Perguntas do paciente (917)
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Boa tarde! Fiz uso de sertralina 50 mg por cerca de 7 anos. Permaneci aproximadamente 6 meses sem a
Boa tarde! Fiz uso de sertralina 50 mg por cerca de 7 anos. Permaneci aproximadamente 6 meses sem a medicação e reiniciei o tratamento com 25 mg por 30 dias, aumentando posteriormente para 50 mg. Estou usando a dose de 50 mg há 23 dias.
Há cerca de duas semanas, após uma viagem de avião durante a qual tive uma crise de pânico, passei a apresentar tontura leve, porém constante, sensação de desequilíbrio, dificuldade para lidar com excesso de estímulos visuais (como acompanhar telas com muitas informações ou mudanças rápidas), além de uma sensação de “ardência” na cabeça e ansiedade sem um gatilho aparente. Os sintomas não têm prejudicado minhas atividades diárias, mas estão presentes praticamente o tempo todo e têm me causado bastante preocupação.
Gostaria de saber se esse tipo de sintoma pode ocorrer durante a readaptação à sertralina ou nas primeiras semanas após o aumento da dose para 50 mg, e se seria esperado aguardar mais tempo para avaliar a resposta ao tratamento antes de uma nova reavaliação com o psiquiatra.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, alguns dos sintomas descritos podem ocorrer durante a readaptação à sertralina, especialmente após reiniciar o tratamento e aumentar a dose. Tontura, sensação de desequilíbrio, ansiedade, alterações sensoriais e desconfortos inespecíficos podem aparecer nas primeiras semanas e, em muitas pessoas, diminuem progressivamente conforme o organismo se adapta. Entretanto, como os sintomas são praticamente constantes e começaram após uma crise de pânico durante uma viagem, não é possível atribuí-los exclusivamente à medicação sem avaliação clínica. Com 23 dias na dose de 50 mg, ainda pode ser cedo para avaliar plenamente o efeito terapêutico. Recomendo manter contato com seu psiquiatra, que poderá decidir se é adequado aguardar mais algumas semanas ou realizar ajustes. Se surgirem sintomas neurológicos novos ou intensos, procure avaliação médica.
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Tenho TOC religioso e faço tratamento desde 2022. No início, meu médico prescreveu Revoc (fluvoxamin
Tenho TOC religioso e faço tratamento desde 2022. No início, meu médico prescreveu Revoc (fluvoxamina), e a dose foi ajustada gradualmente até 150 mg.
No final de 2025, comecei a apresentar alguns sintomas depressivos, então meu médico optou por substituir a medicação por desvenlafaxina, atualmente na dose de 100 mg.
Acontece que ainda tenho pensamentos intrusivos quase todos os dias. Embora eu também esteja fazendo psicoterapia com uma psicóloga que utiliza a abordagem da TCC, ela acredita que talvez seja importante reavaliar a medicação.
Minha dúvida é: mesmo fazendo uso da medicação, ainda é normal ter pensamentos intrusivos com essa frequência? Ou existem outras opções de tratamento medicamentoso que costumam ser mais eficazes para o TOC?
Meu objetivo é melhorar minha qualidade de vida e reduzir o impacto desses pensamentos no dia a dia.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. Mesmo com tratamento adequado, algumas pessoas com transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) continuam apresentando pensamentos intrusivos, especialmente quando existe ansiedade associada. O objetivo do tratamento não é necessariamente eliminar todos os pensamentos, mas reduzir sua frequência, intensidade, importância atribuída a eles e os comportamentos compulsivos relacionados. A terapia cognitivo-comportamental (TCC), particularmente com técnicas de exposição e prevenção de resposta, possui papel fundamental. Em relação à medicação, existem diferentes estratégias farmacológicas utilizadas no TOC, e a escolha depende da resposta anterior, dose, duração do tratamento e presença de depressão ou outros transtornos. Como você utiliza desvenlafaxina 100 mg e ainda apresenta sintomas frequentes, é pertinente realizar uma reavaliação com o psiquiatra para verificar se o tratamento atual está otimizado ou se outra estratégia seria mais apropriada.
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Estou tomando sertralina a 15 dias , Nao tenho votante de conversar com as pessoas, E nesse caso
Estou tomando sertralina a 15 dias ,
Nao tenho votante de conversar com as pessoas,
E nesse caso eu sempre gostei muito de conversar
Esse sentimento de distânciar das pessoas pode passar com tempo?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, essa sensação de distanciamento das pessoas, menor vontade de conversar ou redução do interesse por atividades que antes eram prazerosas pode acontecer no início do tratamento com sertralina, principalmente nas primeiras semanas.
Com 15 dias de uso, o organismo ainda está em fase de adaptação. Algumas pessoas podem apresentar temporariamente:
sensação de estar mais “apagado” ou menos espontâneo;
diminuição da energia ou da iniciativa;
sensação de afastamento emocional;
alterações no sono, ansiedade ou disposição.
Em muitos casos, esses efeitos melhoram conforme o cérebro se adapta ao medicamento, geralmente ao longo das próximas 2 a 6 semanas. Também é importante lembrar que a própria ansiedade e a depressão podem causar afastamento social, perda de interesse e sensação de desconexão, então nem sempre é fácil diferenciar se é do remédio ou do próprio quadro.
Como você relata que sempre gostou muito de conversar e essa mudança apareceu após iniciar a sertralina, vale observar a evolução. Se essa sensação de “não ser você mesma”, apatia intensa, piora do humor ou falta de prazer persistirem ou aumentarem, converse com o médico que prescreveu para avaliar a necessidade de ajuste.
Não suspenda a sertralina de forma abrupta por conta própria. O acompanhamento é importante para equilibrar o tratamento dos sintomas de ansiedade, depressão, crise de ansiedade, transtorno de ansiedade, estresse, irritabilidade e transtornos de humor, buscando melhora sem perda da sua qualidade de vida e personalidade habitual.
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Boa noite,comecei a tomar sertralina de 25 cm dois meses voltei a ter ansiedade O médico aumentou
Boa noite,comecei a tomar sertralina de 25 cm dois meses voltei a ter ansiedade
O médico aumentou para 50,como tinha de 25 fiquei tomando 2 comprimidos,mais já estou tomando de 50 há 10 dias .comecei a sentir ansiedade
É normal?e também tomo amitripitilina de 25 A noiteRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode acontecer de a ansiedade aumentar temporariamente após o aumento da dose da sertralina, especialmente nas primeiras semanas de adaptação. Mesmo que você já usasse 25 mg, ao passar para 50 mg o organismo pode precisar se ajustar novamente à nova dose. Algumas pessoas apresentam no início sintomas como mais ansiedade, inquietação, sensação de agitação, alterações do sono ou desconforto físico.
Como você está há apenas 10 dias com 50 mg, ainda é um período considerado inicial. O efeito terapêutico mais completo da sertralina costuma aparecer após algumas semanas, geralmente entre 4 e 8 semanas (podendo variar). A amitriptilina 25 mg à noite também deve ser considerada na avaliação, pois a combinação precisa ser acompanhada pelo médico que prescreveu.
O ideal é não reduzir, aumentar ou suspender nenhuma das medicações por conta própria. Mantenha contato com seu médico, principalmente se a ansiedade estiver muito intensa ou diferente do habitual.
Procure orientação mais rapidamente se aparecerem sintomas como:
pensamentos de se machucar ou de desistir da vida;
agitação intensa fora do controle;
confusão importante;
piora abrupta do estado emocional.
Para entender melhor sua situação: você aumentou a sertralina de 25 mg para 50 mg por causa de retorno de ansiedade ou crises de pânico? E essa ansiedade que apareceu após o aumento é parecida com a que você tinha antes ou é uma sensação diferente (por exemplo, inquietação, aceleração, “não conseguir ficar parada”)?
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Quitiapina de 100mg tira o libido?engorda muito, quais são os efeitos colaterais
Quitiapina de 100mg tira o libido?engorda muito, quais são os efeitos colaterais
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A quetiapina 100 mg pode, em algumas pessoas, causar alterações na libido e ganho de peso, mas isso varia bastante de acordo com o organismo, a dose, o tempo de uso e o motivo pelo qual ela foi prescrita.
Sobre a libido: a quetiapina pode reduzir o desejo sexual em algumas pessoas, principalmente por causar sedação, cansaço, redução de energia ou alterações emocionais. Porém, ela costuma ter menor impacto sexual do que alguns antidepressivos (como alguns ISRS). Em outras pessoas, pode até melhorar a libido indiretamente quando trata sintomas como depressão, ansiedade intensa ou instabilidade do humor.
Sobre engordar: a quetiapina pode aumentar o peso, principalmente por:
aumento do apetite e vontade de comer;
maior desejo por carboidratos e doces;
alterações metabólicas (como glicose e colesterol) em algumas pessoas;
redução da disposição em razão da sonolência.
Nem todos ganham peso, e o risco costuma estar relacionado à dose, duração do tratamento e predisposição individual. Com 100 mg, já é possível ocorrer esse efeito em algumas pessoas, mas não é obrigatório.
Outros efeitos colaterais possíveis incluem:
sonolência e sensação de “estar dopado”;
tontura, principalmente ao levantar;
boca seca;
constipação;
aumento do apetite;
queda da pressão;
dificuldade de concentração;
alterações de glicemia e colesterol em alguns casos.
A quetiapina, entretanto, também pode trazer benefícios importantes no tratamento de condições como transtorno bipolar, depressão associada a outros sintomas, ansiedade intensa, insônia relacionada a quadros psiquiátricos e transtornos do humor.
Não é recomendado interromper ou reduzir a dose por conta própria. Se o problema for ganho de peso ou alteração sexual, o psiquiatra pode avaliar ajustes, alternativas ou estratégias para minimizar esses efeitos.
Você está usando a quetiapina 100 mg para ansiedade, depressão, bipolaridade, insônia ou outro motivo? E há quanto tempo está tomando?
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Gostaria de saber se existe alguma correlação ou contraindicação em tomar Zolpidem com o estômago ch
Gostaria de saber se existe alguma correlação ou contraindicação em tomar Zolpidem com o estômago cheio. Tenho a impressão de que o medicamento só faz efeito quando estou em jejum, por pelo menos 6 horas. Quando tomo após ter me alimentado nesse período, sinto que o efeito é muito menor ou praticamente inexistente. Isso faz sentido do ponto de vista farmacológico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, sua percepção possui fundamento farmacológico. O zolpidem apresenta absorção mais rápida quando administrado em condições de jejum, enquanto uma refeição, especialmente se for mais volumosa ou rica em gordura, pode retardar sua absorção e fazer com que o início do efeito sedativo aconteça mais tarde. Por esse motivo, geralmente recomenda-se tomar o medicamento imediatamente antes de deitar, quando já estiver preparado para dormir, seguindo a orientação prescrita. Não é recomendado aumentar a dose ou repetir a tomada durante a noite porque o efeito parece menor após uma refeição. Também é importante evitar álcool e outros medicamentos sedativos sem orientação. Se o zolpidem estiver apresentando efeito insuficiente mesmo quando utilizado corretamente, converse com o psiquiatra para reavaliar a causa da insônia e o tratamento.
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Carbolitium é capaz de corta a menstruação por completo?
Carbolitium é capaz de corta a menstruação por completo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Carbolitium® (carbonato de lítio) não costuma interromper completamente a menstruação como efeito esperado. Alterações menstruais podem ocorrer durante tratamentos psiquiátricos por diferentes motivos, mas a amenorreia deve ser investigada, principalmente se houver atraso persistente. É importante considerar gravidez, alterações da tireoide, aumento da prolactina, síndrome dos ovários policísticos, mudanças de peso, estresse e outros medicamentos. O lítio também exige acompanhamento periódico da função tireoidiana e renal, além da dosagem sanguínea do próprio medicamento, conforme orientação médica. Se houve interrupção da menstruação após o início ou mudança do tratamento, converse com seu psiquiatra e, quando necessário, com o ginecologista ou endocrinologista para investigar a causa adequadamente.
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Estou fazendo o desmame do desvanlafaxina a 1 semana estou sentindo náuseas dor de cabeça fadiga irr
Estou fazendo o desmame do desvanlafaxina a 1 semana estou sentindo náuseas dor de cabeça fadiga irritabilidade,até diarréia, é normal ? E quantos dias dura esses efeitos
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. Náuseas, dor de cabeça, fadiga, irritabilidade, alterações gastrointestinais, tontura e sensação de mal-estar podem ocorrer durante a redução ou interrupção da desvenlafaxina, principalmente quando a diminuição da dose é rápida. Esses sintomas fazem parte da chamada síndrome de descontinuação de antidepressivos e não significam necessariamente que a depressão ou o transtorno de ansiedade esteja retornando. Em muitas pessoas, eles melhoram gradualmente ao longo de dias ou algumas semanas, mas a duração varia conforme dose, tempo de tratamento e velocidade do desmame. Não é recomendável interromper ou acelerar a retirada por conta própria. Caso os sintomas sejam intensos ou persistentes, converse com o psiquiatra, que poderá ajustar o ritmo da redução e diferenciar sintomas de descontinuação de uma possível recaída.
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Uma pessoa que tem uma mudança de humor repetiva , pode ser transtorno bipolar ?
Uma pessoa que tem uma mudança de humor repetiva , pode ser transtorno bipolar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Mudanças frequentes de humor, isoladamente, não significam necessariamente transtorno bipolar. Para esse diagnóstico, é necessário avaliar se ocorreram episódios bem definidos de mania ou hipomania, caracterizados por período persistente de humor anormalmente elevado, expansivo ou irritável, associado a aumento de energia, redução da necessidade de sono, aceleração do pensamento, maior impulsividade, aumento da atividade e outras alterações comportamentais. Oscilações emocionais também podem ocorrer em depressão, transtornos de ansiedade, estresse, alterações do sono, TDAH em adultos e outros transtornos de humor. Por isso, o diagnóstico deve ser realizado por psiquiatra mediante avaliação detalhada da história clínica, duração dos episódios e impacto na vida cotidiana. Evite iniciar estabilizadores de humor ou modificar antidepressivos sem avaliação especializada.
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Respiridona engorda sempre ? Mesmo tomando anoite ou da pra fazer o tratamento sem engordar com ela
Respiridona engorda sempre ? Mesmo tomando anoite ou da pra fazer o tratamento sem engordar com ela
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A risperidona pode favorecer aumento de apetite e ganho de peso, mas isso não acontece obrigatoriamente com todas as pessoas. A intensidade varia conforme dose, tempo de tratamento, predisposição individual, alimentação, atividade física e associação com outros medicamentos. Tomar à noite pode ajudar algumas pessoas a lidar com a sonolência, mas não impede o ganho de peso caso ele ocorra. Durante o tratamento, é importante acompanhar peso, circunferência abdominal, glicemia, hemoglobina glicada e perfil lipídico. Se houver ganho de peso significativo, o psiquiatra pode avaliar estratégias para reduzir esse impacto, incluindo mudanças de estilo de vida ou eventual revisão do esquema terapêutico, sem comprometer o controle dos sintomas psiquiátricos.
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Estou usando Lyberdia há 12 dias, associado à vortioxetina 15 mg e realizando desmame da bupropiona
Estou usando Lyberdia há 12 dias, associado à vortioxetina 15 mg e realizando desmame da bupropiona 300 mg.
Na primeira semana senti uma melhora importante da energia, foco e disposição para realizar minhas atividades diárias, que era justamente minha principal queixa.
Porém, há cerca de 4 dias comecei a apresentar moleza e cansaço excessivo, mesmo dormindo bem à noite. Estou com muita dificuldade para realizar atividades simples da rotina, além de sentir necessidade de cochilos diurnos frequentes, sem melhora significativa após dormir.
A bupropiona já estou praticamente suspendendo, e a vortioxetina passei a tomar no período da tarde, pois inicialmente pensei que ela pudesse estar relacionada aos episódios de sono e indisposição.
Essa adaptação pode acontecer no início do tratamento com Lyberdia? Seria esperado após a retirada da bupropiona ou pode sugerir necessidade de ajuste de dose?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode acontecer durante uma fase de adaptação medicamentosa, mas merece acompanhamento, principalmente porque houve uma mudança importante no esquema: introdução do Lyberdia (lisdexanfetamina), redução da bupropiona e ajuste do horário da vortioxetina em um intervalo curto.
Na primeira semana, a melhora de energia, foco e disposição pode ocorrer pelo efeito inicial do estimulante. Porém, após alguns dias, algumas pessoas percebem oscilações enquanto o organismo se adapta, podendo surgir cansaço, queda de energia, sonolência ou sensação de “rebote”, especialmente quando há retirada de um medicamento que também tinha efeito ativador, como a bupropiona.
A suspensão ou redução da bupropiona pode contribuir para essa sensação de indisposição, pois ela atuava aumentando a atividade de noradrenalina e dopamina. Algumas pessoas sentem, durante a retirada, sintomas como fadiga, redução da motivação, sonolência, alteração do humor ou retorno parcial de sintomas depressivos.
A vortioxetina também pode causar sonolência em algumas pessoas, embora outras apresentem mais ativação ou insônia. A mudança do horário pode ajudar, mas geralmente é necessário observar alguns dias para avaliar o efeito.
Com apenas 12 dias de Lyberdia, ainda é cedo para concluir se a dose está inadequada. O médico costuma avaliar:
se o benefício inicial se mantém;
se a fadiga melhora após a adaptação;
se a dose está adequada;
se a retirada da bupropiona foi muito rápida para o seu organismo;
se existe retorno de sintomas como depressão, falta de motivação, ansiedade, estresse ou alterações do humor.
É importante não ajustar a dose do Lyberdia ou interromper medicamentos sem orientação, pois a combinação entre estimulantes e antidepressivos precisa ser acompanhada.
Sugiro informar ao seu psiquiatra exatamente a evolução: “tive melhora importante na primeira semana, mas depois surgiu sonolência intensa e perda de funcionamento diário”. Essa informação é muito útil para decidir se é uma adaptação transitória ou se precisa modificar o esquema.
Para contextualizar melhor: qual é a dose do Lyberdia (30 mg, 50 mg ou 70 mg)? E a bupropiona 300 mg foi reduzida de uma vez ou está sendo retirada gradualmente?
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Estou tomando Reconter 10mg (oxalato de escitalopram) pela manhã e Stima 5mg (cloridrato de buspiron
Estou tomando Reconter 10mg (oxalato de escitalopram) pela manhã e Stima 5mg (cloridrato de buspirona) de 8 horas em 8 horas como S.O.S..
Nos dois primeiros dias senti efeitos muito fortes e, por isso, nos 3 dias seguintes eu tomei meio comprimido de Reconter.
A médica me indicou tomar o Stima como S.O.S., em caso de necessidade. Eu tenho tomado por 5 dias direto para combater os efeitos do Reconter, mas eu não sei como tomar.
A minha dúvida é: por quanto tempo é seguro tomar o Stima de 8horas em 8horas? É seguro tomar vários dias seguidos?
Como eu sei que devo espaçar mais ou parar de vez de tomar o Stima?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A buspirona (Stima) pode ser utilizada por vários dias consecutivos quando prescrita dessa forma, mas há um ponto importante: ela não costuma funcionar como um medicamento de efeito imediato ou propriamente como “SOS”. Seu efeito ansiolítico é geralmente gradual e depende do uso regular, podendo levar algumas semanas para ser plenamente percebido. Além disso, sonolência, tontura e outros efeitos podem ocorrer. Como você apresentou efeitos intensos nos primeiros dias do escitalopram e modificou a dose por conta própria, o ideal é informar sua psiquiatra antes de manter o Stima a cada 8 horas. A frequência e a necessidade de uso devem ser individualizadas, considerando ansiedade, efeitos adversos e resposta ao tratamento.
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Sempre perto do ciclo menstrual, cera de 10 a 7 dias antes me sinto muito mal. Faço uso de fluoxetin
Sempre perto do ciclo menstrual, cera de 10 a 7 dias antes me sinto muito mal. Faço uso de fluoxetina para a ansiedade e as crises melhoraram bastante. Mas perto do ciclo sinto tontura, mal estar e agora dor de cabeça e formigamento na orelha, como um queimor. O que pode ser?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A piora recorrente dos sintomas nos 7 a 10 dias anteriores à menstruação pode estar relacionada à exacerbação pré-menstrual de transtornos de ansiedade ou depressão e, em alguns casos, ao transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM). Tontura, cefaleia e mal-estar podem ocorrer nesse período por alterações hormonais, mas o formigamento ou sensação de queimor na orelha não deve ser atribuído automaticamente ao ciclo menstrual. Como você já utiliza fluoxetina e apresenta um padrão repetitivo, vale realizar avaliação ginecológica e psiquiátrica, preferencialmente registrando os sintomas por pelo menos dois ciclos. Sintomas neurológicos novos, intensos ou persistentes merecem avaliação clínica independente do período menstrual.
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qual a diferença entre o anafranil e anafranil SR ?
qual a diferença entre o anafranil e anafranil SR ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A diferença entre Anafranil® e Anafranil® SR está principalmente na forma de liberação da clomipramina (princípio ativo). Ambos contêm a mesma substância, a clomipramina, um antidepressivo tricíclico utilizado, por exemplo, no tratamento de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), depressão, transtorno do pânico e alguns transtornos de ansiedade.
O Anafranil convencional é uma formulação de liberação imediata, ou seja, o medicamento é absorvido mais rapidamente, podendo gerar picos maiores de concentração no organismo. Dependendo da dose prescrita, pode ser necessário dividir as tomadas ao longo do dia.
O Anafranil SR (sustained release/liberação sustentada) libera a clomipramina de forma mais lenta e prolongada, mantendo níveis mais estáveis da medicação no sangue durante mais tempo. Isso pode facilitar o uso (muitas vezes com menos tomadas) e, em algumas pessoas, reduzir oscilações de efeitos como sonolência, tontura, náusea ou outros efeitos relacionados aos picos da medicação.
Na prática:
Anafranil comum: início de ação mais rápido após a tomada, maior variação dos níveis do medicamento.
Anafranil SR: liberação gradual, efeito mais constante ao longo do dia, podendo ter melhor tolerabilidade para alguns pacientes.
A escolha entre eles depende do objetivo do tratamento, dose necessária, horário dos sintomas e tolerância aos efeitos colaterais. A troca não deve ser feita automaticamente comprimido por comprimido, pois as apresentações e doses disponíveis podem ser diferentes.
Os efeitos adversos possíveis são semelhantes entre as duas formas, como boca seca, constipação, sonolência, tontura, sudorese, alteração da libido, aumento de apetite/peso em algumas pessoas e alterações cardiovasculares, por isso o acompanhamento psiquiátrico é importante.
Se quiser, posso explicar também por que a clomipramina é considerada uma das medicações mais eficazes para TOC e por que costuma ter mais efeitos colaterais que os antidepressivos mais modernos.
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Olá! Receitaram quetiapina 25 mg meio comprimido, para dormir, só achei comprimido revestido, posso
Olá!
Receitaram quetiapina 25 mg meio comprimido, para dormir, só achei comprimido revestido, posso quebrar o revestido ou causa algum prejuízo ao corpo, não foi especificado se podia ser revestido ou não?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A quetiapina de liberação imediata geralmente pode ser encontrada em comprimidos revestidos, e o fato de ser revestido não significa necessariamente que não possa ser partido. Entretanto, é fundamental verificar na embalagem ou bula se o comprimido possui sulco e se o fabricante permite sua divisão, pois nem todo comprimido apresenta distribuição uniforme do princípio ativo após ser partido. O principal cuidado é não partir formulações de liberação prolongada ou modificada, que possuem características diferentes. Como sua prescrição foi de 12,5 mg, confirme com o farmacêutico ou com o médico se aquela apresentação específica pode ser dividida. Não altere a forma farmacêutica sem essa confirmação.
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Pode haver problemas em tomar l teanina e Sertralina ? Ou é uma combinação segura
Pode haver problemas em tomar l teanina e Sertralina ? Ou é uma combinação segura
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A combinação entre L-teanina e sertralina geralmente é considerada de baixo risco, e não existe uma interação medicamentosa importante bem estabelecida entre elas. A L-teanina é um aminoácido encontrado principalmente no chá verde, utilizado por algumas pessoas com objetivo de promover relaxamento e reduzir tensão, enquanto a sertralina é um antidepressivo da classe dos ISRS, usado no tratamento de ansiedade, depressão, crises de ansiedade, transtorno do pânico e outros transtornos do humor.
Apesar de não haver uma contraindicação comum, alguns cuidados são importantes:
A L-teanina pode ter um efeito relaxante ou levemente sedativo em algumas pessoas. Associada à sertralina, algumas pessoas podem perceber mais sonolência, redução de energia ou sensação de lentificação.
Embora a L-teanina possa influenciar neurotransmissores como serotonina e dopamina, não há evidências de que, nas doses usuais de suplemento, ela cause síndrome serotoninérgica quando combinada com sertralina.
A qualidade e a concentração dos suplementos variam bastante entre marcas, então é importante utilizar produtos confiáveis.
O ideal é informar ao psiquiatra todos os suplementos utilizados, especialmente se a sertralina estiver sendo ajustada ou se houver outros medicamentos associados (como outros antidepressivos, estabilizadores do humor, ansiolíticos ou remédios para dormir).
Se você está usando a L-teanina para ansiedade, insônia ou redução de estresse, vale observar se houve melhora real e se não surgiram sintomas como sonolência excessiva, tontura, piora do humor ou aumento da ansiedade.
Você usa qual dose de sertralina e qual dose de L-teanina pretende tomar? E a sertralina foi prescrita para ansiedade, depressão ou crises de pânico?
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Trocar a desvenlafaxina genética pelo desduo gera efeitos colaterais? Estou sentindo alguns. É norma
Trocar a desvenlafaxina genética pelo desduo gera efeitos colaterais? Estou sentindo alguns. É normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, trocar a desvenlafaxina de um laboratório genérico para outro (por exemplo, para o Desduo®) pode, em algumas pessoas, estar associado ao aparecimento de sintomas ou mudanças na percepção dos efeitos. Embora ambos tenham o mesmo princípio ativo (desvenlafaxina), podem existir diferenças nos excipientes, formulação, absorção e liberação do medicamento, e alguns pacientes percebem essa mudança.
Durante os primeiros dias ou semanas após a troca, podem ocorrer sintomas como ansiedade aumentada, irritabilidade, tontura, náusea, alteração do sono, sensação de mal-estar, dor de cabeça, alteração da concentração ou sensação de que o medicamento “não está igual”. Em muitos casos, esses sintomas são transitórios e melhoram conforme o organismo se adapta.
Também é importante considerar que a desvenlafaxina atua em serotonina e noradrenalina, e pequenas mudanças na exposição ao medicamento podem influenciar sintomas em pessoas mais sensíveis, principalmente no tratamento de depressão, ansiedade, transtorno de ansiedade, crises de ansiedade, transtornos de humor e sintomas relacionados ao estresse.
O ideal é observar:
há quanto tempo fez a troca;
qual dose está usando;
quais sintomas apareceram;
se houve piora do quadro emocional ou apenas efeitos físicos.
Não interrompa ou ajuste a dose por conta própria, pois mudanças abruptas na desvenlafaxina podem causar sintomas de descontinuação. Converse com o psiquiatra que acompanha o tratamento para avaliar se é necessário retornar ao medicamento anterior, manter a adaptação ou realizar algum ajuste.
Se puder informar qual dose de desvenlafaxina você usava, há quantos dias trocou para o Desduo e quais efeitos colaterais está sentindo, é possível orientar melhor sobre o que costuma acontecer nesse período de adaptação.
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Estou grávida de 8 semanas tomava 150g diminuiu pra 50g tomava de manhã troquei pra noite e to senti
Estou grávida de 8 semanas tomava 150g diminuiu pra 50g tomava de manhã troquei pra noite e to sentindo agonia desespero, mal está to vomitando muito.
To cm medo de ter crise de depressão ansiedade nesse período oq fazer?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A situação que você descreve merece atenção, principalmente porque envolve gestação, mudança de dose de desvenlafaxina e retorno de sintomas intensos de ansiedade e mal-estar. A redução de 150 mg para 50 mg representa uma mudança importante na quantidade do medicamento, e algumas pessoas podem apresentar sintomas de adaptação ou de retirada, como ansiedade intensa, agitação interna (“agonia”), sensação de desespero, mal-estar, náuseas, tonturas, alterações do sono e piora emocional.
Além disso, o primeiro trimestre da gestação, por si só, pode aumentar a vulnerabilidade emocional devido às alterações hormonais, mudanças físicas e preocupação com a saúde do bebê. O vômito também pode estar relacionado à própria gestação, mas a intensidade e a associação com a mudança da medicação precisam ser avaliadas.
O mais importante agora é entrar em contato com o psiquiatra e o obstetra que acompanham sua gestação o quanto antes para revisarem essa redução. Não faça novos ajustes na dose por conta própria, pois tanto a retirada rápida quanto a manutenção inadequada podem aumentar o risco de descompensação de sintomas como ansiedade, depressão, crises de ansiedade, ataques de pânico e transtornos de humor.
Procure atendimento mais rapidamente se ocorrer:
pensamentos de desistir da vida ou de se machucar;
sensação de não conseguir se controlar;
ansiedade ou pânico incapacitantes;
vômitos persistentes com dificuldade para manter líquidos ou sinais de desidratação.
É importante lembrar que o tratamento de transtornos psiquiátricos durante a gravidez deve sempre avaliar o equilíbrio entre benefícios do tratamento e riscos da doença não tratada. Manter a estabilidade emocional materna também é parte importante do cuidado gestacional.
Para entender melhor: há quantos dias você reduziu de 150 mg para 50 mg? E a desvenlafaxina foi reduzida por orientação do psiquiatra por causa da gravidez ou por outro motivo?
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Como os padrões de apego impactam a aliança terapêutica na prática clínica psiquiátrica no contexto
Como os padrões de apego impactam a aliança terapêutica na prática clínica psiquiátrica no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os padrões de apego influenciam diretamente a aliança terapêutica na prática clínica psiquiátrica, especialmente em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), pois interferem na forma como o indivíduo percebe proximidade, confiança, rejeição e segurança nas relações interpessoais.
Muitos pacientes com TPB apresentam padrões de apego inseguro, frequentemente associados a experiências precoces de instabilidade relacional, dificuldades de validação emocional ou vínculos inconsistentes. Na relação terapêutica, esses padrões podem se manifestar por meio de intensa busca por conexão, medo de abandono, necessidade de confirmação, desconfiança ou oscilações entre idealização e desvalorização do profissional.
O psiquiatra deve compreender que determinadas reações do paciente podem estar relacionadas a modelos internos de relacionamento construídos ao longo da vida. Por exemplo, atrasos, mudanças de conduta ou limites estabelecidos pelo terapeuta podem ser interpretados como rejeição ou afastamento, desencadeando ansiedade intensa, raiva, tristeza profunda ou comportamentos impulsivos.
A construção de uma aliança terapêutica sólida exige uma postura baseada em empatia, validação emocional, previsibilidade, consistência e estabelecimento de limites claros. O objetivo não é apenas oferecer suporte, mas criar uma relação segura na qual o paciente possa desenvolver maior capacidade de compreender suas emoções, pensamentos e comportamentos.
Na avaliação psiquiátrica, compreender os padrões de apego também auxilia na escolha das estratégias terapêuticas, principalmente abordagens como a terapia baseada em mentalização (MBT) e terapias focadas em esquemas, que trabalham a capacidade de interpretar estados mentais próprios e dos outros, reduzindo interpretações distorcidas nos relacionamentos.
Dessa forma, o conhecimento sobre apego contribui para o manejo de sintomas centrais do TPB, como desregulação emocional, medo de abandono, impulsividade, ansiedade, crises de ansiedade, instabilidade nos relacionamentos, sintomas depressivos e transtornos de humor, favorecendo maior adesão ao tratamento, autonomia emocional e melhora da qualidade de vida.
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Como a compreensão dos padrões de apego auxilia na formulação clínica na prática psiquiátrica no con
Como a compreensão dos padrões de apego auxilia na formulação clínica na prática psiquiátrica no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A compreensão dos padrões de apego auxilia na formulação clínica do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ao permitir que o psiquiatra compreenda não apenas os sintomas apresentados, mas também os mecanismos emocionais e relacionais que sustentam o sofrimento do paciente. A formulação clínica busca integrar história de vida, vulnerabilidades individuais, fatores desencadeantes, padrões de comportamento e estratégias de enfrentamento.
No TPB, muitos pacientes apresentam padrões de apego inseguro, caracterizados por dificuldades em estabelecer uma sensação interna de segurança, medo intenso de abandono, hipersensibilidade à rejeição e interpretações negativas das relações interpessoais. Esses padrões ajudam a explicar por que determinadas situações de vínculo podem desencadear respostas emocionais intensas, como ansiedade, raiva, tristeza profunda, impulsividade ou comportamentos autolesivos.
Durante a avaliação psiquiátrica, o profissional investiga como o paciente constrói sua percepção de si mesmo e dos outros, analisando experiências precoces, modelos familiares de relacionamento, formas de buscar apoio e maneiras de lidar com conflitos emocionais. Essa compreensão permite diferenciar sintomas do TPB de manifestações presentes em outros quadros, como transtorno bipolar, depressão, transtornos de ansiedade, TDAH em adultos e outros transtornos de personalidade.
Na formulação terapêutica, os padrões de apego ajudam a identificar fatores que podem interferir na relação médico-paciente e na adesão ao tratamento. O psiquiatra pode antecipar dificuldades na aliança terapêutica, estabelecendo uma abordagem baseada em consistência, validação emocional, limites claros e comunicação previsível.
Assim, a compreensão do apego contribui para um tratamento mais individualizado, direcionado à melhora da regulação emocional, autoestima, impulsividade, relações interpessoais e manejo de crises, incluindo sintomas associados como ansiedade, depressão, crises de ansiedade, transtornos de humor e sofrimento emocional intenso. Essa visão amplia a compreensão do paciente além do diagnóstico, considerando sua história, funcionamento psicológico e possibilidades de mudança.
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Perguntas frequentes
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roacutan pode ser tomado juntamente com o litio, usado para tratamento da bipolaridade?
A associação entre isotretinoína (Roacutan) e lítio não deve ser feita sem…