Bruna Araujo Kauffmann

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Experiência

Olá, muito prazer! Sou psicóloga com experiência em atendimentos clínicos e escolares voltados ao público infantojuvenil. Atuo com base na Análise do Comportamento, buscando oferecer um espaço acolhedor, seguro e de escuta qualificada para crianças, adolescentes e suas famílias.

Tenho experiência em atendimentos individuais, suporte emocional, orientação parental e aplicação/correção de testes psicológicos sob supervisão acadêmica. Meu trabalho é pautado na elaboração de intervenções individualizadas, considerando as necessidades e o contexto de desenvolvimento de cada criança.

Atualmente, atuo na área clínica infantojuvenil, atendendo crianças e adolescentes de 2 a 15 anos.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Psicologia infantil
  • Psicoterapia para adolescentes
  • Psicologia infantil e infanto juvenil

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (1)
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  • Avaliação psicológica

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  • Teleconsulta

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Clínica Envolver Psicologia
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  • L

    Letícia Zambeli

    Tudo começou quando meu filho me pediu para levá-lo a uma psicóloga, porque queria aprender a lidar com tantos medos e inseguranças que sentia. Foi então que encontrei a clínica Envolver… e ali tivemos a bênção de conhecer a nossa “Anja”, a tia Bruna.
    Desde o primeiro momento, ela tem sido essencial em nossas vidas. Com um trabalho realmente diferenciado — como o próprio Matheus gosta de dizer —, ela vai muito além do cuidado com a criança. É uma profissional maravilhosa, humana, acolhedora, que oferece suporte não só para o pequeno, mas também para nós, pais.
    A tia Bruna conquistou um espaço único aqui em casa… tanto que, para o Matheus, “o que a tia Bruna fala é lei”! E para nós, é gratidão imensa por todo carinho, dedicação e transformação que ela tem proporcionado à nossa família.

     • Clínica Envolver Psicologia • Consulta Psicologia  • 

    Bruna Araujo Kauffmann

    Muito obrigada pelo seu feedback e por toda a confiança no meu trabalho. Ler esse relato me emocionou e reforçou ainda mais a certeza de que estou no caminho certo.

    É muito especial poder acompanhar seu filho e ver cada passo que ele vem dando. Agradeço também pela parceria de vocês, que faz toda a diferença no processo terapêutico.

    Seguimos juntos nessa caminhada!!


  • R

    R.C.

    Bruna é uma excelente profissional e me auxiliou bastante na consulta.

     • Clínica Envolver Psicologia • Consulta Psicologia  • 

    Bruna Araujo Kauffmann

    Muito obrigada pelo carinho e pela confiança! Fico muito feliz em saber que a consulta foi útil para você e pude auxiliar no seu processo.


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Dúvidas respondidas

3 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Como trabalhar com uma criança de 3 anos a morte do pai que nunca conheceu, sendo que a partir dos 2

Como trabalhar com uma criança de 3 anos a morte do pai que nunca conheceu, sendo que a partir dos 2 anos tem como figura paterna o padastro.

Há uma idade adequada para para iniciar o assunto?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Bruna Araujo  Kauffmann

Não existe uma idade específica para começar a conversar com uma criança sobre a morte. Aos 3 anos, a criança ainda está desenvolvendo sua compreensão sobre conceitos como a morte, por isso é importante que o assunto seja apresentado de maneira simples, concreta e adequada ao seu repertório e a sua linguagem.

No caso de uma criança que perdeu um pai biológico que nunca chegou a conhecer, é importante considerar também sua história familiar e a presença do padrasto como uma figura de cuidado e vínculo. A criança pode, gradualmente, compreender sua própria história e saber sobre seu pai biológico, sem que isso signifique substituir ou diminuir a importância do padrasto em sua vida.

A conversa pode acontecer de forma gradual, acompanhando as perguntas, brincadeiras e comportamentos da criança. Livros, histórias e brincadeiras simbólicas podem ajudar a criança a expressar e compreender aquilo que está vivenciando.

Cada criança pode responder de uma maneira diferente a esse tipo de situação. Por isso, se houver dúvidas sobre como abordar o assunto, mudanças importantes no comportamento, dificuldades emocionais ou insegurança por parte dos cuidadores, o acompanhamento com um psicólogo infantil pode ajudar a família a conduzir esse processo de forma individualizada e respeitosa ao desenvolvimento da criança.


Minha filha de 7 anos, tem um panico absurdo mesmo, de ficar travada gritando quando ve um cachorro,

Minha filha de 7 anos, tem um panico absurdo mesmo, de ficar travada gritando quando ve um cachorro, um pombo, um gato, etc....Qual especialista devo procurar?
Muito obrigado

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Bruna Araujo  Kauffmann

Olá! Pelo que você relata, esse medo parece estar sendo muito intenso para sua filha, principalmente por ela ficar travada e gritar quando se depara com esses animais.

O ideal é procurar um psicólogo infantil, que poderá avaliar melhor como esse medo aparece, em quais situações acontece e o quanto está interferindo na rotina dela. Na infância, alguns medos são comuns, mas quando a reação é tão intensa ou faz com que a criança passe a evitar determinadas situações, é importante olhar para isso com mais atenção.

O acompanhamento pode ajudá-la, de forma gradual e respeitando seu ritmo, a desenvolver maneiras mais adequadas de lidar com essas situações, além de orientar os pais sobre como agir nesses momentos.


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Perguntas frequentes