Márcia Alves S.Hening

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Santo Ângelo 1 endereço

Número de registro: CRP:07/28377

Experiência

Sou Márcia Alves, psicóloga clínica, e meu objetivo é oferecer um espaço seguro, acolhedor e livre de julgamentos para que você possa explorar suas emoções, compreender suas dificuldades e desenvolver caminhos para uma vida mais equilibrada e autêntica.

Acredito que a psicoterapia é um processo de parceria. Juntos, trabalharemos para identificar padrões de comportamento, ressignificar vivências e fortalecer sua saúde mental. Minha atuação é pautada na ética, na escuta ativa e no respeito à individualidade e ao tempo de cada paciente.

Minhas principais áreas de atendimento incluem:

  • Autoconhecimento e desenvolvimento pessoal.

  • Manejo de ansiedade, estresse e desafios emocionais.

  • Orientação e suporte em transições de vida e conflitos diários.

  • Fortalecimento da autoestima e inteligência emocional.

Se você busca um acompanhamento humanizado e focado no seu bem-estar integral, estou aqui para caminhar ao seu lado nessa jornada. Vamos conversar?

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia de casal
Psicoterapia

Experiência em:

  • Problemas de relacionamentos
  • Avaliação psicológica

Pacientes que trato

Adultos

Serviços e preços

  • Psicoterapia breve


  • Psicoterapia Criança


  • Psicoterapia de Grupo


  • Psicoterapia Psicanalítica


  • Terapia de Casal


Consultório

Márcia Alves S.Hening
Consultório particular

633 Rua dr João sebastiany, Centro, Santo Ângelo 97900000

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Disponibilidade

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Planos de saúde aceitos

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1 opinião

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     • Consultório particular Depressão  • 

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Dúvidas respondidas

5 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Meu namorado diz que não é viciado em pornografia,mas recentemente descobri que ele assisti até no t

Meu namorado diz que não é viciado em pornografia,mas recentemente descobri que ele assisti até no trabalho ou simplesmente se eu ficar fora de casa 2,3 h, isso me deixou um pouco triste e confusa, seria uma compulsão ou é coisa da minha cabeça?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Márcia Alves S.Hening

Olá. Primeiro, quero te acolher e dizer que não, isso definitivamente não é "coisa da sua cabeça". Sentir-se triste e confusa diante dessa descoberta é uma reação perfeitamente legítima e compreensível.

A diferença entre o consumo casual de pornografia e a compulsão (ou uso problemático) geralmente está no impacto que esse hábito causa na vida do indivíduo e nas suas relações.

Quando o comportamento começa a invadir o ambiente de trabalho ou acontece de forma quase automática sempre que há uma breve oportunidade de isolamento, acende-se um sinal de alerta. Isso pode indicar que o uso não é mais apenas por lazer, mas sim uma forma de mecanismo de enfrentamento, uma busca rápida por alívio de estresse, ansiedade ou tédio.

É muito comum que a pessoa que vivencia isso negue o problema, muitas vezes por vergonha ou por não perceber o quanto o hábito assumiu o controle da sua rotina.

O caminho agora envolve duas frentes importantes:
Comunicação no relacionamento: Expressar como o comportamento dele afeta você e os limites da relação.

Ajuda profissional: A psicoterapia pode ser fundamental tanto para ele (para compreender a raiz desse comportamento e desenvolver maior controle) quanto para você (como um espaço de suporte para lidar com a quebra de confiança e fortalecer sua autoestima).

Se precisar de apoio para navegar por esse momento, estou à disposição para ajudar. Cuide-se.


Recebi pouco afeto na minha criação, percebo que às vezes tenho dificuldade de ver quando me apaixon

Recebi pouco afeto na minha criação, percebo que às vezes tenho dificuldade de ver quando me apaixono por alguém e uma vez percebi que gostei de uma pessoa quando ele cortou o contanto quando tive uma coragem pra falar com ele. É possível eu conseguir não só amar como também identificar com mais facilidade esse sentimento e qual seria a relação de amar com a força pra seguir nas minhas metas pessoais?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Márcia Alves S.Hening

Olá. Quero começar te dando uma resposta muito direta e cheia de esperança: sim, é absolutamente possível aprender a identificar o amor e se permitir vivenciá-lo de forma mais leve e consciente.

Quando crescemos em um ambiente onde o afeto foi escasso ou inconsistente, nossa mente cria defesas. É como se o nosso radar para o amor ficasse descalibrado. Para nos proteger da rejeição ou do abandono, muitas vezes só nos damos conta do tamanho do sentimento quando a pessoa se afasta, que foi exatamente o que você experimentou. O distanciamento cria uma sensação de segurança para sentir, pois o risco real da entrega já passou.

A boa notícia é que a nossa capacidade de amar e de nos conectar não está "danificada", ela apenas precisa ser exercitada e compreendida em um espaço seguro.

E qual é a relação do amor com as suas metas pessoais?
Existe uma ligação profunda aqui. Quando nos sentimos seguros para amar e ser amados (o que começa com o amor-próprio e o acolhimento da nossa própria história), nós construímos uma base emocional sólida.
O afeto seguro funciona como um porto seguro: sabendo que temos para onde voltar e que somos dignos de cuidado, ganhamos muito mais coragem, energia e resiliência para explorar o mundo, assumir riscos e correr atrás dos nossos objetivos e sonhos profissionais e pessoais. O amor não nos enfraquece; quando saudável, ele é o combustível que nos dá estabilidade para voar mais alto.
Na psicoterapia, trabalhamos justamente para reescrever essa relação com o afeto, ajudando você a reconhecer os sinais do seu corpo e da sua mente quando alguém mexe com o seu coração, no tempo certo.
Se fizer sentido para você, iniciar esse processo de autoconhecimento será um passo lindo na sua jornada. Estou à disposição para te acompanhar.


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Perguntas frequentes