Perguntas do paciente (26)

  • Vivo v meu companheiro mas n amo já falei p ele.mas ele n acredita.estamos junto 8 anos .tive decepç

    Vivo v meu companheiro mas n amo já falei p ele.mas ele n acredita.estamos junto 8 anos .tive decepções C ele no passado hoje meu objetivo de está C ele somente é crescer juntos trabalhar juntos temos uma vida como marido e mulher nos respeitamos mas eu n amo.meu objetivo e vive C ele p um cuidar do outro na velhice e crescer juntos financeiramente.o q vcs me diz sobre???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Cibele  Normando

    O que você descreve mostra uma relação que funciona na prática, mas não no sentir, e isso, com o tempo, costuma pesar.

    A questão não é só ficar ou sair, mas entender o que aconteceu dentro de você depois dessas decepções e o que te mantém hoje nesse lugar.

    Porque viver apenas por um projeto racional pode sustentar uma vida… mas nem sempre sustenta você.

    Talvez seja um momento importante de se escutar com mais profundidade e não precisar decidir isso sozinha.


  • Como pode eu ter medo de ter uma convulsão se nunca aconteceu comigo ? Na infância minha irmã teve

    Como pode eu ter medo de ter uma convulsão se nunca aconteceu comigo ?
    Na infância minha irmã teve uma crise fez tratamento e hj n tem mais, só que aquela situação me assustou muito e hj estou tratando depressão atípica, e todas as vezes que tenho espasmos no corpo ou sinto meu pescoço duro e doendo , sabe sintomas físicos fico muito mal por que na minha cabeça vai acontecer comigo e nem os remédios nem a terapia está adiantando. Estou tratando a dois anos , como vencer esse medo de passar mal !?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Cibele  Normando

    Oi! O que você está sentindo é algo que acontece com muitas pessoas, mesmo que nem sempre seja falado abertamente. Ver alguém próximo passar por uma situação tão forte, como uma crise convulsiva, pode deixar marcas emocionais que continuam agindo dentro da gente, mesmo sem percebermos.

    O seu medo não é sinal de fraqueza, e sim de uma experiência emocional que ficou registrada no seu corpo e na sua mente. E quando vivemos sintomas físicos parecidos (como espasmos, dores), nosso cérebro reage como se estivesse revivendo aquele perigo.

    Esse processo pode ser muito angustiante, eu entendo. Mas também é possível olhar para essa situação de forma mais profunda, para que esse medo não controle mais a sua vida.

    Se você sentir que chegou a hora de trabalhar isso de um jeito diferente, com mais acolhimento e profundidade, estarei aqui pra te ajudar.


  • Terminei um relacionamento e desde então nunca mais nos vimos por questões geográficas. Nós nos amáv

    Terminei um relacionamento e desde então nunca mais nos vimos por questões geográficas. Nós nos amávamos muito e terminamos de forma remota por besteira. Desde o primeiro dia ela já se afastou de mim, alegando ter sentimentos por mim porém não fala mais comigo, não responde de mensagens e NAO ME BLOQUEIA DAS REDES SOCIAIS, WHATSAPP E INSTAGRAM. Ela esta em fase final da faculdade. Não estou sabendo lidar bem com esse termino, já fazem 5 meses e estou muito triste pois não no ls despedimos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Cibele  Normando

    Oi! Eu entendo como essa situação pode ser difícil. O fim de um relacionamento já é um processo doloroso por si só, e quando não há um fechamento claro, como uma despedida ou uma conversa definitiva, a mente da gente tende a ficar presa naquele “e se…”. Isso gera muita angústia, porque parece que as coisas ficaram inacabadas.

    É importante lembrar que essa dor não tem a ver só com a outra pessoa, mas também com o significado que essa relação teve pra você, com expectativas, com a forma como você viveu esse vínculo.

    Muitas vezes, olhar pra tudo isso com mais profundidade — e com acolhimento — é o que ajuda a transformar essa dor em um aprendizado que realmente permita seguir em frente.

    Se você sentir que está na hora de cuidar melhor desse momento, estou por aqui pra te ajudar.


  • Olá, venho aqui expressar o que estou passando no momento atual em minha vida. Eu desde pequeno semp

    Olá, venho aqui expressar o que estou passando no momento atual em minha vida. Eu desde pequeno sempre tive um pânico quando via roda gigante, parque em geral, podia ser qualquer brinquedo em uma festa de peão, meu medo vinha, eu tentava não olhar, às vezes ficava um tempinho, mas em instantes sumia e vida nova iniciava, porém, tive passando vários problemas em meus relacionamentos e também com minha vida profissional e minhas fobias intensificaram. Hoje em dia, qualquer festa de peão, lugar lotado, principalmente que tenha parque de diversões eu sinto um aperto no meu coração e não consigo ficar no local. Me dá um desespero, uma vontade de ir embora, é incontrolável. Não sei se tem alguém que sente ou já sentiu o mesmo que eu. É triste demais. Espero com muita força de Deus um dia superar isso e viver uma vida normal.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Cibele  Normando

    Oi! Antes de tudo, quero te dizer que você não está sozinho. O que você está passando é algo que mexe muito com as emoções e com o corpo, e é realmente muito difícil lidar com essa sensação de desespero quando ela aparece.

    O mais importante é entender que essas reações têm uma origem e que existe um caminho pra ressignificar essas vivências. Não é questão de “fraqueza” ou de “não tentar o bastante” — é algo que precisa ser olhado com cuidado e com acolhimento.

    Buscar ajuda profissional pode ser um passo muito importante pra você compreender melhor o que está por trás dessas fobias e encontrar formas de retomar a sua qualidade de vida, no seu ritmo.

    Se você sentir que é o momento de olhar pra isso com mais profundidade, estarei aqui pra te ajudar.


  • Se tenho 15 anos e namoro ah 8 meses com um garoto de 15 anos também, durante esse tempo nos passamo

    Se tenho 15 anos e namoro ah 8 meses com um garoto de 15 anos também, durante esse tempo nos passamos o dia todo conversando nunca faltava assunto, tínhamos poucas discussões e brigas, nem tínhamos praticamente, sempre conversamos sobre o dia um do outro sempre falando como estávamos e a conversa sempre fluia, temos opiniões o gostos diferentes mas sempre conversamos sobre porém ultimamente notamos que nossa conversa esfriou e estamos nos afastando sem perceber, estamos tendo brigas e discussões por coisas mínimas e bobas muito frequentemente que nos deixa ansiosos e mal, após essas discussões sempre fica um clima chate e demoramos cerca de um dia inteiro pra voltar a se falar normalmente e deixar a conversa fluir porém mal conversamos durante o dia porque não temos assunto e nd que nn sabemos um do outro,já conversamos sobre tudo possível,sonhos,vontades, futuro e tudo que pensávamos. estudamos na mesma escola e na mesma sala e só nos vemos pessoalmente durante esse momento, sei que parte desse afastamento é a distância entre agente porém só vamos mudar isso futuramente por problemas familiares já conversados, nós nos amamos muito e sempre demonstramos isso um ao outro, ultimamente nos nn saímos muito de casa, nn praticamos esportes ou algum hobby, e não trabalhamos então nosso dia é apenas tédio e tédio e não temos oque conversar,já tentamos diversas coisas pelo celular como apps,jogos, perguntas,brincadeiras, filmes, vídeos e muito mais porém nada resolve o nosso problema, ficamos bem por 5 minutos e voltamos a ficar sem se falar novamente, já conversamos sobre isso e sinceramente nenhum dos dois sabe oque fazer pois já tentou de tudo e não queremos terminar, o nosso maior medo é ficar sem um ao outro queria ajuda e sugestões do que podemos fazer para voltar a ser próximos de novo e tendo oque conversar durante os dias sem passar horas só perguntando oque um ao outro está fazendo e os dois responderem a mesma coisa. Os dois estao exatamente cansados de tentar e nunca resolver e não sei mais oque fazer então resolvi buscar ajuda pois já conversamos sobre isso e não conseguimos resolver.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Cibele  Normando

    Olá!
    O que você descreveu é muito mais comum do que parece, e isso não significa que vocês estejam errados ou que o sentimento acabou. Às vezes, o que vocês estão sentindo tem a ver com algo mais profundo, que vai além das conversas do dia a dia. É sobre como cada um está se sentindo, lidando com as mudanças, com as expectativas… e isso mexe muito com a gente.

    Nesses momentos, o mais importante não é “ter um assunto novo”, mas entender o que está acontecendo dentro de você e dentro da relação. Essa é uma fase delicada, e faz toda a diferença ter um espaço pra falar sobre isso com alguém que possa te ajudar a enxergar com mais clareza, sem julgamentos.

    Se você sentir que seria bom conversar mais a fundo sobre isso, estou aqui pra te ajudar.


  • Depois de mais ou menos 8 anos, relacionado com outra pessoa a anos. Ainda sonho com a minha ex, e m

    Depois de mais ou menos 8 anos, relacionado com outra pessoa a anos. Ainda sonho com a minha ex, e me perco nas únicas e linda memórias do passado. As vezes sinto que ainda sou apaixonado pela pessoa que ela era. É normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Cibele  Normando

    Oi! O que você está sentindo é mais comum do que imagina, e não tem nada de “errado” nisso. Às vezes, certas memórias e sentimentos antigos continuam vivos dentro da gente, não necessariamente porque queremos voltar ao passado, mas porque aquela relação marcou um momento importante da nossa vida.

    O ponto mais importante agora não é tentar “apagar” essas lembranças, mas entender o que elas ainda significam pra você hoje. Muitas vezes, esses sentimentos estão mais ligados à forma como você se viu naquela época do que à pessoa em si.

    Esse é um processo muito valioso de autoconhecimento, que pode ser olhado com mais profundidade em terapia. Se você sentir que está na hora de entender melhor esses sentimentos e seguir em frente de uma forma mais leve, estou à disposição pra te ajudar.


  • Todas as pessoas com Transtorno Da Personalidade Borderline tem a necessidade de um suporte terapêut

    Todas as pessoas com Transtorno Da Personalidade Borderline tem a necessidade de um suporte terapêutico psicológico ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Cibele  Normando

    Oi! Essa é uma dúvida muito importante e demonstra um olhar cuidadoso sobre o tema.

    O Transtorno de Personalidade Borderline envolve uma intensidade emocional muito grande, que afeta a forma como a pessoa se vê, se relaciona com os outros e lida com situações do dia a dia. Por isso, o suporte terapêutico psicológico é altamente recomendado, não como uma “obrigação”, mas como um caminho que pode ajudar a pessoa a entender melhor suas emoções, reações e padrões de comportamento.

    Cada pessoa é única, com sua própria história e forma de lidar com as dificuldades. Mas, de maneira geral, o acompanhamento psicológico oferece um espaço seguro para que essa pessoa possa construir recursos emocionais, fortalecer sua autoestima e ter uma qualidade de vida melhor.

    Se você sentir que está na hora de cuidar disso com mais acolhimento e profundidade, estarei por aqui pra te ajudar nesse processo.


  • O que são as explosões emocionais na autoproteção no Transtorno Da Personalidade Borderline ?

    O que são as explosões emocionais na autoproteção no Transtorno Da Personalidade Borderline ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Cibele  Normando

    Olá! Essa é uma dúvida muito importante e mostra o quanto você está buscando entender melhor o que sente — e isso já é um passo valioso.

    No Transtorno de Personalidade Borderline, as chamadas "explosões emocionais" são reações muito intensas a situações que, para outras pessoas, poderiam parecer pequenas ou controláveis. Essas reações geralmente acontecem como uma forma de autoproteção emocional, mesmo que pareçam desproporcionais. É como se o organismo estivesse em “alerta máximo” contra qualquer sinal (real ou imaginado) de rejeição, abandono ou ameaça.

    Por trás dessas explosões, muitas vezes, existe uma dor muito profunda e uma dificuldade de regular as emoções, que não foi escolhida pela pessoa, mas sim construída a partir de experiências muito difíceis.

    Compreender esse funcionamento interno é um processo delicado, mas transformador. E com o acompanhamento certo, é possível aprender a lidar com essas emoções de forma mais leve e segura.

    Se você sentir que precisa de um espaço acolhedor pra aprofundar essa compreensão, estou à disposição pra te ajudar.


  • O que é uma crise borderline? .

    O que é uma crise borderline? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Cibele  Normando

    Oi! Essa é uma pergunta muito importante, e é ótimo que você esteja buscando entender melhor.

    O que muitas pessoas chamam de “crise borderline” se refere a momentos em que as emoções ficam tão intensas que parecem incontroláveis. Pode ser uma mistura de angústia, raiva, tristeza, medo de abandono, impulsividade e sensação de vazio — tudo isso acontecendo de forma muito rápida e forte.

    Nessas horas, a pessoa pode reagir de maneira que depois não gostaria, como dizer coisas no impulso, agir de forma autodestrutiva ou ter dificuldades em manter os relacionamentos equilibrados. Mas é importante saber: isso não é falta de caráter, nem frescura. É uma dor real, que precisa ser acolhida e compreendida.

    Olhar para essas crises com profundidade, entendendo o que elas estão querendo comunicar, é um processo que pode transformar a forma como você lida com esses momentos.

    Se você sentir que é hora de cuidar melhor disso, estou aqui pra te ajudar.


  • Como a mulher borderline pode evitar comportamentos impulsivos?

    Como a mulher borderline pode evitar comportamentos impulsivos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Cibele  Normando

    Oi! Essa é uma pergunta muito importante e mostra o quanto você está buscando cuidar de si mesma — o que já é um passo muito valioso.

    A impulsividade no Transtorno de Personalidade Borderline não acontece por “escolha” ou falta de força de vontade. Ela está muito ligada à dificuldade em lidar com emoções muito intensas no momento em que elas surgem. É uma forma do organismo tentar aliviar uma dor emocional que vem de maneira muito forte e repentina.

    O caminho para lidar com isso não é “controlar na força” essas reações, mas sim aprender a reconhecer, compreender e acolher essas emoções antes que elas explodam em comportamentos impulsivos.

    Esse é um processo que exige autoconhecimento, prática e, principalmente, um espaço seguro para trabalhar essas questões de forma profunda e respeitosa.

    Se você sentir que está na hora de olhar para isso com mais cuidado e construir um jeito mais leve de se relacionar com suas emoções, estou à disposição pra te ajudar.


  • Qual é a importância da Psicoterapia no tratamento do Transtorno da Personalidade Borderline ?

    Qual é a importância da Psicoterapia no tratamento do Transtorno da Personalidade Borderline ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Cibele  Normando

    Oi! Essa é uma pergunta muito importante e que mostra uma preocupação real em buscar entender melhor o tratamento.

    A psicoterapia tem um papel fundamental no Transtorno de Personalidade Borderline porque ela oferece um espaço seguro para que a pessoa possa compreender suas emoções intensas, seus padrões de comportamento e suas dificuldades nos relacionamentos. Não se trata apenas de "controlar sintomas", mas de aprender a se conhecer de verdade, acolher as próprias dores e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com elas.

    É um processo que exige tempo, paciência e compromisso, mas que pode transformar a forma como a pessoa se relaciona com si mesma e com o mundo ao redor.

    Se você sentir que está na hora de começar esse cuidado com mais profundidade, estarei aqui pra te acompanhar nesse caminho.


  • Quais são os sinais de alerta para o agravamento dos sintomas do transtorno borderline relacionados

    Quais são os sinais de alerta para o agravamento dos sintomas do transtorno borderline relacionados ao consumo de álcool?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Cibele  Normando

    Oi! Essa é uma pergunta muito importante e mostra o quanto você está preocupada em entender melhor sua saúde emocional — isso já é um passo muito valioso.

    O consumo de álcool pode ser bastante delicado para quem tem Transtorno de Personalidade Borderline, porque ele age diretamente nas áreas do cérebro responsáveis pelo controle das emoções e dos impulsos. Isso significa que o álcool pode intensificar ainda mais sentimentos como raiva, tristeza, impulsividade e a sensação de vazio.

    Os sinais de alerta para o agravamento dos sintomas costumam aparecer quando, após o uso do álcool, as crises emocionais ficam mais frequentes ou mais intensas, surgem comportamentos autodestrutivos, rompimentos impulsivos de relações, além de um aumento no sentimento de culpa ou arrependimento depois de atitudes impulsivas.

    Entender essa relação entre álcool e emoções é um processo importante, que merece ser olhado com cuidado e sem julgamentos.

    Se você sentir que é o momento de aprofundar esse olhar e buscar um caminho mais leve pra lidar com isso, estarei aqui pra te ajudar.


  • O Transtorno Da Personalidade Borderline é uma forma de bipolaridade?

    O Transtorno Da Personalidade Borderline é uma forma de bipolaridade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Cibele  Normando

    Oi! Essa é uma dúvida muito comum e é ótimo que você esteja buscando entender melhor.

    Apesar de terem algumas semelhanças, o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e o Transtorno Bipolar são condições diferentes. No Borderline, as mudanças de humor são muito intensas, mas costumam ser rápidas e reativas a situações do momento, especialmente ligadas a sentimentos de abandono, rejeição ou conflitos nas relações.

    Já no Transtorno Bipolar, as fases de euforia (mania) e depressão são episódios mais longos, que podem durar dias ou semanas, e nem sempre estão ligadas a um evento específico.

    O que acontece é que, visto de fora, as reações do Borderline podem parecer “altos e baixos” parecidos com a bipolaridade, mas a origem, a duração e o impacto dessas emoções são diferentes.

    Entender essa diferença com profundidade pode fazer muita diferença no caminho do autoconhecimento e no tratamento adequado.

    Se você sentir que é o momento de olhar para isso com mais cuidado, estarei aqui pra te ajudar nesse processo.


  • Tive um evento com meu namorado(1 ano de namoro), fizemos um menage no começo estava tudo bem, mas,

    Tive um evento com meu namorado(1 ano de namoro), fizemos um menage no começo estava tudo bem, mas, chegou um momento em que passei mal(bebi mt) o namorado e o outro me ajudaram, cuidaram de mim, mas ao retornar a cama em um momento apaguei e meu namorado não percebeu(acredito nele) e ele e o outro deram um beijo, que foi interrompido pelo "nós vamos contar pra ele né?" só q meu namorado sem entender ficou "ue como assim? ele nao ta aqui?" e que logo ao continuar ele percebeu q eu não estava mais presente(nem em corpo e nem em alma kkkkk) e parou imediatamente, ambos me confessaram logo ao acordarmos. Desde então fico revisitando esse evento que me causa sentimentos mistos... traição? inveja? acredito que meu namorado não fez por mal só que ainda sinto q estou um pouco magoado revivendo obsessivamente esse evento achando q encontrarei uma resposta, ao ponto de me afetar e afetar o meu relacionamento. Conversamos sobre ele se sente extremamente culpado ao ponto de não se sentir mais confortável de fazer outro ménage, e acho que nem eu(talvez eu tenha descoberto que não sou tão liberal dentro de um relacionamento). Não sei mais oq fazer para virar essa pagina e seguir em frente com meu namorado que amo muito, temos uma relação bem saudável, com carinho, comunicação e parceria. Não sei se estou aumentando muito esse acontecimento na minha cabeça, não quero ficar afetado por algo q no fundo eu julgue como bobo, muito menos que esse relacionamento chegue ao fim.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Cibele  Normando

    Oi! Antes de tudo, quero reconhecer a sua coragem em compartilhar algo tão delicado e íntimo. É muito compreensível que você esteja com esses sentimentos mistos — afinal, situações assim tocam em questões profundas de confiança, limites e autoimagem.

    O fato de você se questionar tanto e buscar entender o que sente mostra o quanto esse evento mexeu com você. E isso não significa que você esteja "aumentando" as coisas, mas sim que existem emoções e significados por trás desse episódio que talvez ainda não foram totalmente elaborados.

    Às vezes, a dificuldade de "virar a página" não é sinal de que o amor acabou ou que o relacionamento está ruim, mas sim de que essa experiência revelou algo dentro de você que merece ser olhado com mais cuidado e acolhimento.

    Se você sentir que seria importante ter um espaço seguro para organizar esses sentimentos e aliviar esse peso, estou à disposição pra te ajudar nesse processo.


  • É normal eu me sentir triste na maioria do tempo? , em momentos legais fico feliz, mas logo no outro

    É normal eu me sentir triste na maioria do tempo? , em momentos legais fico feliz, mas logo no outro dia a tristeza volta.
    Passo a maior parte do tempo neutra e não consigo achar um modo de me sentir mais alegre no dia a dia, já vi muitas brigas dentro da minha própria casa e isso me persegue até hoje.
    (Isso vem me atormentando, porque imagino meu futuro sendo algo ruim)

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Cibele  Normando

    Oi! O que você está sentindo é mais comum do que parece, especialmente quando existem feridas emocionais ligadas ao passado, como as brigas familiares que você mencionou. Essas experiências marcam a gente e podem continuar ecoando dentro de nós, mesmo quando a situação já passou.

    A tristeza frequente, essa sensação de neutralidade ou de dificuldade em manter a alegria, muitas vezes é um sinal de que algo dentro de você precisa ser olhado com mais carinho, sem julgamentos. Não é falta de vontade ou preguiça de ser feliz — é um peso emocional que você vem carregando há muito tempo.

    A psicoterapia é o espaço certo para você cuidar dessas marcas, entender melhor como essas vivências ainda te influenciam e, principalmente, aprender a construir uma relação mais leve com seus sentimentos e com seu futuro.

    Se você sentir que chegou a hora de cuidar de você com mais profundidade, estarei aqui pra te ajudar nesse processo.


  • Eu perdi total interesse no meu marido, de 2 anos pra cá principalmente, está mais insuportável, eu

    Eu perdi total interesse no meu marido, de 2 anos pra cá principalmente, está mais insuportável, eu nem consigo ter relações sexuais com ele, na verdade sinto que não quero nem me relacionar sexualmente com ninguém. Prefiro usar acessórios de sex shop para me satisfazer. Mantenho o casamento exclusivamente por causa dos meus filhos e são pequenos e ele é um excelente pai, mas tudo que ele faz pra mim só me desagrada, tem dia que sinto vontade de sumir, não suporte nem olhar na cara dele, mas aí lembro que meus filhos precisam dele. Uns anos atrás tentei separar dele mas ele entrou em depressão e até pensou em suicídio. Para aguentar essa vida frustrada eu foquei e voltar a estudar para concursos públicos, mas cada dia eu fico vendo ele se definhar tb, ele não se cuida, está ficando barrigudo, fica postergando uma cirurgia no joelho e com isso não faz atividade física, é um homem sem perspectiva de crescimento no trabalho não faz nada para melhorar, a nossa renda é insuficiente mas pra ele está bom. Estou num ponto que cansei de falar e conversar, é muito desgastante, eu aceitei que ele não vai mudar mas infelizmente não consigo ficar na inercia. Ele agora está ficando com problema de ejaculação precoce eu pedi pra ele transar com outras mulheres pq pra mim definitivamente não vale a pena meu esforço na cama só para ele se satisfazer - que use as próprias mãos para isso. Em fim, tantas questões, suporto sempre pensando nos meus filhos. Será que outros casais passam por isso e como eles conseguem?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Cibele  Normando

    Oi! O que você compartilhou mostra o quanto você está sobrecarregada emocionalmente e tentando dar conta de muitas responsabilidades sozinha. É importante reconhecer a sua força em seguir em frente, mesmo em meio a tantos sentimentos conflitantes.

    Essas situações são muito mais comuns do que parecem, mas cada história tem suas particularidades. A mistura de frustração, cansaço, culpa e, ao mesmo tempo, o desejo de proteger os filhos e manter a família estruturada, é algo que toca fundo na vida de muitas mulheres.

    A verdade é que não existe uma “receita” para lidar com isso, mas existe um caminho possível: olhar com mais cuidado para o que você está sentindo, sem julgamentos, sem culpa. Entender as suas próprias necessidades, limites e dores é um passo importante para encontrar uma direção que faça sentido pra você.

    Se você sentir que está na hora de ter um espaço só seu, para organizar esses sentimentos e aliviar um pouco esse peso, estarei à disposição pra te ajudar.


  • Tenho um amigo com transtorno de bipolaridade, sempre nos demos muito bem, mas nessas últimas semana

    Tenho um amigo com transtorno de bipolaridade, sempre nos demos muito bem, mas nessas últimas semana, ele tem agido de forma agressiva e tem me feito várias ofensas, até me bloqueou nas redes sociais sem eu ter feito nada, o que faço? Estou muito mal e aborrecido.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Cibele  Normando

    Oi! É muito compreensível que você esteja se sentindo mal com essa situação. Quando gostamos de alguém e sempre tivemos uma relação boa, atitudes inesperadas, como agressividade ou afastamento, nos deixam confusos, tristes e, muitas vezes, sem saber como agir.

    O transtorno bipolar pode, sim, influenciar o comportamento da pessoa em certos momentos, mas isso não diminui a dor de quem está do outro lado, tentando manter uma relação de amizade verdadeira.

    Nessas situações, o mais importante é cuidar também de você: dos seus sentimentos, da sua saúde emocional e dos limites que precisa respeitar para não se ferir ainda mais.

    Se você sentir que seria importante ter um espaço para organizar tudo isso e entender melhor como lidar com situações assim, estou à disposição pra te ajudar.


  • O que posso fazer para prevenir um episódio de Transtorno Bipolar?

    O que posso fazer para prevenir um episódio de Transtorno Bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Cibele  Normando

    Oi! Essa é uma dúvida muito importante e mostra uma preocupação genuína em cuidar da sua saúde mental.

    O Transtorno Bipolar é uma condição que exige atenção contínua, justamente porque os episódios de euforia (mania) e depressão podem ser desencadeados por diversos fatores, como estresse, mudanças bruscas na rotina, falta de sono, entre outros.

    Mas mais importante do que “prevenir” no sentido de tentar evitar a todo custo, é aprender a reconhecer os sinais sutis que antecedem esses episódios e entender como seu corpo e sua mente reagem em diferentes momentos.

    Esse processo de autoconhecimento e monitoramento emocional é algo que se constrói com o tempo, e a psicoterapia tem um papel fundamental nisso. É através desse acompanhamento que você aprende a perceber seus limites, a identificar gatilhos e a desenvolver estratégias para lidar melhor com as oscilações de humor.

    Se você sentir que chegou a hora de cuidar disso de forma mais profunda e acolhedora, estarei por aqui pra te ajudar nesse caminho.


  • O que acontece se uma pessoa não trata o transtorno bipolar?

    O que acontece se uma pessoa não trata o transtorno bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Cibele  Normando

    Oi! Essa é uma pergunta muito importante, e só o fato de você buscar entender já é um grande passo.

    O Transtorno Bipolar, quando não tratado, tende a se manifestar de forma cada vez mais intensa, com oscilações de humor mais frequentes e duradouras. Isso pode impactar muito a vida pessoal, profissional e os relacionamentos, além de aumentar o risco de episódios depressivos graves, crises de euforia com comportamentos impulsivos e, em alguns casos, até pensamentos autodestrutivos.

    Mas é importante lembrar: buscar tratamento não significa “apagar quem a pessoa é” ou controlar tudo com remédios. O tratamento é justamente um caminho para que a pessoa possa ter mais qualidade de vida, equilíbrio emocional e autonomia para lidar com seus altos e baixos.

    A psicoterapia tem um papel essencial nesse processo, ajudando a pessoa a se conhecer melhor, a entender seus gatilhos e a construir uma relação mais saudável consigo mesma.

    Se você sentir que é hora de olhar para isso com mais profundidade, estarei à disposição pra te ajudar nesse caminho.


  • Todos os pacientes bipolares precisam de psicoterapia? Ou pode acontecer de o portador ser tratado a

    Todos os pacientes bipolares precisam de psicoterapia? Ou pode acontecer de o portador ser tratado apenas com medicamentos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Cibele  Normando

    Oi! Essa é uma dúvida muito comum e muito importante.

    O tratamento do Transtorno Bipolar geralmente envolve uma combinação de medicação e psicoterapia, mas cada caso é único. Os medicamentos são fundamentais para ajudar a estabilizar o humor e controlar as oscilações mais intensas. No entanto, eles não substituem o processo de autoconhecimento e desenvolvimento emocional que a psicoterapia proporciona.

    A medicação ajuda a “acalmar a tempestade”, mas a terapia é o espaço onde a pessoa aprende a lidar com seus gatilhos, reconhecer seus padrões emocionais e construir formas mais saudáveis de se relacionar consigo mesma e com os outros.

    Então, mesmo que em alguns casos a pessoa se sinta “bem” só com os remédios, a psicoterapia tem um papel essencial para promover uma qualidade de vida mais duradoura e equilibrada.

    Se você sentir que está na hora de olhar para esse processo com mais profundidade, estarei à disposição pra te ajudar.


Perguntas frequentes

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