Dra. Mariana Santana

Neurologista · Mais sobre as especializações

Número de registro: CRM: 5732-MT - RQE Nº: 5835

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Experiência

Neurologista e Membro Titular da Academia Brasileira de Neurologia
Residência na área Clinica Médica
Residência em Dor-Neurologia pela Universidade Federal de São Paulo ( UNIFESP)
Especialização em neurologia pelo Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo ( IAMSPE)
Atua em consultório particular e hospital universitário.
Atendimento no consultório especializado em neurologia adulto (pacientes maiores 18 anos)
mais Sobre mim

Experiência em:

  • Doenças cerebrovasculares
  • Saúde mental
  • Psiquiatria
  • Intervenção em dor
  • Neuropatia diabética
  • Artrose
  • Disturbios do movimento
  • Neurologia cognitiva e do comportamento
  • Controle da dor
  • Dores de cabeça
  • Medicina do estilo de vida
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Dra. Mariana Santana

Avenida das Flores 945, 6º Andar - sala 601, Cuiabá 78043-172

ATENÇÃO: Plano de Saúde (Reembolso): Se você possui um plano de saúde, ao final da consulta será emitido um recibo completo. Com este documento, você poderá solicitar o reembolso do valor, conforme as regras e a cobertura do seu contrato com a operadora.

27/11/2025

Serviços e preços

  • Primeira consulta neurologia

    R$ 600

  • Tratamento da dor crônica nociplástica

    R$ 600

  • Tratamento da dor aguda nociceptiva

    A partir de R$ 600

  • Tratamento da dor após cirurgia de hérnia

    R$ 600

  • Tratamento da dor após fratura de costela

    R$ 600

Artigos

Cefaleia (dor de cabeça)

A dor de cabeça é uma das queixas mais frequentes em neurologia. Embora raramente seja grave, afeta muito a qualidade de vida, podendo levar ao uso excessivo de analgésicos. Por isso, fazemos uma anamnese completa e um exame clínico detalhado, investigando as características da dor, seus gatilhos e histórico familiar. O exame minucioso serve para descartar causas graves e definir a necessidade de exames complementares. Nosso objetivo é elaborar um plano de tratamento personalizado para você gerenciar sua dor.


Demência

Com o envelhecimento populacional, o número de pacientes com demência cresce, e muitos nos procuram temendo a condição devido a problemas de memória. Nossa prioridade é avaliar se os sintomas indicam a doença. Se for confirmado, oferecemos tranquilidade e acompanhamento regular. Após a avaliação, o tratamento específico (farmacológico e não farmacológico) é iniciado. É fundamental incluir os familiares nas consultas para dar orientações claras sobre desafios futuros, oferecendo suporte contínuo nesta jornada.


Hemorragia Cerebral

A Hemorragia Intraparenquimatosa é um tipo grave de AVC, causada pela ruptura de vasos dentro do tecido cerebral, onde o sangramento danifica neurônios e estruturas. Geralmente ligada à hipertensão arterial mal controlada, malformações ou distúrbios de coagulação. Os pacientes têm déficits neurológicos súbitos, alteração da consciência e, por vezes, cefaleia intensa. O manejo precoce e multidisciplinar (terapia intensiva, controle da pressão e reabilitação) é crucial para limitar os danos cerebrais e otimizar a recuperação funcional.


Doença De Charcot-Marie-Tooth

A Doença de Charcot-Marie-Tooth (CMT) é uma neuropatia hereditária que se caracteriza pela fraqueza muscular e perda de sensibilidade, afetando principalmente as pernas e os pés. Geralmente manifesta-se na infância ou adolescência e tem uma progressão lenta, levando a dificuldades para caminhar e ao surgimento de deformidades nos pés, como os pés cavos (arcos altos). A causa da CMT é genética e possui vários subtipos. Embora não haja cura, o tratamento é focado no controle dos sintomas e na melhoria da qualidade de vida, incluindo o uso de fisioterapia e órteses.


Esclerose Tuberosa

A Esclerose Tuberosa é uma doença genética que causa o crescimento anormal de tumores benignos (hamartomas) em vários órgãos, principalmente no cérebro, pele, coração e rins, sendo associada a mutações nos genes $TSC1$ ou $TSC2$. Suas manifestações são variadas e incluem crises epilépticas, atraso no desenvolvimento, problemas de pele (como angiofibromas faciais) e risco de complicações renais ou pulmonares. Embora não haja cura, o tratamento concentra-se no controle dos sintomas e no monitoramento contínuo para prevenir e gerenciar as complicações da melhor forma possível.


Malformação De Arnold-Chiari

A Malformação de Chiari é um defeito estrutural do crânio e do cerebelo, no qual uma porção do cerebelo (as amígdalas cerebelares) se desloca e desce para o canal espinhal, podendo comprimir o tronco encefálico e a medula espinhal. Este deslocamento pode causar sintomas como dores de cabeça, tonturas, problemas de equilíbrio, fraqueza, formigamento e, em alguns casos, até hidrocefalia. Existem vários tipos (Chiari I-IV), sendo o Tipo I o mais comum e frequentemente diagnosticado em adultos, e o tratamento é decidido com base na gravidade dos sintomas, podendo incluir observação ou a realização de cirurgia para aliviar a pressão.

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Planos de saúde aceitos

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Mais mencionado pelos pacientes

  • Atencioso durante a consulta
  • Explicações detalhadas
  • Pontual
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  • S

    A confiança foi essencial p mim começar o meu tratamento

     • Consultório - Dra. Mariana Santana - MT Consulta neurologia  • 

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    Pontual, atenciosa, as explicações são bem detalhadas. Mto simpática

     • Consultório - Dra. Mariana Santana - MT Primeira consulta neurologia  • 

  • C

    Boa consulta, bem detalhada, médica competente e pontual.

     • Consultório - Dra. Mariana Santana - MT Consulta Neurologista  • 

  • C

    Explicou toda a mudança de tratamento,fez uma tabela sobre. Além de ter explicado sobre o que aconteceu comigo

     • Consultório - Dra. Mariana Santana - MT Consulta neurologia  • 

  • W

    Foi uma experiência excelente com a Dra. Mariana. Desde o atendimento até a consulta, me senti acolhido, ouvido e tratado com muito respeito e profissionalismo.

    Ela esclareceu minhas dúvidas com muita calma, me deixou mais tranquilo e trouxe clareza em um momento em que eu estava bastante preocupado. Saí da consulta com mais segurança, paz e a sensação de estar bem cuidado.

    Sou muito grato pela atenção, empatia e competência da Dra. Mariana. Recomendo com toda certeza!

     • Consultório - Dra. Mariana Santana - MT Consulta neurologia  • 

  • A

    Dr ela è bem atenciosa, presta muita atenção no que falamos, nos orientou como fazer o uso das medicação corretamente. Super indico

     • Consultório - Dra. Mariana Santana - MT Consulta neurologia  • 

  • C

    Ter encontrado a Dra. Mariana foi, de fato, uma benção. Eu nunca fui tão bem tratada por um neurologista em toda a minha vida. Ela é atenciosa, atenta aos detalhes e o principal: ouve o paciente para que ele fique confortável. Acolhedora, excelente profissional! Recomendo de olhos fechados! Eu estava traumatizada, morrendo de medo de ser mais uma vez invalidada por um médico, e a Dra. Mariana foi completamente diferente, me ouviu, buscou compreender as minhas dores, solicitou exames, tudo com o máximo de responsabilidade e boa vontade.

     • Telemedicina Teleconsulta  • 

  • R

    Muito atenciosa e empática, procurou explicar de maneira simples.

     • Consultório - Dra. Mariana Santana - MT Consulta neurologia  • 

  • G

    Entrei com uma dor que me acompanhava há dias, de forma ininterrupta, e saí sem dor.
    Além da atenção cuidadosa aos detalhes, senti-me acolhida. Tudo foi explicado com clareza, o que me trouxe segurança e tranquilidade em relação ao diagnóstico e à condução do tratamento.
    Agradeço imensamente pelo atendimento.

     • Consultório - Dra. Mariana Santana - MT Consulta neurologia  • 

  • M

    Fomos bem orientada do problema apresentado. A doutora mostra que tem conhecimento do que está sendo apresentado

     • Consultório - Dra. Mariana Santana - MT Primeira consulta neurologia  • 

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Dúvidas respondidas

173 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Quando meus olhos fecham sozinhos devido à sonolência, o corpo adormece imediatamente ou pode levar alguns minutos? É possível que a mente permaneça consciente nesse período inicial (hipnagogia), e que fatores determinam a velocidade do adormecimento?

Olá! Sua pergunta é excelente — o momento em que os olhos se fecham naturalmente pela sonolência é uma das transições mais fascinantes do ponto de vista neurológico. Esse processo, conhecido como fase hipnagógica, representa o período entre a vigília e o sono, e envolve mudanças graduais e coordenadas entre o cérebro e o corpo.

Quando os olhos se fecham espontaneamente, o corpo não adormece de forma imediata. O cérebro passa por uma sequência de estágios: primeiro há redução das ondas beta (associadas à atenção ativa) e aumento das ondas alfa e teta, que indicam relaxamento e sonolência leve. Durante essa fase, ainda é possível que a mente permaneça parcialmente consciente, percebendo imagens, sons internos, sensações de queda ou flashes visuais típicos do estado hipnagógico — algo que ocorre em pessoas com sono leve, estresse ou grande atividade mental noturna.

A velocidade com que o corpo adormece varia de pessoa para pessoa e depende de múltiplos fatores:

Nível de cansaço físico e mental;

Qualidade do sono anterior;

Nível de estresse e ansiedade;

Ambiente (luz, temperatura e ruídos);

Uso de estimulantes ou medicamentos.

Em média, o processo completo até o início efetivo do sono (estágio N2) leva de 5 a 20 minutos, mas pode ser mais rápido em casos de privação de sono ou mais lento em pessoas com insônia.

A consciência parcial durante a transição é um fenômeno natural e até saudável, mas, se houver dificuldade em “desligar a mente”, sensação de sono fragmentado ou despertares frequentes, pode ser útil uma avaliação neurológica do sono.

Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. Caso queira compreender melhor seus padrões de sono ou sintomas associados, coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com uma abordagem cuidadosa, integrando neurologia do sono, atenção à saúde mental e tratamento da dor crônica.

Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835

Dra. Mariana Santana

Olá, tomo carbamazepina, posso fazer tratamento com uso do Celestrat? Obrigada

Olá! Sua pergunta é muito importante, pois envolve uma possível interação medicamentosa que merece atenção. A carbamazepina é um medicamento utilizado no tratamento de diversas condições neurológicas, como epilepsia, neuralgias e transtornos do humor, e ela atua modificando o metabolismo de várias outras substâncias no fígado.

O Celestrat (que combina betametasona e dexclorfeniramina) é um medicamento com ação anti-inflamatória e antialérgica, e pode interagir com a carbamazepina. Isso ocorre porque a carbamazepina aumenta a metabolização de corticoides, como a betametasona, podendo reduzir sua eficácia. Em contrapartida, o uso prolongado de corticoides pode alterar o metabolismo da própria carbamazepina, interferindo em seus níveis sanguíneos e no controle da condição neurológica.

Além disso, o Celestrat pode causar sonolência, tontura e alterações de humor, efeitos que podem se somar aos da carbamazepina, exigindo acompanhamento cuidadoso.

Por isso, não é recomendado iniciar o Celestrat por conta própria. O ideal é conversar com o médico que prescreveu a carbamazepina — ou com um neurologista — para avaliar se o uso é realmente necessário, se há alternativas mais seguras e se será preciso ajustar doses ou monitorar exames laboratoriais.

Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não constitui prescrição ou orientação terapêutica individual. Cada caso precisa ser avaliado de forma específica, considerando o motivo do tratamento e seu histórico clínico.

Coloco-me à disposição para ajudar e orientar com segurança e acolhimento, avaliando seu caso de forma personalizada, seja em consultas presenciais em Cuiabá e São Paulo ou em atendimento online em todo o Brasil.

Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835

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