Perguntas do paciente (18)
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Por que quando temos crise de ansiedade, ficamos preocupado excessivamente com a saúde, com medo de
Por que quando temos crise de ansiedade, ficamos preocupado excessivamente com a saúde, com medo de passar mal, e ouvir sobre doenças é um gatilho para crise, achando que pode desenvolver essa doença a qualquer momento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A ansiedade intensifica nossa atenção aos sinais do corpo. Qualquer pequena sensação, como uma dor de cabeça ou uma palpitação, pode ser interpretada como um sinal de algo grave. Essa preocupação excessiva, junto com o medo do desconhecido, cria um ciclo que alimenta a ansiedade.
É como se o nosso cérebro estivesse sempre em alerta, buscando por ameaças. E, quando estamos ansiosos, qualquer coisa pode parecer uma ameaça.
É importante lembrar que a ansiedade é tratável. Com a ajuda de um profissional, é possível aprender a lidar com esses pensamentos e sentimentos de forma mais saudável.
Algumas estratégias que podem ajudar:
Terapia cognitivo-comportamental: Ajuda a identificar e modificar pensamentos negativos.
Relaxamento: Práticas como meditação podem reduzir a ansiedade.
Limitar a exposição a informações sobre doenças: Evitar notícias que aumentam a ansiedade.
Buscar apoio: Conversar com amigos, familiares ou um grupo de apoio.
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Recentemente descobri que minha namorada ficou com alguns colegas de trabalho, aconteceu antes da ge
Recentemente descobri que minha namorada ficou com alguns colegas de trabalho, aconteceu antes da gente oficializar o nosso relacionamento. Não estou conseguindo lidar com isso! Ela ainda trabalha com as pessoas, e sinto que perdi a confiança nela, porém eu gosto muito dela e sei que ela é uma pessoa boa. Como proceder?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É natural se sentir confuso, magoado e inseguro após descobrir essa informação. A confiança é um pilar fundamental em qualquer relacionamento e, quando ela é abalada, é preciso tempo e esforço para reconstruí-la.
É importante que você processe seus sentimentos. É normal sentir raiva, tristeza, ciúme e insegurança. Tente entender de onde vêm essas emoções e permita-se senti-las.
Converse com sua namorada abertamente:
Seja claro e direto: Expresse como você se sente sem culpá-la ou fazer acusações. Use frases como "Quando eu descobri isso, me senti..." ou "Isso me fez pensar que...".
Ouça o que ela tem a dizer: Dê espaço para que ela explique sua perspectiva e os motivos que a levaram a tomar aquela decisão.
Pergunte sobre seus sentimentos: Pergunte como ela se sente em relação ao que aconteceu e se ela se arrepende.
Estabeleçam limites: Conversem sobre o que vocês esperam do relacionamento daqui para frente e quais são os limites que vocês se sentem confortáveis em estabelecer.
Reconstruindo a confiança:
Tempo: A confiança é como um castelo de areia, leva tempo para ser construído e pode ser destruído rapidamente. Dê tempo para que a confiança seja reconstruída.
Atitudes: Atitudes consistentes e honestas são fundamentais para reconstruir a confiança. Observe as atitudes dela e veja se elas são compatíveis com o que ela te prometeu.
Comunicação aberta: Mantenham uma comunicação aberta e honesta sobre tudo o que envolve o relacionamento.
Terapia de casal: Se precisarem de ajuda para lidar com essa situação, um terapeuta de casal pode oferecer ferramentas e estratégias para fortalecer o relacionamento.
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É normal ficar tenso? Ficar estressado todo tempo? Ficar preocupada? Fica ansioso
É normal ficar tenso? Ficar estressado todo tempo? Ficar preocupada? Fica ansioso
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É muito comum sentir ansiedade em alguns momentos da vida. Imagine a ansiedade como um sinal de alerta do nosso corpo, dizendo: "Ei, preste atenção aqui, pode ter algo importante acontecendo."
É normal se preocupar com o futuro, sentir medo de algo desconhecido ou ficar nervoso antes de um evento importante. Essa ansiedade pode nos ajudar a nos preparar e a agir de forma mais cautelosa.
No entanto, quando a ansiedade se torna frequente, intensa e interfere na sua rotina, pode ser um sinal de que algo mais está acontecendo. É como se o alarme estivesse tocando o tempo todo, mesmo que não haja nenhum perigo real.
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Me sinto muito triste muitas vezes pensei em suicídio só não o fiz pela minha filha de 3 meses. Esto
Me sinto muito triste muitas vezes pensei em suicídio só não o fiz pela minha filha de 3 meses. Estou em uma situação que com ele é horrível e sem ele não sei como farei pra trabalhar e cuidar da minha filha. Depois de 1 ano de o conhecer e ser casada com ele percebo como ele é doente, abusivo, agressivo e manipulador. Sofro muito por minha filha ter que escutar nossas brigas. Realmente não sei o que fazer. Só rezo pra Deus espurgalo da minha vida. Ele não deixa eu ir e nem vai.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você está em uma situação muito difícil. É normal se sentir assim quando se vive em um relacionamento abusivo. Saia dessa situação o mais rápido que puder.
O que você pode fazer:
Procure ajuda profissional: Um psicólogo pode te ajudar a lidar com as emoções.
Converse com pessoas de confiança: Compartilhe seus sentimentos e veja se alguém pode te acolher temporariamente.
Documente tudo: Guarde todas as provas das agressões.
Elabore um plano de segurança: Tenha um lugar seguro para ir em caso de emergência.
Procure ajuda jurídica: Um advogado pode te orientar sobre seus direitos.
Entre em contato com organizações de apoio: Elas podem te ajudar com abrigo, orientação e informações.
Lembre-se:
Você não está sozinha.
Você não tem culpa.
Há esperança. Por mais que a situação pareça não ter saída, com a forma de pensar correta e pequenas mudanças diárias você pode se ver livre desse contexto.
Se estiver em perigo, ligue para a polícia ou para o número de emergência da sua cidade.
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Pensar muitas acontecimentos e coisas, passadas ou futuras, podem dar desrealização ou despersonaliz
Pensar muitas acontecimentos e coisas, passadas ou futuras, podem dar desrealização ou despersonalização? Também tenho dor de cabeça. O que pode ser? Tem cura?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pensar muito sobre o passado ou o futuro, especialmente de forma constante e ansiosa, pode sim levar a sensações como desrealização ou despersonalização. Essas sensações são como se você estivesse "desconectado" da realidade ou de si mesmo, como se estivesse em um sonho ou observando a própria vida de fora. Muitas vezes, isso acontece quando a mente está sobrecarregada de pensamentos, especialmente em pessoas que estão passando por momentos de estresse ou ansiedade.
A dor de cabeça que você sente pode estar relacionada ao estresse mental e à tensão muscular, já que pensamentos excessivos e preocupações podem deixar o corpo e a mente em alerta o tempo todo. Isso gera cansaço e tensão.
Desrealização e despersonalização não são perigosas, mas podem ser bem desconfortáveis. Elas geralmente acontecem como uma forma do cérebro lidar com a sobrecarga de estresse ou ansiedade. Felizmente, isso tem tratamento. Terapias como a cognitivo-comportamental (TCC) podem ajudar bastante, pois ensinam formas de lidar com os pensamentos ansiosos e a sensação de "desconexão". Além disso, técnicas de relaxamento e meditação podem ser úteis para diminuir a intensidade desses sintomas.
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Procurar efeitos colaterais de remédios e sentir medo de tomar eles e sentir esses efeitos, pode ser
Procurar efeitos colaterais de remédios e sentir medo de tomar eles e sentir esses efeitos, pode ser sinal de hipocondria? As vezes deixo de tomar um remédio por medo de me sentir mal ou surtir alguma reação alérgica que eu não sei, mas eu não consigo não procurar os efeitos que aquele medicamento pode fazer.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando você fica com muito medo dos efeitos colaterais de um remédio e acaba procurando sobre eles o tempo todo, isso pode aumentar sua ansiedade. Isso faz você pensar que, ao tomar o remédio, vai ter alguma reação ruim, mesmo que não tenha provas disso. E esse medo pode te fazer evitar o remédio, o que só aumenta sua preocupação.
Esse comportamento pode, sim, ser um sinal de hipocondria, que é quando a pessoa tem muita preocupação de ficar doente ou de que algo errado vai acontecer com a saúde. Nesses casos, a ansiedade faz com que a pessoa fique super atenta ao corpo e a qualquer possível sintoma, mesmo que ele não exista ou seja muito pequeno.
Uma forma de lidar com isso é aprender a questionar esses pensamentos, tipo: "Será que esse medo é realmente verdadeiro ou é minha ansiedade falando mais alto?" E, com o tempo, você pode ir enfrentando o medo de tomar o remédio, devagar, até perceber que, na maioria das vezes, nada de ruim acontece.
Se isso estiver te atrapalhando muito, pode ser legal conversar mais sobre isso em terapia. Assim, você pode aprender a lidar melhor com esses medos.
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Oii, tenho ansiedade e venho tendo muitos pensamentos intrusivos que me deixam desconfortáveis, como
Oii, tenho ansiedade e venho tendo muitos pensamentos intrusivos que me deixam desconfortáveis, como eu posso lidar com eles???
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando esses pensamentos intrusivos aparecem, é natural que você se sinta desconfortável, mas é importante lembrar que eles são só pensamentos, não são fatos nem refletem quem você é. Na terapia cognitivo-comportamental (TCC), trabalhamos com algumas estratégias para lidar melhor com esses pensamentos.
Aceitação: Em vez de tentar afastar o pensamento à força, o ideal é aceitá-lo. Isso pode parecer estranho, mas quanto mais você tenta resistir ao pensamento, mais ele insiste em voltar. Aceite que ele está aí, como se fosse um visitante passageiro, sem dar muita importância.
Desafiar os pensamentos: Pergunte-se: "Esse pensamento faz sentido? Ele é real?" Muitas vezes, quando olhamos para o pensamento de forma mais racional, percebemos que ele não é tão ameaçador quanto parece. A ideia é questionar esses pensamentos de uma forma que te ajude a vê-los de maneira mais clara.
Redirecionar o foco: Quando o pensamento vier, tente mudar sua atenção para algo mais concreto e positivo, como uma atividade que você goste ou uma tarefa que precisa ser feita. Isso tira a força do pensamento intrusivo.
Mindfulness: Praticar atenção plena pode ajudar muito. Em vez de se engajar nos pensamentos, você simplesmente observa eles como algo passageiro. Com o tempo, você aprende a não reagir emocionalmente a eles.
Exposição: Isso significa que, aos poucos, você permite que os pensamentos venham sem lutar contra eles. Com o tempo, seu cérebro percebe que esses pensamentos não são perigosos e eles perdem a intensidade.
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Quem tem TAG ou pânico pode jogar futebol? Sim ou não
Quem tem TAG ou pânico pode jogar futebol? Sim ou não
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, quem tem Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) ou pânico pode jogar futebol. A prática de exercícios físicos, como o futebol, pode até ajudar a aliviar os sintomas de ansiedade e estresse. No entanto, é importante respeitar seus limites físicos e emocionais, e, se necessário, consultar um profissional de saúde para orientações adequadas.
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Sai de um relacionamento de mais de quatro anos recentemente, e bem no inicio eu conversei com outra
Sai de um relacionamento de mais de quatro anos recentemente, e bem no inicio eu conversei com outras pessoas com segundas intenções por ser muito imaturo na época, ela soube e me deu uma segunda chance e eu jurei que aquilo jamais aconteceria e de fato não aconteceu, cortava qualquer tipo de contato mínimo que tivesse segundas intenções. Noivamos e após cerca de dois anos vivendo bem acabamos terminando pois ela se sentia insegura com essas questões do inicio e tinha medo que depois de muitos anos juntos voltasse a acontecer, até tentamos reatar mas acabamos novamente pelo mesmo motivo, algumas semanas depois ainda tentei pela ultima vez antes de deixar isso pra trás, ela me falou a mesma coisa, aquelas situações do inicio ainda a magoavam e foi um fim definitivo. Eu errei, pedi perdão, fui perdoado e mudei esse comportamento, isso jamais aconteceu, porém as vezes me pego sentindo culpa, já aceitei que não tem mais volta e estou seguindo minha vida mas gostaria de saber como trabalhar essa culpa e me perdoar de uma vez por todas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que você sinta culpa, mesmo sabendo que já pediu perdão, foi perdoado e mudou seu comportamento. A culpa, muitas vezes, persiste como uma forma de autocobrança, e lidar com ela envolve, primeiro, aceitar que todos cometemos erros e que a verdadeira mudança é o maior sinal de aprendizado.
Aqui estão algumas formas de trabalhar essa culpa:
Autoaceitação: Reconhecer que você errou no passado é o primeiro passo, mas também é importante aceitar que você evoluiu e fez tudo ao seu alcance para corrigir. Você mudou e cumpriu sua promessa de ser diferente.
Perdoar-se: O perdão que você dá a si mesmo é tão importante quanto o perdão que recebeu. Lembre-se de que, ao mudar e crescer, você já fez o que estava ao seu alcance. Agora, se trata de deixar ir a culpa que ficou associada ao erro.
Refletir sobre o aprendizado: Em vez de focar no erro, foque no que aprendeu e na pessoa que você se tornou. Você agiu de forma íntegra no relacionamento depois do erro inicial, e isso mostra seu caráter e crescimento.
Separar passado e presente: Às vezes, a culpa persiste porque continuamos nos punindo pelo passado. Mas o que aconteceu antes não define quem você é agora. Seu passado foi um aprendizado, e o presente é onde você deve concentrar sua atenção.
Praticar autocompaixão: Quando o sentimento de culpa surgir, pratique um diálogo interno mais compassivo, lembrando que você fez o seu melhor após o erro e que, no fim, você é humano.
Seguir em frente é um processo, e a culpa vai diminuindo conforme você investe em autocuidado e se reconecta com quem você é agora.
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É normal uma pessoa com ansiedade ter pensamentos perturbadores?
É normal uma pessoa com ansiedade ter pensamentos perturbadores?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é bastante comum que pessoas com ansiedade tenham pensamentos perturbadores, também conhecidos como pensamentos intrusivos. Esses pensamentos podem ser estranhos, assustadores ou desconfortáveis e muitas vezes surgem sem aviso. Eles são uma parte normal da ansiedade e, mesmo que possam parecer intensos ou incomuns, isso não significa que você tenha controle sobre eles ou que eles representem o que você realmente quer ou acredita.
O importante é lembrar que esses pensamentos são apenas isso: pensamentos. Eles não definem você nem são premonições de algo ruim. Muitas vezes, quanto mais tentamos evitar ou lutar contra eles, mais persistentes eles se tornam, o que pode aumentar o desconforto.
Técnicas como a reestruturação cognitiva, o mindfulness e o aprendizado de lidar com esses pensamentos de maneira mais saudável podem ser úteis para reduzir o impacto que eles têm na sua vida. Se esses pensamentos estiverem afetando muito seu bem-estar, a terapia, especialmente a cognitivo-comportamental, pode ajudar a gerenciar melhor essa situação.
Você sente que esses pensamentos têm aparecido com frequência?
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Não desejo me matar, mas gostaria de não existir, não tenho esperança, me sinto presa (não tenho e n
Não desejo me matar, mas gostaria de não existir, não tenho esperança, me sinto presa (não tenho e nem quero ter religiosidade), não vejo sentido em existir, acho que sou um fracasso e é tarde demais para deixar de ser. Mas não quero morrer, quero melhorar e deixar de me sentir assim só que não vejo como isso seria possível, já fiz tratamento para depressão, tomei medicamentos e fiz terapia, resolveu por um tempo e depois voltou pior. Existe algum jeito?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja passando por esse momento tão difícil. A sensação de vazio, de não ver sentido em existir, pode ser incrivelmente pesada e isolante. O fato de você querer melhorar, mesmo não vendo como isso pode ser possível agora, é um sinal importante de que ainda há uma parte sua que busca algo melhor, mesmo que isso pareça distante.
Aqui estão alguns pontos para considerar e que podem ajudar, mesmo quando tudo parece sem esperança:
O caminho não é linear: É comum que os sintomas de depressão e desânimo voltem, mesmo após períodos de melhora. Isso não significa que você está condenada a se sentir assim para sempre, mas que o processo pode envolver altos e baixos. Talvez seja necessário revisar o tratamento, adaptar a abordagem terapêutica ou experimentar novos métodos.
Explorar outras abordagens terapêuticas: Além da terapia tradicional e dos medicamentos, há abordagens diferentes que podem ser eficazes. Terapias como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) e a terapia focada em mindfulness podem te ajudar a lidar de maneira mais prática com esses sentimentos e encontrar formas de viver com mais leveza, mesmo diante da dor. Às vezes, é preciso experimentar novas técnicas até encontrar uma que funcione para você.
Estar presente no agora: Em momentos de muita desesperança, a tendência é focar no passado e nas falhas ou temer o futuro. Trabalhar a presença no momento atual, com pequenos passos, pode ser uma maneira de aliviar a pressão de "consertar" tudo de uma vez. Pequenas mudanças, mesmo que quase imperceptíveis, podem começar a fazer diferença.
Dar espaço para a dor sem se identificar com ela: Entender que o que você está sentindo agora, por mais doloroso que seja, não define quem você é. É uma experiência pela qual está passando, e ela pode mudar. Você não é a "depressão", e ela não define o seu valor.
Buscar suporte: Você já buscou ajuda antes, e isso mostra sua força. Talvez seja hora de tentar algo novo com outro profissional ou mudar a forma como a terapia é conduzida. Às vezes, o apoio certo pode fazer toda a diferença, mesmo que você já tenha tentado outras vezes.
A sensação de estar presa e sem saída pode ser extremamente desoladora, mas você não está sozinha nisso. Mesmo que pareça impossível agora, existe um caminho, e ele pode ser construído aos poucos. Sua vida tem valor, e continuar buscando formas de melhorar, mesmo sem respostas imediatas, já é um grande ato de coragem.
O que você sente que poderia ser o próximo passo, por menor que ele pareça, para te ajudar a começar a sair dessa sensação de prisão?
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Eu tenho me sentido triste, pra baixo, incapaz, sentimentos de que eu estou perdido no tempo e não c
Eu tenho me sentido triste, pra baixo, incapaz, sentimentos de que eu estou perdido no tempo e não consigo fazer nada produtivo . Sinto mal em trabalhar onde estou ultimamente tem sido sofrido, mas ao mesmo tempo sinto que posso está sendo ingrata. Mas sinto que não estou bem psicologicamente. Mente agitada . Sei lá, eu acordo na madrugada depois de um sonho. Barulhos me incomoda muito, na hora de dormir e quando tenho que ter alguma concentraçao . Mesmo dormindo se fazem barulho parece que meu inconsciente capta coisas e aquilo fica em meu sono como algo ruim , ou até mesmo uma tortura. Posso está exagerando, mas quando acordo me sinto mal e com vontade de chorar por aquilo ter acontecido por ter sido incômoda no meu sono. Desde pequeno tenho dificuldade de concentração, faço coisas pela metade porque sempre esqueço de terminar ou lembro que tenho outra coisa pra fazer . E muitas das vezes minha mãe brigava comigo por isso . Na minha vida adulta também é assim . Não consigo concluir algo e me sinto frustada por ter desistido . Me sinto perdida. O que eu devo fazer
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Parece que você está vivendo um momento de grande sobrecarga, tanto emocional quanto mental, e isso está afetando várias áreas da sua vida, desde o sono até sua concentração. É importante primeiro acolher esses sentimentos sem se julgar. Uma sugestão inicial seria adotar pequenas práticas de relaxamento antes de dormir, como exercícios de respiração profunda ou meditação, para tentar excitar a mente. Além disso, organizar suas tarefas em passos menores e mais gerenciáveis pode ajudar com a sensação de falta de foco e a frustração de não concluir atividades. Se possível, considere um acompanhamento psicológico sério um passo importante para entender melhor esses padrões e encontrar maneiras práticas de lidar com eles.
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Meu namorado tem 27 anos e está sempre cansado e não procura ajuda, e eu também não sei o que fazer.
Meu namorado tem 27 anos e está sempre cansado e não procura ajuda, e eu também não sei o que fazer. Ele é capaz de dormir 15h/dia tranquilamente, todos os dias. Aqui na minha casa ele chega a dormir/cochilar até 4x ao dia, imagino na casa dele... Além disso, ele está sempre comentando que está cansado. Ele acorda dizendo que está cansado. Café não faz nenhum efeito nem às 23h. Não consegue ter disposição para coisas de jovens como ir a uma trilha e a uma festa no mesmo dia. Os exames de rotina dizem que está tudo bem. Hormônios de tireóide também. Qual profissional buscar? Aparentemente ele é assim desde, no mínimo, a época que conheço ele, em torno dos 16 anos.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode ser um sinal de algo mais profundo, mesmo que os exames de rotina sejam normais. Considerando que isso é recorrente há anos, e o nível de cansaço parece estar interferindo na vida dele de forma significativa, pode ser interessante procurar um neurologista ou um especialista em medicina do sono. Ele pode estar enfrentando algum tipo de distúrbio do sono, como hipersonia idiopática ou apneia do sono, que muitas vezes não são detectados em exames de rotina. Além disso, seria bom investigar questões relacionadas à saúde mental, como depressão ou transtornos de ansiedade, que também causam esse cansaço extremo.
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Olá! Nos manuais diagnósticos, está escrito que a depressão precisa se apresentar em duas semanas. P
Olá! Nos manuais diagnósticos, está escrito que a depressão precisa se apresentar em duas semanas. Porém, tenho tido sintomas depressivos desde 2020, mas entre altos e baixos, mas não lembro ter ficado 2 semanas direto me sentindo mal. Isso pode ser investigado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode e deve ser investigado. O estratégico de duas semanas nos diagnósticos manuais, como o DSM-5, é uma orientação para identificar episódios depressivos maiores, mas não significa que a ausência desse período contínuo exclua a possibilidade de um quadro depressivo. Muitas pessoas vivenciam sintomas depressivos de forma intermitente, com altos e baixos, o que pode indicar um transtorno depressivo persistente (também conhecido como distimia) ou até um padrão cíclico, como o transtorno bipolar, se houver fases de melhoria mais acentuadas.
O importante é entender como esses sintomas estão afetando sua vida, mesmo que eles não sejam constantes por duas semanas seguidas. Avaliar o impacto global na sua rotina, no sono, na concentração, nas relações e no bem-estar é essencial para compreender o quadro. Uma investigação clínica mais profunda pode te ajudar a identificar o melhor caminho.
Se isso tem te incomodado desde 2020, pode ser muito útil conversar com um profissional que possa olhar a história completa, identificar padrões e propor instruções de direção.
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É normal passar por períodos depressivos que podem durar semanas, seguidos por períodos de humor est
É normal passar por períodos depressivos que podem durar semanas, seguidos por períodos de humor estável diversas vezes no ano?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível passar períodos de humor assustadores, como episódios depressivos que duram algumas semanas, seguidos por períodos de humor estáveis. Isso pode ocorrer em diferentes condições, como o transtorno depressivo recorrente, onde há episódios de depressão intercalados com fases de recuperação. Outra possibilidade é o transtorno bipolar, especialmente o tipo 2, onde há oscilações entre depressão e períodos de humor normais ou levemente elevados.
Essas mudanças de humor estão ocorrendo em várias ocasiões ao ano, pode ser importante investigar com um profissional de saúde mental para entender melhor o padrão e as causas desses episódios, e assim direcionar o tratamento.
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Ola! Ansiedade causa sensação de corte na respiração e falta de ar extrema junto de uma sensação de
Ola! Ansiedade causa sensação de corte na respiração e falta de ar extrema junto de uma sensação de desmaio e irrealidade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a ansiedade pode causar exatamente esses sintomas. Quando estamos muito ansiosos, nosso corpo pode entrar em um estado chamado de “luta ou fuga”, que provoca diversas oportunidades físicas. Sensação de falta de ar, dificuldade para respirar com confiança, sensação de desmaio, irrealidade (despersonalização ou desrealização) são comuns em crises de ansiedade ou ataques de pânico
Esses sintomas estão relacionados à hiperventilação (respiração rápida e superficial) e ao aumento dos níveis de adrenalina no corpo, o que pode causar uma sensação de perda de controle, tontura, ou até mesmo que o ambiente pareça irreal. Se você já percebeu que esses sintomas estão associados a momentos de ansiedade, vale a pena trabalhar com técnicas de respiração e, se possível, buscar suporte psicológico para aprender a lidar com as crises de forma mais eficazes.
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Não gostar de abraçar os pais e falar sobre minha vida com eles é normal?
Não gostar de abraçar os pais e falar sobre minha vida com eles é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é normal. Cada pessoa tem uma forma única de expressar afeto e de se relacionar com os pais ou com a família. Algumas pessoas não se sentem à vontade com o contato físico, como abraços, podem ou preferem manter certos aspectos da vida pessoal mais reservados, mesmo em relação aos pais. Isso pode depender de muitos fatores, como a dinâmica familiar, as experiências de vida e personalidade.
Se isso não causa desconforto ou não afeta qualidades em sua relação com eles, pode ser apenas uma característica sua. No entanto, se isso te incomoda ou gera conflitos, pode ser útil refletir sobre o que pode estar por trás dessa distância emocional e, se sentir necessidade, buscar entender mais sobre isso em um processo terapêutico.
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Olá! Quando eu me levanto e ando, eu sinto falta um pouco de falta de ar, respiração curta e rápida,
Olá! Quando eu me levanto e ando, eu sinto falta um pouco de falta de ar, respiração curta e rápida, me sinto cansada como se eu tivesse corrido e o coração acelerado. Isto são sintomas de ansiedade generalizada?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, esses sintomas podem estar relacionados à ansiedade, especialmente se ocorrerem em situações cotidianas sem um esforço físico significativo. Sensações como falta de ar, respiração rápida e curta, cansaço repentino e atualização cardíaca são comuns em estados de ansiedade, já que o corpo entra em um estado de alerta exagerado. Isso pode ocorrer mesmo em momentos simples, como ao se levantar e caminhar.
Entretanto, é importante também descartar causas físicas. Problemas cardíacos, respiratórios ou condições como anemia podem causar sintomas semelhantes. Se esses sintomas são recorrentes, pode ser útil consultar um médico para uma avaliação física completa.
Se os exames físicos não forem indicados em nada, trabalhar técnicas de respiração, como respiração diafragmática, pode ajudar a reduzir esses sintomas ligados à ansiedade.
Perguntas frequentes
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roacutan pode ser tomado juntamente com o litio, usado para tratamento da bipolaridade?
A associação entre isotretinoína (Roacutan) e lítio não deve ser feita sem…