Julie Duarte

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Teresópolis 1 endereço

Número de registro: CRP RJ 44699

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Experiência

Olá! Sou Julie de Mello, psicóloga e Musicoterapeuta, com mais de 10 anos de experiência clínica e no SUS.

Atualmente, sou docente de psicologia na UNIFESO. Tenho mestrado em Atenção Psicossocial e especialização em Saúde Pública, dedico minha prática clínica pensando a humanização do cuidado na infância, mas também em todas as outras fases do desenvolvimento humano, sobretudo relacionadas às parentalidades.

Com base na perspectiva winnicottiana, ofereço um espaço de sustentação (holding) para que crianças e adultos possam atravessar os desafios do amadurecimento, do exercício parental e das diversas fases da vida.

Meu trabalho é focado em construir um ambiente seguro para a elaboração de questões emocionais, desde o apoio no ciclo gravídico-puerperal até o acompanhamento do processo de desenvolvimento.

Seja no atendimento clínico ou na orientação a pais, meu objetivo é promover uma saúde mental que integre afeto, ética e bem-estar.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Aconselhamento e orientação aos pais
  • Psicologia infantil
  • Psicologia clínica e da saúde
  • Transtorno do espectro autista (tea)

Pacientes que trato

Adultos (Apenas em alguns endereços)
Crianças (Apenas em alguns endereços)

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (1)
Consulta por vídeo

Fotos e vídeos

Pagamento online aceito

Economize tempo antes da consulta.

Serviços e preços

  • Teleconsulta

    R$ 200

  • Atendimento psicológico online

    R$ 200

  • Consulta de psicologia online

    R$ 200

  • Consulta psicológica da criança

    R$ 200

  • Orientação aos pais

    R$ 200

Consultórios (2)

Julie  Duarte

Teleconsulta

Disponibilidade

Pagamento online aceito

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Modalidades de pagamento (visitas privadas)

  • Pagamento online aceito

Número de telefone

(21) 98072...
Julie  Duarte
JULIE DE MELLO CASTRO FERNANDES DUARTE

Rua Francisco Sá 343, Vila Muqui, Teresópolis 25953-000

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Modalidades de pagamento (visitas privadas)

  • Pagamento online aceito
  • PIX

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2 opiniões

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  • S

    Julie é uma profissional muito atenciosa, capacitada e acolhedora.

     • JULIE DE MELLO CASTRO FERNANDES DUARTE Consulta psicológica da criança  • 

    Julie Duarte

    Muito obrigada pelo seu retorno, Sarah! Foi um prazer poder acompanhar sua família!


  • P

    A Julie foi essencial em um momento super delicado da vida do meu filho. Ele amava suas consultas que o ajudaram a atravessar um período de grande mudança. As reuniões conosco, pais, para pontuar questões e aprofundar demandas eram claras, acolhedoras e produtivas.
    Profissional excelente.

     • JULIE DE MELLO CASTRO FERNANDES DUARTE Consulta psicológica da criança  • 

    Julie Duarte

    Querida, muito obrigada pela sua avaliação! Foi um prazer pra mim acompanhar a sua família Um grande abraço pra todos!


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Dúvidas respondidas

12 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Saude Mental

Quais são as intervenções para o bullying? .

Lidar com o bullying exige, inicialmente, criar um ambiente no qual todas as crianças ou adolescentes envolvidos sintam-se seguro para se expressar. Sob a ótica do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), a intervenção não deve ser apenas punitiva, mas sim focada em uma garantia do direito ao desenvolvimento sadio e à dignidade humana.

De forma prática, o que fazer?

1. Com a Vítima: Realizar uma escuta sem julgamento, criando um ambiente seguro onde a criança possa falar, tendo seus sentimentos e vivências validados; Garantir à criança proteção, trazendo escola/família à responsabilidade compartilhada por esse dever, o retira da criança o peso de "resolver o problema". Isso cumpre o princípio de proteção integral do ECA.

2. Com o Agressor: Entender o limite como cuidado, de forma a ser necessária a interrupção imediata da agressão sem que isso seja feito na base de agressões e humilhações. Buscar, ainda, entender o que o comportamento agressivo comunica (muitas vezes é uma reação a um ambiente instável). Incentivar ações de reparação ao invés de exclusão (pedir desculpas sinceras, desfazer um boato, realizar uma tarefa colaborativa). Isso promove a responsabilidade.

3. No Grupo (escola; família...): Promover diálogos sobre empatia e direitos humanos. O objetivo é tirar os "espectadores" da omissão, transformando-os em defensores da convivência. Esteja presente nos espaços "cegos" (recreio, corredores, grupos de WhatsApp). A presença adulta constante oferece o contorno necessário para que a agressividade não transborde.

4. Protocolo Formal (ECA e Lei 13.185/15)
*Registro de Ocorrência: Documente o caso internamente na escola.
*Reunião com Famílias: Convoque os responsáveis para um diálogo cooperativo, nunca de confronto.
*Rede de Apoio: Se a situação for grave ou persistente, acione o Conselho Tutelar ou encaminhe para apoio psicológico, garantindo o direito à saúde mental previsto no ECA.

Espero ter ajudado! Estou à disposição!

 Julie  Duarte

Pergunta sobre Tratamento para relacionamentos

Eu sinto muito a falta de ter um relacionamento, e isso vem me afetando a algum tempo. Tenho 18 anos e nunca tive essa experiência, mas isso é algo que toma muito tempo dos meus pensamentos. Tenho uma boa vida social, não paro minha vida por isso, mas por muitas vezes é angustiante não ter alguém. Gostaria de saber como fazer para não deixar isso me afetar tanto.

É muito compreensível que você se sinta assim. Aos 18 anos, você está vivendo um momento de florescimento da sua identidade, e o desejo de compartilhar a vida com alguém é um sinal de vitalidade e de prontidão para novas trocas afetivas.

Muitas vezes, a angústia que você sente não é apenas pela falta de uma companhia, mas pela busca de um olhar do outro que nos faz sentir mais reais, valorizados e integrados. Às vezes, a ausência de um par é sentida como uma falha no suporte emocional, gerando uma pressão interna para preencher esse espaço. Mesmo com uma boa vida social, o silêncio da vida íntima pode parecer ruidoso quando sentimos que "deveríamos" estar vivendo algo que ainda não chegou.

O caminho para que isso afete menos a sua rotina passa por fortalecer a sua capacidade de estar bem consigo mesmo, transformando a espera passiva em um tempo de construção ativa:
* Acolha a própria falta. Em vez de lutar contra a angústia, reconheça que é legítimo querer ser amado. Isso ajuda a diminuir a ansiedade.
* Use esse tempo para descobrir o que te faz sentir vivo e autêntico, independentemente de ter alguém ao lado. Quanto mais sólido você se sente por dentro, menos a falta externa te desestabiliza.
* Respeite o seu tempo natural, pois o amadurecimento emocional não segue um cronograma social.

Sua vontade de amar é legítima, não um problema a ser resolvido. Se essa busca tem gerado um sofrimento que você sente dificuldade em manejar, a terapia pode ser um espaço seguro para cuidarmos dessas emoções e fortalecermos a sua segurança interna. Se desejar explorar esses sentimentos e construir um caminho mais leve para os seus encontros, estou à disposição!

 Julie  Duarte
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Perguntas frequentes