Perguntas do paciente (917)
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Como o pensamento dicotômico pode afetar a adesão ao tratamento psiquiátrico?
Como o pensamento dicotômico pode afetar a adesão ao tratamento psiquiátrico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O pensamento dicotômico pode prejudicar a adesão ao tratamento psiquiátrico ao favorecer avaliações extremas, como considerar uma medicação “ótima” ou “péssima”, o psiquiatra “confiável” ou “incompetente”, ou interpretar um efeito adverso como prova de que todo o tratamento fracassou. Pequenas frustrações podem desencadear interrupção abrupta da medicação, mudanças frequentes de profissional ou abandono da psicoterapia. No transtorno de personalidade borderline (TPB), esse padrão pode ser intensificado pela instabilidade afetiva e pela sensibilidade à rejeição. A abordagem clínica deve validar o sofrimento, evitar confrontação e estimular uma avaliação gradual de benefícios, limitações e efeitos adversos.
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Como a avaliação psicopatológica pode identificar a presença de pensamento dicotômico?
Como a avaliação psicopatológica pode identificar a presença de pensamento dicotômico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A avaliação psicopatológica identifica o pensamento dicotômico principalmente pela análise do conteúdo e da organização do discurso, observando se o paciente tende a interpretar pessoas, acontecimentos ou a si próprio em categorias extremas, com pouca tolerância à ambiguidade. O psiquiatra explora exemplos concretos e verifica expressões como “sempre”, “nunca”, “tudo” ou “nada”, além de mudanças abruptas entre avaliações idealizadas e negativas. Também avalia a flexibilidade cognitiva, capacidade de considerar perspectivas alternativas e influência desse padrão sobre emoções e comportamentos. O achado deve ser contextualizado, pois pode ocorrer transitoriamente em diferentes condições e não é, isoladamente, diagnóstico de TPB.
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Estou a quase um ano em tratamento com 600mg de lítio e 20mg de fluoxetina, em diagnóstico ainda não
Estou a quase um ano em tratamento com 600mg de lítio e 20mg de fluoxetina, em diagnóstico ainda não confirmado de bipolaridade, o tratamento é feito em UBS. Já faz muitos anos que faço tratamento para depressão e ansiedade, diversas trocas de remédio sem resultado. A questão é que mesmo melhorando dos sintomas com essa nova medicação, durante o dia sinto muito sono, mesmo tendo dormido bastante a noite. Esse sono tem prejudicado meus afazeres e estou suspeitando de ser a fluoxetina. Existe essa possibilidade? Já conversei com o médico sobre o sono absurdo, ele vai verificar depois dos meus exames de sangue e urina, mas queria saber se é válido apontar essa minha suspeita.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A sonolência diurna intensa pode ter diferentes causas e é válido, sim, mencionar ao médico sua suspeita em relação à fluoxetina. Embora a fluoxetina não seja um dos antidepressivos mais associados à sedação, algumas pessoas podem apresentar sonolência, fadiga ou alteração do padrão de sono. Como você utiliza também lítio, é importante avaliar a função da tireoide, renal e os níveis séricos do lítio, pois alterações nesses parâmetros podem contribuir para cansaço e sonolência. Como existe dúvida diagnóstica sobre transtorno bipolar, a combinação e o equilíbrio entre estabilizador de humor e antidepressivo também devem ser periodicamente reavaliados pelo psiquiatra. Não suspenda os medicamentos por conta própria.
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Como a psiquiatria compreende o papel das distorções cognitivas na manutenção dos transtornos mentai
Como a psiquiatria compreende o papel das distorções cognitivas na manutenção dos transtornos mentais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na Psiquiatria e na psicologia cognitivo-comportamental, as distorções cognitivas são compreendidas como padrões de interpretação tendenciosos que podem influenciar emoções e comportamentos. Pensamentos como catastrofização, generalização excessiva, leitura mental e pensamento tudo ou nada podem contribuir para a manutenção de ansiedade, depressão, transtorno do pânico e outros transtornos de humor. Esses pensamentos não significam necessariamente que a pessoa esteja “inventando” seus problemas, mas que determinadas interpretações podem reforçar ciclos de sofrimento. A identificação e reestruturação dessas distorções, frequentemente associadas à psicoterapia, podem complementar o tratamento psiquiátrico e favorecer maior regulação emocional.
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Tenho ansiedade desde a infância e sinto que isso tem me limitado cada vez mais. Tenho muita dificul
Tenho ansiedade desde a infância e sinto que isso tem me limitado cada vez mais. Tenho muita dificuldade para comer fora de casa, estar em lugares fora da minha rotina e até mesmo fazer refeições na frente de outras pessoas. Também tenho um medo muito grande de passar mal ou vomitar, e isso acaba piorando ainda mais minha ansiedade nessas situações.
Já tentei várias formas de lidar com isso. Procuro me acalmar, me expor aos poucos às situações que me causam desconforto e também já fiz acompanhamento psicológico. Mesmo assim, sinto que continuo preso nesse ciclo e que o problema ainda interfere bastante na minha vida.
Recentemente, tomei medicação para ansiedade por cerca de três meses, mas não percebi melhora e acabei interrompendo o tratamento por causa dos efeitos colaterais.
Hoje me sinto um pouco perdido sobre o que fazer. Gostaria de saber se seria importante procurar um psiquiatra novamente e quais opções costumam existir quando a primeira tentativa de tratamento não traz os resultados esperados.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo impacto que esses sintomas estão causando na alimentação, na rotina e na possibilidade de permanecer em determinados ambientes, vale a pena procurar novamente um psiquiatra para uma avaliação diagnóstica completa. Ansiedade persistente desde a infância, medo intenso de vomitar, dificuldade para comer diante de outras pessoas e evitação de situações podem estar relacionados a diferentes transtornos de ansiedade, fobias específicas, transtorno do pânico ou outras condições que precisam ser diferenciadas. O fato de uma medicação anterior não ter funcionado ou ter causado efeitos colaterais não significa que não exista tratamento eficaz. Existem diferentes classes de medicamentos e estratégias psicoterápicas, especialmente terapia cognitivo-comportamental e exposição gradual, que podem ser individualizadas.
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Estou em tratamento pra toc religioso, já passei por alguns antidepressivos e agora o médico me pass
Estou em tratamento pra toc religioso, já passei por alguns antidepressivos e agora o médico me passou paroxetina e manteve a risperidona. Estou tomando a paroxetina há quase 3 semanas, com quanto tempo ela começa a mostrar resultados positivos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A paroxetina é um antidepressivo da classe dos ISRS que pode ser utilizada no tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), inclusive quando existem sintomas relacionados a pensamentos intrusivos de conteúdo religioso. Com quase três semanas de tratamento, ainda pode ser relativamente cedo para avaliar o efeito terapêutico completo. A melhora costuma ocorrer gradualmente e, no TOC, frequentemente é necessário um período maior de tratamento e acompanhamento do que em alguns quadros depressivos ou ansiosos. A resposta também depende da dose, tolerabilidade, intensidade dos sintomas e associação com psicoterapia, especialmente terapia cognitivo-comportamental com técnicas de exposição e prevenção de resposta. Não ajuste a dose sem orientação do psiquiatra.
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Tomo sertralina de 50mg,4 pela manhã, receitado pela psiquiatria. Mas depois q ela aumentou para essa
Tomo sertralina de 50mg,4 pela manhã, receitado pela psiquiatria. Mas depois q ela aumentou para essa dose, tenho muita fome, e emboço muito. Será q pode ser um efeito colateral da Sertralina?
ObrigadaRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O aumento da fome e do peso pode ocorrer durante o uso da sertralina e merece atenção quando aparece após aumento da dose. Como você utiliza 200 mg ao dia, é importante conversar com sua psiquiatra antes de qualquer alteração, avaliando resposta terapêutica, peso, apetite e possíveis alternativas. O acompanhamento psiquiátrico permite equilibrar o controle da ansiedade, depressão, compulsão alimentar e transtornos de humor com os efeitos metabólicos do tratamento.
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Faz um tempo que faço uso de antidepressivos e já foi trocado algumas vezes por não ter uma melhora
Faz um tempo que faço uso de antidepressivos e já foi trocado algumas vezes por não ter uma melhora e ainda não sinto nem uma diferença e porque ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A ausência de melhora após diferentes antidepressivos pode ocorrer por vários motivos e não significa que o quadro seja necessariamente resistente ou sem tratamento. É importante revisar o diagnóstico, o tempo de uso e a dose de cada medicamento, a adesão ao tratamento, efeitos adversos, uso de outras substâncias e a presença de condições associadas. Em alguns casos, sintomas atribuídos inicialmente à depressão podem estar relacionados a transtornos de ansiedade, transtorno bipolar, TDAH em adultos, transtornos de humor ou outras condições. Quando há resposta insuficiente a vários tratamentos, uma avaliação psiquiátrica mais detalhada pode ajudar a confirmar o diagnóstico e definir estratégias como troca, associação ou outras modalidades terapêuticas.
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Mirtazapina 30 mg causa dependência? Tomo mirtazapina a uns oito meses,posso parar s desmame?
Mirtazapina 30 mg causa dependência?
Tomo mirtazapina a uns oito meses,posso parar s desmame?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A mirtazapina não é considerada uma medicação que cause dependência no sentido clássico de substâncias como benzodiazepínicos, mas a suspensão abrupta após meses de uso pode provocar sintomas de descontinuação, como ansiedade, irritabilidade, alteração do sono, náuseas e retorno dos sintomas tratados. Após aproximadamente oito meses de uso, não é recomendável interromper por conta própria. O desmame, quando indicado, deve ser individualizado pelo psiquiatra, considerando dose, duração do tratamento, resposta clínica e risco de recaída. A mirtazapina também possui efeito sedativo e pode ser utilizada em quadros de depressão associados a insônia. Converse com seu médico antes de modificar a dose ou iniciar a retirada.
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Fiz uma troca difícil de antidepressivo da Sertralina para o Escitalopram 20mg e, para conseguir agu
Fiz uma troca difícil de antidepressivo da Sertralina para o Escitalopram 20mg e, para conseguir aguentar essa transição, precisei tomar 10 gotas de clonazepam todos os dias durante 6 meses. Fiz o desmame ao longo de 2 meses e meio e hoje estou no meu 23º dia totalmente sem o clonazepam. Eu melhorei das crises mais violentas do início, mas sinto que estou em um estado de "bem, mas não 100%", o que me deixa muito confusa e insegura. O que me causa muita agonia e insegurança é que eu não sei se estou assim por conta do desmame do clonazepam. Usar ele por 6 meses e estar há 23 dias sem ele explica esse frio na barriga, a queimação e essa tristeza do nada? É abstinência? Escitalopram 20mg sozinho realmente vai dar conta de estabilizar tudo isso (inclusive o trauma e o medo) se eu der tempo ao tempo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Após seis meses de uso diário de clonazepam, mesmo com um desmame gradual, algumas pessoas podem apresentar sintomas de retirada por semanas após a suspensão, como ansiedade, sensação de frio ou “frio na barriga”, alterações do sono, irritabilidade, desconforto físico e oscilações emocionais. Aos 23 dias sem a medicação, portanto, ainda é possível que exista alguma participação do processo de adaptação, mas isso não significa necessariamente abstinência persistente. O escitalopram 20 mg pode proporcionar controle importante da ansiedade, crises de pânico e sintomas depressivos, porém a resposta é individual e pode exigir tempo e psicoterapia, especialmente quando existe trauma associado. O acompanhamento psiquiátrico é fundamental nessa fase.
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Estou tomando sertralina a 2 meses de 50. Ela me tirou do fundo do poço, posso dizer que melhorei 85
Estou tomando sertralina a 2 meses de 50. Ela me tirou do fundo do poço, posso dizer que melhorei 85%. Voltei a fazer tudo que eu fazia antes, inclusive a líbido também voltou. Voltei a me maquiar, sentir, motivação, vontade de fazer coisas novas, fazer planejamentos, saio pros lugares, durmo bem, como etc...porém ainda sobrou 2 sintomas que por mais que sejam leves me incomodam. Que é a oscilação de humor e a sensação que vai me dar Pânico, mas não evolui. As vezes eu fico 2 semanas seguidas ótimas. E do nada meu humor oscila, fico desanimada, triste, coisas pessoais, problemas da vida me fazem ter crises de choro. As crises de choro diminuíram de intensidade também. Mas ainda me incomodam, mesmo não sendo recorrente. Lembrando que eu sofri por apenas 3 meses de ansiedade e Pânico e logo fui procurar ajuda médica. Ainda estou na janela de adaptação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Uma melhora de aproximadamente 85% após dois meses de sertralina 50 mg é uma resposta bastante positiva, especialmente com recuperação da motivação, libido, sono, rotina e redução importante das crises. Ainda assim, oscilações de humor, choro diante de problemas e a sensação de que uma crise de pânico pode surgir podem representar sintomas residuais. O tratamento da ansiedade e do transtorno do pânico pode continuar evoluindo ao longo das semanas e meses, e a psicoterapia ajuda a trabalhar gatilhos, pensamentos e respostas emocionais. Como os sintomas já reduziram significativamente, não significa necessariamente que o tratamento esteja falhando. O ideal é acompanhar a evolução com o psiquiatra antes de considerar qualquer ajuste.
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Ola bom dia . Faço o Uso de Omesartana 20mg , escitalopram 10mg , e 25 gotas do clonazepam a.noite.
Ola bom dia . Faço o Uso de Omesartana 20mg , escitalopram 10mg , e 25 gotas do clonazepam a.noite. Porém meu sono esta muito superficial e acordando várias vezes a noite . Fui no médico e ele pediu pra tomar trazodona 50mg. Essa combinação é segura ? Tenho 42 anos.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A associação de escitalopram, clonazepam e trazodona pode ser utilizada em algumas situações, mas deve ser acompanhada pelo médico devido ao potencial de aumentar sedação, tontura e redução do estado de alerta. A trazodona é frequentemente utilizada quando há insônia associada a sintomas ansiosos ou depressivos, enquanto o clonazepam também pode contribuir para sedação. A combinação não é automaticamente perigosa, mas precisa considerar doses, outros medicamentos, consumo de álcool, pressão arterial e características individuais. Como você já foi avaliado e recebeu a prescrição de trazodona, siga a orientação médica e informe caso apresente sonolência excessiva, tontura, quedas, confusão ou outros efeitos importantes.
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Olanzapina pode causar problemas no coração mesmo se tiver uma alimentação saudável e exercícios reg
Olanzapina pode causar problemas no coração mesmo se tiver uma alimentação saudável e exercícios regulares?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. Mesmo com alimentação saudável e exercícios regulares, a olanzapina pode aumentar o risco cardiometabólico em algumas pessoas. Ela pode favorecer ganho de peso, aumento da glicemia, resistência à insulina e alterações do colesterol e triglicerídeos, fatores que, ao longo do tempo, podem aumentar o risco cardiovascular
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Pessoas com transtornos psicóticos podem tomar muito café?
Pessoas com transtornos psicóticos
podem tomar muito café?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pessoas com transtornos psicóticos não necessariamente precisam eliminar completamente o café, mas o consumo de cafeína deve ser individualizado. Quantidades elevadas podem aumentar ansiedade, irritabilidade, tremores, insônia, agitação e palpitações, além de prejudicar a qualidade do sono. Em algumas pessoas, especialmente quando existe maior vulnerabilidade à ansiedade ou descompensação psicótica, esses efeitos podem contribuir para piora dos sintomas. Por isso, é prudente evitar excesso e observar a relação entre cafeína e sintomas. A redução também deve ser gradual quando o consumo é elevado, para evitar cefaleia e mal-estar. O acompanhamento com psiquiatra permite avaliar melhor o impacto do café no quadro clínico.
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Posso tomar Vitamina C tomando Venlafaxina 37,5mg?
Posso tomar Vitamina C tomando Venlafaxina 37,5mg?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em geral, a vitamina C não apresenta uma interação clinicamente relevante com a venlafaxina 37,5 mg e costuma poder ser utilizada concomitantemente. Entretanto, é importante considerar a dose da vitamina, outros medicamentos e suplementos em uso e condições de saúde associadas. A venlafaxina deve ser utilizada conforme a prescrição, sem alterações por conta própria. Caso esteja iniciando o antidepressivo e apresente sintomas como ansiedade intensa, agitação, tremores, palpitações ou alterações importantes do sono, converse com o médico que acompanha seu tratamento. Uma avaliação individualizada é sempre a melhor forma de garantir segurança no tratamento de ansiedade, depressão e outros transtornos de humor.
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O que uma pessoa pode fazer quando apresenta sofrimento emocional intenso e acredita precisar de ava
O que uma pessoa pode fazer quando apresenta sofrimento emocional intenso e acredita precisar de avaliação psiquiátrica, mas não tem apoio da família para buscar atendimento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando existe sofrimento emocional intenso e a pessoa acredita precisar de avaliação psiquiátrica, a falta de apoio familiar não significa que ela precise enfrentar essa situação sozinha. É possível procurar diretamente serviços de saúde, atenção primária, ambulatórios de saúde mental ou profissionais particulares, conforme as possibilidades disponíveis. Em situações de risco, especialmente quando existem pensamentos de morte, autoagressão, perda importante do controle ou sofrimento insuportável, deve-se buscar atendimento de urgência imediatamente. Também pode ajudar procurar uma pessoa de confiança, mesmo que não seja familiar. Ansiedade, depressão, crise de ansiedade, ataques de pânico, transtornos de humor e sofrimento emocional intenso merecem avaliação profissional e não devem ser minimizados.
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A combinação de Trazodona 50mg e Aripiprazol 10mg atrapalham no desempenho nas atividades físicas?
A combinação de Trazodona 50mg e Aripiprazol 10mg atrapalham no desempenho nas atividades físicas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A trazodona 50 mg e o aripiprazol 10 mg podem, em algumas pessoas, interferir no desempenho físico, mas isso varia conforme organismo, horário das doses e adaptação ao tratamento. A trazodona pode causar sonolência, tontura e redução do estado de alerta, enquanto o aripiprazol pode, em alguns pacientes, provocar fadiga, inquietação ou alterações motoras. Por outro lado, muitas pessoas conseguem praticar exercícios normalmente após a adaptação. Se houver queda importante de rendimento, tontura, falta de ar, palpitações, fraqueza ou dificuldade para realizar atividades habituais, é importante comunicar o psiquiatra. Não suspenda ou ajuste os medicamentos sem orientação.
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Tomo respiridona anoite e ritalina de manhã tenho tdh depressão e autismo tenho agressividade a resp
Tomo respiridona anoite e ritalina de manhã tenho tdh depressão e autismo tenho agressividade a respiridona e ritalina são eficiente nesses casos ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Risperidona e metilfenidato (Ritalina) podem ser utilizados em determinados pacientes, mas possuem indicações e objetivos diferentes. O metilfenidato é um estimulante utilizado principalmente no tratamento do TDAH, podendo melhorar atenção, impulsividade e hiperatividade. A risperidona pode ser indicada em situações específicas para irritabilidade, agressividade ou alterações comportamentais associadas a alguns transtornos, inclusive em pessoas com transtorno do espectro autista. A presença de depressão exige avaliação adicional, pois o tratamento deve ser individualizado. A combinação pode ser apropriada em alguns casos, mas requer acompanhamento de peso, pressão arterial, frequência cardíaca, efeitos metabólicos e sintomas psiquiátricos. Não ajuste as doses por conta própria.
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Tenho depressão, Insônia e gostaria de saber se é seguro usar amitriptilina 12,5 mg de noite pra dor
Tenho depressão, Insônia e gostaria de saber se é seguro usar amitriptilina 12,5 mg de noite pra dormir no outro dia tenho ressaca fico sonolento mas médico receitou agora desvenlafaxina 50 mg essa vou começar tomar de dia. Essa combinação é comum? Quais efeitos colaterais devo observar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A combinação de amitriptilina e desvenlafaxina pode ser utilizada em situações específicas, mas exige acompanhamento médico devido à possibilidade de efeitos aditivos. A amitriptilina pode provocar sonolência, boca seca, tontura e sensação de “ressaca” no dia seguinte, especialmente no início. A desvenlafaxina pode causar náusea, alterações do sono, aumento da ansiedade inicialmente e outros efeitos. A associação de medicamentos que atuam sobre serotonina também exige atenção para sintomas incomuns como agitação intensa, tremores, sudorese, diarreia, febre ou alteração do estado mental. Como você já apresenta sonolência importante com a amitriptilina, informe seu médico antes de modificar horários ou doses. Não suspenda antidepressivos abruptamente.
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Os medicamentos Vortioxetina 20mg, Bup 300mg e Quetiapina 100mg são prejudiciais na gestação? Tenho
Os medicamentos Vortioxetina 20mg, Bup 300mg e Quetiapina 100mg são prejudiciais na gestação? Tenho depressão severa, ansiedade generalizada e insônia grave e gostaria de saber se devo me preocupar com algum desses medicamentos, pois infelizmente estou sem dinheiro esse mês e só vou na minha psiquiatra mês que vem.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A gravidez não significa automaticamente que esses medicamentos precisem ser interrompidos, mas a combinação de vortioxetina, bupropiona e quetiapina precisa ser reavaliada individualmente durante a gestação. A decisão considera o estágio da gravidez, doses utilizadas, resposta ao tratamento, histórico de recaídas e os riscos de uma depressão ou ansiedade grave não tratadas. A interrupção abrupta também pode provocar descontinuação ou retorno dos sintomas psiquiátricos. Como você relata depressão severa, ansiedade generalizada e insônia grave, não recomendo suspender ou reduzir os medicamentos por conta própria enquanto aguarda a consulta. Entre em contato com seu psiquiatra ou obstetra assim que possível para discutir a conduta mais segura para você e o bebê.
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Perguntas frequentes
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