Perguntas do paciente (682)

  • Como identificar o transtorno de personalidade narcisista?

    Como identificar o transtorno de personalidade narcisista?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Essa é uma pergunta muito comum e importante. O comportamento narcisista não surge do nada, nem é algo com o qual a pessoa necessariamente “nasce”. O que sabemos é que ele se desenvolve a partir de uma combinação de fatores — o jeito que a pessoa foi criada, as experiências emocionais que viveu, e também algumas características individuais, como a forma de lidar com frustrações ou a necessidade de reconhecimento.

    Pessoas com traços narcisistas, no fundo, muitas vezes carregam inseguranças profundas e aprendem a se proteger mostrando uma imagem exagerada de si mesmas. Isso não justifica atitudes que machucam os outros, mas ajuda a entender que existe uma história por trás.

    Se você convive com alguém assim ou percebe traços parecidos em si mesmo e isso tem causado sofrimento, a psicoterapia pode ser um espaço importante para entender melhor essas dinâmicas e encontrar formas mais saudáveis de se relacionar consigo e com os outros. O autoconhecimento é sempre um caminho.


  • Quais os tipos de narcisismo e os sinais a serem observados em uma pessoa com Transtorno de Personal

    Quais os tipos de narcisismo e os sinais a serem observados em uma pessoa com Transtorno de Personalidade Narcisista ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Essa é uma pergunta muito comum e importante. O comportamento narcisista não surge do nada, nem é algo com o qual a pessoa necessariamente “nasce”. O que sabemos é que ele se desenvolve a partir de uma combinação de fatores — o jeito que a pessoa foi criada, as experiências emocionais que viveu, e também algumas características individuais, como a forma de lidar com frustrações ou a necessidade de reconhecimento.

    Pessoas com traços narcisistas, no fundo, muitas vezes carregam inseguranças profundas e aprendem a se proteger mostrando uma imagem exagerada de si mesmas. Isso não justifica atitudes que machucam os outros, mas ajuda a entender que existe uma história por trás.

    Se você convive com alguém assim ou percebe traços parecidos em si mesmo e isso tem causado sofrimento, a psicoterapia pode ser um espaço importante para entender melhor essas dinâmicas e encontrar formas mais saudáveis de se relacionar consigo e com os outros. O autoconhecimento é sempre um caminho.


  • Uma pessoa nasce ou se torna narcisista? .

    Uma pessoa nasce ou se torna narcisista? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Essa é uma pergunta muito comum e importante. O comportamento narcisista não surge do nada, nem é algo com o qual a pessoa necessariamente “nasce”. O que sabemos é que ele se desenvolve a partir de uma combinação de fatores — o jeito que a pessoa foi criada, as experiências emocionais que viveu, e também algumas características individuais, como a forma de lidar com frustrações ou a necessidade de reconhecimento.

    Pessoas com traços narcisistas, no fundo, muitas vezes carregam inseguranças profundas e aprendem a se proteger mostrando uma imagem exagerada de si mesmas. Isso não justifica atitudes que machucam os outros, mas ajuda a entender que existe uma história por trás.

    Se você convive com alguém assim ou percebe traços parecidos em si mesmo e isso tem causado sofrimento, a psicoterapia pode ser um espaço importante para entender melhor essas dinâmicas e encontrar formas mais saudáveis de se relacionar consigo e com os outros. O autoconhecimento é sempre um caminho.


  • A pessoa com transtorno de personalidade narcisista assume uma obsessão consigo mesma, tendo sua emp

    A pessoa com transtorno de personalidade narcisista assume uma obsessão consigo mesma, tendo sua empatia com os outros prejudicada. Quais são os principais sintomas desse transtorno e como ele pode afetar os relacionamentos interpessoais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Você está certo ao dizer que o Transtorno de Personalidade Narcisista envolve uma preocupação excessiva com a própria imagem e uma dificuldade real em se conectar com os sentimentos dos outros. Pessoas com esse transtorno costumam ter uma necessidade constante de admiração, podem exagerar conquistas, minimizar os outros, e sentir-se superiores — mesmo que, por dentro, se sintam frágeis e inseguras.

    A empatia costuma ser limitada, o que pode fazer com que elas tenham dificuldades em reconhecer ou valorizar o que o outro sente. Isso afeta muito os relacionamentos: parceiros, amigos e familiares podem se sentir usados, ignorados ou emocionalmente esgotados.

    É importante entender que por trás dessas atitudes geralmente existe um sofrimento não reconhecido. Apesar de ser desafiador, a psicoterapia pode ser um caminho possível — tanto para quem convive com alguém com esse transtorno quanto para quem apresenta esses comportamentos. O processo terapêutico pode ajudar a construir relações mais saudáveis e verdadeiras.


  • É Possível Identificar o Transtorno de Personalidade Narcisista na Infância e na adolescência ?

    É Possível Identificar o Transtorno de Personalidade Narcisista na Infância e na adolescência ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Essa é uma dúvida muito válida. Traços de personalidade, inclusive os ligados ao narcisismo, podem começar a aparecer ainda na infância ou adolescência, mas é importante ter cuidado ao interpretar esses sinais. Crianças e adolescentes estão em formação, passando por várias mudanças emocionais, sociais e hormonais. Alguns comportamentos que parecem “narcisistas” podem, na verdade, fazer parte do processo natural de desenvolvimento — como querer atenção, ser competitivo ou ter dificuldade em lidar com frustrações.

    O diagnóstico do Transtorno de Personalidade Narcisista, de forma mais clara, só costuma ser feito na fase adulta, quando a personalidade já está mais consolidada. Ainda assim, se um jovem apresenta comportamentos que causam sofrimento a si mesmo ou aos outros, como manipulação constante, falta de empatia e necessidade excessiva de admiração, isso merece atenção.

    A psicoterapia pode ser muito útil nesses casos, ajudando a entender e lidar com essas dificuldades desde cedo, promovendo o desenvolvimento emocional saudável. Quanto mais cedo houver apoio, melhor.


  • eu tenho uma pergunta.. sentir os sintomas da ansiedade e ter paz psicológica e emocional é normal!

    eu tenho uma pergunta..
    sentir os sintomas da ansiedade e ter paz psicológica e emocional é normal!?
    eu pensei que estava ficando de virose, mas quando eu tomei o sertralina os sintomas sumiram e eu fiquei sem entender nada até hj.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Sua pergunta é muito válida e mostra o quanto você está tentando entender o que sente — isso é importante. Sentir sintomas físicos, como se fosse uma virose, mas que desaparecem com o uso de um remédio como a sertralina, pode mesmo ser confuso. Muitas vezes, a ansiedade se manifesta mais no corpo do que na mente: dor no estômago, falta de ar, tontura, palpitação… e tudo isso pode acontecer mesmo quando, por fora, parece estar tudo em paz.

    Isso não significa que você esteja “errado” por sentir isso. O corpo e a mente se comunicam o tempo todo. E quando algo emocional fica acumulado, ele pode aparecer fisicamente. A sertralina age regulando essa conexão.

    Se isso ainda te causa dúvidas ou insegurança, conversar com um psicólogo pode ajudar muito. A psicoterapia é um espaço para entender melhor seus sentimentos, o que seu corpo está dizendo, e como cuidar disso com mais clareza e acolhimento. Você merece esse cuidado.


  • Prezados(as) Profissionais de Psicologia, Busco informações gerais sobre abordagens terapêuticas

    Prezados(as) Profissionais de Psicologia,

    Busco informações gerais sobre abordagens terapêuticas e escolha de profissional para adultos que apresentam histórico de trauma complexo na infância e manifestam dificuldades emocionais como dissociação, manejo da raiva e desafios interpessoais (incluindo padrões manipulativos).

    Quais tipos de abordagens terapêuticas são consideradas eficazes para trabalhar com essa combinação de histórico e dificuldades? E quais fatores gerais devem ser considerados ao recomendar ou buscar um profissional qualificado e experiente nesta área, especialmente ao se pensar na compatibilidade e na acessibilidade do tratamento?

    Agradeço por compartilhar conhecimento que ajude a orientar a busca por ajuda para pessoas com essas características.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Olá! É muito importante e sensível sua busca por informações para apoiar alguém com um histórico de trauma complexo. Quando há vivências difíceis na infância, e isso repercute na vida adulta com sinais como dissociação, dificuldade em lidar com a raiva e padrões manipulativos, é essencial buscar uma abordagem terapêutica que acolha a história emocional de forma profunda e respeitosa.

    Tanto a psicanálise quanto a psicologia analítica (abordagem junguiana) podem ser muito eficazes nesses casos, pois trabalham com o inconsciente, com a reconstrução da narrativa pessoal e com os vínculos afetivos formados desde cedo. Essas abordagens oferecem um espaço para que a pessoa compreenda suas reações emocionais e encontre formas mais conscientes e saudáveis de se relacionar.

    Na escolha do profissional, considere a experiência com traumas, o vínculo de confiança que se estabelece, e a possibilidade de diálogo aberto. Clínicas-escola, atendimentos sociais e psicólogos que oferecem valores acessíveis são caminhos viáveis para tornar o cuidado emocional mais possível.


  • Prezados(as) Psicólogos(as), Busco orientação profissional sobre um caso. O indivíduo vivenciou h

    Prezados(as) Psicólogos(as),

    Busco orientação profissional sobre um caso. O indivíduo vivenciou histórico de trauma na infância e apresenta dificuldades emocionais (dissociação, manipulação, episódios de raiva). Avaliação exploratória inicial identificou traços que demandam investigação aprofundada.

    Gostaria de informações sobre abordagens terapêuticas e fatores relevantes na escolha de profissional para acompanhamento psicológico neste tipo de situação, considerando a acessibilidade financeira do tratamento.

    Há um relatório exploratório disponível para consulta, se profissional considerar relevante.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Olá! Agradeço por compartilhar esse caso com tanta responsabilidade. Quando lidamos com alguém que tem um histórico de trauma na infância e apresenta sinais como dissociação, manipulação e episódios de raiva, é essencial procurar um acompanhamento psicológico que acolha a complexidade dessa vivência com escuta profunda e sensível.

    Nesse contexto, psicólogos analíticos (de abordagem junguiana) ou psicanalistas podem ser opções especialmente relevantes. Essas abordagens valorizam o inconsciente, os traços formados na infância e os padrões emocionais repetitivos, oferecendo espaço para que o indivíduo possa elaborar sua história com mais profundidade e encontrar novas formas de lidar com seus sentimentos e relações.

    A escolha do profissional pode levar em conta a experiência com casos de trauma, a formação em abordagens voltadas para o cuidado emocional em longo prazo e, claro, a empatia no vínculo terapêutico. O relatório exploratório pode auxiliar muito nesse início. Para questões financeiras, vale buscar clínicas-escola, atendimentos sociais ou profissionais que trabalhem com valores acessíveis. O cuidado emocional merece esse espaço.


  • Estou em um relacionamento à 4 meses oficialmente, e estamos juntas a 9 meses. Desde os meus 8 anos

    Estou em um relacionamento à 4 meses oficialmente, e estamos juntas a 9 meses. Desde os meus 8 anos de idade tive acesso irrestrito ao celular, isso me levou a consumir pornografia a essa idade e se tornou um vício que eu não entendia na infância, tornei a esconder dos meus pais mesmo sem entender sobre relações sexuais. Até que um dia decidi parar e passei cerca de 3 anos sem consumir esse tipo de conteúdo, de verdade. No início da adolescência isso voltou, principalmente pq eu estava me descobrindo e descobrindo minha real sexualidade acabei vendo asmr’s sexuais falados, até então eu só escutava, porém eu ia cada vez mais fundo e acabei voltando para a pornografia. Aos 16 comecei a me tocar, uma coisa importante sobre isso é que eu nunca me toquei SEM a pornografia até hoje. Porém, hoje sou comprometida, e mesmo assim cedo a esse vício, eu não vejo todos os dias mas as vezes é como um chamado. Eu amo a pessoa com quem eu estou e quero passar o resto da minha vida com ela, eu a amo de verdade e não queria decepcioná-la com isso, eu sei que não terminaríamos por causa disso porque o nosso amor uma pela outra é muito forte mas o nosso relacionamento é a distância e somente quando há essa distância eu cedo algumas vezes a pornografia. Eu estou realmente decepcionada comigo mesma, é horrível ver, mas de vez em quando é como se houvesse um chamado. Nós já tivemos experiências sexuais e isso foi incrível, eu não queria estragar nossa química por causa disso, eu já li que isso pode estragar relacionamentos e o momento do sexo em si, e eu não queria que nossa história e nossa química se percam, de verdade. Eu gostaria de me livrar disso mas mesmo desativando os navegadores, tirando qualquer incentivo sexual isso continua voltando. Eu quero parar, gostaria que alguém me dê um caminho, uma luz para que eu possa viver meu relacionamento feliz. Adendo: eu não gosto de pensar em outras pessoas quando vejo esses vídeos, eu já amo a com quem estou, porém eu acredito que eu veja pq sou muito isolada e não saio de casa, fico com tédio e vou ver

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    O que você compartilha mostra muita coragem, consciência e, acima de tudo, amor – por si mesma e por sua parceira. O sentimento de culpa e frustração que te acompanha revela o quanto você deseja mudar e construir algo saudável, profundo e duradouro. O comportamento que você descreve parece estar mais ligado a uma forma de lidar com emoções difíceis, solidão e tédio do que a uma simples questão de desejo. Isso não te faz menos digna de viver um amor verdadeiro – mas sim alguém que merece apoio. Psicoterapia pode te ajudar a entender melhor essas emoções e a criar caminhos mais saudáveis para lidar com elas. Não precisa ser uma luta solitária. Você já deu um grande passo ao reconhecer tudo isso com tanta honestidade. Agora, talvez seja o momento de cuidar de si com a mesma dedicação com que cuida desse amor. Há caminhos, e você não precisa percorrê-los sozinha. Você merece se sentir bem com quem é.


  • Como posso apagar o que sinto por alguém do passado? Há décadas atrás, quando eu era um pré-adole

    Como posso apagar o que sinto por alguém do passado?

    Há décadas atrás, quando eu era um pré-adolescente eu queria me declarar para uma pessoa mas acabei não fazendo por medo. A pessoa até ficou sabendo mesmo disso, mas eu nunca cheguei a dizer a essa pessoa como eu me sentia.

    Passou-se se décadas e mesmo agora nos vinte poucos anos acho que meu lado emocional não superou essa pessoa de fato. Apesar de eu ter decidido a esquecer e seguir em frente.


    Queria entender também como isso é possível.

    Eu até cheguei a conclusão comigo mesmo nessas semanas ja tinha chegado a conclusão que isso era amor mas no máximo uma paixão não correspondida. Mas ontem a noite eu sonhei que eu me Casava com essa pessoa. Era eu de joelhos me declarando para essa pessoa. Até lembro do vestido que essa pessoa usava
    .
    .Todos sonhos já tive com essa pessoa por mais diferentes que fossem sempre terminaram assim. Ou então era só nós dois conversando.

    Queria saber o que eu preciso fazer para isso parar ou então entender por que não sigo como qualquer outra paixão não correspondida já lidei e segui em frente facilmente.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    O que você está sentindo é mais comum do que parece, e não há nada de "errado" em ainda carregar algo tão antigo dentro de si. Às vezes, experiências que nos marcam profundamente — especialmente quando não foram vividas até o fim ou não tiveram um desfecho claro — ficam guardadas em um lugar sensível da nossa mente e do nosso coração. O sonho que você descreveu pode ser uma forma do seu inconsciente tentar lidar com sentimentos não resolvidos. Não se trata apenas da pessoa em si, mas talvez do que ela representava: um momento da vida, um tipo de conexão, ou uma parte de você que não foi expressa na época. Quando você se pergunta por que essa experiência marcou mais do que outras, pode ser que ela toque algo mais profundo. Por isso, iniciar um processo de psicoterapia pode ser muito valioso. É nesse espaço que você pode explorar com calma o que ficou guardado, compreender por que isso ainda ressoa tanto e, aos poucos, abrir espaço para seguir em frente com mais leveza e clareza. Você merece esse cuidado.


  • Eu tenho 13 anos, e daqui a 4 meses eu faço 14 anos. E eu simplesmente não quero isso, não quero cre

    Eu tenho 13 anos, e daqui a 4 meses eu faço 14 anos. E eu simplesmente não quero isso, não quero crescer e me separar das pessoas que eu gosto. Tudo parece não ter mais sentido, pq eu sei que eu vou crescer e tudo isso vai acabar, já que daqui a dois anos eu estou entrando no ensino médio, oque me deixa ainda mais ansiosa.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    É completamente compreensível sentir esse medo diante das mudanças que vêm com o tempo. Crescer pode parecer assustador, especialmente quando pensamos em tudo que pode mudar — amizades, rotina, escola. Você está em um momento da vida cheio de descobertas, e com isso vêm também dúvidas, inseguranças e até tristeza. Isso não significa que há algo de errado com você. Significa que você sente profundamente, que se importa com quem está à sua volta, e que tem consciência das coisas — o que é algo muito bonito, mas também pode ser difícil de carregar sozinha. Falar sobre isso com um psicólogo pode ajudar bastante. É um espaço seguro, onde você pode colocar tudo pra fora sem medo de julgamento, e pouco a pouco entender o que está sentindo. Você não precisa passar por isso sozinha. Crescer não é perder, é se transformar — e talvez, com apoio, isso se torne um pouco menos assustador.


  • Assistir pornografia causa danos físicos ao cérebro? E quando estamos navegando e vemos algo pornogr

    Assistir pornografia causa danos físicos ao cérebro? E quando estamos navegando e vemos algo pornográfico sem a intenção da busca ou envolvimento emocional/ atividade sexual, há algum efeito negativo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    A pornografia, por si só, não causa danos físicos diretos ao cérebro. No entanto, o modo como ela é consumida pode afetar a forma como o cérebro responde ao prazer, desejo e à conexão com outras pessoas. Quando o consumo se torna repetitivo ou impulsivo, pode alterar expectativas, reduzir a sensibilidade a estímulos naturais e influenciar a forma como a sexualidade é vivida. Já ver algo pornográfico sem intenção, de forma casual e sem envolvimento emocional, não costuma causar impactos significativos — o contexto e a frequência são mais determinantes que o simples contato visual. Se você sente que o conteúdo interfere no seu bem-estar, relacionamentos ou percepção de si mesma, pode ser um sinal importante para olhar com mais cuidado para isso. A psicoterapia pode ser um espaço seguro para entender melhor esses efeitos, sua relação com o prazer e suas emoções. Você merece viver sua sexualidade com liberdade, presença e sem culpa. Esse caminho pode começar com um passo: se escutar e se cuidar.


  • Como faço para diminuir a Desrealização? faço tratamento para o transtorno de ansiedade.

    Como faço para diminuir a Desrealização? faço tratamento para o transtorno de ansiedade.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    A desrealização pode ser uma experiência muito desconfortável — essa sensação de que o mundo ao redor está "fora do lugar", distante ou irreal. Ela costuma surgir como uma forma que o corpo e a mente encontram para lidar com sobrecargas emocionais, especialmente em contextos de ansiedade intensa. Ainda que você já esteja em tratamento, é importante saber que esse sintoma pode precisar de uma escuta mais aprofundada, um espaço onde seja possível explorar suas emoções com segurança. Psicoterapia pode te ajudar a compreender melhor o que está por trás desses episódios, o que eles estão tentando te mostrar e como construir uma relação mais estável com a realidade ao seu redor. Às vezes, a mente busca afastar o que está difícil de sentir — e olhar para isso com acolhimento, e não julgamento, pode ser transformador. Você não precisa enfrentar isso sozinha. A desrealização não é quem você é, apenas um sinal de que algo dentro de você está pedindo cuidado.


  • Tem alguns momentos onde estou bem, onde não há motivos para estar triste, mas de repente fico trist

    Tem alguns momentos onde estou bem, onde não há motivos para estar triste, mas de repente fico triste. Também sinto falta dessa melancolia, desse vazio, mesmo que seja algo confuso para mim. Também fico desmotivado, cabisbaixo, sem ânimo pra fazer nada..

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    É comum, em alguns momentos da vida, sentirmos essa alternância entre estar bem e, de repente, ser invadidos por sentimentos de tristeza ou melancolia, sem um motivo claro. Isso pode ser uma expressão de um conflito interno ou de um processo emocional mais profundo, que muitas vezes não conseguimos compreender plenamente à primeira vista. O vazio e a falta de ânimo podem ser sinais de que algo dentro de você precisa ser reconhecido e acolhido.

    A psicoterapia pode ajudar a explorar esses sentimentos com mais clareza, proporcionando um espaço para que você possa entender o que está por trás dessas mudanças de humor e da sensação de vazio. Muitas vezes, esses momentos de tristeza podem estar relacionados a questões não resolvidas ou expectativas internas que precisamos entender melhor para que não nos domine. Trabalhar com um terapeuta pode ajudar a resgatar sua motivação e encontrar novas formas de se conectar consigo mesmo, trazendo mais equilíbrio e compreensão para esses momentos de confusão emocional.


  • É normal, em algum momento da vida, a pessoa perder a fé em tudo? Não estou falando necessariamente

    É normal, em algum momento da vida, a pessoa perder a fé em tudo?
    Não estou falando necessariamente de fé em Deus, mas em tudo mesmo. Desde o começo do ano, minha mente está muito negativa. Comecei a me fazer vários questionamentos que só me traziam sofrimento — pensamentos intrusivos, muitos deles indo contra os meus próprios princípios. Desde então, comecei a me perder de mim mesma. É uma sensação horrível.

    Não acredito mais na vida, não acredito que vou melhorar, nem que posso controlar minha mente. Desde pequena (tenho 23 anos atualmente)sempre tive medo de "encucar pensamentos", porque sempre fui assim — ansiosa, com fases difíceis — mas ainda assim levava uma vida normal, me considero uma pessoa alegre , extrovertida e cheia de vida e até 3 meses atrás eu estava na fase mais segura de mim, e agora me encontro assim e não entendo o porque. Agora, tudo parece muito mais intenso e angustiante. Essa sensação é horrível. Saudade do meu antigo eu.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    É compreensível que você esteja se sentindo assim, e o que está vivenciando pode ser uma expressão de um processo emocional mais profundo e complexo. A sensação de perder a fé em tudo, de se desconectar de si mesma e de não acreditar que vai melhorar, muitas vezes surge em momentos de grande pressão interna ou mudanças emocionais intensas. Esses sentimentos de angústia e desorientação podem ser um reflexo do impacto de sua ansiedade, que agora parece ter se tornado mais avassaladora.

    A psicoterapia pode ser um espaço fundamental para compreender melhor o que está por trás dessa mudança repentina e dessa sensação de perda. Ao se permitir explorar esses sentimentos em um ambiente seguro, você pode entender as raízes desse sofrimento e trabalhar para resgatar sua confiança, sua identidade e a percepção de que é possível encontrar caminhos para o equilíbrio novamente. O processo terapêutico pode ajudá-la a reconectar-se com seu "antigo eu", não como uma volta ao passado, mas como uma forma de integrar suas experiências e emoções para se reconstruir de uma maneira mais forte e consciente.


  • Terminei um relacionamento de forma inesperada e estou me sentindo desolada, sem vontade de comer, s

    Terminei um relacionamento de forma inesperada e estou me sentindo desolada, sem vontade de comer, só choro, perdi até a vontade de terminar a minha faculdade, me sinto rejeitada e descartada, e o que me deixa mais triste é que meu ex terminou e está seguindo muitas mulheres, isso está me deixando mais triste ainda, parece que a vida perdeu o sentido. Devo procurar ajuda de um profissional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    A dor que você está sentindo é totalmente compreensível, especialmente após o término de um relacionamento que aconteceu de forma inesperada. O fim de um vínculo afetivo pode afetar profundamente nossa autoestima e nosso senso de pertencimento, e a sensação de rejeição pode ser devastadora. A tristeza, a falta de apetite e a perda de motivação para atividades importantes, como a faculdade, são sinais de que esse luto está gerando um impacto considerável em sua vida emocional.

    Buscar ajuda de um profissional pode ser muito benéfico nesse momento, pois a psicoterapia oferece um espaço seguro para você processar esses sentimentos, compreender as causas dessa dor e explorar as questões subjacentes que podem estar influenciando sua percepção da vida agora. Com o tempo, a terapia pode ajudá-la a resgatar seu sentido pessoal e a fortalecer sua capacidade de lidar com situações difíceis, permitindo que você reconquiste o equilíbrio emocional e a clareza sobre o futuro.


  • Terminei um relacionamento de forma inesperada e estou me sentindo desolada, sem vontade de comer, s

    Terminei um relacionamento de forma inesperada e estou me sentindo desolada, sem vontade de comer, só choro, perdi até a vontade de terminar a minha faculdade, me sinto rejeitada e descartada, e o que me deixa mais triste é que meu ex terminou e está seguindo muitas mulheres, isso está me deixando mais triste ainda, parece que a vida perdeu o sentido. Devo procurar ajuda de um profissional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    A dor que você está sentindo é compreensível, especialmente após o fim de um relacionamento inesperado, que mexe profundamente com nossa autoestima e sentido de pertencimento. Sentir-se desolada, sem energia para continuar suas atividades, como a faculdade, é um sinal de que o impacto emocional está grande. Essa sensação de rejeição e abandono pode ser um reflexo de questões mais profundas, relacionadas ao seu vínculo com o outro e ao seu próprio valor.
    A psicoterapia pode oferecer um espaço para que você compreenda melhor esses sentimentos e explore o que realmente está por trás dessa tristeza, ajudando a restaurar sua autonomia emocional e seus objetivos pessoais. Entender os mecanismos internos que estão em jogo pode permitir que você recupere o sentido da sua vida e ressignifique a experiência que está vivenciando. Buscar ajuda é um passo importante para sua recuperação e autoconhecimento.


  • Me sinto tão inútil, tenho 30 anos, estou desempregada, morando com meus pais, solteira e sem amigos

    Me sinto tão inútil, tenho 30 anos, estou desempregada, morando com meus pais, solteira e sem amigos,me sinto atrasada. Parece que eu não gosto de nada
    E é difícil ver as pessoas à minha volta prosperando e sendo elogiadas, enquanto eu estou só sobrevivendo. Por mais que eu tente, a minha vida está travada, sempre com dificuldade em conquistar as coisas

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    O que você está vivenciando é uma dor real e importante, refletindo um sentimento de estagnação e frustração. Muitas vezes, quando estamos em um momento de dificuldades, a comparação com os outros pode intensificar a sensação de inadequação, como se estivéssemos “atrás” ou incapazes de alcançar nossos objetivos. A psicoterapia pode ser um espaço para explorar esses sentimentos de forma mais profunda, ajudando a entender as origens desse ciclo de insatisfação. Além disso, o processo terapêutico pode ajudá-la a reconhecer e lidar com as pressões internas e externas que contribuem para esse peso emocional. Muitas vezes, a sensação de "travar" está ligada a conflitos internos que, quando trazidos à consciência, podem permitir um movimento mais livre e autêntico. Trabalhar sua história e suas expectativas de forma cuidadosa pode ajudá-la a redescobrir seu valor e potencial, além de encontrar novos caminhos para construir uma vida mais conectada com seus próprios desejos e objetivos.


  • Boa noite. Tenho um filho de 16 anos que começou um namoro na escola com uma amiga da mesma classe.

    Boa noite. Tenho um filho de 16 anos que começou um namoro na escola com uma amiga da mesma classe. Começaram com um namoro há 2 anos, um namoro tranquilo bem infantil mesmo , eram da mesma sala, mandavam cartinha um para o outro nossas famílias se conheciam e até aí estava tudo bem. Com o passar do tempo esse namoro foi ficando cada vez mais tóxico, excessivo e doentio, meu filho já não tinha amigos, já não queria estar perto da família ( coisas que ele amava fazer) e a namorada disse que não gostava da família dele ( sem qualquer motivo) e se ele quisesse continuar o namoro teria que ser seguindo suas regras. A partir desse momento ele passou a se afastar cada vez mais de mim e do seu pai. Somos bons pais, orientamos, conversamos, aconselhamos e acolhemos quando por diversas vezes ela o deixa na pior (o que é cada vez mais frequente. Tenho a impressão que a menina tenha traços de narcisismo, o que tem deixado meu filho extremamente depressivo, ansioso, irreconhecível… Busquei ajuda, conversei com vários psicólogos, psiquiatras que me orientaram não intervir no namoro, deixar que ele consiga resolver. Tenho muito medo do término também, por ver que com certeza ele não está preparado. A única vez que isso ocorreu me deixou muito assustada. Medo de auto-extermínio. Não sei mais o que posso fazer. Vejo que existe a obsessão de ambos os lados e que realmente não está normal! Fico arrasada pois ele sempre foi um menino educado, alegre, amável e todos que o conhecem me perguntam o que está acontecendo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Boa noite. O que você está vivenciando é extremamente doloroso e angustiante, e é natural que você se sinta perdida diante dessa situação tão complexa com seu filho. O namoro do seu filho parece estar impactando profundamente sua saúde emocional e suas relações familiares, e isso é um reflexo das dinâmicas tóxicas que ele tem vivenciado. Em momentos como este, é muito comum a sensação de impotência dos pais, que percebem que o filho está se afastando de si mesmo, mas ao mesmo tempo querem protegê-lo.

    A psicoterapia pode ser uma ferramenta importante nesse processo, tanto para ele quanto para a família. No caso do seu filho, um espaço terapêutico individual pode ajudá-lo a entender suas emoções, medos e dependências desse relacionamento, além de possibilitar a construção de uma visão mais clara de quem ele é, sem a influência externa da relação. Para você e seu marido, também pode ser valioso explorar como lidar com essa situação de forma cuidadosa, sem forçar soluções, mas sim apoiando o processo de autoconhecimento e autossuficiência emocional de seu filho. Esse tipo de apoio pode ajudar a restaurar seu equilíbrio e confiança, permitindo-lhe tomar decisões mais saudáveis no futuro.


  • Eu tenho ansiedade.. e trocaram meu remédio para desvenlafaxina ...tô comedor de toma porque fiz que

    Eu tenho ansiedade.. e trocaram meu remédio para desvenlafaxina ...tô comedor de toma porque fiz que pode causar depressão isso e verdd?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    A ansiedade é uma resposta natural do organismo diante de situações desafiadoras, mas quando se torna crônica, pode gerar um sofrimento significativo. Em relação à desvenlafaxina, é importante compreender que, como qualquer medicação, ela pode ter efeitos diferentes em cada pessoa. O processo psicoterápico, especialmente a psicanálise, pode ser fundamental para ajudar você a compreender as raízes da sua ansiedade e explorar as questões subjacentes que influenciam esse estado emocional. A medicação pode ser útil no controle dos sintomas, mas a psicoterapia oferece um espaço para você se conhecer melhor, identificar padrões de pensamento e comportamento que contribuem para a ansiedade e promover um alívio duradouro. Além disso, a psicoterapia permite um acompanhamento contínuo do seu processo emocional, possibilitando maior compreensão e controle sobre seus sentimentos, sem a dependência exclusiva de substâncias. Isso tudo visa promover uma mudança profunda e sustentável em sua vida emocional.


Perguntas frequentes

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