Perguntas do paciente (5)
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Como trabalhar com uma criança de 3 anos a morte do pai que nunca conheceu, sendo que a partir dos 2
Como trabalhar com uma criança de 3 anos a morte do pai que nunca conheceu, sendo que a partir dos 2 anos tem como figura paterna o padastro.
Há uma idade adequada para para iniciar o assunto?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não existe uma idade "adequada" para falar sobre a morte. Aos 3 anos, a criança já pode começar a construir uma representação sobre a perda, desde que a comunicação seja simples, verdadeira e adequada à sua compreensão. É importante não transformar o pai biológico morto em um lugar obrigatório, nem apagar a função paterna exercida pelo padrasto. A criança pode, gradualmente, saber de sua história e elaborar essa ausência, enquanto mantém o vínculo afetivo com quem ocupa a função paterna em sua vida. O mais importante é permitir que ela pergunte, brinque, fantasie e expresse seus sentimentos, sem antecipar interpretações ou impor uma forma de viver o luto. O adulto pode oferecer palavras e segurança para que a criança possa construir, no seu tempo, um sentido para essa perda.
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Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estam
Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estamos juntos há quase 3 anos e, ultimamente, sinto que não tenho mais aquela animação ou aquela sensação gostosa que sentia antes. Isso tem me deixado muito ansiosa, porque eu não quero machucá-lo e também não quero terminar. Ao mesmo tempo, não me sinto desconfortável ou presa ao lado dele. Quando conversamos, muitas vezes é bom e consigo ficar conversando até tarde. Eu reconheço que ele é uma pessoa que me ama, cuida de mim, se preocupa comigo e demonstra isso muito pelas atitudes.
Tenho me perguntado se ainda o amo ou se estou confundindo amor com carência, rotina ou ansiedade. Quero entender meus sentimentos e, se for possível, quero recuperar o carinho e a conexão que sinto que perdi. Não quero fingir nem obrigar meus sentimentos, só queria entender o que está acontecendo comigo e saber se é possível voltar a sentir amor e entusiasmo pela pessoa que amo.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Talvez seja importante não tentar responder imediatamente se você ainda ama ou não, mas escutar o que essa dúvida está querendo dizer. O entusiasmo do início de uma relação pode se transformar sem que isso signifique necessariamente o fim do amor. Você parece dividida entre o que sente e o que acha que deveria sentir. Vale se perguntar: o que mudou em mim? O que mudou entre nós? Eu ainda desejo essa relação ou apenas tenho medo de perdê-la? Não é preciso forçar sentimentos nem tomar uma decisão agora. Talvez o mais importante seja dar espaço para compreender seu desejo, sem culpa e sem a obrigação de sentir como antes.
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Tenho depressão e toda vez que estou passando por um momento difícil começo a pesquisar sobre sintom
Tenho depressão e toda vez que estou passando por um momento difícil começo a pesquisar sobre sintomas de doenças,dessa vez foi sobre fobia social,já tinha dificuldade de ter interações sociais mais depois que comecei a pesquisar começei a dar crises quando saio de casa,daí me isolei, começei a tomar escitalopram mais ainda não deu resultados,ainda tenho medo de ter crises se eu for sair de casa, pesquisar sintomas atrapalha no meu tratamento?
A terapia pode me ajudar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É muito comum buscarmos respostas no google para nossa saúde. No entanto, a busca constante por sintomas, apesar de ser uma tentativa de controlar a angústia, pode acabar alimentando ainda mais o medo e a vigilância sobre o próprio corpo. Talvez seja importante não se prender imediatamente ao diagnóstico de fobia social, mas investigar o que essas crises representam para você. O mesmo sintoma pode ter diferentes origens e explicações a depender da pessoa. A terapia pode ajudá-la a dar sentido a essa angústia, em vez de apenas tentar eliminá-la. Com auxilio de um profissional, você pode compreender melhor o que está por trás da sua fobia e da sua angústia, investigando os medos e conflitos que te acometem.
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Como eu sei que estou rejeitando o bebê na barriga? Ou somente não aceitei a ideia de ter um bebê ?
Como eu sei que estou rejeitando o bebê na barriga? Ou somente não aceitei a ideia de ter um bebê ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não aceitar a ideia de estar grávida ou de se tornar mãe não significa necessariamente rejeitar o bebê. É possível sentir medo, ambivalência, tristeza ou até arrependimento diante da ideia de ser mãe, sem que isso represente uma rejeição ao bebê. Talvez seja importante observar o que exatamente está sendo difícil de aceitar: o bebê em si ou todas as mudanças e responsabilidades que a maternidade traz. Esses sentimentos são muito comuns e podem ser elaborados em terapia, sem culpa ou qualquer julgamento.
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Olá. Tenho TOC diagnosticado e uma dúvida que tem me causado muito sofrimento. Há alguns anos comet
Olá. Tenho TOC diagnosticado e uma dúvida que tem me causado muito sofrimento.
Há alguns anos cometi uma infidelidade com uma pessoa do meu passado. Meu companheiro me perdoou e seguimos juntos, mas eu nunca consegui me perdoar.
Recentemente imaginei como minha vida poderia ter sido se eu tivesse ficado com essa pessoa. Foi apenas um pensamento hipotético, e logo pensei que sou feliz no meu relacionamento atual. Mesmo assim, senti uma culpa muito intensa, como se esse pensamento significasse que fiz algo errado novamente.
Esse tipo de pensamento pode ser uma manifestação do TOC ou pode indicar que ainda tenho algum sentimento por essa pessoa? Como lidar com essa culpa?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Um pensamento hipotético, por si só, não significa que você ainda tenha sentimentos por essa pessoa nem que tenha cometido uma nova infidelidade. No TOC, pensamentos indesejados podem ganhar um peso e uma importância muito maiores do que realmente têm, gerando culpa e uma busca constante por certezas. Talvez, mais do que tentar descobrir o que esse pensamento ‘significa’, seja importante compreender por que ele desperta tanta culpa e o que esse sentimento representa para você. Em um processo de análise, você pode encontrar um espaço seguro para olhar para essas questões com mais gentileza, sem se condenar por aquilo que pensa e sem precisar ter todas as respostas imediatamente. Espero ter ajudado!
Perguntas frequentes
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A coceira após o banho pode ter diferentes causas, mesmo quando você já utiliza…