Perguntas do paciente (682)

  • Por favor me informassem quais as doenças tratadas pelo psicólogo?

    Por favor me informassem quais as doenças tratadas pelo psicólogo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Os psicólogos são profissionais especializados em ajudar a lidar com uma ampla gama de questões emocionais, comportamentais e psicológicas. Eles tratam desde dificuldades no manejo do estresse, ansiedade e depressão, até transtornos mais complexos, como transtornos de personalidade, transtornos alimentares, fobias e traumas. Questões como a baixa autoestima, dificuldades nos relacionamentos interpessoais, luto, crise de identidade, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), transtornos de ansiedade social, entre outras, também podem ser tratadas por meio da psicoterapia.

    Além disso, o psicólogo auxilia em momentos de transição de vida, como mudanças significativas, separações, adoção, ou quando há uma sensação de bloqueio pessoal ou profissional. A psicoterapia ajuda a pessoa a compreender melhor seus sentimentos, melhorar o autocuidado e promover mudanças comportamentais que favoreçam o bem-estar. Cada indivíduo é único, e o psicólogo adaptará a abordagem conforme as necessidades do paciente, visando sempre o autoconhecimento e a promoção de uma vida mais equilibrada e satisfatória.


  • Quando fico ansioso, fico com tremores e fraqueza no braço e perna esquerda. É normal?

    Quando fico ansioso, fico com tremores e fraqueza no braço e perna esquerda. É normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Tremores e fraqueza nos membros são sintomas comuns de ansiedade.
    Quando estamos ansiosos, o corpo se prepara para agir, o que pode causar tremores ou espasmos, principalmente nas mãos e nas pernas. Além disso, a ansiedade também pode causar fadiga incapacitante e de uma serie de sintomas (Falta de ar, Respiração ofegante, Peito apertado, Balançar braços e pernas sem parar, Roer unhas, Falar muito rápido, Parestesias (sensação de formigamento ou dormência), Alterações estomacais e intestinais, Insônia, Dores de cabeça.)
    Ela pode ser causada por outras doenças, como doenças físicas, condições médicas e efeitos colaterais de medicamentos, então é sempre importante uma consulta com médico para avaliar o quadro físico, aliado ao acompanhamento psicoterápico.


  • Olá,estou passando por um momento difícil,não sei muito bem oque está acontecendo, tanto comigo quan

    Olá,estou passando por um momento difícil,não sei muito bem oque está acontecendo, tanto comigo quanto com meu parceiro,ando sempre preocupada,mesmo quando não há oque fazer e estou fazendo algo somente por diversão é como se eu estivesse forçando ser divertido,sendo que deveria ser,já sobre meu parceiro, ele mudou, muito, é como se ele não sentisse mais nada, em relação a tudo, quase sempre neutro, e ele sente que não está certo,pois ele sempre havia sido alguém cheio de sentimentos,e agora nada?...ele começou a escrever e a desenhar (apenas frases que envolvem como ele sente que está vazio) não quer fazer mais nada e não tem visão alguma de futuro,já sobre os sentimentos em relação a mim, ele diz que tem vontade de cuidar de mim,ficar comigo,fazer as coisas comigo,e ainda pensa sobre mim da mesma forma, porém é como se ele não me amasse como antes,ele não sente como sentia antes, porém ao mesmo tempo que ele não sente como antes,ele sabe que não quer separar,por que sente que seria um erro,já que ele anda confuso em relação a praticamente tudo,isso me deixa confusa,oque está acontecendo!!?? Como eu posso ajudar, isso é mental? Ele que ficar perto mas ao mesmo que não quer ter grande contato,mas é uma das poucas coisas que ele ainda sente em relação a algo ou alguém...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    O que você está descrevendo pode ser um reflexo de uma série de dificuldades emocionais, tanto suas quanto do seu parceiro. Quando alguém começa a sentir-se "vazio" e distante, pode ser sinal de uma crise interna, como depressão, estresse crônico ou um momento de intenso esgotamento emocional. Esse comportamento de se afastar, mas ao mesmo tempo querer estar presente, pode refletir uma confusão interna, em que a pessoa tenta se conectar, mas sente dificuldades em expressar seus sentimentos devido ao seu estado emocional.

    No caso de ambos, a psicoterapia pode ser muito benéfica. Para o seu parceiro, a ajuda profissional pode ser essencial para entender o que está acontecendo internamente e para lidar com essas emoções de forma saudável. Para você, a terapia pode auxiliar no processo de lidar com suas próprias preocupações e incertezas, além de orientar sobre como se posicionar nesse momento difícil sem se sobrecarregar emocionalmente. A psicoterapia pode trazer clareza e apoio para ambos.


  • Os tremores nas mãos pode ser relacionado a outra coisa,ser ser ansiedade?Tenho um filho de 13 anos,

    Os tremores nas mãos pode ser relacionado a outra coisa,ser ser ansiedade?Tenho um filho de 13 anos,e tem tremores nas mãos direto!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Sim, os tremores nas mãos podem estar relacionados à ansiedade, mas também podem ter outras causas. Pode ser normal e ocorrer em situações de estresse, ansiedade, nervosismo, fadiga, privação de sono, ou após o consumo de cafeína. Também pode estar presentes por causa de algumas doenças ou uso de alguns medicamentos.
    Nesse caso, é interessante que procure um medico para uma avaliação mais detalhada.


  • Além dos sintomas depressivos e ansiosos, agora, sinto medo de sair de casa sozinha. E, este último

    Além dos sintomas depressivos e ansiosos, agora, sinto medo de sair de casa sozinha. E, este último começou após a morte do meu pai, porém antes do falecimento dele saia normalmente de casa. Quero saber o por que isto aconteceu e o que devo fazer para reverter este quadro???? Já estou em tratamento psiquiátrico, mas aguardando vaga para tratamento psicológico no SUS.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Sinto muito pela perda do seu pai, é natural que o luto traga uma série de emoções intensas, e o medo de sair de casa pode ser uma manifestação desse sofrimento. Esse sintoma pode estar ligado à sensação de vulnerabilidade e à dificuldade de lidar com a ausência de uma pessoa importante, o que, muitas vezes, gera um aumento da ansiedade e do medo de situações que antes eram mais tranquilas. A psicoterapia pode ajudar a entender o impacto do luto e desses medos, proporcionando um espaço para explorar suas emoções e encontrar formas de lidar com elas. Enquanto aguarda o atendimento, é importante continuar o tratamento psiquiátrico e buscar apoio de pessoas próximas.


  • Fui diagnosticada com crise de ansiedade, e tenho medo de ficar doente/passar mal, e fico nervosa qu

    Fui diagnosticada com crise de ansiedade, e tenho medo de ficar doente/passar mal, e fico nervosa quando falam de alguma doença, achando que posso ter essa condição.
    Este medo esta relacionado com a ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Sim, o medo de ficar doente ou de passar mal está frequentemente relacionado com a ansiedade. Muitas pessoas com ansiedade desenvolvem o que chamamos de hipocondria ou medo de doenças, que é uma preocupação excessiva com a saúde, mesmo quando não há sinais reais de doença. Esse medo pode ser amplificado pela ansiedade, que já provoca sintomas físicos, como falta de ar, aceleração do coração, tontura e sensação de mal-estar. Esses sintomas podem ser interpretados como sinais de uma doença, criando um ciclo de preocupação e medo. A psicoterapia pode ajudar a explorar esses medos, compreender sua origem e trabalhar estratégias para interromper esse ciclo, promovendo uma maior sensação de controle e bem-estar.


  • Eu faço coisas que a grande maioria das pessoas não tem coragem, como por exemplo descer de rapel po

    Eu faço coisas que a grande maioria das pessoas não tem coragem, como por exemplo descer de rapel por cordas, faço luta,sou um alpinista Irata profissional, mais fui reprovado 3 vezes na prova do Detran,na primeira vez eu não estava nervoso,aí estourei o tempo, agora na segunda e terceira perdi o controle do meu corpo as pernas começou a tremer muito a ponto de perder as forças, como faço pra controlar isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    É interessante perceber que você é capaz de realizar atividades desafiadoras, como rapel e alpinismo, mas ao mesmo tempo encontra dificuldades em situações mais controladas, como a prova do Detran. Isso pode estar relacionado à forma como o seu corpo reage ao estresse e à pressão, especialmente em situações onde há um componente emocional mais forte, como o medo do fracasso ou da crítica. A psicoterapia pode ser muito útil para entender as emoções subjacentes que surgem nesses momentos e ajudá-lo a desenvolver estratégias mais eficazes de autocontrole. Explorar esses sentimentos e reações em um ambiente seguro pode ajudá-lo a melhorar sua resposta emocional e enfrentar esses desafios com mais confiança.


  • Boa noite. Alguns meses atrás estava em uma batida de trabalho bem puxada, dormindo pouco ( entre 5

    Boa noite. Alguns meses atrás estava em uma batida de trabalho bem puxada, dormindo pouco ( entre 5 a 6 horas por dia) e uma viagem longa ( mais de 4 horas no deslocamento) tomei energérico e tive uma sensação que iria desmaiar, coração desparado, tremendo, parecia que estava entrando em uma onda ( semelhante a bebida alcoolíca) naquele momento me senti muito nervoso, com medo do que poderia acontecer. Passado isso, comecei a sentir alguns sintomas com frequência ( na minha opinião de trauma por esse fato) fiquei com medo de morrer de uma hora para outra, ficava muito nervoso, o corpo inteiro tremia, coração disparado, e uma sensação que estava com a cabeça longe, não estava 100% conectado com meu corpo, imaginava eu desmaiando e via essa cena de fora e isso me causava mais medo ainda. Comecei a me tratar, fiz durante um mês e não vi muito progresso, pois, ele conversa comigo muito do que eu sentia e não chegamos a um caminho de solução que era entender o motivo disso. Comecei a fazer exercícios também para ajudar, porém depois da primeira semana, comecei a ter medo de fazer os exercícios e morrer de algo no coração ( passei por um cardiologista e meu eletro não apresentou nada). Sinto que meu corpo/mente ficou traumatizada por me sentir mal aquele dia e com isso não consigo me livrar disso. Penso praticamente 24h nesses sintomas e o que mais me prende é essa sensação por muitas vezes de estar tonto, aéreo, parece que estou perdendo os sentidos e fico com medo de desmaiar, sinto também na hora de dormir, quando estou quase pegando no nosso um susto e fico alerta, na hora de acordar a mesma coisa, quando desperto não consigo mais ficar deitado, meu coração acelera, meu corpo fica agoniado com isso. Estou na dúvida qual profissional procurar . O que pode ser isso? Sempre que relato essas coisas, fico esperando alguém que tenha ansiedade falar a mesma coisa para me tranquilizar, parece que só eu tenho esses sintomas.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    O que você está descrevendo parece estar relacionado a uma resposta emocional intensificada ao estresse e à ansiedade. O episódio que você teve, com a sensação de desmaio e o aumento do medo, pode ter gerado uma "memória traumática" que se manifesta constantemente em forma de sintomas físicos e mentais. O medo de morrer, o corpo agitado, o coração acelerado e a sensação de desrealização (como se estivesse desconectado de si mesmo) são comuns em quadros de ansiedade e transtornos de pânico.

    Apesar de você já ter buscado ajuda médica e não haver indicações físicas para suas queixas, é importante que você continue com o acompanhamento psicológico, já que o trauma emocional gerado pelo episódio pode ser trabalhado de maneira eficaz em psicoterapia. O terapeuta pode ajudá-lo a compreender e processar o que aconteceu, além de oferecer ferramentas para lidar com esses medos e inseguranças. Isso pode reduzir significativamente a intensidade dos sintomas e permitir que você recupere seu equilíbrio emocional.


  • Recentemente descobri que minha namorada ficou com alguns colegas de trabalho, aconteceu antes da ge

    Recentemente descobri que minha namorada ficou com alguns colegas de trabalho, aconteceu antes da gente oficializar o nosso relacionamento. Não estou conseguindo lidar com isso! Ela ainda trabalha com as pessoas, e sinto que perdi a confiança nela, porém eu gosto muito dela e sei que ela é uma pessoa boa. Como proceder?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Essa situação pode gerar muitos sentimentos de insegurança e confusão. A perda de confiança é algo difícil de lidar, mas o primeiro passo é ter uma conversa honesta com sua namorada. Expresse suas emoções sem acusá-la, destacando como essa situação impacta você. A comunicação aberta e respeitosa é essencial para entender o que aconteceu e como ambos podem seguir em frente. A psicoterapia pode ser útil para você, ajudando a lidar com os sentimentos de insegurança e a reconstruir a confiança, se assim desejar. O autoconhecimento e o diálogo são fundamentais nesse processo.


  • tive uma crise de ansiedade semana passada, com isso nos dias seguintes depois do ocorrido tive algu

    tive uma crise de ansiedade semana passada, com isso nos dias seguintes depois do ocorrido tive algumas reações, por exemplo quando eu ia me deitar para dormir meus musculos da cabeça e do braço começavam a tremer como se eu estivesse com medo ou com frio, outra coisa é peso nas pernas sem vontande de andar, e um peso na cabeça, já lidei com um transtorno chamado "Despersonalização / Desreleição" pois eu sentia que não estava em um mundo real, mas agora mudou, mas hoje estou sentindo esses cansaços, depois de uma crise é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Sim, após uma crise de ansiedade, é comum que o corpo e a mente ainda retenham alguns efeitos, como sensação de cansaço, tremores e um peso nas pernas ou na cabeça. Esses sintomas podem ser manifestações físicas da tensão emocional que o corpo acumula durante a crise. A ansiedade pode afetar profundamente o sistema nervoso, e pode levar algum tempo para que os sintomas diminuam completamente. Embora a despersonalização e a desrealização já não estejam tão presentes, seu corpo pode estar respondendo de forma prolongada ao estresse. A psicoterapia pode ser muito útil para lidar com esses sintomas, ajudando a entender suas causas e promovendo uma recuperação emocional e física mais rápida.


  • Meu filho fez 13 anos e a cada ano que passa ele fica mais restrito a comer comida saudável. Não gos

    Meu filho fez 13 anos e a cada ano que passa ele fica mais restrito a comer comida saudável. Não gosta de frutas tem nojo de mastigar e no momento em relação a
    fruta só toma o suco da polpa do morango é bem cuado. Não gosta da comida feita em casa, principalmente arroz, feijão, carne em geral, no momento só come frango a parmegiana se for do restaurante, e o único legumes que ele come é a batata pré frita, verduras não suporta nem olhar. E dentro de casa fica furioso quando eu vou preparar o alimento, porque não suporta o cheiro e nem ver a comida. Ele não suporta ver eu e o pai dele se alimentando, sente nojo. Só gosta de comida que não faz bem para a saúde como; pastel, pizza, hambúrguer, salgados, refrigerante, sorvete ele come bem. Não sei o que fazer preciso de ajuda!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Compreendo o quanto essa situação pode ser angustiante, tanto para você quanto para seu filho. Na adolescência, mudanças físicas e emocionais podem afetar significativamente a relação com a alimentação. O comportamento restritivo de seu filho pode ter várias causas, incluindo questões de controle, aversões sensoriais, ou até padrões de alimentação adquiridos ao longo do tempo. Além disso, essa fase de desenvolvimento é marcada por uma busca por identidade e independência, e a alimentação pode se tornar uma forma de expressão desse processo.

    A psicoterapia pode ser um passo importante nesse processo, pois pode ajudar seu filho a explorar as razões subjacentes desse comportamento alimentar. Muitas vezes, trabalhar com um profissional pode ajudá-lo a lidar melhor com seus sentimentos em relação à comida e à mudança de hábitos, sem julgamentos ou pressões. Além disso, um acompanhamento psicológico pode ajudar a família a entender melhor essas dificuldades, criando estratégias que envolvam a paciência e a compreensão. Embora seja um processo gradual, o apoio emocional e profissional pode contribuir para uma relação mais equilibrada com a alimentação e promover saúde física e mental a longo prazo.


  • Minha filha de 7a sempre dormiu na cama e no quarto dela. Faz um mês que ela não quer mais dormir no

    Minha filha de 7a sempre dormiu na cama e no quarto dela. Faz um mês que ela não quer mais dormir no quarto, e quando vai anoitecendo ela começa a entrar em Pânico. Perguntei o que aconteceu e ela fala que tem medo. Já faz terapia, conversei com a neuro, tentei de tudo sem sucesso. O que devo fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    É realmente angustiante quando uma criança começa a ter medo do próprio quarto, e essa mudança repentina pode estar ligada a vários fatores emocionais ou experiências que ela não soube expressar completamente. O medo noturno é comum em crianças, mas, quando se intensifica, pode ser sinal de algo que precisa ser explorado mais a fundo. Embora sua filha já esteja em terapia e tenha sido avaliada pela neuro, talvez seja útil revisar o ambiente emocional em casa, buscando por mudanças ou tensões que possam ter gerado esse medo. A psicoterapia pode continuar sendo uma ferramenta importante para ajudá-la a lidar com esses sentimentos de pânico. Além disso, o apoio familiar também é fundamental, criando um ambiente seguro e acolhedor para ajudá-la a enfrentar esse medo gradualmente.


  • Estou namorando a praticamente dois meses minha namorada mora a uns 45km daqui, sempre que quero ver

    Estou namorando a praticamente dois meses minha namorada mora a uns 45km daqui, sempre que quero ver ela eu vou na minha folga de bicicleta e é incrível, porém acho que a relação toda só pesa pra meu lado toda vez que quero ver ela, ela tem q falar com o irmão pra levar ela pra cá e nem sempre ele está livre

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    É completamente natural você se sentir assim, especialmente quando se está no início de um relacionamento e a rotina começa a cobrar. Parece que, para você, fazer o esforço de viajar de bicicleta para vê-la é algo prazeroso e significativo, mas você também começa a perceber que a relação está demandando um esforço desproporcional da sua parte. Isso pode gerar um sentimento de que o compromisso não está sendo compartilhado igualmente.

    O fato de ela depender do irmão para conseguir ir até você pode ser uma limitação, mas também é importante tentar entender o que está por trás disso. Pode ser que ela tenha dificuldades logísticas, como falta de transporte próprio ou outras responsabilidades que a impedem de viajar sozinha, mas, ao mesmo tempo, é importante que essa situação seja conversada.

    O ideal seria conversar com ela de forma aberta e honesta sobre como você está se sentindo. Explicar que você tem prazer em vê-la, mas que gostaria que houvesse um equilíbrio na dinâmica do relacionamento, e que as coisas não pareçam pesadas só para você. Conversar sobre como ambos podem encontrar uma solução para tornar a situação mais confortável para os dois pode fortalecer ainda mais a relação.


  • Olá, sou diagnosticado com autismo grau leve e ansiedade social. Ultimamente não sinto motivação e n

    Olá, sou diagnosticado com autismo grau leve e ansiedade social. Ultimamente não sinto motivação e nem energia para nada. Estive de férias em Julho e passei todos os dias, sem exceção, trancado no quarto deitado na cama, levantando apenas para fazer necessidades fisiológicas. Tomo os remédios escitalopram (que não sinto qualquer efeito) e Mirtazapina (esse fez efeito e melhorou minha insônia por um tempo, mas não sinto mais o mesmo efeito e fez eu ganhar muito peso). As vezes preciso apelar para Alprazolam ou Clonazepam para dormir.
    Mas é isso, sinto zero energia ou motivação para fazer as coisas. Volto a trabalhar semana que vem e não fiz absolutamente nada em termos de lazer nas férias. É possível que, além do autismo e ansiedade social, eu tenha depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    É possível que, além do autismo e da ansiedade social, você esteja vivenciando um quadro de depressão. A falta de motivação, a apatia e a sensação de estar estagnado, especialmente quando esses sentimentos persistem por um longo período, são sinais típicos de depressão. O fato de você ter passado as férias sem energia para realizar atividades e sem interesse em lazer pode ser um reflexo disso. A medicação também pode ter um papel importante nesse processo. O escitalopram, por exemplo, pode demorar mais para surtir efeito, enquanto a Mirtazapina pode ter efeitos colaterais, como ganho de peso. O uso de Alprazolam ou Clonazepam, embora ajude pontualmente, não trata as causas subjacentes.

    A psicoterapia pode ser um caminho importante para ajudá-lo a entender esses sentimentos e trabalhar a motivação, além de explorar as questões do autismo e da ansiedade social. Conversar com seu médico sobre ajustes no tratamento também é crucial. Você não está sozinho e há formas de buscar o equilíbrio novamente.


  • Olá! E quando a mãe tem o filho como “marido/homem” mas sem desejo real em ter relações sexuais , ma

    Olá! E quando a mãe tem o filho como “marido/homem” mas sem desejo real em ter relações sexuais , mas todos os movimentos de enxerga-lo como homem dela e não filho? Também é complexo de Édipo, ou tem outro nome?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Essa situação que você descreve parece envolver uma dinâmica familiar bastante complexa, onde a mãe pode estar, inconscientemente, projetando uma relação de dependência emocional e afetiva excessiva sobre o filho. Isso pode afetar tanto a mãe quanto o filho, criando confusão nos papéis familiares. Embora o complexo de Édipo envolva um desejo inconsciente de rivalidade com o pai, esse tipo de vínculo inadequado pode ser relacionado a uma disfunção nos limites emocionais, que precisa ser trabalhada. A psicoterapia pode ser crucial para ajudar a entender e a redefinir esses padrões, promovendo um ambiente familiar mais saudável e ajudando tanto a mãe quanto o filho a estabelecerem relações mais equilibradas e respeitosas.


  • Meu namorado tem depressão e me afirmou que desistiu de viver, disse que um dia vai tirar a própria

    Meu namorado tem depressão e me afirmou que desistiu de viver, disse que um dia vai tirar a própria vida. Ele não quer fazer terapia pois acredita que o tratamento apenas funciona em quem quer viver. O que faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Sinto muito que você esteja passando por essa situação tão difícil. Quando alguém expressa ideias suicidas, é crucial agir com seriedade. Primeiramente, converse com seu namorado de forma empática, mostrando que você se importa e que ele não está sozinho. A depressão pode distorcer a percepção de vida e fazer a pessoa sentir-se sem esperança. Mesmo que ele acredite que o tratamento só funcione para quem quer viver, a ajuda profissional é fundamental, e ele pode não estar conseguindo reconhecer isso devido à condição.

    Encorage-o a procurar um psiquiatra e um psicoterapeuta, pois o tratamento adequado pode ajudá-lo a recuperar a esperança. Se ele resistir, busque apoio também para você, para lidar com seus próprios sentimentos. Se houver risco imediato, não hesite em procurar ajuda de emergência, como serviços especializados em saúde mental. Sua segurança e bem-estar dele são prioridades.


  • olá, atualmente conheci uma menina que me fez me sentir muito especial, foi a minha primeira, em tud

    olá, atualmente conheci uma menina que me fez me sentir muito especial, foi a minha primeira, em tudo, porém ela não teve a primeira fez dela comigo. Eu tenho 20 anos , ela tbm, mas eu nunca tive nunhuma mulher antes dela. Eu não consigo lidar bem com isso, me sentido o segundo, como se fosse alguém que sobrou, em bora ela diga que me escolheu.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    É compreensível que você esteja se sentindo assim, pois, quando vivemos algo novo, é natural criar expectativas e sentir inseguranças. A sensação de ser "o segundo" pode ser dolorosa, especialmente quando estamos investindo emocionalmente em uma relação. A psicoterapia pode ajudar a explorar essas inseguranças, permitindo que você entenda melhor suas emoções e identifique padrões de pensamento que talvez estejam afetando sua autoconfiança e percepção de si mesmo. Também pode ser útil trabalhar a autovalorização e o processo de aceitação, para que você se sinta mais seguro na relação e em seu próprio valor.


  • Boa tarde. Meu filho de 10 anos , tem nojo de restos de comida, que ele próprio comeu. Nojo de conti

    Boa tarde. Meu filho de 10 anos , tem nojo de restos de comida, que ele próprio comeu. Nojo de continuar na mesa após fazer as refeições. Chega a vomitar se ficar olhando .Hipnose ajuda ? Psicólogo ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Esse comportamento do seu filho pode estar relacionado a uma aversão intensa a certos estímulos, que pode ter raízes emocionais ou comportamentais. É importante investigar o que está por trás dessa reação de nojo, que pode estar ligada a experiências ou sentimentos que ele ainda não sabe como processar. A psicoterapia pode ser extremamente útil nesse caso, especialmente se for com um profissional que trabalha com a compreensão mais profunda do comportamento humano, como um psicanalista ou psicólogo que siga a psicologia analítica de Jung. Esse tipo de abordagem pode ajudar a entender os processos inconscientes e os símbolos que podem estar influenciando seu comportamento. Buscar ajuda de um especialista permitirá que seu filho explore essas questões e aprenda a lidar com seus sentimentos de forma mais saudável e integrada.


  • Eu me sinto suficiente para mim, mas eu SEI que eu não sou o suficiente para outras pessoas próximas

    Eu me sinto suficiente para mim, mas eu SEI que eu não sou o suficiente para outras pessoas próximas (pais e namorado). Como lidar com isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    É compreensível sentir que, apesar de se sentir suficiente para si mesma, a expectativa de ser "o suficiente" para outras pessoas, como pais e namorado, pode gerar ansiedade. Muitas vezes, esse sentimento de inadequação está ligado às nossas crenças internas sobre a aceitação e o amor dos outros. A psicoterapia pode ser uma aliada importante nesse processo, ajudando a entender a origem dessas expectativas e a desenvolver uma visão mais equilibrada sobre os relacionamentos. Trabalhar com um terapeuta pode ajudá-la a fortalecer sua autoconfiança e a lidar com essas inseguranças, permitindo que você se sinta mais segura em sua própria pele e nas suas relações.


  • Estou em um relacionamento, ele me pediu em namoro diversas vezes, mas eu falei que queria um pedido

    Estou em um relacionamento, ele me pediu em namoro diversas vezes, mas eu falei que queria um pedido especial, com aliança e tal, o pedido que eu mencionei nunca aconteceu, porém eu e ele consideramos que estamos em um namoro, trocamos presente de dia dos namorados, ele é uma pessoa que posta bastante coisa em redes sociais mas nunca postou nada de nós dois, já cobrei ele mas não adiantou, já tentei terminar por causa disso, mas sinto que tenho uma dependencia emocional pois ele me trata muito bem e sinto muita atração fisica com ele, mas tenho receio desse não postar dele, de ele ter algum rolo e não querer que a pessoa saiba, quando eu tentei terminar, ele me implorou pra não terminar e me deu um perfume de presente

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    É comum se sentir insegura em relacionamentos quando há expectativas não atendidas, como o pedido de namoro e a falta de compartilhamento nas redes sociais. A dependência emocional que você menciona pode estar ligada à forma como você percebe a validação no relacionamento. Psicoterapia pode ser útil para explorar essas inseguranças e entender o que está por trás da sua necessidade de confirmação externa. Trabalhar com um psicólogo pode ajudar a fortalecer sua autoestima e a encontrar formas saudáveis de lidar com as expectativas, promovendo mais clareza e equilíbrio nas suas relações e emoções.


Perguntas frequentes

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