Perguntas do paciente (296)

  • Tomo Sertralina 50mg em torno de 7 meses. Fiquei 2 semanas sem tomar o remédio para ver como reagi

    Tomo Sertralina 50mg em torno de 7 meses.
    Fiquei 2 semanas sem tomar o remédio para ver como reagiria, e me senti muito mal, não consigo tomar decisões de forma ¨racional¨, sinto os nervos à flor da pele...
    Será que terei que tomar para o resto da vida, ou existe um período apropriado para tomar esse tipo de medicamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Viegas Martins

    Olá! A decisão de quanto tempo uma pessoa deve tomar um medicamento como a sertralina pode variar de acordo com a gravidade dos sintomas e a recomendação do médico que acompanha o tratamento. Em alguns casos, pode ser necessário tomar o medicamento por um longo período, até mesmo para a vida toda, dependendo do diagnóstico e da evolução do quadro clínico.

    É importante lembrar que a interrupção abrupta do uso de antidepressivos, como a sertralina, pode desencadear sintomas de abstinência e piorar os sintomas da depressão. Portanto, é fundamental que qualquer mudança no uso do medicamento seja realizada com acompanhamento médico.

    Se você está enfrentando dificuldades em tomar decisões e sentindo os nervos à flor da pele, é recomendável que procure um profissional de saúde para avaliar a sua situação atual e discutir as melhores opções de tratamento para o seu caso específico. O médico poderá orientá-lo quanto ao uso da sertralina e definir o tempo adequado para a medicação.
    Abraço!


  • Boa noite.. Perdi meu marido ha 1 mes,ainda me sinto vazia,uma solidão muito grande,tristeza grande

    Boa noite..
    Perdi meu marido ha 1 mes,ainda me sinto vazia,uma solidão muito grande,tristeza grande..
    Gostaria de saber se isso é normal,essa tristeza enorme,desanimo total,mesmo ja fazendo um mes :(

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Viegas Martins

    Boa noite. Sinto muito pela sua perda, é uma situação muito difícil e dolorosa. É completamente normal e esperado sentir-se assim após a perda de alguém tão importante como um cônjuge. O luto é um processo individual e não tem um tempo determinado para ser superado, cada pessoa lida com a perda de forma diferente. É importante que você se permita sentir suas emoções e não se culpe por estar triste, com saudades e desanimada. O tempo pode ajudar a amenizar a dor, mas o processo de luto envolve trabalhar as emoções e se adaptar a uma nova realidade. Procure apoio de amigos, familiares ou profissionais de saúde mental se sentir necessidade. Compreender e aceitar seus sentimentos é um primeiro passo importante para lidar com o luto e se recuperar. Um forte abraço!


  • Olá.. tenho ansiedade.. não consigo parar de pensar em um tema específico.. medo de acontecer algo c

    Olá.. tenho ansiedade.. não consigo parar de pensar em um tema específico.. medo de acontecer algo comigo medo de morrer ..
    e relaciono esse pensamento a tudo
    Não estou conseguindo levar a vida leve e agradável ..quero voltar a viver sem medo e feliz... Oque devo fazer

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Viegas Martins

    Olá! A ansiedade pode ser muito difícil de lidar, mas existem formas de lidar com isso. A terapia cognitivo-comportamental é uma abordagem que pode ajudá-lo a lidar com esses pensamentos ansiosos e mudar sua perspectiva sobre eles. Um terapeuta pode ajudá-lo a identificar padrões de pensamento negativos e a trabalhar para substituí-los por pensamentos mais realistas e positivos. Além disso, há outras medidas que você pode tomar para lidar com a ansiedade, como exercícios de respiração, meditação, atividade física regular, uma alimentação saudável e equilibrada, boas noites de sono e evitar o consumo excessivo de álcool e cafeína. Se a ansiedade estiver afetando seriamente sua qualidade de vida, é importante procurar ajuda profissional para lidar com ela. Você pode conversar com seu médico ou marcar uma sessão com um psicólogo, para obter mais ajuda. Espero que fique bem!


  • Estou em um relacionamento de 8 anos, sendo 3 anos sem sexo (porque não rola tesão com ele) e me faz

    Estou em um relacionamento de 8 anos, sendo 3 anos sem sexo (porque não rola tesão com ele) e me faz muita falta. Amo meu parceiro, mas todos os homens da face da terra parecem mais atraentes e sou jovem demais pra viver assim, nem tenho 26. O físico, a baixa auto estima, a performance sexual dele e a personalidade de "gente boa demais" que se deixa ser feito de otário pelo mundo inteiro, me brocham. Temos uma ótima conexão, raramente brigamos, somos muito amigos e confidentes e primeiro namorado (compromisso sério) um do outro. Objetivos e planos em comum, até a religião é a mesma, só que sexo que é bom, com ele eu corro léguas. Por não fazermos, sinto falta da época em que não nos conhecíamos e do sexo sem compromisso, mas não quero voltar a isso. Como resolvo minha falta de tesão por ele sem terminar meu relacionamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Viegas Martins

    Olá! É importante ressaltar que a falta de desejo sexual pode ter diversas causas, incluindo fatores psicológicos e físicos. Se você já identificou que o problema é somente psicológico, a Terapia Cognitivo-comportamental pode ser uma opção para ajudar a resolver essa questão.

    A terapia cognitivo-comportamental pode ajudar a identificar crenças, pensamentos e comportamentos que podem estar contribuindo para a falta de desejo sexual, além de fornecer técnicas para lidar com esses pensamentos e comportamentos de forma mais positiva e saudável.

    É importante conversar com seu parceiro sobre seus sentimentos e tentar encontrar maneiras de melhorar a intimidade e a conexão emocional entre vocês. Vocês podem buscar terapia de casal ou individual para lidar com questões relacionadas ao relacionamento e ao sexo.

    Além disso, é importante avaliar a possibilidade de problemas de saúde física que possam estar afetando sua libido. Nesse caso, é importante conversar com um médico para descartar possíveis causas físicas.

    Em resumo, se você deseja resolver sua falta de tesão por seu parceiro, considere a terapia cognitivo-comportamental, terapia de casal ou individual, e avalie possíveis causas físicas. É importante lembrar que a mudança pode levar tempo e exigir esforço e dedicação de ambas as partes envolvidas no relacionamento. Abraço!


  • Tenho hibristofilia agressiva, onde também fico excitada assistindo algum crime ser cometido (fictíc

    Tenho hibristofilia agressiva, onde também fico excitada assistindo algum crime ser cometido (fictício ou não). Não gosto de sofrer nenhum tipo violência, e não tenho tendências suicidas (claro, sem contar em querer se relacionar com pessoas de transtorno de personalidade antissocial). Também consigo me relacionar normalmente com pessoas que não cometeram nenhum ultraje (pois fantasio durante o ato que fizeram algo) mas é uma preferência querer alguém que sim. Venho de um ambiente familiar agressivo (psicologicamente falando), mas o causador faleceu o ano passado, e desde então tudo está conforme o planejado, bem harmonioso.
    Fico me perguntando, se eu seria capaz de fazer algo para suprir minhas vontades além da fantasia, e provavelmente tenho algum problema de personalidade também por não me importar com as vítimas que o acusado fez. Poderia supor que diagnóstico se aproximaria para o meu perfil alem dessa parafilia? Sei que é necessário mais informações mas só quero especulações. Já tentei me consultar com um especialista, porém não gostei da metodologia e desisti. A ironia é que faço medicina, e pretendo ser psiquiatra forense.

    Não pensava que era um problema até estudar sobre isso na faculdade, e me enquadrar totalmente nos sintomas. Dependendo das suposições que farão sobre mim, irei procurar novamente ajuda, obrigado.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Viegas Martins

    Hibristofilia é uma parafilia que envolve a atração sexual por pessoas que cometeram crimes violentos ou atos violentos, e pode incluir fantasias relacionadas a esses atos. É importante entender que a hibristofilia não é necessariamente um transtorno, mas pode ser considerada uma preferência sexual incomum. É importante que você saiba que nem sempre queremos realizar nossas fantasias, as vezes uma fantasia é só isso, e nunca vamos querer realiza-las.

    No entanto, se você está preocupada com seus sentimentos e comportamentos em relação à violência, pode ser útil procurar a ajuda de um profissional de saúde mental. Eles podem ajudar a avaliar sua situação e fornecer orientação sobre como gerenciar seus pensamentos e comportamentos.

    Além disso, dado o seu histórico familiar de agressão psicológica, é possível que você esteja lidando com traumas e problemas de personalidade associados a esse ambiente. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudar a avaliar isso e fornecer tratamento apropriado.

    Em resumo, se você está preocupada com seus sentimentos em relação à violência e/ou acredita que pode ter problemas de personalidade relacionados ao ambiente familiar que enfrentou, é recomendável procurar ajuda de um profissional de saúde mental para obter avaliação e orientação adequadas.
    Se você precisa de ajuda, me coloco à disposição. Abraço!


  • ficar se tremendo e gagejando quando tem que falar com estranhos é normal? sentir vontade de só fi

    ficar se tremendo e gagejando quando tem que falar com estranhos é normal?
    sentir vontade de só ficar em casa e quando sai ficar sentindo que estão te olhando é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Viegas Martins

    Olá! Sentir-se tremendo e gaguejando ao falar com estranhos e ter vontade de ficar em casa são sintomas comuns de ansiedade social (NÂO É UM DIAGNÓSTICO). É normal sentir-se assim em algumas situações, mas se isso está afetando sua qualidade de vida ou causando sofrimento, pode ser útil procurar ajuda profissional para aprender a lidar com esses sentimentos. A terapia cognitivo-comportamental é uma abordagem comumente usada para tratar a ansiedade social e pode ajudá-lo a desenvolver habilidades para gerenciar a ansiedade em situações sociais. Abraço!


  • Me sinto menos interessada por tudo, conversas, pessoa, jogos que eu gostava, como se essas coisas t

    Me sinto menos interessada por tudo, conversas, pessoa, jogos que eu gostava, como se essas coisas tivessem perdido o brilho.. tenho medo de ficar assim pra sempre, isso passa??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Viegas Martins

    Olá! É possível que você esteja passando por um período de desânimo ou até mesmo de depressão. A perda de interesse em atividades que antes lhe davam prazer é um sintoma comum de depressão. É importante lembrar que a depressão é uma condição tratável e que é possível encontrar alívio para os sintomas.

    Se esse desânimo está afetando sua qualidade de vida e durando por um período prolongado, é importante buscar ajuda profissional de um psicólogo ou psiquiatra para avaliar a situação e oferecer um tratamento adequado. Além disso, existem medidas que você pode tomar para ajudar a melhorar seu humor e bem-estar, como praticar atividades físicas, manter uma dieta saudável, estabelecer uma rotina regular de sono, evitar o consumo de álcool e drogas e buscar apoio emocional de amigos e familiares.

    Lembre-se de que é normal ter altos e baixos em nossas emoções e que todos nós passamos por momentos difíceis. Mas se o desânimo persistir e estiver afetando sua vida diária, é importante procurar ajuda profissional para lidar com essa situação e recuperar seu interesse nas coisas que antes lhe davam prazer. Abraço!


  • Eu e a minha companheira estamos casadas faz 5 anos, esse último ano deixamos as coisas entrarem na

    Eu e a minha companheira estamos casadas faz 5 anos, esse último ano deixamos as coisas entrarem na rotina e nos desconectamos emocionalmente e afetivamente (Ignoramos a manutenção do nosso casamento). Acabei me envolvendo emocionalmente com um homem e a traí, tive um grande arrependimento das minhas escolhas e afastei ele da minha vida, porém ela descobriu. Estamos separadas há 2 meses, ela está decidida em manter a separação pois eu não a amei o suficiente para trocá-la por alguém desconhecido, mas nunca deixei de amar ela.
    Tenho desejo de reconquistar nossa família, reconquistar a sua confiança e admiração (Temos um filho de 4 anos)
    Propus tentarmos uma terapia de casal, porém ela não quis.
    Quando o outro está decidido, devemos deixar ir? Como me desprender da esperança?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Viegas Martins

    Olá! Primeiramente, é importante entender que lidar com uma traição é um processo difícil e doloroso para a pessoa traída, e cada um lida com isso de maneira diferente. É compreensível que você queira tentar reparar o dano causado e reconquistar sua companheira, mas é importante respeitar a decisão dela de querer seguir em frente separadamente.

    Quanto à sua pergunta, não existe uma resposta única e definitiva para quando uma pessoa deve ou não desistir de uma relação. Cada caso é único e envolve diferentes fatores, como o nível de comprometimento, a disposição para o diálogo e a disposição de ambas em trabalhar em conjunto para superar as dificuldades.

    No seu caso, pode ser útil trabalhar na sua própria reconstrução pessoal, refletindo sobre a que levou à traição e como pode evitar repetir o mesmo erro no futuro. É importante também mostrar a sua companheira que você está comprometida em mudar e em reconstruir a confiança entre vocês, mesmo que isso não signifique necessariamente voltar a ser um casal.

    Se a sua companheira não está disposta a tentar uma terapia de casal neste momento, respeite a decisão dela e deixe claro que você está aberta para continuar tentando reconstruir a relação caso ela mude de ideia no futuro. Enquanto isso, tente manter uma comunicação saudável com ela, mostrando que está disposta a ouvir e a respeitar as decisões dela, mesmo que isso signifique se afastar temporariamente.

    Lembre-se que o processo de superar uma traição pode levar tempo e pode ser necessário aceitar que nem sempre é possível recuperar o relacionamento como era antes. O importante é trabalhar na sua própria reconstrução pessoal e aprender com as experiências para evitar repetir isso no futuro. Abraço!


  • vi em um podcast um psicólogo falando sobre depressão e bipolaridade, acontece que eu me identifique

    vi em um podcast um psicólogo falando sobre depressão e bipolaridade, acontece que eu me identifiquei bastante com os sintomas de bipolaridade... qual seria a diferença entre esses?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Viegas Martins

    Olá! A depressão e a bipolaridade são transtornos do humor que apresentam algumas diferenças importantes.

    A depressão é caracterizada por um humor triste, vazio ou irritável, falta de interesse ou prazer em atividades que antes eram consideradas agradáveis, alterações no apetite e no sono, fadiga, falta de energia, dificuldade de concentração, sentimentos de inutilidade, culpa e desesperança, e em casos mais graves, ideação suicida.

    A bipolaridade, por sua vez, é caracterizada pela alternância entre episódios de depressão e episódios de mania ou hipomania. Os episódios de mania são caracterizados por um humor elevado, expansivo ou irritável, aumento da energia e da atividade, diminuição da necessidade de sono, pensamento acelerado, fala excessiva, impulsividade, grandiosidade e comportamentos de risco. Já os episódios de hipomania são semelhantes aos episódios de mania, mas menos graves.

    É importante destacar que nem todas as pessoas com bipolaridade apresentam episódios de mania ou hipomania, podendo apresentar apenas episódios de depressão ou oscilações mais leves do humor.

    O diagnóstico de depressão e bipolaridade é feito por um profissional de saúde mental, que avalia a presença e a gravidade dos sintomas e o histórico clínico da pessoa. É importante buscar ajuda profissional caso você esteja apresentando sintomas que possam indicar esses transtornos, pois o tratamento adequado pode fazer uma grande diferença na qualidade de vida e no bem-estar emocional. Abraço!


  • Como identificar um bloqueio emocional PRA RELACIONAMENTOS? Porque eu sempre tenho problema pra mant

    Como identificar um bloqueio emocional pra RELACIONAMENTOS? Porque eu sempre tenho problema pra manter um pois me sinto muito sufocada e incomodada mesmo quando o relacionamento tá tranquilo e saudável

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Viegas Martins

    Olá! Um bloqueio emocional pode afetar diferentes áreas da vida, incluindo relacionamentos. Algumas possíveis maneiras de identificar um bloqueio emocional em relação a relacionamentos são:

    Dificuldade em se conectar emocionalmente: Você pode sentir que tem dificuldade em se conectar emocionalmente com outras pessoas, incluindo parceiros românticos. Isso pode fazer você se sentir distante ou desinteressada em relacionamentos, mesmo que estejam indo bem.

    Medo da intimidade: Pessoas com bloqueios emocionais podem ter medo de se abrir emocionalmente e se tornar vulneráveis em um relacionamento. Isso pode fazer com que você evite intimidade emocional e física, mesmo quando está em um relacionamento saudável.

    Baixa autoestima: Uma baixa autoestima pode afetar a forma como você vê a si mesma e como se sente em um relacionamento. Você pode sentir que não é boa o suficiente para o seu parceiro ou que não merece amor e afeto.

    Problemas de confiança: Pessoas com bloqueios emocionais também podem ter problemas de confiança, o que pode dificultar a construção de relacionamentos saudáveis. Isso pode fazer com que você se sinta insegura em um relacionamento e tenha dificuldade em confiar em seu parceiro.

    Sentimento de sufocamento: Você pode sentir que está se sentindo sufocada em um relacionamento, mesmo que tudo esteja indo bem. Isso pode fazer com que você se sinta desconfortável e queira se afastar, mesmo que não haja uma razão clara para isso.

    Se você acha que pode estar lidando com um bloqueio emocional em relação a relacionamentos, pode ser útil procurar ajuda de um profissional de saúde mental para explorar esses sentimentos e trabalhar para superá-los. Abraço!


  • Qual é a melhor forma de lidar com a procrastinação? Eu já tomo remédio para tratar a depressão e an

    Qual é a melhor forma de lidar com a procrastinação? Eu já tomo remédio para tratar a depressão e ansiedade, mas mesmo assim não consigo sair do lugar e isso me causa muito sofrimento todos os dias.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Viegas Martins

    Olá! Lidar com a procrastinação pode ser um desafio, mas existem algumas estratégias que podem ajudar. Aqui estão algumas sugestões:

    Identifique a causa da procrastinação: Você está procrastinando porque está sobrecarregado, tem medo do fracasso ou não está motivado? Identificar a causa subjacente pode ajudá-lo a desenvolver estratégias específicas para lidar com a procrastinação.

    Estabeleça metas realistas: É mais fácil ficar motivado quando você tem objetivos claros e alcançáveis. Tente estabelecer metas diárias ou semanais e dividi-las em tarefas menores e mais gerenciáveis.

    Faça uma lista de tarefas: Anote todas as tarefas que você precisa fazer, desde as mais importantes até as menos importantes. Isso pode ajudá-lo a visualizar o que precisa ser feito e a priorizar suas atividades.

    Use uma técnica de produtividade: Existem várias técnicas de produtividade que podem ajudar a combater a procrastinação, como a técnica Pomodoro, que envolve dividir o tempo em blocos de trabalho de 25 minutos seguidos por pausas curtas.

    Identifique e elimine as distrações: Identifique quais são as distrações que o impedem de trabalhar e tente eliminá-las. Isso pode incluir coisas como redes sociais, e-mails, televisão, entre outros.

    Pratique a automotivação: Encontre maneiras de se automotivar, como estabelecer recompensas para si mesmo após a conclusão de uma tarefa ou compartilhar seus objetivos com alguém para se responsabilizar.

    Lembre-se de que a procrastinação é um hábito, e pode ser difícil mudar da noite para o dia. Se você estiver tendo dificuldades para lidar com a procrastinação, considere falar com um profissional de saúde mental para obter ajuda adicional. Abraço!


  • Não consigo "aquietar" quando estou em um lugar com muitas pessoas... fico muito inquieta, sinto fal

    Não consigo "aquietar" quando estou em um lugar com muitas pessoas... fico muito inquieta, sinto falta de ar, o batimento acelerado, dor no estômago, sempre com algum movimento repetitivo... com medo de algo ou alguma coisa constrangedora. Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Viegas Martins

    Olá! Esses sintomas que você descreve podem indicar um quadro de ansiedade social ou fobia social. Essa condição se caracteriza por um medo ou ansiedade excessiva em situações sociais ou de desempenho, como falar em público, ir a uma festa ou mesmo estar em lugares com muitas pessoas, como você mencionou.

    Essa condição pode ser tratada com terapia cognitivo-comportamental, medicação ou uma combinação de ambos. É importante buscar ajuda de um profissional de saúde mental para avaliação, diagnóstico e orientação adequada. Além disso, existem algumas técnicas de relaxamento e manejo de estresse que podem ajudar a lidar com a ansiedade em situações sociais, como a prática de exercícios físicos, meditação e respiração profunda. Abraço!


  • A mente da gente cria coisas na cabeça e faz a gente acreditar nessas coisas mesmo nem estando perto

    A mente da gente cria coisas na cabeça e faz a gente acreditar nessas coisas mesmo nem estando perto de acontecer ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Viegas Martins

    Olá! Sim, a mente humana é capaz de criar situações imaginárias e fazer com que a pessoa acredite nelas, mesmo que não estejam próximas de acontecer na realidade. Isso pode ser causado por diversos fatores, como ansiedade, estresse, medo, insegurança, entre outros. Quando esses pensamentos imaginários começam a afetar o bem-estar e a qualidade de vida da pessoa, é importante buscar ajuda de um profissional de saúde mental para aprender a lidar com eles. Abraço!


  • Como mostrar para uma pessoa alcoólatra que ela precisa de ajuda , mas não aceita que a bebida pode

    Como mostrar para uma pessoa alcoólatra que ela precisa de ajuda , mas não aceita que a bebida pode acabar com a vida dela.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Viegas Martins

    Olá! A terapia cognitivo-comportamental pode ser útil tanto para a pessoa alcoólatra quanto para seus familiares e amigos que desejam ajudá-la. Uma das principais estratégias da terapia cognitivo-comportamental é ajudar a pessoa a identificar padrões de pensamento negativos e distorcidos que podem estar contribuindo para seu comportamento problemático, como a negação da gravidade do problema.

    Uma forma de mostrar para a pessoa alcoólatra que ela precisa de ajuda é através de uma abordagem amorosa, respeitosa e não-confrontacional. É importante que a pessoa se sinta apoiada e não julgada. Pode ser útil conversar com a pessoa alcoólatra sobre como o consumo de álcool está afetando sua vida e a vida das pessoas ao seu redor. Você pode incentivar a pessoa a buscar ajuda profissional, como um psicólogo especializado em dependência química ou um grupo de apoio para pessoas em recuperação.

    É importante lembrar que a pessoa alcoólatra pode não estar pronta para buscar ajuda imediatamente, mas a conversa pode plantar uma semente de reflexão e eventualmente levar à mudança. A terapia cognitivo-comportamental pode ser uma abordagem eficaz para ajudar a pessoa a superar a negação e aceitar que precisa de ajuda para lidar com sua dependência.
    No meu perfil, nas parte "publicações", você pode encontrar um material para baixar. Esse material foi construído por mim para ajudar os familiares de dependentes químicos. Espero que vocês consigam passar por isso! Abraço!


  • É normal namorado falar que acha o partes do corpo de outras mulheres bonita? O meu namorado disse q

    É normal namorado falar que acha o partes do corpo de outras mulheres bonita? O meu namorado disse que as nádegas de outra mulher era bonita, ele falou sem maldade, porém estou me sentindo mal e insegura.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Viegas Martins

    Olá, querida! Que bom que você buscou ajuda!
    É complicado dizer o que é normal ou não, nesse caso, pois cada relacionamento pode ser diferente. Se isso fez você se sentir desconfortável e insegura, converse sobre isso com ele. Explique que não se sente à vontade com esse tipo de comentário.
    E se você quiser, seria bacana dar atenção pra esses sentimentos. Buscar uma ajuda psicológica para diminuir o seu sofrimento com essa situação.
    Espero que você fique bem!


  • Para um adulto que é autista , existe algum tratamento para facilitar o convívio social?

    Para um adulto que é autista , existe algum tratamento para facilitar o convívio social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruna Viegas Martins

    Olá! Sim, existem tratamentos e terapias que podem ajudar os adultos autistas a facilitar o convívio social. Alguns exemplos incluem:

    Terapia comportamental e cognitiva: Essa terapia ajuda os pacientes a identificar e modificar comportamentos negativos, além de desenvolver habilidades sociais.

    Terapia ocupacional: A terapia ocupacional ajuda os pacientes a desenvolver habilidades práticas, como vestir-se, cozinhar e limpar, além de melhorar as habilidades sociais.

    Treinamento em habilidades sociais: Esses programas ensinam aos pacientes como interagir com os outros e como lidar com situações sociais desafiadoras.

    Intervenções baseadas em tecnologia: Existem aplicativos e jogos que podem ajudar os pacientes a melhorar suas habilidades sociais e de comunicação.

    Grupos de apoio: Os grupos de apoio podem oferecer uma rede de suporte para os pacientes e suas famílias, além de oferecer oportunidades para interação social.

    É importante lembrar que cada pessoa autista é única e pode responder de forma diferente aos tratamentos. O tratamento deve ser personalizado e adaptado às necessidades individuais do paciente. Abraço!


Perguntas frequentes

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