Perguntas do paciente (3)

  • Como trabalhar com uma criança de 3 anos a morte do pai que nunca conheceu, sendo que a partir dos 2

    Como trabalhar com uma criança de 3 anos a morte do pai que nunca conheceu, sendo que a partir dos 2 anos tem como figura paterna o padastro.

    Há uma idade adequada para para iniciar o assunto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Araujo  Kauffmann

    Não existe uma idade específica para começar a conversar com uma criança sobre a morte. Aos 3 anos, a criança ainda está desenvolvendo sua compreensão sobre conceitos como a morte, por isso é importante que o assunto seja apresentado de maneira simples, concreta e adequada ao seu repertório e a sua linguagem.

    No caso de uma criança que perdeu um pai biológico que nunca chegou a conhecer, é importante considerar também sua história familiar e a presença do padrasto como uma figura de cuidado e vínculo. A criança pode, gradualmente, compreender sua própria história e saber sobre seu pai biológico, sem que isso signifique substituir ou diminuir a importância do padrasto em sua vida.

    A conversa pode acontecer de forma gradual, acompanhando as perguntas, brincadeiras e comportamentos da criança. Livros, histórias e brincadeiras simbólicas podem ajudar a criança a expressar e compreender aquilo que está vivenciando.

    Cada criança pode responder de uma maneira diferente a esse tipo de situação. Por isso, se houver dúvidas sobre como abordar o assunto, mudanças importantes no comportamento, dificuldades emocionais ou insegurança por parte dos cuidadores, o acompanhamento com um psicólogo infantil pode ajudar a família a conduzir esse processo de forma individualizada e respeitosa ao desenvolvimento da criança.


  • Minha filha de 7 anos, tem um panico absurdo mesmo, de ficar travada gritando quando ve um cachorro,

    Minha filha de 7 anos, tem um panico absurdo mesmo, de ficar travada gritando quando ve um cachorro, um pombo, um gato, etc....Qual especialista devo procurar?
    Muito obrigado

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Araujo  Kauffmann

    Olá! Pelo que você relata, esse medo parece estar sendo muito intenso para sua filha, principalmente por ela ficar travada e gritar quando se depara com esses animais.

    O ideal é procurar um psicólogo infantil, que poderá avaliar melhor como esse medo aparece, em quais situações acontece e o quanto está interferindo na rotina dela. Na infância, alguns medos são comuns, mas quando a reação é tão intensa ou faz com que a criança passe a evitar determinadas situações, é importante olhar para isso com mais atenção.

    O acompanhamento pode ajudá-la, de forma gradual e respeitando seu ritmo, a desenvolver maneiras mais adequadas de lidar com essas situações, além de orientar os pais sobre como agir nesses momentos.


  • Como a psicoeducação contribui para o reconhecimento das próprias emoções?

    Como a psicoeducação contribui para o reconhecimento das próprias emoções?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Araujo  Kauffmann

    A psicoeducação ajuda a pessoa a entender melhor o que está sentindo e a reconhecer suas próprias emoções. Ao aprender a identificar e nomear o que sente, fica mais fácil perceber quais situações despertam determinadas emoções, como elas aparecem no corpo e nos pensamentos e como costumamos reagir a elas. A partir disso, a pessoa pode desenvolver formas mais conscientes e adequadas de lidar com o que está sentindo.


Perguntas frequentes

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