Perguntas do paciente (682)

  • Sinto aperto na cabeça sensação de desmaio enjôo tontura tremores diarréia coração acelerado sensaçã

    Sinto aperto na cabeça sensação de desmaio enjôo tontura tremores diarréia coração acelerado sensação que vou ,já tem 2 anos isso pode ser ansiedade generalizada?
    Eu penso as vezes que pode ser um tumor cerebral pelo fato desse aperto na cabeça

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida


    Os sintomas que você descreve – como aperto na cabeça, tontura, tremores, diarreia e sensação de desmaio – podem realmente estar associados à ansiedade, especialmente se eles ocorrem com frequência e em momentos de estresse. A ansiedade pode gerar reações físicas intensas, como essas, e muitas vezes as pessoas começam a se preocupar com doenças graves, como um tumor cerebral, o que acaba exacerbando ainda mais a ansiedade.

    A psicoterapia pode ser muito útil nesse processo, ajudando a compreender e a lidar com esses sintomas de maneira mais eficaz. Ao trabalhar a gestão da ansiedade e o controle do estresse, você pode aprender a reduzir esses episódios. Além disso, a terapia pode ajudar a dissipar medos e preocupações excessivas, permitindo que você se sinta mais calmo e confiante. Caso os sintomas persistam ou se intensifiquem, é sempre importante buscar acompanhamento médico para garantir que não haja questões físicas associadas.


  • Oih eu tenho 15 anos estou quase fznd 16 e quero morre nessa data 18/11 pq ea data q nasci eq vou em

    Oih eu tenho 15 anos estou quase fznd 16 e quero morre nessa data 18/11 pq ea data q nasci eq vou embora

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Sinto muito que você esteja se sentindo assim. Ninguém deveria passar por momentos tão dolorosos e desesperadores sozinho. O que você está sentindo agora pode ser uma combinação de muitos fatores, como tristeza, confusão e talvez um sentimento de não pertencimento ou falta de propósito. É importante que você saiba que esses sentimentos são sérios, mas podem ser compreendidos e tratados com a ajuda certa.

    Você não precisa enfrentar isso sozinho. Buscar apoio profissional é fundamental neste momento. Conversar com um psicólogo pode ajudá-lo a entender melhor esses sentimentos e a explorar as razões que os alimentam. A psicoterapia oferece um espaço seguro para você expressar seus pensamentos sem julgamento, ajudando a encontrar formas de lidar com essa dor de maneira mais saudável.

    A sua vida é valiosa, e existem muitas possibilidades de ajuda e cura. Por favor, procure ajuda o quanto antes. Pode ser um amigo, um familiar, ou um profissional. Não há vergonha em pedir apoio – você merece viver uma vida com mais esperança e tranquilidade. O seu futuro tem muito a oferecer.


  • Estou tomando luvox há um mês, estava estável, mas hoje só senti vontade de chorar e sentimentos de

    Estou tomando luvox há um mês, estava estável, mas hoje só senti vontade de chorar e sentimentos de tristeza. Meu psiquiatra disse que é normal ter variações e que elas tem de estabilizar, gostaria de saber se é normal isso e pq dessas variações?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    É bastante comum que pessoas em tratamento com medicamentos, como o Luvox, experimentem variações no humor durante os primeiros meses de uso. Esses medicamentos, ao influenciar a química cerebral, podem levar algum tempo para atingirem sua plena eficácia e para o corpo se ajustar a eles. Durante esse período, você pode experimentar momentos de instabilidade emocional, como tristeza ou vontade de chorar. A psicoterapia pode ser extremamente útil nesse momento, pois oferece um espaço para compreender melhor essas variações e o impacto delas em sua vida cotidiana. Também pode ajudá-lo a desenvolver recursos internos para lidar com essas emoções de forma mais saudável. Embora o medicamento trate os sintomas, a psicoterapia oferece uma abordagem profunda, ajudando a fortalecer sua resiliência emocional e promovendo uma maior compreensão sobre o que essas oscilações significam para o seu bem-estar psicológico.


  • Tenho 13 anos e meu coração tem palpitado um pouco mais forte já faz um tempinho, quando eu estou de

    Tenho 13 anos e meu coração tem palpitado um pouco mais forte já faz um tempinho, quando eu estou deitada ou relaxando ele do nada dá uma palpitada e depois volta ao normal, ela as vezes vem com uma dor no peito, dor de cabeça, tontura, sono, e as vezes (bem raro) ele acelera e isso me deixa muito nervosa, eu já fui ao médico e fiz um eletro, mas ele não detectou nada de anormal, e disse que podia ser por conta de ansiedade. Me pergunto se isso é realmente ansiedade ou outra coisa.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    É muito bom que você tenha ido ao médico e feito os exames para investigar o que está acontecendo. O fato de não ter sido detectado nada de anormal no seu coração é um bom sinal. O que você descreve pode, sim, estar relacionado à ansiedade. Quando estamos ansiosos, nosso corpo pode reagir de forma física, como palpitations, dor no peito, tontura e outros sintomas, o que pode gerar um ciclo de preocupação e tensão.

    A psicoterapia pode ajudá-la a entender melhor esses sentimentos e a lidar com a ansiedade de maneira mais eficaz. Isso pode trazer mais confiança e alívio, ajudando você a se sentir mais tranquila e a gerenciar os momentos de preocupação. Lembre-se, esses sintomas não significam que há algo de errado com sua saúde física, mas sim com a forma como o corpo está reagindo ao estresse.


  • Tenho 25 anos e sofro de transtorno de ansiedade. Estou me readaptando ao antidepressivo venlafaxina

    Tenho 25 anos e sofro de transtorno de ansiedade. Estou me readaptando ao antidepressivo venlafaxina pois ando tendo muitas crises com taquicardia e minha psiquiatra mandou voltar com ele. Fui na emergência investigar o coração acelerado e pediram um eletro, nele não deu nada além da taquicardia. O problema é que, mesmo quando não estou com picos de ansiedade, se me levanto da cama o meu coração acelera e fica entre 110-130bpm. Deitada, entre 76-89. Então eu acabo ficando quase o dia inteiro deitada pra não ocorrer a taquicardia. Isso sem as crises. É normal os batimentos ficarem nessa frequência maior que 100bpm só por eu me levantar para ir ao banheiro ou ficar de pé?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    É compreensível a sua preocupação com os batimentos cardíacos acelerados, mas, em situações de ansiedade, o corpo pode reagir de maneiras que nem sempre correspondem a problemas cardíacos. O que você está descrevendo pode ser um reflexo de como a ansiedade afeta o sistema nervoso, elevando a frequência cardíaca, até em momentos de pouca atividade. Isso acontece porque o sistema nervoso autônomo, responsável por regular funções involuntárias como a frequência cardíaca, fica sensibilizado em situações de ansiedade.

    A psicoterapia pode ser uma aliada importante nesse processo, pois ajuda a compreender e a lidar com as emoções que geram esses picos de ansiedade e taquicardia. A terapia também auxilia a desenvolver estratégias para a regulação emocional e o controle da resposta do corpo ao estresse, diminuindo o impacto físico e psicológico da ansiedade no seu cotidiano. Além disso, é fundamental seguir o tratamento psiquiátrico recomendado, pois a medicação pode ser necessária para estabilizar o quadro, mas a psicoterapia pode complementar o tratamento e ajudar a lidar com as causas subjacentes da ansiedade.


  • Olá! Há 3 meses sofri um assalto cujo qual me deixou com algumas "pequenas sequelas". Após sofrer

    Olá!

    Há 3 meses sofri um assalto cujo qual me deixou com algumas "pequenas sequelas". Após sofrer este incidente, eu sinto muitas dores de cabeça tensionais, na região da nuca, meu olho tem pequenos espasmos involuntários, durmo relativamente bem mas acordo super cansado como se eu não tivesse dormido absolutamente nada, fico muito meio aéreo; sem contar que quando saio nas ruas eu fico observando tudo e todos ao meu redor para que eu não seja novamente surpreendido.
    Mas apesar de tudo eu não fiquei com síndrome do pânico, com medo de sair de casa etc.
    Enfim, procurei um neurologista e ele me falou que isso que sinto são sintomas de ansiedade, contudo, sempre fui ansioso mas não ao extremo, mas somente por passar por um trauma como o assalto pode ter desencadeado uma ansiedade fora do comum? Como devo tratar isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Sim, é perfeitamente possível que o trauma de um assalto tenha desencadeado uma ansiedade mais intensa, mesmo que você não tenha uma história anterior de ansiedade extrema. Traumas podem afetar profundamente nossa saúde mental, e os sintomas que você descreve, como dores de cabeça, espasmos e vigilância constante, são comuns em pessoas que vivenciam eventos traumáticos. A psicoterapia pode ser muito eficaz nesse caso, pois permite explorar o impacto emocional do trauma e trabalhar no processamento das emoções associadas a ele.

    Através da terapia, você pode aprender a compreender melhor suas reações, integrar o trauma de forma mais saudável e desenvolver maneiras de reduzir os sintomas físicos e psicológicos que surgem com a ansiedade. O objetivo é promover um maior equilíbrio e permitir que você recupere a sensação de controle e bem-estar.


  • Em algumas situações onde estou sendo analisada meus lábios tremem, minhas mãos também tremem e fica

    Em algumas situações onde estou sendo analisada meus lábios tremem, minhas mãos também tremem e ficam frias, e não consigo controlar e estou sofrendo com isso, o que posso fazer pra isso acabar, tem alguma técnica? Desde já agradeço!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    O tremor nas mãos e lábios, especialmente em situações de análise ou quando se sente observado, pode ser uma resposta do corpo à ansiedade e ao estresse. Esse tipo de reação ocorre quando há um aumento de tensão e o organismo entra em estado de alerta, resultando em sintomas físicos, como o tremor. A psicoterapia pode ajudar a entender as causas emocionais desse medo ou ansiedade e a trabalhar essas questões de forma profunda, proporcionando maior compreensão e controle sobre essas reações. O objetivo é reduzir o impacto das situações estressantes, promovendo um espaço de autoconhecimento. Com o tempo, você pode desenvolver uma sensação maior de segurança e confiança em si mesma. É importante entender que essas reações não definem você e que é possível superar essas dificuldades com o apoio psicológico adequado.


  • Ola, tenho crises de ansiedade algumas vezes, pois tenho um medo intenso de morrer, e também as veze

    Ola, tenho crises de ansiedade algumas vezes, pois tenho um medo intenso de morrer, e também as vezes vem uma sensação de que estou sonhando, sempre penso oque acontecerá depois da morte, e isso me assusta! Queria tanto me livrar da ansiedade. Devo procurar um especialista?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Olá! Sentir medo da morte e questionar o que acontece depois dela são experiências comuns e, para algumas pessoas, podem se tornar fontes de grande ansiedade e desconforto. Essa sensação de "estar sonhando" ou de distanciamento da realidade, conhecida como despersonalização, também pode ser um sintoma de ansiedade. Quando esses sentimentos e pensamentos se tornam frequentes e intensos, é compreensível que gerem crises de ansiedade e afetem sua qualidade de vida.

    Buscar a ajuda de um especialista, como um psicólogo, pode ser extremamente benéfico para lidar com essas questões. A psicoterapia oferece um espaço seguro para explorar o medo da morte e outros sentimentos profundos que geram ansiedade. Com o apoio do terapeuta, você pode desenvolver estratégias e perspectivas para lidar com esses pensamentos e encontrar formas de reduzir o impacto deles na sua vida. Esse processo pode ajudar você a sentir-se mais seguro e a retomar uma sensação de equilíbrio emocional no dia a dia.


  • Sinto muita dor no coracao uma dor no peito como se fosse morrer sinto que ninquem gosta de mim simt

    Sinto muita dor no coracao, uma dor no peito como se fosse morrer sinto que ninguém gosta de mim, que as pessoas só me procuram interessada em alguma coisa e que meu marido não gosta de mim. Devo procurar um especialista?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Sinto muito que você esteja passando por esse momento tão difícil. A dor no peito que você está sentindo, junto com esses pensamentos de desvalorização e insegurança, pode estar relacionada à ansiedade e à depressão, que frequentemente causam esse tipo de sensação física e emocional. A sensação de que ninguém gosta de você e a dúvida sobre seu relacionamento também são sintomas comuns de sofrimento emocional.

    Procurar um especialista, como um psicoterapeuta, pode ser muito útil. A terapia oferece um espaço seguro para explorar esses sentimentos e ajudar a entender melhor suas emoções. Trabalhar com um profissional pode ajudá-la a lidar com a ansiedade e as inseguranças, além de apoiar na construção de uma percepção mais saudável sobre você mesma e seus relacionamentos. Isso pode trazer mais alívio e clareza para sua situação.


  • Olá bom dia, sinto muita angústia e aperto no coração durante a noite não estou conseguindo dormir s

    Olá bom dia, sinto muita angústia e aperto no coração durante a noite não estou conseguindo dormir suor frio e tonteiras também quero saber se preciso tomar algum medicamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Os sintomas que você descreve, como angústia, aperto no peito, suor frio e tonturas, são frequentemente associados à ansiedade, especialmente em momentos de estresse ou preocupações. Esses sinais podem indicar que algo emocional ou psicológico precisa de atenção. A psicoterapia pode ser muito eficaz para compreender as causas desses sentimentos e aprender a lidar com eles de forma mais saudável. Com o apoio psicológico, você pode explorar o que está por trás desses sintomas, desenvolver estratégias para gerenciar as emoções e melhorar a qualidade do sono. Em relação ao uso de medicamentos, é importante seguir a orientação do seu médico, mas, além disso, a terapia pode ajudar a tratar a raiz do problema, promovendo um bem-estar emocional duradouro.


  • Bullying escolar, superproteção dos pais e ambiente familiar conflituoso, podem contribuir para o de

    Bullying escolar, superproteção dos pais e ambiente familiar conflituoso, podem contribuir para o desenvolvimento da fobia social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Sim, bullying escolar, superproteção dos pais e ambiente familiar conflituoso são fatores que podem contribuir para o desenvolvimento de fobia social. Essas experiências influenciam a maneira como a pessoa percebe a si mesma e as interações sociais. O bullying pode gerar sentimentos de inadequação e medo de rejeição, enquanto a superproteção parental, embora bem-intencionada, pode limitar o desenvolvimento da autonomia e da confiança social. Já um ambiente familiar conflituoso pode criar insegurança e dificuldades emocionais que se refletem nas relações externas.

    A psicoterapia é uma ferramenta valiosa para lidar com essas questões, pois permite compreender e ressignificar experiências passadas, desenvolver habilidades interpessoais e fortalecer a autoestima, promovendo uma relação mais saudável com o ambiente social e consigo mesmo.


  • Meu sobrinho acabou de me confidenciar que tem toc, percebi que é algo que está afetando ele, não se

    Meu sobrinho acabou de me confidenciar que tem toc, percebi que é algo que está afetando ele, não sei o que dizer para acalmá-lo e onde procurar ajuda, alguém pode me orientar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Fico feliz que seu sobrinho tenha se aberto com você sobre o que está passando. O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode realmente impactar significativamente a vida de quem o vivencia, causando sofrimento emocional. Como você percebeu, a primeira atitude importante é não minimizar o que ele sente. Ouvir com empatia e sem julgamento é fundamental para que ele se sinta acolhido. A psicoterapia pode ser extremamente eficaz no tratamento do TOC, pois oferece um espaço seguro para explorar os pensamentos obsessivos e as compulsões, compreendendo as raízes do transtorno e trabalhando maneiras de gerenciá-los. É importante também procurar um profissional especializado, como um psicólogo ou psiquiatra, que possa avaliar a situação dele com mais profundidade. Eles poderão indicar a melhor forma de tratamento, seja psicoterápico, medicamentoso ou ambos. Ao buscar ajuda, ele terá mais ferramentas para lidar com os desafios do TOC e melhorar a qualidade de vida dele.


  • Ola, crise de ansiedade pode causar dor no peito (não uma dor forte) uma sensação de aperto , sensaç

    Ola, crise de ansiedade pode causar dor no peito (não uma dor forte) uma sensação de aperto , sensação de algo na garganta( não chega a ser dor em engolir) e sensação de testa quente ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Sim, a crise de ansiedade pode, sim, causar sintomas físicos como a dor no peito (um aperto, sensação de pressão), desconforto na garganta e até sensação de testa quente. Esses sintomas ocorrem porque a ansiedade ativa a resposta do corpo ao estresse, o que pode afetar o sistema nervoso e causar essa sensação de desconforto. O corpo fica em alerta, e isso pode gerar reações como essas, mesmo que não haja nenhum problema físico sério.

    A psicoterapia pode ser muito útil nesse caso, pois ajuda a entender melhor o que está desencadeando a ansiedade e ensina formas de lidar com esses sintomas de maneira mais eficaz. Com o tempo, você pode aprender a acalmar o corpo e a mente, reduzindo esses episódios e aumentando sua sensação de controle e bem-estar.


  • Boa noite, tenho 27 anos e sofro de ansiedade e pânico já em tratamento corro e já fiz todos os exam

    Boa noite, tenho 27 anos e sofro de ansiedade e pânico já em tratamento corro e já fiz todos os exames possíveis do coração, cardio diz que está tudo ok, agora retorno anualmente, corro de 4 a 5x por semana mas mesmo assim as vezes tenho taquicardia como hoje sentado do nada meu coração disparou a 140 bpm 30m pós almoço, tive que sair do trabalho e vir para casa descansar e tomar concardio “todo todos os dias 2.5mg” que era para controlar isso.
    Deveria olhar mais alguma coisa fazer mais algum exame?

    Muito obrigado isso me incomoda muito pois além da taquicardia o pânico e o medo tomam conta juntos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    É compreensível que você se sinta incomodado com esses episódios de taquicardia, especialmente quando associada ao pânico e ao medo. O fato de você já ter feito exames cardíacos e ter acompanhamento médico é um bom passo, e o retorno anual é importante para monitorar a saúde. O uso do Concórdio também pode ajudar a controlar a taquicardia, mas, como a ansiedade e o pânico continuam presentes, é possível que esses sintomas ainda se manifestem de tempos em tempos.

    A psicoterapia pode ser muito útil para ajudá-lo a compreender melhor os gatilhos do pânico e da ansiedade e a desenvolver formas de lidar com essas emoções. Ao trabalhar o emocional, você pode reduzir a intensidade e a frequência desses episódios, melhorando sua qualidade de vida. Caso os sintomas persistam ou se intensifiquem, sempre é válido discutir com seu médico a necessidade de ajustes no tratamento.


  • Perdi meu marido há 15 dias, ele se suicidou e depois disso vivo em constante tristeza perdi a vonta

    Perdi meu marido há 15 dias, ele se suicidou e depois disso vivo em constante tristeza perdi a vontade de viver a única vontade que tenho é de ir embora com ele.
    O que eu faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Sinto muito pela dor profunda que você está vivenciando. Perder um cônjuge de forma tão trágica como o suicídio é uma experiência devastadora, e é natural que você esteja sentindo uma tristeza esmagadora. O luto por uma perda assim pode gerar sentimentos intensos de vazio, desesperança e até mesmo a vontade de seguir a mesma trajetória. Esses sentimentos são compreensíveis, mas é fundamental saber que, apesar da dor, você não está sozinha, e existem formas de lidar com esse sofrimento.

    A psicoterapia pode ser um apoio essencial nesse momento, pois oferece um espaço seguro para você expressar sua dor e suas emoções sem julgamentos. Através do processo terapêutico, você pode começar a compreender o impacto dessa perda em sua vida, lidar com as questões de culpa e solidão, e explorar formas de encontrar significado em meio ao luto. Embora o processo de cura seja longo e individual, a psicoterapia pode ajudá-la a dar passos pequenos, mas importantes, rumo à reconstrução do seu bem-estar emocional.

    Se a dor estiver muito intensa e você sentir que precisa de mais apoio, procure ajuda imediatamente. Ninguém deve passar por isso sozinha, e há profissionais preparados para oferecer o suporte necessário.


  • e possível desenvolver tept por causa de ver algum familiar próximo sofrendo muito?

    e possível desenvolver tept por causa de ver algum familiar próximo sofrendo muito?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Sim, é possível desenvolver transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) ao presenciar um familiar próximo passando por muito sofrimento. Esse tipo de experiência pode ser emocionalmente intenso, causando impacto significativo e levando à sensação de impotência, medo e ansiedade, características do TEPT. Além disso, a proximidade emocional aumenta a carga de estresse, pois, além de lidar com os próprios sentimentos, você também se preocupa profundamente com o bem-estar do outro.

    A psicoterapia pode ser muito útil nesse processo, pois oferece um espaço seguro para explorar e compreender esses sentimentos, ajudando a aliviar o estresse acumulado. Esse acompanhamento pode auxiliar na criação de estratégias para lidar melhor com os impactos emocionais do trauma e promover um maior equilíbrio psicológico.


  • Qual a diferença na visão de vocês profissionais entre Anedonia, Embotamento afetivo, e apatia? os m

    Qual a diferença na visão de vocês profissionais entre Anedonia, Embotamento afetivo, e apatia? os meus sintomas se encaixam neles todos ...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    A anedonia, o embotamento afetivo e a apatia compartilham a característica de afetar a experiência emocional, mas com nuances distintas. A anedonia é a perda de prazer em atividades que antes eram agradáveis. O embotamento afetivo se refere à redução da intensidade das emoções, tornando tudo mais “apagado” ou indiferente. Já a apatia envolve uma falta de interesse ou motivação geral, tornando a pessoa desengajada do que acontece ao seu redor. Esses sintomas, apesar de semelhantes, têm diferentes impactos na forma como vivemos e nos relacionamos. A psicoterapia pode ser uma excelente ferramenta para investigar essas questões mais a fundo, ajudando a resgatar o prazer e a motivação, e oferecendo um espaço para compreender as causas por trás desses sentimentos.


  • Tenho derpersonalizacao causada pela ansiedade. E normal o medo de cegar em crises de ansiedade ?

    Tenho derpersonalizacao causada pela ansiedade. E normal o medo de cegar em crises de ansiedade ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Sim, é comum que crises de ansiedade, especialmente quando acompanhadas de despersonalização, gerem medos intensos e irracionais, como o receio de perder a visão, enlouquecer ou perder o controle. A despersonalização, por si só, já pode ser assustadora, pois traz a sensação de desconexão de si mesmo ou da realidade, amplificando as preocupações sobre o próprio corpo e a mente.

    A psicoterapia pode ajudar muito nesse contexto. Ela permite explorar as causas subjacentes da ansiedade e compreender os gatilhos dessas sensações. Com o acompanhamento adequado, você poderá identificar padrões de pensamento que intensificam os medos, desenvolver estratégias para lidar com as crises e criar um espaço interno de segurança, promovendo maior tranquilidade e bem-estar em situações desafiadoras.


  • Ha algum tratamento para quem sofre de Apeirofobia ( medo do infinito e da eternidade )?

    Ha algum tratamento para quem sofre de Apeirofobia ( medo do infinito e da eternidade )?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Sim, é possível tratar a apeirofobia, e a psicoterapia pode ser uma ferramenta valiosa nesse processo. O medo do infinito ou da eternidade, embora possa parecer abstrato, geralmente está relacionado a questões emocionais e existenciais mais profundas, como a dificuldade de lidar com a incerteza, a finitude ou a ausência de controle sobre o desconhecido. Esse medo também pode despertar sentimentos de angústia existencial, contribuindo para estados de ansiedade.

    Na psicoterapia, você encontrará um espaço seguro para explorar as raízes desse medo, que podem estar ligadas a experiências passadas, crenças ou modos de interpretar a realidade. O terapeuta pode ajudá-lo a construir um entendimento mais claro sobre o que o infinito ou a eternidade representam para você, permitindo que essas ideias sejam gradualmente desmistificadas e integradas de forma menos ameaçadora.

    Além disso, a terapia promove o fortalecimento emocional, ajudando você a encontrar formas de lidar com essas questões sem que elas se tornem paralisantes. Trata-se de um processo gradual, mas que pode transformar sua relação com esse medo, proporcionando mais leveza e aceitação diante de temas tão profundos.


  • A mais de um ano, eu estava trabalhando e um cachorro deu um latido onde eu tomei um susto, as pesso

    A mais de um ano, eu estava trabalhando e um cachorro deu um latido onde eu tomei um susto, as pessoas em volta começaram a me zoar e eu fiquei com muita vergonha...desde então, toda vez que está silencio e um cachorro começa a latir eu tomo um grande susto. Isso acontece também com trovões ou alguém espirrando alto do meu lado por exemplo...
    É como se eu ficasse pensando: "vou tomar um susto, vou tomar um susto, vou tomar um susto" e como são coisas do dia a dia, como um latido de cachorro ou um trovão, obviamente acaba acontecendo e eu me assusto.

    Seria possível fazer algum tratamento/técnica que desassocie essas situações com o susto ? Um psicologo ou psiquiatra poderia me ajudar ? Ou seria outra especialidade ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     André Luiz Almeida

    Sim, tanto um psicólogo quanto um psiquiatra podem ajudar você a lidar com essa resposta de susto. O que você descreve, de se antecipar ao susto e reagir com medo ao latido de um cachorro ou outros sons súbitos, especialmente quando associada ao medo antecipado (“vou tomar um susto”), pode ser uma reação emocional que se originou da experiência traumática com a vergonha que você sentiu. Na psicanálise ou na psicologia analítica de Jung, o foco seria compreender as raízes inconscientes desses padrões de reação, explorando como o trauma da vergonha pode ter gerado uma associação automática ao susto.

    Essas abordagens terapêuticas podem ajudar a explorar a dinâmica psíquica subjacente e possibilitar a ressignificação dessas experiências, promovendo um distanciamento emocional do medo irracional. A psicanálise, por exemplo, ajudaria a entender os conflitos internos e as defesas psíquicas que mantêm esses medos, enquanto a psicologia analítica de Jung poderia explorar os arquétipos e os aspectos do inconsciente coletivo que influenciam esse comportamento. Ambos os caminhos podem ser eficazes para tratar essa questão de maneira profunda e duradoura.


Perguntas frequentes

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