Perguntas do paciente (682)
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Olá, irei tentar escrever tudo que sinto, no momento provavelmente estou passando por depressão, cre
Olá, irei tentar escrever tudo que sinto, no momento provavelmente estou passando por depressão, creio que a raiz dela é desde minha infância, tenho extrema dificuldade de interagir e conversar, manter conversas e etc, até ai ok eu vivi minha vida, resultado: solitude e bloqueio emocional, tenho apenas 1 amigo que está desde minha infância comigo, ainda tenho extrema dificuldade de interagir e conversar, isso pode parecer bobo mas já arruinou, amizades, trabalho em grupo, questões amorosas, basicamente tudo em minha vida, como posso lidar com isso? Creio que não sou tímido, mas a falta de conhecimento nesse tipo de interação me gera insegurança, consequentemente levando a timidez de qualquer forma, também gostaria de saber lidar com o fato de que amadureci demais, me sinto sem graça e estóico, rejeito pessoas e amizades para evitar frustrações, a propósito tenho toc diagnósticado.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A forma como você descreve sua vivência revela uma percepção profunda de si mesmo e da própria história, o que já é um passo importante. Sentimentos de solidão, bloqueio emocional e dificuldades nas interações sociais, especialmente quando persistem desde a infância, costumam ter raízes mais amplas, muitas vezes ligadas à forma como nos sentimos acolhidos, compreendidos ou protegidos ao longo da vida. O impacto disso na vida adulta pode se refletir justamente nessa sensação de isolamento, amadurecimento precoce e até uma aparente frieza emocional, que, na verdade, pode funcionar como defesa contra novas frustrações. A psicoterapia pode te ajudar a explorar essas experiências, entender seus efeitos e criar caminhos mais autênticos de se relacionar consigo mesmo e com os outros. Você não está sozinho nesse tipo de vivência — há um espaço possível de reconstrução interna que começa com o desejo, como esse que você demonstra, de compreender e transformar.
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Gostaria de saber se o que estou sentindo são sintomas de ansiedade ou algum outro transtorno: tenho
Gostaria de saber se o que estou sentindo são sintomas de ansiedade ou algum outro transtorno: tenho sentindo muita insônia, tenho sono mas na hora de dormir não consigo. Meus olhos "secam". Os finais de semana são horríveis não estou conseguindo relaxar.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve — dificuldade para dormir apesar do cansaço, sensação de olhos secos e incapacidade de relaxar nos finais de semana — pode sim estar relacionado a um quadro ansioso, mas é importante considerar que outros fatores também podem estar envolvidos. O corpo e a mente costumam sinalizar quando algo não está bem, e esses sinais não devem ser ignorados. A insônia recorrente e a dificuldade de aproveitar os momentos de descanso podem indicar que há uma sobrecarga emocional em curso. A psicoterapia é um espaço seguro para compreender melhor o que está acontecendo com você, investigar as causas desses sintomas e construir formas mais saudáveis de lidar com suas demandas internas e externas. Cuidar da saúde mental não é apenas tratar sintomas, mas investir em autoconhecimento e bem-estar. Buscar apoio psicológico é um passo importante nesse processo de cuidado.
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Ah 2 anos perdi meu marido e até hj eu vivo esse luto e sinto que meu filho de 3 anos tbm vive , pq
Ah 2 anos perdi meu marido e até hj eu vivo esse luto e sinto que meu filho de 3 anos tbm vive , pq ele diariamente tem febre emocional, gostaria de uma solução pra isso ..
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lidar com a perda de alguém tão significativo como um companheiro é uma das experiências mais difíceis da vida, e o luto é um processo profundo, que não tem um tempo certo para passar. A dor pode mudar de forma com o tempo, mas permanece presente, especialmente quando há uma criança pequena envolvida, que também sente e reage à ausência, mesmo que não consiga expressar isso claramente. As chamadas “febres emocionais” em crianças pequenas muitas vezes estão relacionadas a sentimentos que elas ainda não conseguem nomear, e o corpo passa a falar por elas. Seu filho provavelmente está expressando, do modo que consegue, algo que vocês dois estão vivendo juntos: a falta, a saudade, a insegurança. Não existe uma solução pronta, mas sim um caminho possível de elaboração, que passa por acolher a dor, falar sobre o que aconteceu de forma delicada e permitir que as emoções encontrem lugar para existir. Buscar apoio nesse momento pode ajudá-la a cuidar de si mesma e, com isso, estar mais disponível para acolher também o sofrimento do seu filho.
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Olá! Existe alguma base científica para a ideia de que o jeito como adormecemos influencia o jeit
Olá!
Existe alguma base científica para a ideia de que o jeito como adormecemos influencia o jeito como acordamos?
Por exemplo: se eu costumo adormecer imóvel e calmo, o cérebro pode repetir esse padrão ao acordar — fazendo com que eu desperte também imóvel, sem me mexer logo?
Isso valeria tanto para atitudes físicas quanto para o último pensamento ou intenção que tive antes de dormir?
Estou interessado nisso principalmente por questões de consciência no despertar e práticas de sono lúcido.
Agradeço desde já!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sua observação é bastante pertinente, especialmente considerando o interesse em consciência e sono lúcido. Ainda que a ciência não tenha uma resposta definitiva, há bases que sustentam a ideia de que o estado mental e corporal no momento de adormecer pode influenciar a forma como despertamos.
O cérebro tende a formar ciclos e padrões, e isso inclui hábitos do sono. Estudos em neurociência sugerem que os últimos pensamentos, emoções e sensações físicas antes de dormir podem impactar o conteúdo dos sonhos, a qualidade do sono e, em certa medida, o modo como despertamos. Isso se relaciona ao chamado *efeito da última impressão*, onde o que é vivido imediatamente antes de dormir pode "ecoar" na mente ao acordar.
No campo dos sonhos lúcidos, práticas como manter uma intenção clara antes de dormir (por exemplo, "vou perceber que estou sonhando") têm mostrado aumentar a probabilidade de consciência ao despertar. Embora a imobilidade ao acordar também possa estar relacionada à atonia muscular típica do sono REM, há sim sentido em investigar como o modo de adormecer influencia a transição para o despertar.
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Opa olá a todos me chamo Felipe tenho três perguntas e procuro uma consulta presencial que seja uma
Opa olá a todos me chamo Felipe tenho três perguntas e procuro uma consulta presencial que seja uma boa neuropsicóloga ou psicóloga mesmo que realiza testes e diagnostico, sou de Campo Grande - MS
Tenho por preferencia mulheres, mas pode ser homem caso eu mudo de ideia
é seguinte eu tenho forte suspeitas que tenho Autismo (acredito grau 1 leve a 2 moderado), além de ter possível TOC, TDAH e ansiedade + depressão, e vicio em pornografia (Conhecido como masturbação compulsiva)
No meu caso depressão e ansiedade é 100% confirmado pq eu sinto os sintomas embora leve e também tenho muita raiva por causa disso, pq minha depressão não é só baseado na tristeza mas também na agressividade
A Terapia cognitiva comportamental é suficiente para lidar com todos esses problemas? e quantas semanas ou meses é necessário ? também seria melhor acompanhar junto com medicação? Obrigado deste já a todos.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Felipe. É importante que você esteja buscando ajuda e reconhecendo o que está sentindo — isso por si só já é um passo essencial. Diante das questões que você descreve (suspeita de autismo, TOC, TDAH, ansiedade, depressão e compulsão), o ideal é passar por uma avaliação clínica aprofundada, que pode incluir entrevistas, testes psicológicos e observação. Essa avaliação permitirá entender com clareza o que está acontecendo com você e qual será o melhor caminho terapêutico. A duração da psicoterapia varia bastante de pessoa para pessoa; alguns sentem alívio em poucos meses, outros podem precisar de acompanhamento por um período mais longo. A combinação com medicação pode ser indicada dependendo do diagnóstico final — isso será avaliado por um psiquiatra, caso necessário. O mais importante agora é encontrar uma profissional qualificada que possa te escutar com atenção, acolher sua história e te ajudar a organizar esse emaranhado emocional. Você não está sozinho nisso.
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Eu era apaixonada pelo meu psicólogo a muito tempo antes de iniciar a terapia com ele, conhecia de v
Eu era apaixonada pelo meu psicólogo a muito tempo antes de iniciar a terapia com ele, conhecia de vista. Falei com ele na terapia sobre meus sentimentos de antes da terapia e q nao mudou e até que ele reconheceu q eu gostava de vdd dele dps de várias conversas. Encerramos a terapia tem 3 anos quase e hoje ele está abrindo o consultório dele. Sou arquiteta, posso oferecer meus serviços p ele de desenho do consultório e assim se ele permitir iniciar amizade e quem sabe algo a mais? Hoje faço terapia com outra psicóloga, já tem quase 1 ano q faço. E olhem bem: ainda gosto mto do meu antigo psicólogo. Lembrem q já gostava antes de iniciar a terapia com ele
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É natural que sentimentos profundos surjam na relação terapêutica, ainda mais quando já havia uma admiração anterior. O vínculo com um terapeuta pode mobilizar desejos, idealizações e afetos intensos, que merecem ser olhados com cuidado. Mesmo após o fim da terapia, esses sentimentos podem persistir e causar dúvida sobre como agir. No entanto, é importante lembrar que a ética profissional continua válida mesmo após o encerramento do processo terapêutico, especialmente quando há uma história de vínculo clínico. Oferecer seus serviços profissionais como arquiteta não é errado, mas deve ser feito com clareza de propósito: você está buscando uma relação profissional ou uma reaproximação afetiva? Explorar esse desejo na sua terapia atual pode ser muito valioso. Mais do que buscar uma resposta imediata, talvez seja importante se perguntar: o que esse sentimento representa hoje na minha vida? O que ainda não foi elaborado? A resposta pode não estar no outro, mas em você mesma.
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Falei para a minha psicóloga que amo ela desde bem antes da terapia começar, pq eu já conhecia ela d
Falei para a minha psicóloga que amo ela desde bem antes da terapia começar, pq eu já conhecia ela de vista do meu bairro e já olhava pra ela com outros olhos e acabei pedindo pra ela ser minha psicóloga. Vejam bem, EU JA OLHAVA COM OUTROS OLHOS UNS 2 ANOS ANTES DA TERAPIA COMEÇAR. Como posso saber se há contratransferencia? Eu sei quando tem essa contratransferencia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que você esteja confuso com o que sente e queira entender melhor o que está acontecendo na relação terapêutica. Sentimentos como afeto, idealização ou até amor podem surgir naturalmente na terapia, especialmente quando já existia uma admiração anterior. Isso faz parte do que chamamos de transferência, quando emoções passadas ou profundas são projetadas no terapeuta. A contratransferência, por outro lado, diz respeito ao que o terapeuta sente em resposta a você. No entanto, isso não é algo que você possa identificar sozinho com certeza, pois faz parte do campo interno da profissional, que é treinada para reconhecer, elaborar e manejar esses sentimentos de forma ética. O mais importante agora é você continuar sendo honesto na terapia e abrir espaço para explorar esses sentimentos, sem pressa. Sua sinceridade pode se tornar um caminho potente de autoconhecimento, desde que acolhido com cuidado e escuta. Esse processo pode te revelar muito mais do que imagina.
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Qual é a relação entre os sintomas internalizantes e externalizantes na infância e a saúde mental po
Qual é a relação entre os sintomas internalizantes e externalizantes na infância e a saúde mental posterior?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os sintomas internalizantes e externalizantes na infância são expressões importantes do mundo emocional da criança e podem ter impacto significativo na saúde mental ao longo da vida. Sintomas **internalizantes**, como tristeza, ansiedade, retraimento ou medo excessivo, tendem a voltar-se para dentro e, quando não compreendidos ou acolhidos, podem se transformar em quadros como depressão ou distúrbios de ansiedade na adolescência e vida adulta. Já os **externalizantes**, como agressividade, impulsividade, desobediência ou condutas desafiadoras, muitas vezes indicam dificuldades no manejo de frustrações, limites ou vínculos, e podem evoluir para problemas de relacionamento, uso de substâncias ou comportamentos de risco. Ambos os grupos de sintomas, quando persistentes, sinalizam que a criança está enfrentando conflitos psíquicos que precisam ser escutados e compreendidos. Quanto mais cedo esses sinais são identificados e acompanhados de forma cuidadosa, maiores as chances de favorecer um desenvolvimento emocional mais saudável, prevenindo o agravamento de sofrimentos psíquicos na vida adulta.
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Olá tenho 17 anos, ultimamente/sempre minha vida foi bastante confusa estou sentindo um vazio, trist
Olá tenho 17 anos, ultimamente/sempre minha vida foi bastante confusa estou sentindo um vazio, tristeza extrema , apatia e solidão, isso se inicia desde minha infância, eu sempre tive dificuldades sociais, eu era bastante tímido e introvertido, eu era bastante inteligente na escola e bem os anos foram se passando e eu ainda me sentia confuso e solitário isso tudo indo até 2020, apartir de lá minha vida degradou brutalmente, a pandemia me deixou mais solitário e depressivo do que eu havia percebido, 2022 eu perdi muitas oportunidades, me isolei, decepcionei pessoas "amorosamente", também depois desse ano me senti bastante com desrealização e isso tudo indo até 2024, onde tive despersonalização, e de fato depressão, onde os sintomas já estão mais que óbvios, resumo desde a infância tenho dificuldade de entender a vida em si, sempre me isolei e me senti triste, eu talvez suspeite de autismo grau 1 também e se eu fosse resumir tudo que suspeito ter é Toc, tdah, depressão, hipocondría e bipolaridade, só queria entender o que de fato sou eu e o que acontece, me sinto triste e não consigo entender o por quê, apenas quero me isolar, não ser amado e não amar e morrer..
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, agradeço por compartilhar sua história com tanta sinceridade. O que você descreve mostra um sofrimento emocional constante e profundo, presente desde a infância. A dificuldade em se conectar com os outros, a sensação de confusão sobre a vida e os episódios mais recentes de isolamento, tristeza intensa, desrealização e despersonalização indicam que algo está realmente pedindo atenção.
É natural, diante de tantos anos lidando com esse mal-estar, que surjam dúvidas sobre quem você é e o que está acontecendo com você. Muitas pessoas passam por períodos em que se sentem confusas em relação à própria identidade e emoções, especialmente quando há um acúmulo de experiências negativas e sem o devido acolhimento. As suspeitas que você tem sobre possíveis diagnósticos também mostram o quanto você está buscando respostas.
No entanto, para entender de forma clara o que está acontecendo e encontrar algum alívio, é fundamental procurar ajuda profissional. A psicoterapia pode ajudar a dar sentido a tudo isso e oferecer ferramentas para lidar com essas questões. Você não precisa resolver tudo sozinho — e é possível construir um caminho com mais clareza e estabilidade, um passo de cada vez.
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Tenho sentido que todo mundo faz algo: Viaja, tem hobbies, tem amigos, vai a festas, tem uma vida sa
Tenho sentido que todo mundo faz algo: Viaja, tem hobbies, tem amigos, vai a festas, tem uma vida saudável…e eu vivo a mesma vida de casa para o trabalho. Fico em dúvida se quero fazer algo ou não. Se faço me arrependo de ter feito, se não faço, me arrependo de não ter feito.
Quando meu namorado trabalha final de semana, eu fico em casa inventando o que fazer. Acho que se chamar alguém para sair, a pessoa não vai querer ou não vai gostar do que eu quero fazer. Não tenho muitos amigos, apesar de ser muito comunicativa, não consigo me aprofundar em relações com os outros. Com o meu namorado eu consigo, sempre fazemos coisas leais e que eu gosto. Tenho sofrido, pois a minha cabeça fica pensando que deveria estar fazendo algo como as outras pessoas e que deve ter algum problema comigo.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo é mais comum do que parece, especialmente em tempos em que somos constantemente expostos à ideia de que “viver bem” é estar sempre ocupado, feliz e cercado de pessoas. A comparação com os outros pode nos fazer acreditar que estamos fazendo tudo errado, quando, na verdade, cada pessoa tem um ritmo e uma forma própria de se conectar com o mundo. Sentir-se dividida entre querer fazer algo e, ao mesmo tempo, se arrepender, mostra uma dificuldade interna de se permitir viver com leveza, sem tantas cobranças. A percepção de que tem algo “errado” com você merece atenção — não para confirmar isso, mas para entender de onde vêm essas inseguranças. A psicoterapia pode te ajudar a explorar essas questões com cuidado e, aos poucos, construir um jeito mais seu de viver e se relacionar com os outros.
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Boa tarde! Tenho 52 anos e tenho observado meu comportamento.Quando estou em casa, só deito se tiver
Boa tarde! Tenho 52 anos e tenho observado meu comportamento.Quando estou em casa, só deito se tiver um pano me cobrindo(uma parte do corpo), me sinto mais segura e confortável.Tenho dificuldade com textura, so consigo vestir roupa de algodão,malha de algodao tbm, tecido sintetico me incomoda.Isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde! É muito positivo que você esteja observando seu comportamento com atenção e curiosidade. A forma como você busca conforto ao se cobrir com um pano ou a preferência por determinados tecidos pode, sim, estar relacionada à sua sensibilidade sensorial. Algumas pessoas têm uma percepção mais intensa de estímulos físicos, como o toque de certos tecidos, e isso pode impactar o bem-estar no dia a dia. Embora essas características não sejam necessariamente um problema, quando começam a causar desconforto frequente ou limitar escolhas, vale a pena entender melhor de onde vêm. A psicoterapia pode ser uma aliada importante nesse processo de autoconhecimento, ajudando a compreender esses padrões e a lidar com eles de forma mais leve. Você não está sozinha — e buscar entender isso é um passo valioso.
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Minha filha tem 15 anos esta com muita dificuldade de se relacionar na escola ( timidez e falta de a
Minha filha tem 15 anos esta com muita dificuldade de se relacionar na escola ( timidez e falta de auto confiança) nao conversa e quase nao interage com os colegas ,o q posso fazer p ajudar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É muito importante e sensível da sua parte perceber o que sua filha está enfrentando e querer ajudá-la. A adolescência é um período de muitas mudanças, e dificuldades como timidez e baixa autoconfiança podem impactar bastante a forma como ela se relaciona no ambiente escolar. O mais importante, neste momento, é que ela sinta que tem em você um espaço seguro, onde pode se expressar sem julgamentos. Evite pressioná-la para "ser diferente", e procure escutá-la com calma, acolhendo o que ela sente. Mostrar interesse genuíno pelo dia a dia dela e reconhecer suas pequenas conquistas pode fortalecer muito a autoestima. Além disso, a psicoterapia pode ser um recurso valioso, ajudando-a a entender melhor suas emoções, desenvolver segurança e encontrar formas mais leves de se relacionar. Ela não precisa enfrentar isso sozinha.
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É normal ficar hiperfocado numa área de interesse, por cerca de 6 meses, a ponto de ficar eufórico e
É normal ficar hiperfocado numa área de interesse, por cerca de 6 meses, a ponto de ficar eufórico e ansioso?
Consigo trabalhar, mas meu sono fica desregulado, o coração fica acelerado, fico sem energia p mais nada, além do foco. Na maioria das vezes o foco é numa pessoa, num artista, numa preocupação ou num hobbie. Tenho 40 anos e notei q tive diversos períodos meio obsessivos. Mas só tenho laudo de TAG.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode, sim, fazer parte de um padrão de funcionamento que merece atenção. Estados de hiperfoco, especialmente quando vêm acompanhados de euforia, ansiedade, alterações no sono e perda de energia para outras áreas da vida, podem indicar que há mais elementos envolvidos além da ansiedade generalizada. O fato de isso acontecer em ciclos e estar presente desde antes também é relevante. Entender melhor o que está por trás desses períodos — sejam traços de personalidade, questões emocionais mais profundas ou outras condições — pode ser importante para que você tenha mais equilíbrio. A psicoterapia pode ajudar bastante nesse processo.
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realmente não sei ate onde consigo ser forte sempre, já vinha de conturbações no ambiente do trabalh
realmente não sei ate onde consigo ser forte sempre, já vinha de conturbações no ambiente do trabalho, logo fiquei gravida e isso piorou muito, mas a gestação tinha me obrigado passar com psicólogo e psiquiatra e com isso perceber que meu ambiente de trabalho me adoecia a cada dia, logo após tive uma cesárea de emergência e tive meu filho na uti, ate que nesta véspera de natal descobri que meu filho era um caso paliativo e que possuía uma síndrome incompatível com a vida, pouco tempo meu filho faleceu e no mesmo mês me descobri gravida foi difícil e intenso passar por aquilo tão rápido, mas logo veio a bomba estava gravida, porem não possuía feto
Por fim agora estou tendo problema de saúde física após curetagem.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito por tudo que você passou — a sequência de acontecimentos que descreve é profundamente dolorosa e exigiria muito de qualquer pessoa. Passar por um ambiente de trabalho adoecedor, uma gestação difícil, o nascimento de um filho em condições tão delicadas, a perda dele, e, em seguida, uma nova gravidez sem evolução, tudo isso em um curto espaço de tempo, é extremamente impactante para o corpo e a mente. É natural que sua força esteja sendo colocada à prova e que você se sinta esgotada, tanto física quanto emocionalmente.
Diante de vivências tão intensas e traumáticas, é importante reconhecer que você não precisa suportar tudo sozinha. Existe um limite para o que conseguimos carregar sem apoio. A dor da perda, especialmente de um filho, traz marcas profundas que merecem cuidado e espaço para serem elaboradas com sensibilidade.
A psicoterapia pode ser esse espaço seguro para você acolher o que sente, organizar seus pensamentos e resgatar, aos poucos, um sentido diante de tudo. Seu sofrimento é legítimo. Procurar ajuda nesse momento não é sinal de fraqueza, mas de cuidado com você mesma.
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Perdi meu esposo a 3 meses voltei para meu estado de onde éramos já fazia 14 anos que tínhamos saído
Perdi meu esposo a 3 meses voltei para meu estado de onde éramos já fazia 14 anos que tínhamos saído do nosso estado mais quando ele faleceu fiquei sozinha com nossos dois filhos quando fez um mês da morte do meu esposo vim embora mais hoje parece que tomei a decisão errada e ao mesmo tempo parece que seria o melhor para nós ficarmos perto da família mais tá muito difícil eu lida com tudo isso a perda do meu esposo nova casa no estado novo mesmo que seja o estado onde eu e meu esposo somos onde está toda nossa família mãe sogra tá muito difícil não tô sabendo lidar a vontade de volta para onde morávamos meu filhos tbm estão sofrendo com a mudança a adaptação tá tudo tão confuso
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito pela perda do seu esposo. O luto, por si só, já é uma experiência profundamente desafiadora — e vivê-lo junto com tantas mudanças ao mesmo tempo torna tudo ainda mais difícil. Voltar para o estado de origem pode ter parecido a escolha mais segura, buscando apoio da família e um recomeço ao lado de quem conhece sua história. Mas é natural que, mesmo com essa intenção, surjam dúvidas e sentimentos contraditórios. A saudade do lugar onde vocês construíram a vida juntos, o impacto da mudança para os seus filhos, o estranhamento com a nova rotina… tudo isso é parte de um processo de adaptação que exige tempo e acolhimento.
Você está lidando com muita coisa de uma só vez, e não é esperado que saiba como conduzir tudo sozinha. Seus sentimentos fazem sentido. Buscar ajuda nesse momento, como a psicoterapia, pode ser essencial para te apoiar a atravessar esse luto, entender o que você está vivendo e pensar com mais clareza nos próximos passos. Você não precisa se apressar nas decisões nem se cobrar por não estar dando conta de tudo agora. O importante é se permitir viver esse momento com mais cuidado e apoio. Você não está sozinha.
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Se o local onde eu moro já me desgastou e me cansou muito emocionalmente e mentalmente, mudar de end
Se o local onde eu moro já me desgastou e me cansou muito emocionalmente e mentalmente, mudar de endereço seria a melhor saída?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É muito válido reconhecer quando um lugar já não te faz bem e começa a pesar emocionalmente. Às vezes, o ambiente em que vivemos pode, sim, contribuir para nosso esgotamento e sensação de estagnação. Mudar de endereço pode ser um passo importante, mas é fundamental entender o que exatamente te desgasta nesse local — e se essa mudança realmente atenderá às suas necessidades ou se algo interno também precisa ser olhado com mais cuidado. A psicoterapia pode te ajudar a refletir sobre isso com mais clareza, para que a decisão seja tomada de forma mais consciente e alinhada com seu bem-estar.
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Olá. Namoro um homem tem 6 meses ele tem 53 anos e separado a um ano. Foi casado 10 anos e teve vári
Olá. Namoro um homem tem 6 meses ele tem 53 anos e separado a um ano. Foi casado 10 anos e teve várias voltas e términos com essa. Tem dois filhos de 8 e 5 anos. Ele sai sempre comigo, escreve todos os dias. Me apresentou para filhos e amigos. Mas faz algumas coisas que acho estranhas. Não pergunta se cheguei bem quando volto p casa. Eu não quero cobrar isso pois isso nao se cobra. Começo a ficar confusa se ele gosta ou está comigo para fazer ciúmes para ex pois ela está namorando. Qdo ele contou que já voltou com ela várias vezes, fiquei insegura. Ele disse que esta certo sobre o término. Devo terminar pois já fiquei com um rapaz assim e terminei.
Sou solteira e sem filhos. Ja falei dessa duvida c ele e ele disse que não tem essa dúvida. Mas me sinto insegura . Acho que ficar falando disso fica pesado e não passa segurança. Nao quero cobrar coisas naturais. Um dia ele disse que queria afogar as magoas... eu já fico insegura.Devo terminar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo é bastante compreensível. Estar em um relacionamento onde surgem dúvidas constantes sobre o lugar que você ocupa pode gerar muita insegurança, mesmo que existam gestos de carinho e presença. O fato de ele ter um histórico de idas e vindas com a ex-esposa, somado a comportamentos que te deixam confusa, como não demonstrar cuidado em momentos simples, naturalmente desperta em você o medo de repetir uma experiência dolorosa do passado.
É importante observar como você se sente nesse relacionamento: se suas dúvidas são pontuais ou constantes, se existe espaço para diálogo sincero e, principalmente, se você se sente segura e respeitada emocionalmente. Você não está sendo “exigente demais” por desejar sinais claros de envolvimento e estabilidade.
Se essa insegurança permanece mesmo após conversas, talvez seja o momento de olhar para o que você espera de uma relação e o quanto essa experiência está te fazendo bem. A psicoterapia pode ajudar muito nesse processo de autoconhecimento e tomada de decisões mais alinhadas com o que você realmente precisa.
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Gostaria de saber qual especialidade da psicologia devo procurar em caso de trauma de uma suposta traição?
Gostaria de saber qual especialidade da psicologia devo procurar em caso de trauma de uma suposta traição?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito por você estar passando por isso. Descobrir ou suspeitar de uma traição pode ser uma experiência muito dolorosa, que abala a confiança, a autoestima e até a forma como a gente se vê e se relaciona com os outros. Quando isso vira um peso emocional difícil de carregar, é importante buscar apoio.
Você pode procurar um psicanalista ou um psicólogo clínico, que é o profissional preparado para lidar com questões emocionais profundas, como traumas. Não é necessário buscar uma especialidade específica de início — o mais importante é encontrar um profissional com quem você se sinta acolhido e seguro para falar.
A psicoterapia pode te ajudar a entender o que você está sentindo, reorganizar seus pensamentos e emoções, e começar a reconstruir sua segurança interna. Você não precisa enfrentar isso sozinho.
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Olá! Gostaria de um conselho, tenho bastante dificuldade em conversar com as pessoas, não consigo fa
Olá! Gostaria de um conselho, tenho bastante dificuldade em conversar com as pessoas, não consigo fazer amizades, isso tem me atrapalhado muito, principalmente em meus estudos, não consigo me aproximar de ninguém da sala, e nos trabalhos em grupo eu sempre fico de lado, sempre tenho problemas quando tenho que apresentar algum trabalho. Gostaria de saber o que posso fazer pra mudar essa situação,isso me entristece muito.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Primeiro, quero dizer que é muito corajoso da sua parte reconhecer isso e buscar ajuda. Sentir-se isolado e com dificuldades para se conectar com os outros pode ser muito doloroso, ainda mais quando isso impacta sua rotina e seus estudos. Muitas pessoas passam por algo parecido, mesmo que por fora não pareça. Isso não significa que algo está “errado” com você — pode ser que você só precise de apoio para entender melhor seus sentimentos e construir, aos poucos, mais segurança ao se relacionar.
Você não precisa forçar grandes conversas de imediato. Às vezes, um “bom dia” ou um pequeno comentário já abre caminhos. Mas se isso tem sido um peso constante e está afetando sua autoestima e bem-estar, conversar com um psicólogo pode ser um passo importante. A psicoterapia pode te ajudar a entender suas inseguranças, ganhar confiança e encontrar seu jeito próprio de se aproximar das pessoas. Você merece se sentir parte.
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O que fazer quando a culpa vem de mãos dadas com o luto? Minha vó faleceu ontem a tarde depois de lu
O que fazer quando a culpa vem de mãos dadas com o luto? Minha vó faleceu ontem a tarde depois de lutar quase 3 meses contra um câncer. Não consigo superar, sei que ela agora descansa mas sinto que não passei tempo com ela porque estava muito mais ocupada mofando em meu quarto para tirar 15 minutos do meu dia para ir visitar ela quando ela ainda estava bem, eu tinha tantas coisas para falar para ela, eu prometi que, quando ela melhorasse, iria ir morar junto de mim e os meus pais, que eu a levaria na igreja como ela tanto queria, que faria um café do bom pra ela... Não vou poder mais ver ela, falar com ela, abraçar ela, falar o quanto eu a amava e cumprir as minhas promessas... Sinto como se meu coração estivesse se despedaçando e não tem nada que diminua a minha dor. O pior de tudo é que eu tive que ouvir do meu irmão e da minha mãe que agora eu estava chorando mas, quando ela estava viva, eu não me importava e isso só ajudou a me corroer por dentro.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito pela sua perda. A dor do luto é pesada, e quando vem acompanhada da culpa, ela pode parecer insuportável. É natural pensar nas oportunidades perdidas e nas promessas não cumpridas, mas isso não apaga o amor que você sentia pela sua avó — e que, com certeza, ela sentia por você. O sofrimento não é prova de fraqueza, é sinal de amor. Às vezes, a forma como lidamos com a dor é ficar em silêncio, afastados, tentando entender tudo o que sentimos. Isso não significa que você não se importava.
Ouvir críticas nesse momento só aumenta a dor, mas é importante lembrar que cada um lida com a perda de formas diferentes. Se esse peso tem te sufocado, procurar um psicólogo pode ser um caminho de acolhimento, para dar espaço à sua dor e encontrar um jeito de seguir. Você não precisa passar por isso sozinho. Seu sofrimento merece cuidado e escuta.
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Perguntas frequentes
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Existe a possibilidade de contrair raiva ou seria uma exposição de risco após comer alimento que um
A situação descrita não é considerada uma exposição habitual de risco para…