Perguntas do paciente (10)

  • Sou casado a 35 anos, desde criança tenho sentimentos homossexuais gostava de fazer de minhas cuecas

    Sou casado a 35 anos, desde criança tenho sentimentos homossexuais gostava de fazer de minhas cuecas de calcinhas, mas crédito casei e sempre com meu desejo, depois dos trinta anos tive uma experiência homossexual passiva com um travesti, gostei muito e aí aflorou meus desejos e de lá pra cá tenho tido várias experiências homossexuais com homem e travestis, continuo com vontade de usar calcinha usando da minha esposa em casa, meu relacionamento no casamento é bom mas na ha relação sexual, devo continuar na prática homossexual?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Paula Braga Duarte

    Olá, agradeço por compartilhar sua vivência com tanta sinceridade. Falar sobre sentimentos e desejos que atravessam toda uma vida não é simples, e você demonstra muita coragem ao fazer isso.

    É importante dizer que não existe uma resposta pronta sobre “devo ou não continuar”. O que podemos fazer juntos em um processo terapêutico é refletir sobre o que esses desejos significam para você, como eles impactam sua vida, seu bem-estar e suas relações. Você descreve uma relação longa e estável, mas sem vida sexual, ao mesmo tempo em que vive experiências que parecem trazer satisfação e conexão com partes de si que talvez tenham sido reprimidas por muito tempo.

    Sua história revela um conflito entre o que você aprendeu socialmente como “correto” e os desejos que fazem parte da sua identidade. Isso é algo que pode ser profundamente trabalhado na terapia, com respeito, sem julgamentos, e com espaço para que você se escute de maneira autêntica.

    Vale lembrar que nossa sexualidade pode ser fluida e múltipla, e que compreender quem você é — além de rótulos e expectativas sociais — pode abrir caminhos para decisões mais conscientes, sejam elas no campo da sexualidade ou dos relacionamentos.

    Se você sente que essa questão está gerando sofrimento ou confusão, buscar apoio terapêutico contínuo pode ser um passo importante para seu autoconhecimento e bem-estar emocional.

    Conte comigo no que precisar nesse processo.


  • Olá! Minha namorada após 1 ano de relacionamento não sente mais afeto/carinho/tesão. Isso aconteceu

    Olá! Minha namorada após 1 ano de relacionamento não sente mais afeto/carinho/tesão. Isso aconteceu em todos os relacionamentos dela e está acontecendo no nosso agora. O que pode estar causando isso? Ela é religiosa mas nem tanto, não gosta muito de toque físico mas quanto fica sem relacionamento por 3 meses ou mais esse afeto volta. É estranho, como um ciclo onde ela nunca se mantém em um relacionamento pois não consegue mais satisfazer o afeto do companheiro

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Paula Braga Duarte

    O que você descreve pode, sim, estar relacionado a um padrão emocional que se repete e que vale a pena ser olhado com cuidado e acolhimento — especialmente por parte dela, se ela estiver aberta a isso.

    É comum que algumas pessoas enfrentem dificuldades em manter o afeto, o desejo ou o vínculo emocional conforme o relacionamento avança. Isso pode ter várias causas: experiências anteriores, crenças aprendidas sobre amor e intimidade, conflitos internos em relação à sexualidade, ou até formas específicas de se proteger de uma possível dor emocional.

    O fato de ela não gostar tanto de toque físico, por exemplo, e de viver esse “ciclo” de esfriamento afetivo pode indicar questões mais profundas em torno da intimidade e da vinculação emocional — algo que pode ser explorado com muito cuidado em um processo terapêutico. Às vezes, quando a pessoa está sozinha, sente falta da conexão; mas quando se envolve, surgem bloqueios ou desconfortos, como se o afeto despertasse ansiedade, medo ou até culpa.

    É importante ressaltar que isso não significa que há algo “errado” com ela, mas que há algo que merece atenção, especialmente se esse ciclo a impede de construir vínculos duradouros que lhe tragam bem-estar.

    Se houver abertura, o acompanhamento psicológico pode ajudá-la a entender melhor esses padrões e o que eles querem comunicar. Já para você, também pode ser um momento importante de refletir sobre seus próprios limites, expectativas e necessidades dentro da relação.

    Se precisar conversar mais sobre isso, estou à disposição.


  • Oi, Tenho um psicólogo que vive se atrasando para as sessões. Entre 10 a min de atraso. Têm vezes

    Oi,
    Tenho um psicólogo que vive se atrasando para as sessões. Entre 10 a min de atraso. Têm vezes que passa até de 20 min. E o profissional não diz nada. Teve até uma vez que a sessão atrasada acabou antes dos 50 minutos. E até me foi cobrado uma sessão indevida.

    Estou sendo muito duro ou o comportamento antiprofissional do meu terapeuta é errado?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Paula Braga Duarte

    boa tarde! de fato o atendimento do profissional está deixando a desejar no quesito ético, tanto pelos atrasos, quanto pelas cobranças indevidas. sugiro que verifique no seu contrato terapêutico as clausulas sobre atraso e converse com o profissional. dependendo da devolutiva, seria cabível realizar uma denúncia junto ao CRP ou CFP, que poderão conduzir o caso com o Psicólogo e analisar se esta falta ética também não está se repetindo com os demais pacientes.

    caso tenha interesse em conhecer outros profissionais que valorizem seu tempo e dinheiro, estou à disposição!


  • Tenho fobia social e, além disso, me sinto anestesiada emocionalmente. Vivo no automático. É como se

    Tenho fobia social e, além disso, me sinto anestesiada emocionalmente. Vivo no automático. É como se eu estivesse apenas repetindo os dias, sem presença, sem envolvimento, só existindo.

    As coisas que eu costumava gostar de fazer já não me geram mais prazer. Sinto um vazio constante. Não é tristeza o tempo todo, mas um nada – como se algo estivesse desligado dentro de mim.

    Eu sei que preciso estudar, cuidar da casa, fazer coisas básicas... Mas parece que dentro de mim não existe senso de urgência. Não sinto aquela voz interna dizendo "isso é importante", "faça isso agora". É como se o alarme de incêndio não tocasse – e por isso eu não me movo.

    Eu não sinto que estou sem energia, mas não consigo agir. Assisto vídeos engraçados, às vezes rio, mas não sinto alegria de verdade. Parece tudo automático, como se as emoções estivessem encobertas.

    Sei que isso tudo pode ter nome, pode ter explicação. Só queria conseguir entender melhor o que está acontecendo comigo, e se é possível sair disso.
    Tem algo que eu possa fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Paula Braga Duarte

    Olá! O que você está sentindo tem nome e pode ser tratado. Essa sensação de viver no automático, sem prazer, sem motivação e com tudo parecendo “desligado” pode estar relacionada a um quadro de depressão, despersonalização ou esgotamento emocional — e muitas vezes vem associado à fobia social, como você mencionou.

    Você não está sozinha, e sim, é possível sair disso com ajuda profissional. A psicoterapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental, pode te ajudar a entender melhor o que está acontecendo e a reencontrar sentido e conexão com o que te cerca. Em alguns casos, o acompanhamento psiquiátrico também pode ser necessário, principalmente se os sintomas estiverem mais intensos.

    Buscar ajuda é o primeiro passo, e você já começou. Não desista de você.

    Estou disponível para te ouvir, acolher e ajudar a devolver as cores para a sua vida!


  • Boa noite meu filho tem 2 anos e 7 messes ele começa a dormias 21:00 da noite mais quando chega as 2

    Boa noite meu filho tem 2 anos e 7 messes ele começa a dormias 21:00 da noite mais quando chega as 2:00 horas da madrugada ele grita dormindo acha o pai ou a mae domirndo e a vezes chora tenho que levantar varis vezes para ver o que esta acontecendo mas ele esta dormindo sempre quando faz esse tipo de situação e acanão não deixando agente dormi direito por te quelevantar varias vez para ver o que esta acintecendo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Paula Braga Duarte

    Possivelmente seja um caso de Terror Noturno, no caso de uma criança de 2 anos e 7 meses, é importante compreender que o cérebro ainda está em desenvolvimento e que fatores como imaturidade neurológica, estresse, mudanças na rotina ou privação de sono podem contribuir para esses episódios.

    Algumas orientações que podem ajudar:
    1. Mantenha uma rotina de sono previsível e acolhedora
    Estabeleça horários regulares para dormir e acordar, com um ritual tranquilo antes de dormir (banho morno, história calma, ambiente escuro e silencioso).
    2. Evite estímulos excessivos antes de dormir
    Televisão, telas, brincadeiras agitadas ou situações estressantes no fim do dia podem dificultar um sono profundo e estável.
    3. Não desperte a criança durante o episódio
    Apesar da aparência de sofrimento, acordá-la pode deixá-la ainda mais confusa. O ideal é manter a segurança física da criança (impedindo quedas, por exemplo) e aguardar, com calma e paciência, até que o episódio passe.
    4. Observe padrões
    Se os episódios ocorrerem sempre em horários semelhantes, é possível acordar a criança cerca de 15 minutos antes do horário em que o terror noturno costuma começar. Esse pequeno despertar pode “quebrar” o ciclo e reduzir a frequência dos episódios.
    5. Cuide também do ambiente emocional da criança
    Mudanças na rotina, nascimento de irmãos, separações ou qualquer situação que gere insegurança podem refletir no sono. Proporcione um ambiente afetivo seguro, com atenção às necessidades emocionais da criança durante o dia.
    6. Busque acompanhamento profissional, se necessário
    Caso os episódios sejam muito frequentes, intensos ou causem grande impacto na qualidade de vida da família, o acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender possíveis causas emocionais e apoiar os pais no manejo adequado da situação.

    estou à disposição!


  • Boa noite. Desde 2017, quando decidi mudar de cidade e morar na capital venho notando que algumas

    Boa noite.

    Desde 2017, quando decidi mudar de cidade e morar na capital venho notando que algumas manias e sentimentos vieram aos poucos tomando conta do meu ser, e hoje, me sinto com uma sensação de vazio e o desejo constante de recomeçar a minha vida do zero.

    Passei por muitas perdas dos 11 anos de idade em diante. De pessoas que me amaram e me protegiam e por outro lado, de quem me humilhou e me maltratou em vez de ter me acolhido no momento em que mais precisava.

    Hoje, com 26 anos, eu me sinto completamente perdido. Nada faz muito sentido na minha vida, não gosto muito de ter contato com familiares e amigos, sinto que já passou da hora de sair do relacionamento amoroso que tenho, mas tenho medo, pois tenho a impressão de que não serei capaz de me cuidar sozinho.

    Como faço para romper esses ciclos viciosos na minha vida e me encontrar verdadeiramente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Paula Braga Duarte

    Parece que você está carregando um peso emocional muito grande. É como se você tivesse acumulado muita dor e incerteza ao longo dos anos.

    Você precisa se dar permissão para se cuidar e se priorizar. Isso pode significar buscar ajuda profissional, como terapia, para trabalhar essas questões. Além disso, é importante começar a fazer pequenas mudanças na sua vida que te façam sentir melhor, como praticar atividades que você gosta ou passar tempo com pessoas que te apoiam.

    Lembre-se de que você não precisa fazer tudo sozinho. Buscar apoio é um sinal de força, não de fraqueza. E, sim, é possível recomeçar e criar uma nova vida, mas isso vai acontecer aos poucos, com pequenos passos.

    Você é capaz de superar isso, mas é importante ser gentil consigo mesmo e reconhecer que é um processo. Posso te ajudar neste processo?


  • É normal está com a mente sempre pensar,sim ou não ?????

    É normal está com a mente sempre pensar,sim ou não ?????

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Paula Braga Duarte

    Sim, é comum. A mente pode ficar sem pensamentos conscientes em momentos de relaxamento, concentração ou cansaço. Isso não é sinal de problema, pode até ser saudável dar pausas ao cérebro. Mas o caso merece uma atenção especial se vier com sensação de confusão ou “desligamento” constante.

    se quiser conversar sobre isso, estou a disposição!


  • É mesmo verdade que contar números mentalmente induz ondas cerebrais mais lentas?

    É mesmo verdade que contar números mentalmente induz ondas cerebrais mais lentas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Paula Braga Duarte

    Contar mentalmente pode induzir ondas cerebrais mais lentas, se for feito em um contexto de relaxamento ou meditação. Mas contar, por si só, não é uma atividade que automaticamente leva o cérebro a um estado de ondas mais lentas, tudo depende do estado emocional e da intenção por trás da ação.


  • Todo mundo tem imagens de hipnagogia antes de dormir??

    Todo mundo tem imagens de hipnagogia antes de dormir??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Paula Braga Duarte

    todas as pessoas podem vir a experimentar de um quadro de Hipnagogia, pois trata-se de um estado transitório entre o estado de vigília e o sono, mas entrar experienciar este quadro com frequência não é o comum. precisa de ajuda para melhorar a qualidade do seu sono? pode contar comigo!


  • Opa olá a todos me chamo Felipe tenho três perguntas e procuro uma consulta presencial que seja uma

    Opa olá a todos me chamo Felipe tenho três perguntas e procuro uma consulta presencial que seja uma boa neuropsicóloga ou psicóloga mesmo que realiza testes e diagnostico, sou de Campo Grande - MS

    Tenho por preferencia mulheres, mas pode ser homem caso eu mudo de ideia

    é seguinte eu tenho forte suspeitas que tenho Autismo (acredito grau 1 leve a 2 moderado), além de ter possível TOC, TDAH e ansiedade + depressão, e vicio em pornografia (Conhecido como masturbação compulsiva)

    No meu caso depressão e ansiedade é 100% confirmado pq eu sinto os sintomas embora leve e também tenho muita raiva por causa disso, pq minha depressão não é só baseado na tristeza mas também na agressividade

    A Terapia cognitiva comportamental é suficiente para lidar com todos esses problemas? e quantas semanas ou meses é necessário ? também seria melhor acompanhar junto com medicação? Obrigado deste já a todos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Paula Braga Duarte

    Olá, Felipe! Agradeço por compartilhar com tanta sinceridade sua vivência e suas dúvidas, isso já é um passo importante no processo de autocuidado.

    Pelo que você descreve, há sinais que merecem sim uma avaliação cuidadosa, e é muito válido buscar uma profissional, Quanto à sua pergunta: a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) tem excelentes resultados no tratamento de condições como ansiedade, depressão, TOC, TDAH e até nos comportamentos compulsivos. Ela trabalha com técnicas práticas para entender e modificar pensamentos, emoções e comportamentos disfuncionais.

    Entretanto, quando os sintomas estão mais intensos ou envolvem múltiplos transtornos, a combinação entre psicoterapia e acompanhamento psiquiátrico com possível uso de medicação pode ser a abordagem mais eficaz. Isso não significa que a medicação será obrigatória, mas uma avaliação médica especializada poderá ajudar a definir isso de forma mais segura.

    Sobre o tempo de terapia, não há uma resposta única: o número de sessões varia de pessoa para pessoa. Algumas mudanças podem ser sentidas nas primeiras semanas, mas, para condições mais complexas como as que você relatou, um acompanhamento contínuo por alguns meses costuma ser necessário para resultados mais duradouros.

    Se quiser tentar a terapia online, estou com a agenda aberta para acolher suas questões e te ajudar a se libertar das compulsões!


Perguntas frequentes

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