Patrícia de Souza Dias

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Curitiba 1 endereço

Número de registro: CRP 08/14830

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Experiência

Sou Psicóloga, formada há 16 anos pela Universidade Tuiuti do Paraná. Minha formação em Psicanálise se deu na Letra-Associação de Psicanálise de Curitiba. Especialista em Neuropsicologia pela ITECNE. Larga experiência em psicologia clínica de adultos e idosos, no tratamento da doença de Parkinson e nas desordens da infância. Há 6 anos tratando crianças e adolescentes vítimas de diferentes tipos de violências.
mais Sobre mim

Experiência em:

  • Psicologia clínica
  • Neuropsicologia
  • Psicoterapia para adolescentes
  • Psicoterapia infantil

Serviços e preços

  • Consulta Psicologia


Consultório

Patrícia de Souza Dias
Consultório de Psicologia e Psicanálise Patrícia de S. Dias

Cabral, Curitiba 80035040

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Disponibilidade

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  • A

    Estou em atendimento com a Patrícia há 6 meses e têm sido maravilhoso! Já fazia terapia antes, mas com a perspectiva do acompanhamento com ela senti que avancei muito mais rápido e profundo nas minhas questões. Recomendo demais.

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Dúvidas respondidas

5 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Minha mulher, com quem sou casado há 25 anos e não temos filho, nunca demonstrou sentir amor por mim e tem aversão pelos meus filhos, do meu casamento anterior, e demais parentes meus. Por outro lado, demonstra um carinho e preocupação excessivos pelos parentes dela. Ocorre que sempre que tentei me divorciar, ela se faz de vítima, me ameaça, coloca todos contra mim, inclusive meus próprios filhos, e eu acabo desistindo da ideia. Tem saída para este caso? O que devo fazer?

Olá, vc relatou sua mulher como alguém que sabe o que quer e quem quer. E talvez seja esse o motivo que te prende a ela. O seu relato mostrou sua dependência e desamparo emocional. Vc não acha que o mais importante é vc entender o porquê permaneceu tanto tempo insatisfeito? Tudo o que vc relatou é sobre vc e apenas sobre vc. Procure tratar-se com um profissional da psicologia.

 Patrícia de Souza Dias

De uns 2 anos pra cá adquiri o hábito de jogar-palavrões ao ar.
Principalmente quando estou só.

A maioria das vezes são oriundos de situações corriqueiras: Estou varrendo o chão e sai um "Aí, 'caramba' "; "Mas que 'pomba' ; ou apenas só. Sem acompanhar nada "Que saco, que saco, que saco"; " 'Cocô' ".

Sinto um pouco mais aliviado. Às vezes, bem às vezes, até dou umas risadas. "Tô ficando louco. Só pode".

É claro que me "acende uma luz no painel".

Já fui diagnosticado com depressão e ansiedade. Fiz terapia, mas na época não tinha isso. Estou bem. Estudando, sem sair de casa. Só tenho contato com a minha família. Isso me deixa meu "pá", mas é provisório.

Na injeção eletrônica da mente, será que isso é indício de um parafuso a menos?

Olá, talvez vc tenha se enganando muito em relação ao que vc acreditou que esperassem de vc para ser aceito e reconhecido em seu mundo, traindo a si mesmo com exigências várias, a ponto de entrar em sofrimento psíquico grave. Procure um tratamento com um psicólogo e reencontre-se.

 Patrícia de Souza Dias
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