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Ler mais12/08/2026
São Paulo 1 endereço
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6 opiniõesBem-vindas e bem-vindos!
Sou psicóloga formada pela Pontifícia Universidade Católica e psicanalista. Participei de formações no Lugar de Vida, no Instituto Gerar, no Instituto A Casa, no Grupo de Invenção e Pesquisa (GIP), Sociedade Lacaniana entre outros estudos a partir da psicanálise lacaniana.
Atendo no meu consultório em Pinheiros presencial ou online adultos, adolescentes e crianças.
Atualmente, trabalho como Psicóloga da Orientação Educacional do ateliescola Acaia. Aqui atuo diariamente na Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II com crianças e adolescentes que a escola enfrenta alguma barreira no cotidiano escolar, equipe escolar, famílias e serviços parceiros. Ainda na área de Inclusão Escolar, atuei no Colégio Santa Cruz no núcleo de Práticas Inclusivas do Ensino Médio com acompanhamento de adolescentes e colaborando para adaptação e flexibilização de currículo.
Na saúde mental, atuei no Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (CAPS-IJ) da Freguesia/Brasilândia e Instituto Jô Clemente.
Tenho experiência com autismo, psicose, transtornos da infância, depressão, ansiedade, síndrome do pânico e outros quadros de saúde mental na infância e adolescência e vida adulta.
Também atuei no Hospital das Clínicas no acolhimento de pacientes com dores crônicas e na Fundação Vida Esperança com mulheres em vulnerabilidade social.
Aqui está um pouco sobre mim.
Será um prazer recebê-los por aqui!
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6 opiniões
Mais mencionado pelos pacientes
Excelente profissional, atenciosa e empática! Recomendo!
Gosto mto das nossas consultas. Sempre me senti muito acolhido e muito seguro para me abrir durante as sessões. A psicóloga é atenciosa, cuidadosa e extremamente pontual
Alix me ajudou muito em um momento difícil. Muito acolhedora e sensível. Gosto muito do trabalho dela e recomendo de olhos fechados.
A Alix tem uma sensibilidade enorme para entender o que a gente está sentindo e, ao mesmo tempo, nos fazer refletir. Gosto muito da forma como ela conduz as conversas e nos ajuda a enxergar situações por outros ângulos, sempre com muita empatia e sem julgamentos. É uma profissional que transmite muita confiança e que recomendo muito!
Foi muito importante em meu processo encontrar a Alix. Ela me ajudou muito em um momento difícil, sempre miuto acolhedora, atenciosa e profissional. Indico de olhos fechados!
Alix é uma profissional muito atenciosa e cuidadosa na sessão. Me senti muito confortável na conversa. O atendimento é claro e com muita abertura para o paciente.
Muito bom!
5 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Como trabalhar com uma criança de 3 anos a morte do pai que nunca conheceu, sendo que a partir dos 2
Como trabalhar com uma criança de 3 anos a morte do pai que nunca conheceu, sendo que a partir dos 2 anos tem como figura paterna o padastro.
Há uma idade adequada para para iniciar o assunto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não existe uma idade "adequada" para falar sobre a morte. Aos 3 anos, a criança já pode começar a construir uma representação sobre a perda, desde que a comunicação seja simples, verdadeira e adequada à sua compreensão. É importante não transformar o pai biológico morto em um lugar obrigatório, nem apagar a função paterna exercida pelo padrasto. A criança pode, gradualmente, saber de sua história e elaborar essa ausência, enquanto mantém o vínculo afetivo com quem ocupa a função paterna em sua vida. O mais importante é permitir que ela pergunte, brinque, fantasie e expresse seus sentimentos, sem antecipar interpretações ou impor uma forma de viver o luto. O adulto pode oferecer palavras e segurança para que a criança possa construir, no seu tempo, um sentido para essa perda.
Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estam
Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estamos juntos há quase 3 anos e, ultimamente, sinto que não tenho mais aquela animação ou aquela sensação gostosa que sentia antes. Isso tem me deixado muito ansiosa, porque eu não quero machucá-lo e também não quero terminar. Ao mesmo tempo, não me sinto desconfortável ou presa ao lado dele. Quando conversamos, muitas vezes é bom e consigo ficar conversando até tarde. Eu reconheço que ele é uma pessoa que me ama, cuida de mim, se preocupa comigo e demonstra isso muito pelas atitudes.
Tenho me perguntado se ainda o amo ou se estou confundindo amor com carência, rotina ou ansiedade. Quero entender meus sentimentos e, se for possível, quero recuperar o carinho e a conexão que sinto que perdi. Não quero fingir nem obrigar meus sentimentos, só queria entender o que está acontecendo comigo e saber se é possível voltar a sentir amor e entusiasmo pela pessoa que amo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Talvez seja importante não tentar responder imediatamente se você ainda ama ou não, mas escutar o que essa dúvida está querendo dizer. O entusiasmo do início de uma relação pode se transformar sem que isso signifique necessariamente o fim do amor. Você parece dividida entre o que sente e o que acha que deveria sentir. Vale se perguntar: o que mudou em mim? O que mudou entre nós? Eu ainda desejo essa relação ou apenas tenho medo de perdê-la? Não é preciso forçar sentimentos nem tomar uma decisão agora. Talvez o mais importante seja dar espaço para compreender seu desejo, sem culpa e sem a obrigação de sentir como antes.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.