Perguntas do paciente (27)
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Quais são as técnicas utilizadas pelo terapeuta cognitivo-comportamental?
Quais são as técnicas utilizadas pelo terapeuta cognitivo-comportamental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), utilizamos diversas técnicas para ajudar na mudança de pensamentos, emoções e comportamentos. Algumas das principais são:
- Reestruturação cognitiva – Identificamos e modificamos pensamentos negativos ou distorcidos.
- Exposição gradual – Para lidar com medos e ansiedades, enfrentando as situações aos poucos.
- Treinamento em habilidades sociais – Para melhorar a comunicação e os relacionamentos.
- Técnicas de relaxamento – Como respiração diafragmática e mindfulness para reduzir o estresse.
- Terapia baseada em aceitação e compromisso – Trabalha a aceitação das emoções difíceis.
Dentre outras.
A escolha das técnicas depende das necessidades de cada pessoa!
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Não consigo me relacionar com ninguém por simplesmente não sentir nada. Começo a conversar com algué
Não consigo me relacionar com ninguém por simplesmente não sentir nada. Começo a conversar com alguém e simplesmente enjoou ou não gosto, não sinto afeto ou carinho
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Isso pode estar relacionado a vários fatores. Pode ser que você tenha crenças sobre relacionamentos que te façam desistir rápido, expectativas muito altas ou até mesmo medo de se conectar emocionalmente. Outra possibilidade é que você ainda não encontrou alguém que realmente te desperte interesse, e tá tudo bem!
O importante é observar como você pensa e sente nessas situações. Você costuma se cobrar para sentir algo? Se sente frustrado quando isso não acontece? Muitas vezes, quanto mais a gente se pressiona, menos espontâneo o sentimento fica. Talvez seja interessante explorar isso com um olhar mais leve, sem pressa e sem a necessidade de que cada conversa leve a um relacionamento. Às vezes, a conexão surge onde a gente menos espera.
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Olá, minha filha tem 4 anos, mudou de cmei a uns 4 meses. Em outros cmeis sempre tivemos elogios del
Olá, minha filha tem 4 anos, mudou de cmei a uns 4 meses. Em outros cmeis sempre tivemos elogios dela, porém agora a professora nos informou que ela está com muita sonolência e não quer participar das atividades, fica deitada na mesa ou pede para ficar sentada. Vez ou outra participa,porém não foca, fica olhando as atividades dos colegas e esquece a dela. Em casa quando fazemos alguma atividade escolar ela também não demonstra interesse, perde o foco rapidamente. Começamos colocar ela dormir mais cedo, porém com a nossa rotina ela deita entre 21:30 e 22 hrs. Será que devo me preocupar com algum deficit? Ela é muito esperta, ligeira no raciocínio, gosta da escola nova e dos colegas. E também tem uma irmã de 4 meses, penso que isso também influencia ela estar assim.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo que você descreve, pode ser um conjunto de fatores influenciando esse comportamento. A chegada de um irmãozinho é uma grande mudança na vida de uma criança de 4 anos, e pode estar impactando a forma como ela se sente e se comporta na escola. Muitas vezes, nessa fase, as crianças buscam mais atenção ou podem ficar mais introspectivas, tentando se adaptar à nova dinâmica da família.
A questão do sono também pode estar influenciando. Embora dormir entre 21:30 e 22h não seja extremamente tarde, algumas crianças precisam de mais tempo de descanso para manter a energia e a atenção durante o dia. Vale observar se ela tem um sono de qualidade e se acorda descansada.
Sobre déficit de atenção, ainda é cedo para fechar qualquer hipótese. Como ela já recebeu elogios em outros CMEIs e você percebe que ela é esperta e rápida no raciocínio, pode ser mais uma questão emocional ou de adaptação do que um transtorno. Mas se esse comportamento persistir por meses e começar a afetar outras áreas da vida dela, pode ser interessante conversar com um profissional para avaliar melhor.
Por enquanto, tente acolher esse momento dela, dar um tempo para que se ajuste à nova rotina e, se possível, criar momentos especiais de atenção exclusiva para ela, para que não sinta que perdeu espaço com a chegada da irmã. Pequenos gestos assim podem ajudar bastante!
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Olá minha filha tem 8 anos, está na segunda série em duas reuniões a professora fala q ela lê muito
Olá minha filha tem 8 anos, está na segunda série em duas reuniões a professora fala q ela lê muito bem mas tem muita dificuldade em compreender informações implícitas e explicitas está tendo muita dificuldade não consegue entender oque leu e tirando notas baixas percebo que ela não está evoluindo nas atividades mas fui conversar com a professora e ela diz que é normal alguém pode me ajudar estou preocupada
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação, e é muito bom que você esteja acompanhando de perto o desenvolvimento da sua filha. Dificuldades em compreensão de leitura podem ser comuns em algumas crianças, mas também podem ser um sinal de que ela precisa de mais apoio em áreas específicas, como compreensão de texto e interpretação. Algumas sugestões são:
- Avaliar se há dificuldades específicas de aprendizado – Às vezes, dificuldades na compreensão de leitura podem estar ligadas a distúrbios de aprendizado, como a dislexia, que afeta a forma como a criança processa a linguagem escrita. Seria útil procurar uma avaliação neuropsicológica ou de aprendizado para identificar possíveis dificuldades.
- Estimular a prática de leitura em casa
- Quebrar a leitura em partes menores – Se os textos são longos, divida-os em seções curtas e peça que ela explique cada parte antes de seguir para a próxima.
- Reforçar o entendimento de informações explícitas e implícitas – Ajude sua filha a identificar as informações que são diretamente apresentadas no texto (explícitas) e as que precisam ser inferidas, ou seja, compreendidas a partir de pistas no texto (implícitas). Trabalhar com atividades de interpretação de textos e perguntar o "porquê" de certas afirmações pode ser útil.
Conversar com a professora novamente – Caso você sinta que a dificuldade persiste, uma boa estratégia seria pedir um acompanhamento mais próximo da professora, com mais atividades específicas ou ajustes no método de ensino.
- Considerar ajuda profissional – Se, após essas abordagens, a dificuldade continuar, pode ser interessante buscar o apoio de um psicopedagogo ou especialista em dificuldades de aprendizagem.
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Quem pode aplicar a terapia ABA ( Análise do Comportamento Aplicada)?
Quem pode aplicar a terapia ABA ( Análise do Comportamento Aplicada)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A terapia ABA pode ser aplicada por diferentes profissionais, desde que tenham formação e supervisão adequadas. Geralmente psicólogo ou pedagogo com especialização na área. É responsável pela avaliação, planejamento e supervisão da intervenção.
O ideal é que a intervenção ABA seja estruturada por um especialista e aplicada de forma individualizada, considerando as necessidades da pessoa autista.
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Qual é a terapia mais eficaz no tratamento do autismo?
Qual é a terapia mais eficaz no tratamento do autismo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
ão existe uma única terapia que funcione para todas as pessoas autistas, pois cada indivíduo tem necessidades diferentes. No entanto, algumas abordagens são amplamente reconhecidas por sua eficácia:
- ABA: Trabalha habilidades sociais, comunicação e comportamentos adaptativos por meio de reforço positivo.
-Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) – Mais usada com autistas que têm um nível maior de linguagem verbal, ajudando na regulação emocional, ansiedade e entendimento social.
- Intervenção Precoce e Desenvolvimento Infantil (ESDM, Denver, Floortime, etc.) – Foca na interação natural e no aprendizado por meio do brincar, sendo mais indicada para crianças pequenas.
A escolha da terapia vai depender das dificuldades e potencialidades da pessoa autista. O ideal é um acompanhamento multidisciplinar e, sempre que possível, envolvendo a família no processo.
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Quais as dificuldades e preocupações cotidianas enfrentadas pela pessoa com TEA no contexto escolar?
Quais as dificuldades e preocupações cotidianas enfrentadas pela pessoa com TEA no contexto escolar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) podem enfrentar desafios diários na escola que vão além do aprendizado. A interação social costuma ser uma das maiores dificuldades, pois muitas vezes têm dificuldade em entender regras sociais, manter conversas ou fazer amizades, o que pode levar a isolamento ou mal-entendidos com colegas. Além disso, a sensibilidade sensorial pode tornar o ambiente escolar um grande desafio, já que ruídos altos, luzes fortes ou aglomerações podem gerar incômodo e até crises.
Outra preocupação comum é a dificuldade com mudanças na rotina. Muitas crianças com TEA precisam de previsibilidade para se sentirem seguras, então alterações inesperadas, como a troca de professores ou mudanças na organização da sala, podem gerar ansiedade e desregulação emocional. A comunicação também pode ser um desafio, pois algumas crianças têm dificuldade em expressar suas necessidades, interpretar expressões faciais ou compreender instruções implícitas. Isso pode impactar tanto o desempenho acadêmico quanto a interação com colegas e professores.
Além disso, muitas crianças autistas precisam de mais tempo para processar informações e podem se sentir pressionadas em atividades que exigem respostas rápidas. Também podem ter dificuldades para compreender regras escolares que não são ditas de forma explícita, como saber o momento certo de falar em grupo ou entender expectativas de comportamento.
Com o suporte adequado, incluindo adaptações na rotina, acolhimento da equipe escolar e estratégias específicas de ensino, a escola pode se tornar um ambiente mais acessível e favorável para o desenvolvimento da criança. O apoio dos professores, dos colegas e da família faz toda a diferença para que a criança se sinta segura e tenha uma experiência escolar mais positiva.
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Sou mãe de um filho de 22 anos. Agora estou em um relacionamento com um homem ,ele tem uma filha de
Sou mãe de um filho de 22 anos.
Agora estou em um relacionamento com um homem ,ele tem uma filha de 6 anos, como madrasta, como eu devo agir com essa criança quando desobediente, pirraça, eu devo agir? Ou o pai ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É natural ter dúvidas sobre como agir no papel de madrasta, especialmente quando a criança apresenta comportamentos desafiadores. O mais importante é construir um vínculo com ela antes de assumir um papel disciplinador.
No início, o ideal é que o pai seja a principal referência na educação e na imposição de limites. Com o tempo, conforme a relação entre vocês se fortalece, você pode intervir de forma respeitosa, sempre alinhada com o pai sobre regras e combinados familiares.
Se a criança fizer birra ou desobedecer, você pode acolher suas emoções, mas manter os limites com calma. Algo como: "Entendo que você está chateada, mas aqui combinamos que falamos com calma." Dessa forma, você demonstra compreensão, sem abrir mão do respeito.
Criar uma relação positiva e de confiança é o primeiro passo para que sua presença na vida dela seja bem aceita.
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Olá, sou professora auxiliar de um autista no grau alto de 15 anos, ele é alfabetizado, problema é q
Olá, sou professora auxiliar de um autista no grau alto de 15 anos, ele é alfabetizado, problema é que ele se recusa a fazer qualquer tipo de tarefa. Ele adora pintar então dou tarefas com imagens para ele pintar na tentativa dele se entusiasmar, mas mesmo assim ele age com agressividade. Como eu posso ajudá-lo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Parece que ele está enfrentando desafios que vão além da recusa em fazer as tarefas, e a agressividade pode ser uma forma de expressar frustração, sobrecarga sensorial ou até dificuldade em compreender a necessidade das atividades. Algumas estratégias que podem ajudar:
- Entender a causa da recusa – Ele pode estar achando as tarefas difíceis, sem sentido ou pode estar com alguma sobrecarga emocional ou sensorial. Conversar com a equipe escolar e a família pode trazer mais pistas.
- Usar interesses dele como motivação – Você já percebeu que ele gosta de pintar, então que tal criar um sistema onde ele possa pintar após realizar pequenas partes da atividade? Algo como “primeiro fazemos um pouquinho, depois você pinta”.
- Adaptar o jeito de apresentar as tarefas – Ele pode responder melhor a atividades mais visuais, curtas e objetivas. Tente dividir a tarefa em passos menores e dar instruções simples.
- Evitar confronto direto – Se ele se recusa e reage com agressividade, tentar forçar pode piorar a situação. Em vez disso, tente dar escolhas: “Você quer começar pintando essa parte ou essa outra?” Isso dá um senso de controle.
- Usar reforços positivos – Se ele completar uma etapa, elogie ou ofereça algo que ele goste (pode ser um tempo com uma atividade preferida, por exemplo).
- Observar gatilhos da agressividade – Ela acontece em momentos específicos? Tem algo que o incomoda antes? Isso pode ajudar a prevenir crises.
Se a recusa for muito intensa e frequente, talvez seja interessante envolver a equipe pedagógica e profissionais especializados para entender melhor as necessidades dele e pensar em estratégias personalizadas.
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Boa noite! Tenho um filho diagnosticado com TDHA e a escola é ciente, tanto que estamos desde o ano
Boa noite! Tenho um filho diagnosticado com TDHA e a escola é ciente, tanto que estamos desde o ano passado tentando que elabore o PEI e faça as adaptações necessárias, mas sem sucesso. A escola alegou mau comportamento do meu filho e enviou uma advertência. Devo assinar esse documento? Tem algum órgão que possa me apoiar e me orientar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite! Entendo como essa situação pode ser frustrante e preocupante para você. O que está acontecendo parece ser uma falta de compreensão e suporte adequado por parte da escola, e é muito importante garantir que os direitos do seu filho sejam respeitados.
Em relação à advertência, não é recomendável assinar sem antes esclarecer a situação. Se a advertência está sendo aplicada devido ao comportamento relacionado ao TDHA (que pode ser mal interpretado como “mau comportamento” quando não são feitas as devidas adaptações), você tem o direito de contestar esse documento. É importante, antes de assinar, expressar sua preocupação de forma formal, preferencialmente por escrito, explicando que as dificuldades comportamentais são reflexo do TDHA e não uma questão de má conduta.
O que você pode fazer:
1. Buscar a elaboração do PEI (Plano de Educação Individualizado) – O PEI é uma obrigação da escola para alunos com necessidades educacionais especiais. Se a escola se recusa a fazer as adaptações, você pode formalizar um pedido por escrito, mencionando a legislação que ampara os direitos do seu filho (Lei Brasileira de Inclusão, por exemplo). Se necessário, pode envolver o Ministério Público ou a Defensoria Pública para garantir que o PEI seja elaborado.
2. Fazer um protocolo formal na escola – Deixe claro por escrito que você está ciente do diagnóstico de TDHA e que está solicitando as adaptações necessárias. Isso ajuda a construir um registro oficial de suas tentativas de resolução.
3. Procurar apoio de um especialista em inclusão escolar – Um psicopedagogo ou um advogado especializado em educação pode ajudar a elaborar uma defesa e a garantir que seus direitos sejam respeitados.
4. Procurar órgãos de defesa de direitos – Você pode buscar apoio em órgãos como a Defensoria Pública, que oferece orientações e até apoio jurídico gratuito, ou em instituições de apoio à educação inclusiva, como o Conselho Tutelar, caso perceba que a situação não está sendo tratada de forma adequada pela escola.
A educação inclusiva é um direito garantido pela legislação brasileira, e você não está sozinha nessa jornada. É importante persistir e buscar o apoio necessário para garantir que seu filho tenha o acompanhamento que merece.
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A criança autista pôde se formar fazerem concursos normal.
A criança autista pôde se formar fazerem concursos normal.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sim! Crianças autistas podem se formar, prestar concursos e seguir suas carreiras normalmente. O autismo envolve um espectro amplo, e cada pessoa tem suas próprias habilidades, desafios e formas de aprendizado.
Com os apoios adequados, como adaptações pedagógicas, acompanhamento especializado (psicólogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, entre outros) e estratégias personalizadas, muitas pessoas autistas conseguem concluir seus estudos e ingressar no mercado de trabalho.
Além disso, a lei garante direitos para pessoas autistas em concursos públicos, como tempo extra para realização das provas e outros recursos de acessibilidade, dependendo das necessidades individuais.
O mais importante é reconhecer as potencialidades da criança e oferecer o suporte necessário para que ela possa alcançar seus objetivos!
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Então minha filha de 5 anos falo que a amiguinha dela que é um pouco mais velha que tocou nas partes
Então minha filha de 5 anos falo que a amiguinha dela que é um pouco mais velha que tocou nas partes dela como devo prosseguir
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo que essa situação seja preocupante, e é importante lidar com ela com calma e acolhimento. O primeiro passo é conversar com sua filha de maneira tranquila, sem demonstrar susto ou julgamento, para entender melhor o que aconteceu. Perguntas como “Onde isso aconteceu?”, “O que você sentiu?” e “O que você fez depois?” podem ajudar a obter mais informações.
É essencial validar os sentimentos dela, deixando claro que ela pode sempre contar com você. Diga algo como: "Você fez certo em me contar. Seu corpo é só seu, e ninguém deve tocar sem sua permissão."
Dependendo da situação e do contexto, pode ser necessário conversar com os responsáveis da outra criança para que todos fiquem atentos. Se houver sinais de sofrimento emocional ou a situação se repetir, buscar orientação profissional com um psicólogo infantil pode ser importante para apoiar sua filha.
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Meu filho a partir dos 3 anos começou a dizer q queria ter nascido menina, perguntou pq papai do céu
Meu filho a partir dos 3 anos começou a dizer q queria ter nascido menina, esta com 7 e tem isto até hoje, qual profissional devo procurar para me ajudar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É muito positivo que você esteja buscando orientação para entender e apoiar seu filho. Quando uma criança expressa de forma consistente que se identifica com outro gênero, é importante acolher seus sentimentos e buscar um acompanhamento especializado.
O ideal é procurar um psicólogo infantil com experiência em identidade de gênero e desenvolvimento infantil. Esse profissional poderá ajudar a compreender melhor os sentimentos do seu filho e oferecer orientações adequadas para a família. Um psiquiatra infantil ou neuropediatra também pode ser consultado caso haja necessidade de uma avaliação mais ampla.
O mais importante neste momento é demonstrar que ele pode contar com você, mantendo um ambiente seguro e acolhedor para que ele possa se expressar livremente.
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Bom dia, meu neto tem 12 anos e todos os dias faz cocô na roupa e não troca a roupa fica o dia todo
Bom dia, meu neto tem 12 anos e todos os dias faz cocô na roupa e não troca a roupa fica o dia todo assim, sujo parece que não sente o mal cheiro e nem se preocupa em tomar banho e trocar a roupa já conversei com ele mas não resolveu já não sei mas o que fazer me ajudem a resolver esse problema
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo sua preocupação, e é importante investigar as possíveis causas desse comportamento. A evacuação involuntária, especialmente em crianças mais velhas, pode estar relacionada a questões médicas, emocionais ou comportamentais.
O primeiro passo é levar seu neto a um médico gastroenterologista para descartar qualquer problema físico, como constipação crônica ou encoprese (condição em que a criança retém as fezes e acaba eliminando involuntariamente).
Se não houver uma causa médica, buscar um psicólogo infantil pode ajudar a entender se há fatores emocionais envolvidos, como ansiedade, estresse ou dificuldades na percepção corporal. Muitas vezes, crianças que passam por situações de pressão ou insegurança podem apresentar esse tipo de comportamento.
Enquanto busca ajuda profissional, tente abordar o assunto com paciência e sem punições. Diga algo como: "Percebi que isso tem acontecido com frequência, quero te ajudar. Vamos juntos encontrar uma solução?" Isso pode fazer com que ele se sinta mais confortável para falar sobre o que está sentindo.
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Uma criança de um ano e quatro meses pode ser influenciada a não gostar de alguém?
Uma criança de um ano e quatro meses pode ser influenciada a não gostar de alguém?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Uma criança de 1 ano e 4 meses ainda não entende completamente as relações, mas ela percebe muito bem o que acontece ao seu redor. Se os adultos próximos demonstram desconforto, falam de forma negativa ou evitam alguém, a criança pode acabar sentindo o mesmo, mesmo sem entender o motivo.
Além disso, se a própria criança teve uma experiência ruim com essa pessoa – como uma abordagem brusca ou um tom de voz mais ríspido –, ela pode criar uma certa resistência.
Se isso estiver acontecendo, vale observar como os adultos reagem a essa pessoa e, se for seguro, tentar criar momentos positivos e respeitar o tempo da criança para se sentir à vontade.
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Olá tudo bem ? Minha bebe tem 1 ano e 4 meses anda de ponta de pé fica de ponta cabeça grita balanca
Olá tudo bem ? Minha bebe tem 1 ano e 4 meses anda de ponta de pé fica de ponta cabeça grita balanca as mãos só quer desenhos repetidos quando coloco outro ela n da atenção chamo o nome dela é ela n olha pode ser sinais de autismo ? N conheço muito sobre esse assunto...obg
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Tudo bem? É compreensível que você tenha dúvidas sobre o desenvolvimento da sua bebê, e é ótimo que esteja atenta aos sinais. Alguns dos comportamentos que você descreveu, como andar na ponta dos pés, balançar as mãos, preferir desenhos repetidos e não responder ao nome, podem estar presentes em crianças autistas, mas também podem ocorrer em outros contextos do desenvolvimento infantil.
O ideal é buscar um profissional especializado, como um neuropediatra ou um psicólogo com experiência em desenvolvimento infantil, para uma avaliação mais detalhada. Quanto mais cedo for feita uma investigação, mais rápido será possível oferecer suporte, caso necessário.
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Minha filha tem 3 anos e 4meses ela diz que a amiguinha pegou nas partes íntimas dela pra brincar de
Minha filha tem 3 anos e 4meses ela diz que a amiguinha pegou nas partes íntimas dela pra brincar de mãe e filha e a amiguinha tem 6 anos
Estou apavorada, o que eu faço ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo que essa situação cause preocupação, e é importante agir com calma para proteger sua filha e orientá-la. O primeiro passo é conversar com ela de maneira tranquila, sem demonstrar susto ou julgamento, para entender melhor o que aconteceu. Você pode perguntar com delicadeza:
"Onde isso aconteceu?"
"O que você sentiu?"
"Alguém viu?"
"Você disse algo para a amiguinha?"
É essencial reforçar para sua filha que o corpo dela é só dela e que ninguém pode tocá-lo sem permissão. Diga algo como: "Você fez certo em me contar. Se algo assim acontecer de novo, pode me avisar sempre."
Converse com os responsáveis da outra criança para que todos fiquem atentos e possam orientar de forma adequada. Crianças pequenas ainda estão aprendendo sobre limites e podem repetir comportamentos sem entender totalmente seu significado, então a educação sobre o respeito ao corpo deve ser feita de forma cuidadosa.
Se perceber mudanças no comportamento da sua filha, como medo, ansiedade ou recusa em brincar, buscar um psicólogo infantil pode ajudar a lidar com a situação e garantir que ela se sinta segura.
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Olá, minha filha de 6 anos, disse que escutou uma voz falando para ela pegar a faca e matar o irmão
Olá, minha filha de 6 anos, disse que escutou uma voz falando para ela pegar a faca e matar o irmão mais novo. Ela veio chorando me contar, e disse que não queria fazer isso. Estou em estado de choque.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo que essa situação seja muito assustadora para você, mas o mais importante agora é manter a calma e acolher sua filha. O fato de ela ter vindo chorando contar o que aconteceu mostra que ela não quer fazer mal ao irmão e que esse pensamento a assustou.
Crianças pequenas ainda estão desenvolvendo a noção entre imaginação e realidade. Às vezes, podem ter pensamentos ou até alucinações passageiras sem que isso signifique algo grave. No entanto, como sua filha relatou ter ouvido uma voz mandando fazer algo perigoso, é importante procurar um profissional, como um psicólogo ou psiquiatra infantil, para avaliar melhor o que pode estar acontecendo.
Enquanto isso, tente conversar com ela de forma tranquila, sem demonstrar pânico, perguntando como foi essa experiência, se já aconteceu antes e como ela se sentiu. Reforce que ela fez muito bem em contar para você e que está segura. Quanto mais acolhimento ela receber, mais confortável ficará para falar sobre o que sente.
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Minha filha tem 15 anos e ela caga na roupa diariamente o que eu faço? Como tratar isso ?
Minha filha tem 15 anos e ela defeca na roupa diariamente, o que eu faço? Como tratar isso ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação, e é muito importante investigar as possíveis causas desse comportamento. A evacuação involuntária em adolescentes pode estar relacionada a questões médicas, emocionais ou comportamentais.
O primeiro passo é levar sua filha a um gastroenterologista para descartar causas médicas, como constipação crônica ou encoprese (quando as fezes ficam presas no intestino e vazam involuntariamente).
Se não houver uma causa médica evidente, um psicólogo pode ajudar a identificar se há fatores emocionais envolvidos, como ansiedade, depressão, dificuldades emocionais ou traumas.
É importante observar o contexto do comportamento. Pergunte-se: esse comportamento ocorre em situações específicas? Há algo que possa estar gerando estresse ou insegurança? Sua filha demonstra vergonha ou age como se não percebesse? Isso pode ajudar na investigação.
Evite punições e constrangimentos. A abordagem deve ser feita com empatia e acolhimento, sem broncas. Você pode dizer algo como: "Percebi que isso tem acontecido com frequência, quero te ajudar. Vamos juntos entender o que está acontecendo?"
Esse tipo de situação pode ser desafiador, mas com o suporte adequado, é possível encontrar um caminho para ajudar sua filha.
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Minha filha de 9 anos, disse que ouviu na sua cabeça para matar seu pai. Disse que foi sua própria v
Minha filha de 9 anos, disse que ouviu na sua cabeça para matar seu pai. Disse que foi sua própria voz na cabeça dela, me falou isso chorando que nunca mais queria ouvir isso. Ela é tratada com amor e carinho e ensinamos princípios cristãos. O que pode estar acontecendo com ela ? Por favor
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que essa situação deve ser muito angustiante para você. Quando uma criança menciona ouvir vozes, é importante dar atenção ao que ela está dizendo, sem julgá-la ou assustá-la, pois isso pode indicar que ela está vivenciando algo difícil internamente.
Primeiramente, é essencial buscar uma avaliação profissional com um psicólogo infantil, pois a criança pode estar enfrentando dificuldades emocionais, como ansiedade, estresse ou até mesmo um transtorno psicológico. Ouvir vozes, especialmente algo tão impactante como essa ideia de machucar outra pessoa, pode estar relacionado a um problema de saúde mental que precisa ser abordado de forma cuidadosa e respeitosa.
Além disso, a maneira como a criança lida com essas vozes ou pensamentos pode ser influenciada por fatores como o ambiente familiar, a dinâmica emocional dentro de casa, ou experiências que ela tenha vivido, seja no contexto social ou escolar.
A melhor abordagem neste momento é acolher a situação de forma calma, sem reforçar o medo, e buscar o apoio de um especialista. O psicólogo pode ajudar a entender o que está por trás desse relato e auxiliar na orientação para que sua filha possa superar isso de forma saudável.
Perguntas frequentes
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Olá, estou tomando Arpadol 400mg duas vezes ao dia, comecei agora tem 5 dias que estou tomando para
O Arpadol pode causar alguns efeitos adversos, e como a **dor de cabeça começou…