Mayra Camila Souza

Psicóloga · Mais sobre as especializações

São Paulo 5 endereços

Número de registro: CRP MT 10193

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Experiência

Olá, sou Mayra Camila, psicóloga (CRP 18/10193) e realizo atendimento psicológico online para crianças, adolescentes e adultos. Além de atuar como psicóloga, sou mãe e meu maternar atravessa minha clínica e escuta. 

Meu trabalho é pautado na Abordagem Centrada na Pessoa, oferecendo um espaço de escuta, acolhimento e respeito, no qual cada paciente possa compreender melhor suas emoções, dificuldades e relações, desenvolvendo novas formas de lidar com aquilo que está vivendo de forma congruente e empática.

No acompanhamento de crianças e adolescentes, também valorizo a participação da família no processo. Por isso, realizo orientação parental quando necessário, auxiliando pais e responsáveis a compreenderem melhor comportamentos e necessidades emocionais, além de questões relacionadas à rotina, limites, comunicação e vínculos familiares.

Nos atendimentos com adultos, trabalho questões emocionais e relacionais, dificuldades vivenciadas no cotidiano e processos de autoconhecimento, sempre considerando a história e as necessidades individuais de cada pessoa.

Os atendimentos são realizados 100% online, de forma individualizada e com o cuidado necessário para que você se sinta à vontade durante o processo terapêutico.

Sou apaixonada pela Psicologia e amo estar presente com cada paciente. Estou ao seu dispor para melhor te atender. Se você está buscando acompanhamento psicológico para você ou para seu filho, pode agendar um horário disponível na minha agenda. 

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Psicoterapia
Abordagem centrada na pessoa (acp)

Experiência em:

  • Aconselhamento e orientação a pais
  • Psicologia infantil e infanto juvenil

Pacientes que trato

Adultos
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  • Atencioso durante a consulta
  • Eficácia do tratamento
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    Aliny Jesus

    Uma profissional extremamente acolhedora, empática, simpática, atenta, com uma escuta realmente admirável. Recomendo muito o trabalho dela.

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    Karla Xavier

    Profissional excelente, quando acolhemos uma criança, acolhemos uma família inteira. Karla

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    Stefany Lopes

    Ótima profissional, acolhedora e ética, recomendo a todos!

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    Mille

    É uma ótima profissional,atenciosa paciente,adoro passar com ela,está me ajudando muito.

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    Julia Souza Leal

    Uma profissional excelente, muito dedicada, atenciosa e acolhedora que exerce a psicologia com amor, responsabilidade e empatia.

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    K.V.S


    Quero deixar registrado o quanto sou grata por ter encontrado uma profissional tão maravilhosa! É extremamente acolhedora, atenciosa e competente. Desde o primeiro atendimento, me senti muito confortável e respeitada, e isso fez toda diferença no meu processo.

    É uma profissional que realmente escuta, sem julgamentos, e consegue conduzir cada conversa com muita sensibilidade e, ao mesmo tempo, profissionalismo. Dá para perceber o quanto ela ama o que faz e o cuidado que coloca em cada atendimento.

    Sem dúvidas, é uma psicóloga que recomendo de olhos fechados! Tenho muito carinho e admiração pelo trabalho dela e sou muito feliz por ter escolhido ser acompanhada por uma profissional tão incrível.

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  • G

    GB

    Excelente profissional. Acolhedora, e ética. tem sensibilidade humana e sabe ouvir!
    Super recomendo.

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    L.

    Profissional excelente, com uma escuta humanizada, empática, além de ótimo atendimento com crianças, super criativa e muito efetiva no tratamento. Indico muito.

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    Yasmin

    A melhor psicóloga que eu tive o prazer de conhecer. Super empática, atenciosa e faz da consulta e da terapia um lugar leve e acolhedor. Super recomendo!

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  • L

    Leia

    Uma profissional ímpar, que passa confiança e segurança, com uma didática simples de fácil compreensão que consegue acessar os pontos fundamentais.
    Recomendo por que estou sendo muito bem atendida.

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Dúvidas respondidas

3 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Como trabalhar com uma criança de 3 anos a morte do pai que nunca conheceu, sendo que a partir dos 2

Como trabalhar com uma criança de 3 anos a morte do pai que nunca conheceu, sendo que a partir dos 2 anos tem como figura paterna o padastro.

Há uma idade adequada para para iniciar o assunto?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Mayra Camila Souza

Olá! Essa é uma situação que merece bastante sensibilidade, especialmente porque a criança tem apenas 3 anos e não chegou a conhecer o pai biológico.

Não existe uma idade específica para “contar” sobre a morte. Aos 3 anos, a criança já pode começar a compreender, de forma bastante simples e concreta, alguns aspectos sobre a morte, mas ainda não possui uma compreensão completa de que ela é definitiva. Por isso, o mais importante é que a informação seja apresentada de maneira gradual, verdadeira e adequada ao seu nível de desenvolvimento.

Como ela não teve uma convivência com o pai biológico, é importante diferenciar o processo de luto pela perda de uma pessoa com quem existia vínculo daquele relacionado à construção da própria história e identidade. Ela pode sentir curiosidade, fazer perguntas ou até não demonstrar interesse inicialmente.

Eu recomendaria que, antes de conversar diretamente com a criança, os adultos procurem orientação psicológica para construir uma narrativa familiar coerente. É importante que ela possa saber, progressivamente, que esse pai existiu, que faz parte de sua história e que morreu antes que ela pudesse conhecê-lo, sem que isso diminua ou coloque em conflito o vínculo que ela possui com o padrasto, que exerce uma função paterna importante em sua vida.

Com crianças pequenas, esse assunto pode ser trabalhado principalmente por meio do brincar, histórias, desenhos, bonecos, livros infantis e construção da história familiar. Não é necessário fazer uma grande “revelação” de uma única vez. A criança pode perguntar novamente ao longo dos anos, e os adultos vão ampliando a explicação conforme sua capacidade de compreensão.

Também é importante utilizar palavras claras, como “morreu” e “morte”, evitando expressões como “foi dormir” ou “foi embora”, que podem gerar confusão ou medo.

Um livro que pode ser utilizado como recurso é "A Árvore das Lembranças", de Britta Teckentrup, que aborda de maneira delicada a ausência, a memória e a continuidade dos vínculos.

Se houver aspectos mais complexos relacionados à morte do pai, conflitos familiares ou dúvidas sobre como apresentar essa história à criança, recomendo que a família busque acompanhamento de um psicólogo infantil. O profissional poderá orientar os adultos e avaliar a melhor forma e o melhor momento para abordar o tema, respeitando o desenvolvimento emocional da criança.


Como eu sei que estou rejeitando o bebê na barriga? Ou somente não aceitei a ideia de ter um bebê ?

Como eu sei que estou rejeitando o bebê na barriga? Ou somente não aceitei a ideia de ter um bebê ?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Mayra Camila Souza

É muito importante diferenciar “não ter conseguido aceitar ainda a ideia de estar grávida” de “rejeitar o bebê”. A gravidez pode despertar sentimentos muito diferentes e, às vezes, até contraditórios: alegria, medo, tristeza, irritação, insegurança, culpa, preocupação com as mudanças na vida e até vontade de que tudo fosse diferente. Ter pensamentos ou sentimentos ambivalentes não significa, por si só, que você esteja rejeitando o bebê.

Uma pergunta que pode ajudar é: “O que exatamente está sendo difícil para mim: a existência do bebê ou tudo o que essa gravidez representa e está mudando na minha vida?” Muitas vezes, o sofrimento está relacionado ao medo da maternidade, às mudanças no relacionamento, à perda de liberdade, às questões financeiras, ao corpo, à expectativa de dar conta ou à dificuldade de se reconhecer nesse novo papel.

Também é importante não exigir de si mesma um sentimento de amor imediato. O vínculo pode ser construído gradualmente, durante a gestação e também depois do nascimento. Não existe uma forma única ou “correta” de sentir a maternidade.

Na psicoterapia, especialmente a partir de uma perspectiva centrada na pessoa, é fundamental existir um espaço de empatia, acolhimento e congruência, noqual você possa falar inclusive sobre sentimentos que considera “feios” ou inadequados, sem medo de ser julgada. Quando conseguimos reconhecer e expressar genuinamente aquilo que está vivendo, torna-se possível compreender melhor suas necessidades e construir, aos poucos, uma relação mais integrada com essa nova realidade.

Por isso, em vez de se perguntar apenas “será que estou rejeitando meu bebê?”, talvez seja mais importante se perguntar: “O que estou sentindo diante dessa gravidez e do que ela representa para mim?”

Se esses sentimentos estiverem causando sofrimento intenso, culpa, afastamento persistente ou dificuldade significativa para vivenciar a gestação, procurar um psicólogo pode ajudar bastante. Você não precisa esperar “aceitar tudo” para buscar ajuda. Às vezes, o primeiro passo é justamente ter um espaço seguro para poder dizer: “Eu não sei ainda como me sinto com tudo isso.” Abraços!


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