Perguntas do paciente (16)
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Dificuldade para tomar decisões, e medo de sair da zona de conforto, tem haver com timidez excessiva
Dificuldade para tomar decisões, e medo de sair da zona de conforto, tem haver com timidez excessiva?
Preciso de ajuda, pois estou cada vez mais pra baixo com essas situações. Tenho uma dificuldade mt grande em sair da zona de conforto, principalmente relacionado à algo social ( conversar com quem Nao conheço, abordar uma mulher na rua, na minha cabeça é impossível). O que posso fazer, qual especialista procurar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! A dificuldade para tomar decisões e o medo de sair da zona de conforto podem estar relacionados à timidez, mas nem sempre se resumem apenas a isso. Quando essas dificuldades começam a apresentar algum nível sofrimento é importante olhar para isso com mais cuidado. Perceba que evitar situações sociais pode até trazer um alívio momentâneo, mas geralmente reforça ainda mais a sensação de incapacidade e o medo de se expor. A psicoterapia pode te auxiliar e compreender como você está vivendo essas experiências e o que esse medo pode estar tentando proteger. E um ponto importante: processo costuma acontecer aos poucos, respeitando seus limites.
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Cresci em um ambiente com muita negligência, sofrimento emocional e situações traumáticas que me afe
Cresci em um ambiente com muita negligência, sofrimento emocional e situações traumáticas que me afetaram desde pequeno. Hoje sinto que isso ainda influencia muito minha vida diária.
Eu vivo um conflito constante:
Por um lado, sinto que preciso conquistar autonomia, independência financeira, rotina, trabalho e eventualmente sair de casa, porque o ambiente em que vivo ainda me faz mal emocionalmente.
Por outro lado, sinto que estou tão desgastado emocionalmente que tenho dificuldade de manter constância, disciplina, foco, energia e estabilidade pra conseguir justamente construir essa independência.
Então entro num looping:
- não consigo crescer porque estou emocionalmente mal e vivendo num ambiente ruim;
- mas continuo preso nesse ambiente porque ainda não consegui crescer.
Queria entender:
- até que ponto o ambiente atual pode estar mantendo meus problemas emocionais?
- sair de casa costuma ajudar pessoas nesse tipo de situação?
- devo priorizar primeiro estabilidade emocional/terapia ou construir independência mesmo ainda estando emocionalmente mal?
- como diferenciar “preciso me esforçar mais” de “meu sistema emocional está realmente sobrecarregado”?
- qual seria uma forma saudável e realista de construir autonomia nesse estado?
- dá pra carregar todo esse sofrimento e todos esses traumas e ainda conseguir manter rotina, crescimento pessoal pra conseguir independência e sair de casa?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Crescer em um ambiente marcado por negligência, sofrimento e instabilidade emocional pode fazer com que a vida passe a ser vivida mais em modo de sobrevivência do que de construção de si. Nesses casos, é comum surgir exatamente esse conflito: querer mudar de vida, mas ao mesmo tempo sentir-se emocionalmente sem recursos para sustentar essa mudança. O ambiente atual pode sim manter parte desse sofrimento, especialmente quando ele continua produzindo desgaste, insegurança ou sensação de aprisionamento. Mas também é importante compreender que, muitas vezes, quem viveu experiências traumáticas acaba carregando internamente marcas que continuam influenciando a forma como percebe a si mesmo, suas possibilidades e o futuro. A psicoterapia pode ajudar justamente nesse processo de compreender como sua história afetou sua maneira de existir hoje, acolhendo esse sofrimento sem reduzi-lo a “falta de esforço” ou “fraqueza”. Além disso, pode auxiliar na construção de formas mais possíveis e realistas de autonomia, respeitando seus limites atuais, mas sem perder de vista sua capacidade de transformação e escolha ao longo da vida.
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Como lidar com a sensação de fracasso profissional quando toda a minha identidade está ligada ao tra
Como lidar com a sensação de fracasso profissional quando toda a minha identidade está ligada ao trabalho?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando nossa identidade fica muito vinculada ao trabalho, qualquer dificuldade profissional pode ser sentida como um fracasso pessoal. Essa sensação de fracasso costuma carregar expectativas muito rígidas sobre desempenho, sucesso ou reconhecimento. Conversar sobre essas questões em um ambiente seguro e com um profissional qualificado pode ajudar a compreender melhor a relação que você construiu com o trabalho e entender que o trabalho é apenas uma das dimensões da nossa existência, ainda que muitas vezes tenha um peso significativo. Olhar com mais cuidado para essa experiência: de onde vêm, o que ela exige de você pode ser um passo importante.
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Olá, recentemente passei por uma crise de ansiedade e perdi um tempo ao meu ex namorado para refleti
Olá, recentemente passei por uma crise de ansiedade e perdi um tempo ao meu ex namorado para refletir oq estava acontecendo comigo pq nunca me havia acontecido isso e eu sentia ansiedade so de pensar nele. Depois que minha mente clareou percebi que não queria perder-lo, mas quando fui conversar novamente ele falou que ja queria terminar o relacionamento e que nao era culpa minha, mas sim ele que não estava conseguindo se doar para mim. Estou me sentindo péssima, sinto que estraguei tudo. E também muito confusa sobre essa situação, sinto vontade de ficar perguntando até saber oq significa não conseguir se doar, apesar de suspeitar que seja "não gosto o suficiente de você" me sinto meio traída.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Obrigada por compartilhar algo tão sensível. Pelo seu relato, é possível perceber o quanto essa experiência foi intensa e atravessada por muitas emoções ao mesmo tempo. Independentemente dos motivos envolvidos, você está lidando com uma ruptura e com as marcas que ela deixa, e isso pode gerar sofrimento, dúvidas e um senso de perda importante. Ter vontade de entender o que aconteceu e buscar sentidos para essa experiência faz parte do processo. Caso sinta necessidade, a psicoterapia pode ser um espaço de escuta para falar sobre o que você tem vivido, compreender como essa ansiedade se manifestou e atravessar esse momento de luto de forma mais cuidadosa, respeitando o seu tempo.
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Há alguns dias, meu filho me procurou e disse que gostaria de voltar a fazer terapia. Ele fez terapi
Há alguns dias, meu filho me procurou e disse que gostaria de voltar a fazer terapia. Ele fez terapia por um ano, Há dois anos atrás. Aparentemente, parecia uma depressão. A psicóloga me passou que ele tinha um pouco de fobia social. Como ele apresentou uma certa melhora, a psicóloga disse que não havia mais necessidade de terapia. Porém, eu percebo qie ele é diferente, já cheguei a pensar que ele talvez seja autista. Mas, hoje ele (chorando) me disse que não queria nos decepcionar e me contou que ele não se sente um menino e sim menina(desde pequeno). Ele tem 17 anos.Ele não demonstra nenhum estereótipo feminino. Já chegou a se apaixonar por uma menina. Ele diz que apesar de se sentir assim,.sexualmente, ele não tem interesse em se relacionar com menino, e sim, com menina
Comentou também sobre a mudança de identidade, de transição de gênero e que pode acontecer dd mesmo ele se tornando uma menina ele se relacionar com outra menina. Hoje em dia os jovens tem muito mais informação. Pra mim é um pouco confuso , sei qie mesmo que ele tenha informações, tenho certeza que não é fácil lidar com isso. Pois, sabemos os desafios e situações que iremos enfrentar. Jamais agendei com uma psicóloga, mas gostaríamos de mais esclarecimentos.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É compreensível que tudo isso gere confusão e preocupação em você, especialmente por se tratar do seu filho e do bem-estar dele. O que ele trouxe aponta para um sofrimento que merece escuta, sem pressa e nem definições fechadas. A psicoterapia pode ser um espaço seguro para que ele se compreenda no próprio ritmo, sem rótulos ou expectativas externas. Esse cuidado pode se estender à família, ajudando-os a atravessar esse momento com mais clareza e acolhimento.
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É possível tratar ansiedade antecipatória online? .
É possível tratar ansiedade antecipatória online? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No processo psicoterapêutico, é possível compreender os fatores que mantêm a ansiedade e os pensamentos antecipatórios. Na perspectiva em que trabalho, a ansiedade é compreendida como parte da condição humana, especialmente relacionada às incertezas, escolhas e responsabilidades diante do futuro. O processo terapêutico busca ampliar a consciência sobre como você se relaciona com suas possibilidades, medos e expectativas. Seja no formato online ou presencial, o que sustenta a terapia é o vínculo construído entre paciente e psicóloga, sendo esse um dos principais fatores para a eficácia de um processo psicoterapêutico. Por isso, a terapia online pode ser tão efetiva quanto a presencial, dependendo da sua preferência e do formato no qual você se sente mais confortável para se cuidar.
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Ola me chamo Leandra e estou em um relacionamento de quase 3 anos e meu namorado sempre desconfiou d
Ola me chamo Leandra e estou em um relacionamento de quase 3 anos e meu namorado sempre desconfiou de mim pelo fato de eu não lembrar de algumas coisas, mas eu sempre provei tudo pra ele, ate mesmo de chegar no ponto de eu ter que gravar meu dia a dia, sempre para fazer com que ele acredite que eu não faço nada de errado pois nunca fiz mesmo, já da parte dele já teve vários acontecimentos, inclusive traição, sempre pedi para ele me mostrar que tinha mudado mas ele se recusa a fazer isso, sempre falando que eu que tenho que fazer isso, eu que esqueço as coisas, que somos diferentes e ele não precisa provar nada e etc., ele desconfia de mim e eu sempre tento conforta-lo mas na minha vez ele só me da mais desconfiança, como por exemplo, ter acesso ao meu telefone e e eu não ter acesso ao dele, e ele ate diz que se eu mexer ele vai ficar bravo. Não sei oq fazer, sempre tenho que mostrar confiança mas nunca recebo o mesmo. O que eu faço e o que isso significa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Leandra. Obrigada por compartilhar com sensibilidade o que você vem vivenciando. O que você descreve aponta para uma relação marcada por desconfiança, controle e desequilíbrio, o que pode gerar intenso sofrimento emocional. Quando apenas um lado precisa provar constantemente sua honestidade enquanto o outro não se responsabiliza, algo importante precisa ser olhado. Isso não fala sobre falhas suas, mas sobre a dinâmica do vínculo. A psicoterapia pode ajudar a compreender essa relação, fortalecer seus limites e decidir, com mais clareza, o que faz sentido para você.
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Bom dia! Esse ano vou fazer 4 anos trabalhando em departamento pessoal, mas já tem algum tempo que q
Bom dia! Esse ano vou fazer 4 anos trabalhando em departamento pessoal, mas já tem algum tempo que quero sair dessa área, todo dia sinto uma agonia muito forte, principalmente no domingo, não consigo dormir direito, porque a minha mente não consegue parar de pensar em tudo que tenho que fazer nos prazos, quando penso que tenho que continuar trabalhando com bate um desespero e ter que sair de casa pra ir pro escritório é um sofrimento. Não aguento mais ter que lidar com isso, só sinto vontade de chorar, tudo me irrita, quando acordo já me sinto mal, não tenho vontade de sair pra me divertir, às vezes sinto faltar de ar e meu coração acelera muito. O que posso fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Esses sinais podem ser compreendidos como algo que precisa ser olhado com mais atenção para o modo como você está se relacionando com sua vida, suas escolhas e o lugar que esse trabalho ocupa hoje. Talvez este seja um momento de ter um espaço de escuta para compreender o que esse sofrimento está revelando sobre você, seus limites e seus desejos, sem a necessidade de decisões imediatas. Esse processo pode ajudar a se reconectar consigo mesma e a sustentar escolhas mais alinhadas ao que faz sentido para você neste momento.
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Estou em um relacionamento com uma mulher bissexual. Recentemente, em uma conversa sincera, ela diss
Estou em um relacionamento com uma mulher bissexual. Recentemente, em uma conversa sincera, ela disse que sente falta de sexo com homens, mas afirmou que não deseja se relacionar com eles e que escolheu estar comigo. Mesmo assim, essa informação me deixou insegura e confusa. Gostaria de entender se esse incômodo é algo natural e como posso lidar com esse sentimento sem invalidar nem a mim nem a relação...eu realmente não sei o que fazer...ela me pergunta o que ela pode fazer...e eu realmente não sei. Era meu medo disso. Tenho medo disso atrapalhar a relação. De eu acabar não lidando com isso e terminar.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Obrigada pela abertura em trazer algo tão delicado. Pelo que você descreve, é possível perceber o quanto essa conversa te atravessou e despertou insegurança, confusão e medo de perda. Sentir-se assim diante de algo que toca diretamente o vínculo e o lugar que você ocupa na relação é algo compreensível. O incômodo que você sente não significa, necessariamente, falta de confiança ou desvalorização da relação, mas pode estar ligado ao impacto de entrar em contato com algo que você não esperava e que mobiliza seus próprios limites, medos e expectativas. Antes de chegar a decisões ou conclusões, pode ser importante ter um espaço onde você possa falar sobre essas inseguranças, entender de onde elas vêm e como afetam a forma como você se relaciona.
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Como diferenciar tristeza passageira de um quadro de depressão que precisa de acompanhamento especia
Como diferenciar tristeza passageira de um quadro de depressão que precisa de acompanhamento especializado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Bom, a tristeza passageira costuma estar relacionada a situações específicas e tende a diminuir com o tempo, permitindo que continue realizando suas atividades. Já a depressão envolve um sofrimento mais persistente, que afeta o humor, os pensamentos, o sono, o apetite e o interesse pela vida, por semanas ou meses. Quando a tristeza se mantém, se intensifica ou começa a comprometer o funcionamento diário, é indicado buscar acompanhamento psicológico.
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Como saber se o que eu sinto é amor ou somente apego aos momentos bons que o relacionamento tinha ?
Como saber se o que eu sinto é amor ou somente apego aos momentos bons que o relacionamento tinha ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida muito comum. Em geral, o amor envolve cuidado, escolha e presença mesmo diante das dificuldades, enquanto o apego costuma estar mais ligado à saudade do que foi vivido, ao medo de perder e à idealização dos momentos bons. Observar como você se sente no presente e não apenas em relação ao passado, pode ajudar a diferenciar. Um processo terapêutico também pode ser um espaço importante para compreender esses sentimentos com mais clareza.
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Quero conversar com as pessoas e ficar em lugares cheios, porém não consigo. bate uma tristeza depoi
Quero conversar com as pessoas e ficar em lugares cheios, porém não consigo. bate uma tristeza depois de não conseguir. Estou me sentindo bem sozinho, será que eu estou com fobia social ou depressão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo como pode ser difícil querer estar perto das pessoas e, ao mesmo tempo, sentir que algo te impede. Nem sempre isso significa um diagnóstico como depressão ou fobia social, mas de um momento em que se torna difícil se relacionar com o mundo e com os outros do modo que você gostaria. Na Psicologia Existencial, entendemos que esses sentimentos de solidão e bloqueio podem expressar uma tentativa de lidar com algo mais profundo, como o medo de não ser aceito, a autocrítica, ou até um período de afastamento de si mesmo e do que faz sentido na vida. Buscar um acompanhamento psicológico pode te ajudar a compreender melhor o que tem acontecido, dar sentido a essas experiências e encontrar caminhos possíveis para se relacionar com os outros.
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Quem tem ansiedade tem hiperfoco? .
Quem tem ansiedade tem hiperfoco? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não necessariamente. A ansiedade e o hiperfoco são experiências diferentes. A ansiedade envolve preocupação e antecipação, enquanto o hiperfoco é uma concentração intensa em algo específico. Em algumas situações, pessoas ansiosas podem apresentar momentos de foco excessivo como uma forma de tentar controlar ou aliviar a tensão, mas isso não significa que o hiperfoco seja um sintoma característico da ansiedade. Cada caso deve ser avaliado individualmente para compreender o que está sustentando esse comportamento.
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Como a terapia existencial pode ajudar a recuperar a autoestima e o senso de valor?
Como a terapia existencial pode ajudar a recuperar a autoestima e o senso de valor?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na terapia existencial, o trabalho sobre a autoestima e o senso de valor acontece a partir da reflexão sobre como a pessoa se relaciona consigo mesma. Mais do que fortalecer uma imagem positiva, a terapia convida a compreender o que está por trás desses sentimentos, como eles se formaram e o que revelam sobre a forma de se relacionar consigo e com o mundo. No processo terapêutico, há um espaço para revisitar experiências e entender como elas moldaram a percepção de si, auxiliando a resgatar o contato com o que realmente tem sentido em sua vida. Esse movimento de elaboração e autocompreensão possibilita um sentimento mais genuíno de valor e pertencimento, que não depende de padrões externos, mas do próprio modo de existir.
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Por que sinto que não tenho controle sobre minhas ações?
Por que sinto que não tenho controle sobre minhas ações?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sentir que não se tem controle sobre as próprias ações é uma experiência que muitas pessoas vivenciam em determinados momentos da vida, sobretudo em situações de estresse, tensão ou conflito emocional. Essa sensação não indica que algo esteja “errado” com você, mas pode ser um sinal de que padrões emocionais ou comportamentais estão interferindo na forma como você age. Um acompanhamento em psicoterapia pode oferecer um espaço seguro para compreender melhor essa questão, identificar o que os sustenta e explorar estratégias para lidar com eles de maneira mais consciente e equilibrada.
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Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse
Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse. Como faço para fazer uma avaliação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Ansiedade e estresse podem apresentar sintomas semelhantes, mas compreender o que está acontecendo exige um acompanhamento cuidadoso, que considera sua rotina, seus sintomas e o contexto da sua vida. Caso deseje, você pode agendar um horário diretamente pela agenda disponível aqui no meu perfil ou entrar em contato comigo pelo WhatsApp para mais informações =)
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