nessa falta que o desejo se inscreve. Mas quando essa falta se torna sinônimo de não-valor, de recusa antecipada, de um “não sou suficiente”, o medo da rejeição pode paralisar. Faz com que o sujeito se antecipe ao abandono, muitas vezes se retirando antes mesmo que algo aconteça.

Esse medo não é frescura, não é drama: é dor. E essa dor merece ser escutada. Porque por trás do medo de ser rejeitado, há, quase sempre, o desejo profundo de ser acolhido tal como se é, sem precisar vestir máscaras ou fazer esforço para ser "gostável".

A boa notícia é que, ao longo de um processo analítico, esse medo pode deixar de ser um destino para se tornar apenas uma marca, que, uma vez nomeada, deixa de comandar em silêncio e permite ao sujeito ensaiar outras formas de se relacionar. Mais livres. Mais suas. Sem a dependência desse Outro.


Por que o sentimento de raiva surge no luto? .

Por que o sentimento de raiva surge no luto? .

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Júlia Gonzales

A raiva, no luto, pode parecer deslocada, mas ela é real. É um dos muitos afetos que atravessam o sujeito quando se depara com a perda. Quando algo ou alguém significativo nos falta, o que entra em cena é o real da perda: aquilo que escapa, que não tem nome. A raiva pode vir justamente como uma tentativa de lidar com esse rompimento.

Ela pode se dirigir ao outro que partiu, ao Outro que “permitiu” que a perda ocorresse, ao próprio sujeito que ficou, ou mesmo a tudo ao redor que continua existindo como se nada tivesse acontecido. No fundo, a raiva é uma reação à 'impotência': diante da impossibilidade de mudar o curso das coisas, de resgatar o que se perdeu, a pessoa se defende, e às vezes ataca.

Não buscamos calar essa raiva. Acolhemos o que ela expressa, porque por trás dela há uma dor, um amor interrompido, um desejo sem resposta. A raiva pode ser um modo de permanecer em relação com o que foi perdido. E escutá-la, em vez de julgá-la, é um passo importante nesse percurso único e particular que é o luto.


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Perguntas frequentes