Marcela Vaisberg Cohen, Endocrinologista Rio de Janeiro

Dra. Marcela Vaisberg Cohen

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Número de registro: CRM 948330 RJ CNRM 365911 CNRM 330365
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Experiência

Sobre mim

Sou Dra. Marcela Cohen, graduada em medicina pela UFRJ, especialista em endocrinologia. Coordenadora do serviço de controle glicêmico hospitalar da Cl...

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Experiência em:

  • Diabetologia
  • Metabolismo Mineral e Ósseo
  • Obesidade
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Tratar condições médicas

  • Bócio
  • Osteoporose
  • Doenças da hipófise
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Formação

  • Graduação em medicina, Universidade federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 2012
  • Residência médica em clinica medica, Hospital federal da lagoa, 2015
  • Residência médica em endocrinologia e metabologia, Instituto estadual de diabetes e endocrinologia (IEDE), 2017
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Idiomas

Português, Inglês, Espanhol

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Opiniões dos pacientes

5

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Paciente verificado
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Pontos positivos
Excelente atendimento! Médica pontual, competente, atenciosa, confiável, segura e didática. Tira todas as dúvidas do paciente. Formação de excelência que se reflete em seu atendimento. Fiquei muito satisfeita!

Pontos de melhoria
Nada!

Dra. Marcela Vaisberg Cohen

Fiquei muito feliz com seu comentário! Espero sempre poder ajudar e esclarecer as coisas da melhor maneira possível! Bjoss


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Dúvidas respondidas

32 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia


  • Pergunta sobre Diabetes

    Boa noite qual é o valor normal para eu me considerar um não diabético?

    Olá, o diagnóstico de diabetes é feito da seguinte forma: 2 medidas de glicemia de jejum > ou = 126mg/dL ou 2 medidas de glicemia Pos prandial de 2h (curva glicêmica) > ou = 200mg/dL ou 2 medidas de hemoglobina glicada > ou= 6,5% ou 2 dos 3 fatores acima (sem precisar repetir) ou ainda uma glicemia aleatória > ou = 200mg/dL associado a sintomas (aumento de urina, de sede, perda de peso, etc). O diabetes melitus pode ter diversas causas e o tratamento deve ser individualizado. Procure um médico endocrinologista para ser avaliado e se necessário tratar corretamente. À disposição.

    Dra. Marcela Vaisberg Cohen

  • Pergunta sobre Hiperparatireoidismo

    qual a diferença entre o hiperparatireoidismo primário do secundário?

    O hiperparatireoidismo primário ocorre quando uma ou mais glândulas paratireoide funcionam de forma autônoma produzindo o hormônio PTH sem que precise de um estímulo e sem “freio” para inibir. Já o secundário ocorre quando ocorre por um excesso de estímulo às glândulas paratireoide como por exemplo quando há deficiência de vitamina D de forma prolongada. No primeiro caso, deve-se tratar a glândula paratireoide com cirurgia pro exemplo. No segundo, tratar a causa do excesso de estímulo, como repor vitamina D entre outros. Espero ter ajudado. Abraço.

    Dra. Marcela Vaisberg Cohen

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.

Experiência

Sobre mim

Sou Dra. Marcela Cohen, graduada em medicina pela UFRJ, especialista em endocrinologia. Coordenadora do serviço de controle glicêmico hospitalar da Cl...

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Experiência em:

  • Diabetologia
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  • Bócio
  • Osteoporose
  • Doenças da hipófise
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Formação

  • Graduação em medicina, Universidade federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 2012
  • Residência médica em clinica medica, Hospital federal da lagoa, 2015
  • Residência médica em endocrinologia e metabologia, Instituto estadual de diabetes e endocrinologia (IEDE), 2017
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Experiências Profissionais

  • Hospital universitário Clementino Fraga Filho 2006-2012
  • Hospital Federal da Lagoa 2013-2015
  • Instituto Estadual de endocrinologia e metabologia - RJ 2015-2016
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Idiomas

Português, Inglês, Espanhol

Artigos

Exame de prolactina

A prolactina é um hormônio produzido pela glândula hipófise. É responsável pela lactação. Níveis elevados de prolactina podem levar a saída de secreção pelas mamas (galactorreia), inibir os hormônios FSH e LH causando atraso menstrual e diminuição da libido. A prolactina está elevada durante a gestação e lactação. Pode estar elevada com o uso de diversas medicações ou pode estar elevada por tumores da glândula hipófise produtores de prolactina. A análise do exame de prolactina deve ser feita cuidadosamente por um endocrinologista para que a causa seja corretamente diagnosticada e tratada.


Exame T4 Livre

O T4L é um hormônio produzido pela glândula tireoide. Os hormônios tireoideanos garantem o metabolismo corporal, sendo necessários para o funcionamento de praticamente todos os órgãos. Níveis elevados de T4L são vistos no hipertiroidismo, enquanto níveis baixos de T4L são vistos no hipotiroidismo. Deve ser interpretado junto com o TSH, anticorpos tireoideanos e análise dos sintomas para determinar a causa da alteração e o melhor tratamento.


Exame TSH

O TSH é um hormônio produzido pela glândula hipófise e tem a função de estimular a tireoide a produzir hormônios tiroideanos. Alterações do TSH são vistas em doenças da tireoide e da hipófise. Níveis elevados ocorrem principalmente quando a glândula tireoide tem sua função diminuída (hipotireoidismo). Já níveis diminuídos desse hormônio ocorrem principalmente quando a glândula tireoide está com sua função aumentada (hipertiroidismo) ou quando há ingestão de doses elevadas de hormônios tireoideanos. A análise do TSH é importante para determinar a causa da alteração e o melhor tratamento.


Osteoporose

Osteoporose é uma doença em que há maior fragilidade dos ossos, levando a maior risco de fraturas com baixo impacto. Menopausa, tabagismo, uso de corticoides, artrite reumatoide, diabetes, idade avançada são os principais fatores de risco. Seu diagnostico é feito com base no exame de densitometria óssea o qual deve ser interpretado cuidadosamente por um endocrinologista. Atualmente existem diversas opções de tratamento que ajudam a diminuir o risco de fraturas, melhorando a qualidade de vida do paciente.


Exame de paratormônio PTH

O PTH é um hormônio produzido pelas glândulas paratireoide que tem a função de controlar os níveis de cálcio e fósforo no sangue. Níveis elevados de PTH podem levar à aumento de cálcio e diminuição de fósforo no sangue, aumenta o risco de osteoporose e fraturas e de cálculos renais. A análise do PTH deve ser feita em conjunto com os níveis de cálcio e fósforo no sangue, níveis de cálcio na urina e níveis de vitamina D, uma vez que esses hormônios e minerais estão em íntima relação. A interpretação desses exames é importante para determinar a causa da alteração laboratorial e o tratamento apropriado.


Exame de colesterol

O colesterol é importante para formação de hormônios como o estrogênio, a testosterona e o cortisol. No entanto, níveis elevados de colesterol no sangue elevam o risco de doenças cardiovasculares como infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral. O colestero LDL em níveis elevados, possui maior risco de causar doenças cardiovasculares. O colesterol HDL, também chamado de "colesterol bom", possui efeito de proteção cardiovascular. A análise do exame de colesterol para decisão de iniciar tratamento medicamentoso é feita por endocrinologistas.

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