Perguntas do paciente (21)
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Quais são os fatores psicológicos que contribuem para a impulsividade?
Quais são os fatores psicológicos que contribuem para a impulsividade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A impulsividade costuma estar ligada a uma combinação de fatores psicológicos, como:
Dificuldade em regular emoções intensas – quando a ansiedade, a raiva ou a tristeza chegam, parece impossível esperar antes de agir.
Necessidade imediata de alívio – a mente busca uma saída rápida para escapar do desconforto, mesmo que depois venha o arrependimento.
Baixa tolerância à frustração – esperar, lidar com o “não” ou com contrariedades pode soar insuportável.
Padrões aprendidos ao longo da vida – experiências de rejeição, crítica ou instabilidade podem reforçar respostas mais impulsivas.
O resultado é uma sensação de “agir antes de pensar”, que muitas vezes gera culpa ou atrapalha relações e decisões importantes.
Na terapia, é possível entender esses gatilhos, aprender a pausar antes de agir e transformar a pressa da emoção em escolhas mais conscientes e assertivas
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Qual é a diferença entre emoção e sentimento ? .
Qual é a diferença entre emoção e sentimento ? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Emoções são respostas automáticas e intensas a algo que acontece. Elas surgem rápido e muitas vezes sem aviso:
O medo ao ouvir um barulho estranho à noite.
A raiva quando alguém corta sua vez no trânsito.
A alegria ao receber uma boa notícia inesperada.
Sentimentos são o que sentimos depois, quando refletimos sobre essas emoções. Eles duram mais e moldam como interpretamos nossas experiências:
Depois do susto, você sente alívio ou preocupação.
Após a raiva no trânsito, pode surgir culpa ou ressentimento.
Após a alegria da notícia, vem a gratidão ou até a ansiedade sobre o futuro.
O problema é que muitas vezes somos dominados pelas emoções sem perceber, e isso afeta decisões, relações e bem-estar.
Na terapia, você aprende a reconhecer suas emoções na hora que surgem, entender os sentimentos que elas despertam e encontrar formas mais equilibradas de reagir.
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O que é o medo existencial no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
O que é o medo existencial no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O medo existencial no Transtorno de Personalidade Borderline é a sensação profunda e angustiante de que algo pode se perder a qualquer momento: o amor de alguém, a estabilidade de uma relação, a própria identidade. Muitas vezes, a pessoa sente como se estivesse “à beira do vazio”, com medo de não ter quem a segure ou até de não saber quem realmente é.
Esse medo pode gerar reações intensas, desde uma busca desesperada por proximidade até atitudes impulsivas para não ser abandonado. E, justamente por ser tão visceral, ele cansa, machuca e pode fazer com que a vida pareça uma montanha-russa emocional.
Na terapia, esse medo pode ser compreendido e ressignificado, trazendo mais estabilidade e alívio, através de aprendizagem de novas habilidades comportamentais e compreensão profunda de si mesmo.
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Qual o objetivo a longo prazo da Terapia interpessoal (TIP) ?
Qual o objetivo a longo prazo da Terapia interpessoal (TIP) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A TIP busca que a pessoa se sinta mais estável emocionalmente e mais capaz de lidar com relações e mudanças da vida de forma saudável, diminuindo o risco de voltar a adoecer, com o objetivo de ao longo prazo:
-Reduzir os sintomas emocionais (como tristeza, ansiedade, irritabilidade).
-Fortalecer os relacionamentos para que a pessoa tenha uma rede de apoio mais segura e satisfatória.
-Desenvolver habilidades sociais e de comunicação que previnam recaídas.
-Aumentar a adaptação a mudanças de vida (perdas, transições, novos papéis).
-Promover autonomia, ou seja, que a pessoa reconheça os sinais de dificuldade e saiba aplicar o que aprendeu fora da terapia.
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Quando devo procurar a Terapia interpessoal (TIP) ?
Quando devo procurar a Terapia interpessoal (TIP) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você deve procurar a Terapia Interpessoal (TIP) quando percebe que suas emoções estão ligadas a perdas, conflitos ou mudanças na vida.
Ela é breve, prática e ajuda você a aliviar o sofrimento enquanto aprende a fortalecer relações e construir conexões mais saudáveis.
É o caminho quando você quer mais do que melhorar sintomas: quer transformar sua forma de se relacionar.
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A Terapia interpessoal (TIP) é adequada para doenças crónicas mentais?
A Terapia interpessoal (TIP) é adequada para doenças crónicas mentais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. A Terapia Interpessoal pode ser usada em doenças mentais crônicas porque ajuda a pessoa a entender como suas relações e mudanças de vida afetam os sintomas. Assim, ela aprende a se apoiar melhor nos vínculos e a enfrentar as dificuldades do dia a dia com mais recursos.
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Quais são os conflitos familiares mais comuns? .
Quais são os conflitos familiares mais comuns? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os conflitos familiares mais comuns costumam girar em torno de falhas na comunicação, diferenças de expectativas, ciúmes, rivalidade entre irmãos, dificuldade em dividir tarefas ou até falta de limites bem definidos. À primeira vista, podem parecer situações simples, mas, quando se repetem, criam um clima de tensão que mina a convivência e afasta quem mais gostaríamos de ter por perto.
O que muitas pessoas não percebem é que por trás dessas discussões existem necessidades emocionais não atendidas, histórias antigas mal resolvidas e dificuldades em expressar sentimentos de forma clara. A terapia ajuda justamente nisso: cria um espaço seguro para compreender a origem dos conflitos, aprender novas formas de diálogo e resgatar a sensação de apoio dentro da família.
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É eficaz treinar relaxamento profundo e estados de consciência (alfa/teta) usando apenas imobilidade
É eficaz treinar relaxamento profundo e estados de consciência (alfa/teta) usando apenas imobilidade e repetição mental de uma palavra? Quais seriam os efeitos psicológicos ou cognitivos desse tipo de prática?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando você associa imobilidade com a repetição mental de uma palavra, seu cérebro tende a entrar em um estado semelhante ao observado em práticas de mindfulness e meditação. Os principais efeitos esperados são:
Psicológicos:
Diminuição da ansiedade e do estresse.
Sensação de calma e clareza mental.
Redução de pensamentos intrusivos, já que a atenção fica ancorada na palavra.
Cognitivos:
Melhora da concentração e da memória de trabalho (pelo treino atencional).
Aumento da autorregulação emocional, pois a prática fortalece a capacidade de “pausar” antes de reagir.
Desenvolvimento de maior metacognição: perceber os próprios pensamentos como eventos mentais, sem se fundir a eles.
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"Quando a sua preocupação excessiva e o medo se tornam debilitantes na sua vida diária?"
"Quando a sua preocupação excessiva e o medo se tornam debilitantes na sua vida diária?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando a preocupação e o medo se tornam excessivos, eles não apenas cansam sua mente, eles aprisionam sua vida. É como se você ficasse preso(a) em uma gaiola invisível, vendo as oportunidades passarem diante de você sem conseguir agarrá-las. A preocupação começa a tirar o seu sono, concentração. Muitas vezes, o medo impede de arriscar, de se aproximar das pessoas, de aproveitar momentos simples de felicidade.
Se você está passando por isso, busque ajuda, pois quadros semelhantes podem se agravar.
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Como funciona o modelo transdiagnóstico da Terapia Cognitiva Comportamental (TCC) ?
Como funciona o modelo transdiagnóstico da Terapia Cognitiva Comportamental (TCC) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O modelo transdiagnóstico da TCC parte da ideia de que diferentes transtornos (ansiedade, depressão, fobias, etc.) compartilham os mesmos processos centrais, como:
dificuldade em regular emoções,
pensamentos rígidos e negativos,
evitação de sentimentos ou situações.
Na prática, o terapeuta usa técnicas como reestruturação de pensamentos, consciência emocional e exposição, aplicáveis a vários diagnósticos ao mesmo tempo.
Importância da terapia: ela não só reduz sintomas, mas ensina a lidar melhor com emoções e dificuldades da vida, trazendo mais autonomia e qualidade de vida.
Psi. Ana Carolina de Oliveira Lima CRP: 06/151064
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Quais atividades estimulam a neuroplasticidade e podem beneficiar funções executivas?
Quais atividades estimulam a neuroplasticidade e podem beneficiar funções executivas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Atividades que desafiam o cérebro de forma novas e complexas são ótimas para estimular a neuroplasticidade e fortalecer funções executivas, como atenção, planejamento e memória de trabalho. Alguns exemplos interessantes:
Aprender algo novo: idioma, instrumento musical ou programação.
Exercícios físicos regulares: especialmente os que combinam coordenação e ritmo, como dança ou esportes com estratégia.
Treinamento cognitivo: jogos de raciocínio, quebra-cabeças, xadrez ou apps de cognição.
Meditação e mindfulness: melhoram controle emocional e foco atencional.
Atividades criativas: escrever, pintar, tocar música ou inventar soluções para problemas.
Psi. Ana Lima CRP: 06/151064
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Quais os riscos da memória autobiográfica superior no transtorno de personalidade borderline (TPB)?
Quais os riscos da memória autobiográfica superior no transtorno de personalidade borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No TPB, a memória autobiográfica intensa faz a pessoa reviver emoções do passado como se fossem atuais, aumentando angústia, impulsividade e distorção da autoimagem, e dificultando viver o presente. É como ter um “HD do trauma” sempre ligado.
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Quais são as dificuldades de memória associadas ao transtorno de personalidade borderline (TPB)?
Quais são as dificuldades de memória associadas ao transtorno de personalidade borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No TPB, a memória é seletivamente intensa: lembranças negativas e traumáticas ficam vívidas, enquanto memórias positivas são fragmentadas. Isso acontece porque o sistema emocional fica hiperativo e a regulação do cérebro que organiza e integra experiências funciona menos, dificultando lembrar de forma equilibrada e sob estresse.
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Sou muito insegurança, e também tenho dificuldade quando algo sai do meu controle. Tem dias que acor
Sou muito insegurança, e também tenho dificuldade quando algo sai do meu controle. Tem dias que acordo mal, desanimada, com medo de ser demitida por não ser boa o suficiente, sinto que nada que eu faça está bom. Algo pequeno se torna gigante, acabo me comparando com outras pessoas da minha área e sinto que nunca vou alcançar o nível. Me sinto frustada e irritada, e super mal por não me sentir boa. Isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Esses pensamentos são reflexos de feridas emocionais e de percepções distorcidas sobre si mesma. Muitas vezes, ambientes com excesso de cobrança, críticas, comparações ou negligencia, despertam formas negativas de nos vermos e de interpretarmos situações simples como grandes ameaças. Isso pode intensificar sentimentos de inadequação e, com o tempo, contribuir para quadros de ansiedade e depressão.
A terapia pode te ajudar a compreender a origem dessas dores, acolher sua história com mais compaixão, imersão ao autoconhecimento, fortalecimento emocional e criar novos caminhos
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A meditação sem o foco na respiração apenas fechando os olhos e ficar imóvel sem foco nenhum também
A meditação sem o foco na respiração apenas fechando os olhos e ficar imóvel sem foco nenhum também induz ondas cerebrais lentas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim! Isso ativa áreas do cérebro como o córtex pré-frontal medial e a rede de modo padrão (DMN) regiões ligadas à introspecção e ao processamento interno. Com isso, o cérebro começa a emitir ondas alfa e teta, associadas ao relaxamento e à autorregulação emocional.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), costumamos valorizar muito o treino da atenção e da aceitação do momento presente, e esse tipo de meditação, mais “aberta” e sem foco específico.
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Como o juízo crítico se relaciona com a saúde mental?
Como o juízo crítico se relaciona com a saúde mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O juízo crítico, essa nossa capacidade de avaliar pensamentos, perceber distorções e diferenciar fatos de interpretações, é um dos pilares da saúde mental. Quando ele está fortalecido, conseguimos identificar crenças disfuncionais, enfrentar medos de forma mais racional e tomar decisões mais equilibradas, mesmo em meio ao caos emocional. Mas quando está enfraquecido, nos tornamos reféns de interpretações automáticas, julgamentos rígidos e padrões de pensamento negativos que sabotam nosso bem-estar, levando a patologias, como depressão, ansiedade generalizada, abuso de substâncias.
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Quais são os sinais de uma pessoa imatura emocionalmente?
Quais são os sinais de uma pessoa imatura emocionalmente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Uma pessoa emocionalmente imatura costuma ter dificuldade em reconhecer e regular o que sente, age por impulso, se ofende com facilidade, evita responsabilidades e culpa os outros por seus próprios erros. Na terapia cognitivo-comportamental, isso é visto como um sinal de pensamentos automáticos distorcidos e esquemas disfuncionais que ainda não foram trabalhados. A imaturidade emocional também se revela quando a pessoa espera que o outro "adivinhe" suas necessidades, tem baixa tolerância à frustração ou desiste de algo ao primeiro sinal de desconforto. Mas tudo isso pode ser mudado com autoconhecimento, treino de habilidades e reestruturação de crenças, através da Terapia.
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Olá, irei tentar escrever tudo que sinto, no momento provavelmente estou passando por depressão, cre
Olá, irei tentar escrever tudo que sinto, no momento provavelmente estou passando por depressão, creio que a raiz dela é desde minha infância, tenho extrema dificuldade de interagir e conversar, manter conversas e etc, até ai ok eu vivi minha vida, resultado: solitude e bloqueio emocional, tenho apenas 1 amigo que está desde minha infância comigo, ainda tenho extrema dificuldade de interagir e conversar, isso pode parecer bobo mas já arruinou, amizades, trabalho em grupo, questões amorosas, basicamente tudo em minha vida, como posso lidar com isso? Creio que não sou tímido, mas a falta de conhecimento nesse tipo de interação me gera insegurança, consequentemente levando a timidez de qualquer forma, também gostaria de saber lidar com o fato de que amadureci demais, me sinto sem graça e estóico, rejeito pessoas e amizades para evitar frustrações, a propósito tenho toc diagnósticado.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia!
Cada pessoa é única, e é importante investigarmos a fundo para compreender a raiz do seu comportamento e trabalhar os potenciais que surgiram mesmo diante da dor.
A Terapia Cognitivo-Comportamental tem se mostrado bastante eficaz, especialmente por contar com técnicas práticas para lidar com fobias e dificuldades do dia a dia.
É essencial analisar sua personalidade com respeito às suas características individuais, mas também identificar e modificar comportamentos – ou a ausência deles – que estejam trazendo prejuízos à sua vida.
Lembre-se: não existe um jeito certo ou errado de ser. Todos nós temos a capacidade de crescer e nos transformar. E, nesse caminho de autoconhecimento e mudança, o processo terapêutico pode ser um grande aliado.
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Gostaria de saber se o que estou sentindo são sintomas de ansiedade ou algum outro transtorno: tenho
Gostaria de saber se o que estou sentindo são sintomas de ansiedade ou algum outro transtorno: tenho sentindo muita insônia, tenho sono mas na hora de dormir não consigo. Meus olhos "secam". Os finais de semana são horríveis não estou conseguindo relaxar.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia!
Para fornecer uma resposta precisa, seria necessário uma avaliação psicológica contendo também uma descrição detalhada do seu contexto de vida e um conjunto completo de sintomas. Com base no que você compartilhou, é possível perceber que algo tem mantido seu cérebro em estado de alerta.
Sugiro que você reflita sobre o que pode estar causando esse desconforto, fazendo perguntas como: "Em que estou pensando agora?" e tentando se observar no dia a dia. Procure sair do automático e prestar atenção às suas emoções e pensamentos.
Busque ajuda terapêutica para uma investigação profissional, já que quadros de ansiedade podem evoluir e o seu corpo já está enviando sinais de alerta. Cuide-se e não hesite em procurar apoio especializado.
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Qual a diferença de transtorno mental para doença mental?
Qual a diferença de transtorno mental para doença mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A diferença entre transtorno mental e doença mental está mais no uso dos termos do que em algo técnico: "transtorno" é o termo mais usado atualmente, especialmente na psicologia, e aponta para um funcionamento emocional ou comportamental que saiu do equilíbrio, como ansiedade, depressão ou transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Já “doença mental” é um termo mais antigo, com uma conotação mais médica e voltada ao funcionamento do cérebro, usado para quadros mais graves como esquizofrenia, por exemplo.
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Perguntas frequentes
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