Prof. Laysla Baptista

Psicopedagoga · Mais sobre as especializações

Santo André 3 endereços

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Experiência

Psicopedagoga | Especialista em Deficiência Intelectual, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Análise do Comportamento Aplicada (ABA).

Sou Psicopedagoga e atuo no acompanhamento de crianças e adolescentes que apresentam dificuldades de aprendizagem, atenção, organização dos estudos e desenvolvimento escolar.

Realizo avaliações psicopedagógicas e intervenções individualizadas, buscando compreender as necessidades, potencialidades e desafios de cada paciente para construir estratégias eficazes que favoreçam seu desenvolvimento acadêmico, emocional e social.

Meu trabalho é pautado em evidências científicas, acolhimento e respeito à singularidade de cada criança. Além do atendimento clínico, ofereço orientação parental para auxiliar famílias na compreensão e manejo das demandas do desenvolvimento infantil, fortalecendo a parceria entre profissionais e responsáveis.

Também atuo na formação de professores e equipes escolares, promovendo reflexões e estratégias práticas relacionadas à aprendizagem, comportamento e inclusão, contribuindo para a construção de ambientes educacionais mais acolhedores e eficazes.

Acredito que cada criança aprende de maneira única e merece ser acompanhada com sensibilidade, planejamento e um olhar atento para suas potencialidades.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Psicopedagogia clinica
  • Psicopedagogia institucional
  • Alfabetização
  • Educação especial inclusiva

Pacientes que trato

Crianças (Apenas em alguns endereços)

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (3)
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Serviços e preços

  • Consulta Psicopedagogia

    R$ 160

  • Primeira consulta Psicopedagogia

    R$ 200

  • Acompanhamento de transtorno do espectro autista (TEA)

    R$ 160

  • Anamnese Psicopedagógica

    R$ 160

  • Apoio Psicopedagógico

    R$ 250

Consultórios (4)

Laysla Baptista
Laysla Baptista Psicopedagoga - R. Cincinato Braga

Rua Cincinato Braga, 340, Bela Vista, São Paulo 01333-010

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2 opiniões

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  • D

    Muito pró ativa nas ideias, sempre atenta aos detalhes, nos deixando confortavel pra tirar qualquer tipo de duvidas.

     • Laysla Baptista Psicopedagoga - Santo André Acompanhamento de transtorno do espectro autista (TEA)  • 

  • V

    Experiência incrível, tanto na atenção quanto no cuidado com meu filho, senti em muito tempo que ele foi acolhido de verdade!

     • Laysla Baptista Psicopedagoga - Santo André  • 

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Dúvidas respondidas

5 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Olá, minha filha tem TDAH diagnosticado desde 2024, a escola adapta as provas dela, porém, ela não tem Pei, e nunca me chamaram para fazer, estou na dúvida pq uma colega me informou que a escola chamou ela pra fazer do filho dela que tem TEA.

Olá! O diagnóstico de TDAH, por si só, não significa que todo estudante deva obrigatoriamente ter um Plano Educacional Individualizado (PEI). A necessidade do PEI é definida a partir de uma avaliação das demandas educacionais e dos apoios necessários para garantir a aprendizagem e a participação do aluno.

As adaptações pedagógicas, como adequação de provas, tempo adicional, organização das atividades e outras estratégias, podem ser implementadas mesmo quando não há um PEI formalizado. No entanto, quando o estudante apresenta necessidades que exigem um planejamento individualizado, é importante que a escola dialogue com a família e avalie a elaboração desse documento.

Sugiro que você solicite uma reunião com a coordenação pedagógica para compreender quais adaptações já estão sendo realizadas e pergunte se, no caso da sua filha, há indicação para a construção de um PEI. Essa conversa favorece o alinhamento entre família e escola e contribui para que as intervenções atendam às necessidades específicas da criança.

Caso persistam dúvidas ou dificuldades no processo de aprendizagem, uma avaliação psicopedagógica também pode auxiliar na identificação das necessidades educacionais e fornecer orientações para a família e a escola.

Prof. Laysla Baptista

Minha Filha vai fazer 3 anos agora em Maio , e coloquei na creche . No princípio ela gostava da professora , mais houve uma mudança de auxiliar de sala e ela se apegou demais a que entrou. E de uns meses pra cá , chora quando a auxiliar falta porque diz não gostar da professora.
Semana passada a professora veio questionar o comportamento dela, isso dois dias em seguida .
Conversei com ela , ela chorou muito e não queria ir mais pra creche .
Eu não sei o que está acontecendo .
Ela não gosta da professora , ela deve ter falando com ela de forma grosseira.
Hoje fui deixa - lá , mesmo não sendo a professora do ocorrido , ela chorou muito . Eu não sei o que devo fazer !
Tenho medo dela criar certa resistência e não querer ir pra creche de forma alguma .

Olá! Essa mudança no comportamento da sua filha merece atenção, principalmente porque aconteceu após ela já estar adaptada à creche. Aos 3 anos, as crianças ainda têm dificuldade para expressar exatamente o que estão sentindo e, muitas vezes, demonstram seu desconforto por meio do choro, da recusa em ir à escola ou do apego a um adulto específico.

O primeiro passo é conversar com calma com a professora e a coordenação para compreender como tem sido a rotina dela na sala, como ocorrem as interações e em quais momentos ela demonstra maior sofrimento. É importante ouvir todos os envolvidos antes de tirar conclusões.

Em casa, acolha os sentimentos da sua filha, valide o que ela sente (“Eu sei que você está triste”) e evite insistir para que ela explique detalhes, pois isso pode aumentar a ansiedade. Observe se ela menciona espontaneamente algum acontecimento durante as brincadeiras ou conversas.

Caso esse comportamento persista por algumas semanas, aumente de intensidade ou venha acompanhado de alterações no sono, alimentação ou humor, vale buscar uma avaliação com um psicólogo infantil ou psicopedagogo para compreender melhor o que está acontecendo e orientar a família e a escola.

Lembre-se: a adaptação à escola envolve vínculos. Às vezes, a ausência de uma pessoa de referência é suficiente para gerar insegurança, mas também é importante investigar se existe algum fator no ambiente escolar que esteja causando esse sofrimento. O diálogo entre família e escola é o melhor caminho.

Prof. Laysla Baptista
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Perguntas frequentes