Perguntas do paciente (917)
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Meu médico passou 75mg de pregabalina pra associar com a sertralina 150mg que já tomo a muito tempo.
Meu médico passou 75mg de pregabalina pra associar com a sertralina 150mg que já tomo a muito tempo. A pregabalina é pra ajudar a completar o efeito na ansiedade. demora quanto tempo pra fazer efeito?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A pregabalina pode apresentar efeito ansiolítico relativamente rápido em alguns pacientes, embora a resposta individual seja variável. Algumas pessoas percebem redução da ansiedade nos primeiros dias, enquanto outras necessitam de algumas semanas para avaliar adequadamente o benefício. Sonolência, tontura e sensação de sedação são efeitos adversos relativamente comuns, especialmente no início. A associação com sertralina pode ser utilizada em situações específicas, mas deve ser acompanhada pelo médico. Não aumente a dose por conta própria caso a melhora inicial seja insuficiente.
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Se ingerir álcool estando a tomar diazepam qual os efeitos e o álcool corta o efeitos do remédio?
Se ingerir álcool estando a tomar diazepam qual os efeitos e o álcool corta o efeitos do remédio?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A associação de álcool com diazepam deve ser evitada. Ambos deprimem o sistema nervoso central e podem potencializar sonolência, tontura, prejuízo da coordenação e da capacidade de julgamento. Em quantidades maiores, a combinação pode causar depressão respiratória, perda de consciência e outras complicações potencialmente graves. O álcool não é uma forma segura de “cortar” ou neutralizar o efeito do diazepam; ao contrário, pode intensificá-lo e tornar seus efeitos imprevisíveis. Se houve consumo concomitante e surgirem sonolência extrema, confusão ou dificuldade para respirar, procure atendimento de urgência.
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Boa tarde! O médico me receitou 500mg de ácido valproico divididos em dias tomadas de 250mg e gostar
Boa tarde! O médico me receitou 500mg de ácido valproico divididos em dias tomadas de 250mg e gostaria de saber se com essa dosahem há queda de cabelo e riso para o rim e aumento de peso.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O ácido valproico pode estar associado a aumento de peso e queda de cabelo, embora isso não aconteça com todos os pacientes. A queda de cabelo costuma ser reversível após ajuste ou suspensão, quando relacionada ao medicamento. Quanto aos rins, o ácido valproico não é classicamente considerado um medicamento de elevada toxicidade renal, mas necessita de acompanhamento clínico e laboratorial, principalmente em tratamentos prolongados. O fígado e as plaquetas merecem atenção especial. A dose de 500 mg/dia é uma dose relativamente comum, mas a segurança depende do quadro, concentração sérica, idade, comorbidades e demais medicamentos utilizados.
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Estou tomando sertralina 100mg , 50mg de manhã e 50 atarde e quetiapina 25mg a noite , estou tomando
Estou tomando sertralina 100mg , 50mg de manhã e 50 atarde e quetiapina 25mg a noite , estou tomando pela primeira vez a 6 dias , boca seca , sonolência e também estou ansioso , isso é efeito colateral ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boca seca e sonolência podem ocorrer durante os primeiros dias de tratamento, especialmente pela quetiapina. A ansiedade também pode permanecer presente no início, dependendo do quadro tratado e do tempo necessário para a sertralina produzir efeito terapêutico. Em muitos casos, os efeitos iniciais diminuem progressivamente à medida que o organismo se adapta. Entretanto, sonolência excessiva, desmaio, palpitações importantes, agitação intensa ou piora significativa dos sintomas devem ser comunicados ao médico. Não suspenda abruptamente as medicações sem orientação.
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Qual é a importância do reconhecimento dos sintomas pelo próprio paciente com Transtorno de Personal
Qual é a importância do reconhecimento dos sintomas pelo próprio paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O reconhecimento dos próprios sintomas é um componente importante do tratamento do TPB porque aumenta a capacidade de identificar gatilhos, emoções, pensamentos e padrões comportamentais antes que atinjam maior intensidade. A psicoeducação pode ajudar o paciente a reconhecer sinais de impulsividade, medo de abandono, instabilidade afetiva, dissociação, crises de raiva e comportamentos autolesivos. Esse processo favorece o desenvolvimento de estratégias de regulação emocional e melhora a participação ativa no tratamento. Na psicoterapia, especialmente em abordagens estruturadas, essa consciência pode ser progressivamente transformada em habilidades de enfrentamento.
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Há 5 dias estou tomando Venvanse 30 mg e começou a dar dor no estômago e o efeito depois de 6h da um
Há 5 dias estou tomando Venvanse 30 mg e começou a dar dor no estômago e o efeito depois de 6h da uma tristeza e corpo ruim. O que fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Dor de estômago pode ocorrer com lisdexanfetamina (Venvanse), assim como redução do apetite, náusea, ansiedade e alterações do sono. A tristeza e a sensação de piora após algumas horas podem representar reaparecimento dos sintomas ou efeito de finalização da ação percebida, mas também podem estar relacionadas à dose, alimentação, sono ou ao próprio quadro psiquiátrico. Como isso começou após o início do medicamento, é importante informar o médico que prescreveu. Não aumente, reduza ou interrompa a dose sozinho; o psiquiatra pode avaliar horário, dose, tolerabilidade e necessidade do tratamento.
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Meu médico me indicou tomar escitalopram e sertralina,só como a receita fica na farmácia,e não sei c
Meu médico me indicou tomar escitalopram e sertralina,só como a receita fica na farmácia,e não sei como tomar essas medicações?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Escitalopram e sertralina são ambos antidepressivos ISRS e, em geral, não são mantidos simultaneamente de forma rotineira. Em determinadas situações, pode existir uma estratégia médica específica de transição entre antidepressivos, mas isso precisa ser claramente orientado pelo prescritor. O uso concomitante sem supervisão pode aumentar efeitos adversos e o risco de excesso serotoninérgico. Como você relata que não sabe como tomar, o mais seguro é não decidir a combinação ou os horários por conta própria e confirmar diretamente com a médica ou com a farmácia qual foi o esquema planejado.
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Existe uma classificação oficial de subtipos do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Existe uma classificação oficial de subtipos do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os principais sistemas diagnósticos atuais, como DSM-5-TR e CID-11, não estabelecem uma classificação oficial de subtipos do TPB equivalente a categorias independentes de diagnóstico. Existem, entretanto, diferentes modelos dimensionais e formulações clínicas que descrevem apresentações predominantes, como maior impulsividade, instabilidade afetiva, ansiedade ou sintomas dissociativos. Esses modelos podem ajudar na compreensão clínica e na individualização do tratamento, mas não devem ser confundidos com subtipos diagnósticos oficiais. O diagnóstico deve considerar o conjunto dos critérios e o funcionamento global do paciente.
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Existe diferença prognóstica entre subgrupos de pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline
Existe diferença prognóstica entre subgrupos de pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O prognóstico do TPB é bastante heterogêneo. Alguns pacientes apresentam maior predominância de impulsividade, autolesão, instabilidade afetiva ou dificuldades interpessoais, e essas características podem influenciar a evolução clínica. Entretanto, não existe uma divisão simples em subtipos oficiais que determine previamente o prognóstico individual. Fatores como gravidade inicial, comorbidades, uso de substâncias, suporte psicossocial, adesão ao tratamento e acesso a psicoterapia especializada também influenciam a evolução. É importante destacar que TPB não significa necessariamente sofrimento permanente: muitos pacientes apresentam melhora significativa ao longo do acompanhamento.
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Quais estratégias psicólogos e psiquiatras utilizam para enfrentar as dificuldades no atendimento e
Quais estratégias psicólogos e psiquiatras utilizam para enfrentar as dificuldades no atendimento e tratamento de pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O manejo do TPB pode envolver dificuldades relacionadas à intensa reatividade emocional, impulsividade, crises recorrentes, risco de autolesão, instabilidade nas relações e presença de comorbidades. Psicólogos e psiquiatras procuram enfrentar essas dificuldades por meio de psicoterapia estruturada, estabelecimento de limites terapêuticos claros, plano de manejo de crises, psicoeducação e acompanhamento longitudinal. A Terapia Dialética-Comportamental (TDC/DBT), a terapia baseada em mentalização e outras abordagens estruturadas apresentam evidências relevantes. A integração entre psicoterapia e psiquiatria pode favorecer maior continuidade e segurança do cuidado
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Como o conceito de vazio crônico contribui para a compreensão do sofrimento psíquico no TPB?
Como o conceito de vazio crônico contribui para a compreensão do sofrimento psíquico no TPB?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O vazio crônico é um fenômeno importante na compreensão do sofrimento associado ao TPB. Pode ser descrito como sensação persistente de falta de sentido, ausência de identidade consistente, desconexão emocional ou sensação de estar “vazio por dentro”. Na perspectiva psicopatológica, pode relacionar-se à instabilidade da identidade, dificuldades de integração das representações do self e dos outros e problemas de regulação emocional. Clinicamente, esse estado pode favorecer comportamentos impulsivos ou tentativas de preencher rapidamente a sensação de vazio. A psicoterapia busca desenvolver identidade mais integrada, regulação emocional e sentido de continuidade pessoal.
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Como a psiquiatria compreende a persistência do vazio crônico ao longo do tempo?
Como a psiquiatria compreende a persistência do vazio crônico ao longo do tempo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A psiquiatria compreende a persistência do vazio crônico como um fenômeno multifatorial, que pode envolver alterações da identidade, regulação emocional, vínculos interpessoais, experiências traumáticas, depressão e outras comorbidades. No TPB, o vazio pode permanecer porque está relacionado a padrões estruturais e relacionais mais amplos, e não apenas a um episódio isolado de humor. Por isso, o tratamento geralmente requer acompanhamento longitudinal e psicoterapia especializada, em vez de depender exclusivamente de medicamentos. A avaliação psiquiátrica também deve investigar depressão, transtornos de ansiedade, dissociação, uso de substâncias e outras condições associadas
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Qual a importância da avaliação clínica do vazio crônico durante a consulta psiquiátrica?
Qual a importância da avaliação clínica do vazio crônico durante a consulta psiquiátrica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O vazio crônico é um fenômeno clínico relevante no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), podendo manifestar-se como sensação persistente de falta de sentido, desconexão emocional, tédio, solidão ou dificuldade de identificar desejos e necessidades. Durante a consulta psiquiátrica, sua avaliação ajuda a compreender a organização afetiva e interpessoal do paciente, além de investigar sintomas associados, como depressão, ansiedade, dissociação, impulsividade e comportamento autolesivo. A caracterização da intensidade, frequência, duração e fatores desencadeantes permite estabelecer objetivos terapêuticos individualizados e acompanhar a evolução clínica.
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Quais são os objetivos do tratamento psiquiátrico em pacientes com Transtorno de Personalidade Borde
Quais são os objetivos do tratamento psiquiátrico em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) que apresentam vazio crônico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O tratamento psiquiátrico busca reduzir o sofrimento associado ao vazio crônico e melhorar a capacidade de regulação emocional, funcionamento interpessoal e percepção de identidade. A psicoterapia, especialmente abordagens estruturadas como a terapia comportamental dialética, possui papel central. Medicamentos podem ser utilizados de forma individualizada para sintomas associados, como depressão, ansiedade, impulsividade ou insônia, mas não existe medicamento específico capaz de eliminar o vazio crônico. O objetivo é promover estabilidade, autonomia, redução de comportamentos de risco e melhora da qualidade de vida.
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Por que o reconhecimento do vazio crônico é importante na prática psiquiátrica?
Por que o reconhecimento do vazio crônico é importante na prática psiquiátrica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Reconhecer o vazio crônico permite ao psiquiatra compreender uma dimensão importante da psicopatologia do TPB que pode não aparecer como uma queixa espontânea. Esse sintoma pode estar relacionado a comportamentos impulsivos, busca intensa por estímulos, relações instáveis, abuso de substâncias ou autolesões utilizadas como tentativa de interromper a sensação de desconexão. Sua identificação favorece uma avaliação mais abrangente dos transtornos de humor, transtornos de ansiedade, dissociação e risco suicida, contribuindo para um plano terapêutico mais adequado.
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Como a psiquiatria explica o vazio crônico em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (
Como a psiquiatria explica o vazio crônico em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na perspectiva psicopatológica, o vazio crônico no TPB pode estar relacionado a alterações na integração da identidade, regulação emocional e representação de si e dos outros. O paciente pode experimentar dificuldade persistente em reconhecer necessidades, valores e objetivos próprios, acompanhada de sensação de desconexão ou ausência de significado. O fenômeno frequentemente se intensifica diante de rejeição, conflitos interpessoais ou sensação de abandono. A compreensão desse mecanismo é importante para diferenciar o vazio de um episódio depressivo isolado e direcionar intervenções psicoterápicas específicas.
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Quais critérios clínicos o psiquiatra utiliza para avaliar a evolução e a resposta ao tratamento no
Quais critérios clínicos o psiquiatra utiliza para avaliar a evolução e a resposta ao tratamento no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O psiquiatra acompanha a evolução do TPB por meio da frequência e intensidade da instabilidade emocional, impulsividade, crises de raiva, comportamentos autolesivos, ideação suicida, sintomas dissociativos e dificuldades interpessoais. Também são avaliados funcionamento ocupacional, relações familiares, capacidade de estabelecer limites e estratégias de regulação emocional. A resposta terapêutica não deve ser medida apenas pela redução de sintomas, mas também pelo ganho funcional, maior estabilidade da identidade, diminuição de comportamentos de risco e capacidade de lidar com situações desencadeantes.
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O que é considerado pelo psiquiatra para verificar se houve melhora ou piora do Transtorno de Person
O que é considerado pelo psiquiatra para verificar se houve melhora ou piora do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A avaliação psiquiátrica considera mudanças ao longo do tempo, comparando sintomas e funcionamento atual com o padrão apresentado anteriormente. Redução de crises, autolesões, impulsividade, instabilidade afetiva e conflitos interpessoais sugere evolução favorável. Por outro lado, aumento de comportamentos de risco, ideação suicida, dissociação, uso de substâncias ou desorganização emocional pode indicar piora. A análise deve incluir contexto, frequência, intensidade e duração dos sintomas, evitando conclusões baseadas em um único episódio de instabilidade.
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Como o psiquiatra analisa a progressão do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ao longo do t
Como o psiquiatra analisa a progressão do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ao longo do tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O TPB é acompanhado longitudinalmente, considerando não apenas sintomas isolados, mas o funcionamento global do paciente. O psiquiatra observa a capacidade de reconhecer emoções, tolerar frustrações, estabelecer relações mais estáveis, reduzir impulsividade e utilizar estratégias adaptativas diante de conflitos. A evolução pode ocorrer de forma não linear, com períodos de melhora e exacerbações relacionadas a eventos estressores. O acompanhamento contínuo permite ajustar o plano terapêutico, fortalecer a psicoterapia, revisar medicamentos quando indicados e estabelecer estratégias de prevenção de recaídas e crises.
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Como o psiquiatra contribui no controle de sintomas de ansiedade no Transtorno de Personalidade Bord
Como o psiquiatra contribui no controle de sintomas de ansiedade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A ansiedade no TPB deve ser compreendida dentro do contexto de desregulação emocional e dos gatilhos interpessoais. O psiquiatra avalia se há transtorno de ansiedade associado e pode utilizar medicamentos de maneira criteriosa para sintomas específicos. Entretanto, psicoterapia estruturada é fundamental para desenvolver tolerância ao sofrimento, regulação emocional e habilidades de enfrentamento. Técnicas de respiração, identificação de gatilhos, manejo de pensamentos e estratégias comportamentais podem complementar o tratamento. O objetivo não é apenas eliminar a ansiedade, mas aumentar a capacidade de enfrentá-la sem impulsividade ou comportamentos autodestrutivos.
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