Perguntas do paciente (5)
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Oi gente, Minha filha tem 9 anos, e semana passada fez provas e saiu mal, conversando com ela, eu se
Oi gente, Minha filha tem 9 anos, e semana passada fez provas e saiu mal, conversando com ela, eu senti que ela tem
"insegurança: medo de errar" , e isso acabou prejudicando pq em casa ela soube refazer as provas, alguma dica pra fazer ela perder esse medo e fazer a prova com calma ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi! A insegurança ao errar é comum nessa idade. Em casa, incentive o erro como parte do aprendizado, elogiando o esforço e não só o acerto. Na escola, vale conversar com a professora para oferecer um ambiente mais acolhedor durante as provas, talvez com menos pressão e mais tempo, se possível. Apoio emocional e estratégias de autorregulação, como respiração profunda antes da prova, também ajudam muito.
Boa sorte!!
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Olá minha filha tem 8 anos, está na segunda série em duas reuniões a professora fala q ela lê muito
Olá minha filha tem 8 anos, está na segunda série em duas reuniões a professora fala q ela lê muito bem mas tem muita dificuldade em compreender informações implícitas e explicitas está tendo muita dificuldade não consegue entender oque leu e tirando notas baixas percebo que ela não está evoluindo nas atividades mas fui conversar com a professora e ela diz que é normal alguém pode me ajudar estou preocupada
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A dificuldade de compreender informações explícitas e implícitas em textos, apresentada por sua filha, pode ser atribuída a diferentes fatores, como o desenvolvimento cognitivo, habilidades de leitura, ou mesmo aspectos emocionais e pedagógicos. Embora a capacidade de decodificar palavras, ou seja, ler fluentemente esteja bem desenvolvida, compreender e interpretar o que foi lido é uma habilidade mais complexa e exige apoio para ser aprimorada.
Entre os fatores que podem influenciar essa dificuldade está uma possível limitação na compreensão textual, que pode ser resultado de uma prática insuficiente de leitura reflexiva ou da falta de estratégias específicas que a ajudem a interpretar o conteúdo. Além disso, aspectos emocionais, como ansiedade ou insegurança, e fatores ambientais, como o estilo de ensino ou a dinâmica da sala de aula, podem interferir diretamente no aprendizado.
Para ajudar sua filha, algumas estratégias podem ser eficazes. Conversar com ela sobre o lido, fazendo perguntas simples e diretas, como "O que aconteceu na história?" ou "Por que você acha que isso aconteceu?", pode estimular o raciocínio e a interpretação. O uso de materiais visuais, como livros ilustrados, pode facilitar a associação de palavras com significados. Outra prática importante é a leitura compartilhada, na qual você pode acompanhar e fazer pausas para explicar partes do texto. Relacionar o conteúdo das leituras ao cotidiano da criança também pode tornar o aprendizado mais significativo e envolvente.
Caso as dificuldades persistam, é recomendável buscar a avaliação de um psicopedagogo. Este profissional poderá realizar um diagnóstico mais detalhado, identificando possíveis lacunas no processo de aprendizagem e propondo intervenções adequadas às necessidades da sua filha.
É fundamental também manter o diálogo com a escola. Embora a professora tenha afirmado que essas dificuldades são "normais", é importante que ela também esteja atenta ao desenvolvimento da sua filha, utilizando estratégias pedagógicas que auxiliem na superação desses desafios.
Por fim, é importante ressaltar que dificuldades como essa são comuns, mas com paciência, estímulo e suporte adequado, sua filha pode desenvolver as habilidades necessárias para avançar nos estudos e superar essas barreiras de compreensão.
Um abraço,
Adriana
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Participando de alguns debates comecei a perceber que não era uma pessoa burra, pois sempre me senti
Participando de alguns debates comecei a perceber que não era uma pessoa burra, pois sempre me senti desse jeito
Tudo sempre foi muito difícil: não consigo ler livros, ter concentração na maioria das coisas e muita dificuldade de interpretar textos.
Na matemática sou um fracasso total. Não consegui realizar a profissão desejada por essa dificuldade em muitas matérias. Mesmo na idade adulta tem como melhorar essa realidade?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível melhorar essa realidade, mesmo na idade adulta. Dificuldades como falta de concentração, interpretação de textos e desempenho em matemática podem ser trabalhadas com estratégias específicas. Algumas sugestões incluem buscar ajuda de um psicopedagogo ou neuropsicólogo para identificar a origem dessas dificuldades, praticar leitura e interpretação de forma gradual e com materiais de seu interesse, e usar recursos práticos para entender matemática no dia a dia. Além disso, técnicas de organização, como dividir tarefas em etapas menores, podem ajudar na concentração. Com paciência e dedicação, é possível desenvolver essas habilidades e alcançar melhores resultados.
Um abraço,
Adriana
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Boa noite! Tenho um filho diagnosticado com TDHA e a escola é ciente, tanto que estamos desde o ano
Boa noite! Tenho um filho diagnosticado com TDHA e a escola é ciente, tanto que estamos desde o ano passado tentando que elabore o PEI e faça as adaptações necessárias, mas sem sucesso. A escola alegou mau comportamento do meu filho e enviou uma advertência. Devo assinar esse documento? Tem algum órgão que possa me apoiar e me orientar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo sua preocupação e é importante saber que a escola tem obrigação legal de elaborar o PEI (Plano de Ensino Individualizado) e oferecer adaptações pedagógicas para estudantes com TDAH, conforme prevê a Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015).
Se a escola não está cumprindo esse dever e continua aplicando uma advertência por comportamentos relacionados ao transtorno, é fundamental que você não assine o documento antes de solicitar uma reunião com a direção para esclarecer os fatos. Comportamentos desafiadores precisam ser compreendidos à luz do diagnóstico e acompanhados com estratégias adequadas, não com punições.
Você pode buscar apoio em órgãos como:
• Secretaria de Educação.
• Ministério Público.
• Defensoria Pública.
• Conselho Tutelar se houver risco à continuidade escolar.
Por fim, você também pode contar com o apoio de profissionais especializados, como psicopedagogos e advogados da área educacional, que podem auxiliar na construção de estratégias e documentos formais — como um ofício solicitando o PEI ou um relatório técnico que ateste a necessidade de adaptações.
Espero ter ajudado!
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Minha filha completou 4 anos no fim de maio e está no Pré I na escola; ela entrou para a escola.este
Minha filha completou 4 anos no fim de maio e está no Pré I na escola; ela entrou para a escola.este ano. Ensinaram as vogais, agora estão na consoante P, nos números estão no 15. Ela tem tido dificuldade em reconhecer e escrever as letras e os números. Se peço para ela contar sozinha, ela vai bem até o 11, já era assim antes mesmo de começar a escola. As vogais ela também já sabia antes, mas a "Leiturinha" e escrita na escola estão difíceis. Principalmente as consoantes. Estamos no início de setembro e pelo visto esses números vão até o 30 até o fim do ano! Se eu falo uma consoante seguida de uma vogal, ela me fala uma palavrinha que começa pelo som, mas a leitura e escrita que a escola está cobrando está difícil para ela... Ela só tem recebido CD (com dificuldade) e "precisa treinar mais" nas avaliações e atividades de sala de aula... Não sei, mas sinto que a forma como a escola está cobrando está meio exagerada... A pedagoga, em julho, falou comigo inclusive sobre ela refazer o Pré I ano que vem, ou seja, repetir o ano... Outra coisa, eles só trabalham com letra cursiva, que psicomotoramente é bem mais difícil para a criança desenvolver... Será que minha filha está mesmo atrasada no desenvolvimento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A preocupação com o desempenho escolar de sua filha é compreensível, especialmente considerando que ela está nos primeiros anos de aprendizagem formal, uma fase em que cada criança apresenta um ritmo único de desenvolvimento. Aos 4 anos, é comum que muitas crianças ainda estejam desenvolvendo habilidades essenciais, como a coordenação motora fina e a consciência fonológica, fundamentais para o processo de leitura e escrita. Dificuldades iniciais, especialmente em reconhecer e escrever letras e números, não necessariamente indicam atraso no desenvolvimento, mas podem refletir o tempo natural que cada criança precisa para adquirir essas habilidades.
No caso relatado, alguns fatores podem estar influenciando essas dificuldades. O uso exclusivo da letra cursiva, por exemplo, exige uma maturidade psicomotora que nem todas as crianças dessa faixa etária possuem, tornando o processo mais desafiador. Além disso, a adaptação à rotina escolar e aos métodos de ensino pode impactar o ritmo de aprendizagem, especialmente para crianças que começaram a frequentar a escola recentemente.
Para ajudar sua filha, é importante adotar estratégias que respeitem o ritmo dela e tornem o aprendizado mais agradável. Transformar as atividades em brincadeiras lúdicas pode ser uma maneira eficiente de trabalhar letras e números. Jogos que envolvam sons, músicas e materiais visuais ajudam a desenvolver a consciência fonológica e tornam o processo mais significativo. Estimular a escrita de forma gradual, permitindo que ela desenhe ou escreva de maneira livre e descontraída, também contribui para o desenvolvimento da coordenação motora e reduz a pressão sobre o aprendizado.
Outro ponto relevante é a necessidade de manter um diálogo constante com a escola. Conversar com os professores e a pedagoga sobre o método utilizado pode ajudar a identificar se as expectativas da escola estão adequadas à faixa etária ou se há necessidade de adaptações para atender às necessidades individuais da sua filha. É importante que a escola compreenda o ritmo de desenvolvimento da criança e busque estratégias mais personalizadas.
Sobre a possibilidade de repetição do ano, essa decisão deve ser avaliada com cautela e baseada no progresso que sua filha apresentar até o final do ano. Consultar um psicopedagogo para realizar uma avaliação mais detalhada pode ajudar a compreender as áreas que precisam de maior estímulo e orientar as melhores estratégias de intervenção.
Por fim, é essencial lembrar que dificuldades iniciais são comuns e não determinam o sucesso futuro da criança. Com paciência, estímulo adequado e suporte emocional, sua filha pode superar esses desafios e avançar em seu processo de aprendizagem de forma saudável e confiante.
Um abraço,
Adriana
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comecei a sentir algumas fisgadas na cicatriz do implanon. Ele está intacto. Faz 10 meses que tenho
Fisgadas ou sensibilidade na região da cicatriz do Implanon podem ocorrer…