Marco Vicente da Silveira Pinheiro

Psicólogo · Mais

Número de registro: CRP RJ 84196

Experiência

Meu nome é Marco Vicente (CRP-05/84196), sou psicólogo e Gestalt-terapeuta. Trabalhei com clientes idosos, adultos e menores em atendimentos individuais, de grupo, de casal e de família. Trabalho usando a Gestalt-terapia, seja em atendimento presencial ou online. Me graduei em Psicologia pela Universidade Veiga de Almeida (UVA) e tenho pós-graduação em Psicologia Clínica e em Psicoterapia Infantil pelo Instituto de Gestalt-terapia e Atendimento Familiar (IGT).

Entendo que cada um possui uma forma única e pessoal de existir e funcionar que condiz com seu modo particular de ser. À medida que uma forma de se relacionar com o mundo passa a gerar dificuldades ou sofrimentos, o objetivo do meu trabalho é, através do autoconhecimento, contribuir para que a pessoa encontre novas formas de se relacionar com o seu meio que atendam aos seus desejos e necessidades e que ainda sejam compatíveis com o seu jeito próprio de ser.

Por entender a importância do meu trabalho e ter um compromisso com cuidado da saúde mental dos meus clientes, estou em constante atualização, sempre buscando cursos e formações para um maior aprimoramento profissional.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Gestalt
Psicoterapia de casal
Psicoterapia individual

Experiência em:

  • Psicoterapia infantil

Pacientes que trato

Adultos
Crianças

Serviços e preços

  • Primeira consulta psicologia

    R$ 50

  • Psicoterapia de Casal


  • Psicoterapia Familiar


  • Psicoterapia Individual


  • Psicoterapia infantil


Consultório

Disponibilidade

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10 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Ansiedade

Estou como responsável da pastoral da Liturgia, mas não consigo ficar normal, estou sempre nervosa e com as mãos geladas,será que tenho que fazer algum desbloqueio emocional, pois minha vida desde a infância não foi normal igual de outras pessoas, tenho muitos traumas e já tive ansiedade e depressão.

Ansiedade e depressão, quando não são sintomas de alguma condição exclusivamente fisiológica (como hipotiroidismo, por exemplo, que causa depressão), são um indicativo de que você pode estar com dificuldade para lidar com algumas questões da sua vida. Como você identificou que possui muitos traumas, podem sim ser eles que estão interferindo no seu bem-estar e qualidade de vida. O mais indicado é buscar por um psicólogo para te ajudar a lidar melhor com eles. Fico à disposição.

 Marco Vicente da Silveira Pinheiro

Há alguns dias, meu filho me procurou e disse que gostaria de voltar a fazer terapia. Ele fez terapia por um ano, Há dois anos atrás. Aparentemente, parecia uma depressão. A psicóloga me passou que ele tinha um pouco de fobia social. Como ele apresentou uma certa melhora, a psicóloga disse que não havia mais necessidade de terapia. Porém, eu percebo qie ele é diferente, já cheguei a pensar que ele talvez seja autista. Mas, hoje ele (chorando) me disse que não queria nos decepcionar e me contou que ele não se sente um menino e sim menina(desde pequeno). Ele tem 17 anos.Ele não demonstra nenhum estereótipo feminino. Já chegou a se apaixonar por uma menina. Ele diz que apesar de se sentir assim,.sexualmente, ele não tem interesse em se relacionar com menino, e sim, com menina
Comentou também sobre a mudança de identidade, de transição de gênero e que pode acontecer dd mesmo ele se tornando uma menina ele se relacionar com outra menina. Hoje em dia os jovens tem muito mais informação. Pra mim é um pouco confuso , sei qie mesmo que ele tenha informações, tenho certeza que não é fácil lidar com isso. Pois, sabemos os desafios e situações que iremos enfrentar. Jamais agendei com uma psicóloga, mas gostaríamos de mais esclarecimentos.

Oi, o que você descreveu é transexualidade, que é quando uma pessoa nasceu com um sexo biológico (por exemplo, menino), mas se identifica com um gênero diferente (por exemplo, menina). A atração não está ligada ao gênero que a pessoa se identifica, então independente de se identificar como menina, é possível sentir atração por qualquer um dos gêneros ou até pelos dois, não precisa se preocupar com isso.

Como você falou, vão haver sim vários desafios para serem enfrentados, principalmente preconceito e discriminação, então é importante que você possa dar apoio e demonstrar aceitação, porque você é uma figura importante. Isso é uma forma de cuidar também da relação entre vocês, infelizmente é muito comum as crianças LGBT acabarem se afastando dos pais ou deixando de pedir ajuda a eles quando sentem que não são aceitas (ou que estão decepcionando), o que também é doloroso para elas.

Pode ser difícil se acostumar, mas um começo pode ser perguntar se ainda prefere que você fale usando o masculino ou se prefere que use o feminino, por exemplo, se prefere que fale usando "ele" ou "ela". Também pode ser bom perguntar se vai ser adotado um Nome Social (um novo nome que encaixa com o "novo" gênero), se já pensou em algum, e se esforçar para usar esse nome. Pode ser que ainda não tenha escolhido um nome social ou que o escolhido ainda não seja definitivo, mas o importante é dar espaço para as mudanças que forem ocorrer e abraçar elas a cada vez, também sem apressar elas.

Você não precisa saber de tudo já de começo, mas é importante se esforçar para acolher, mesmo quando não estiver entendendo muito bem. Procurem conversar sobre o que vai ficar diferente e o que você pode fazer para dar apoio, vai fazer toda a diferença. Aqui eu não tenho como falar sobre tudo, mas vocês também podem conversar sobre as informações que vocês encontrarem na internet, seja para você só se informar melhor ou para ajudar nesse processo.

Se um de vocês, ou mesmo os dois, estiverem tendo dificuldades para lidar com as mudanças, pode ser positivo buscar terapia para ajudar. Fico à disposição.

 Marco Vicente da Silveira Pinheiro
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