Perguntas do paciente (68)
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Minha filha de 11 anos desde novembro de 2022, apresenta uma falta de apetite, come poucos alimentos
Minha filha de 11 anos desde novembro de 2022, apresenta uma falta de apetite, come poucos alimentos e passa maior do dia sem se alimentar, alegando não ter fome. Ela se alimentava bem até os 5 anos, foi grudar um pedaço de carne no dente dela e começou a parar de se alimentar direito, sendo seletiva com a alimentação e evitando muitos outros. Há 2 anos atrás teve crise de ansiedade pós pandemia e agora essa seleção absurda, não querendo comer nada! Desde 6 anos não come arroz e feijão, carne não come feita em casa, só come se for na esfiha de carne do Habib's. Em casa só come macarrão, batata comum e as vezes milho. Não come frutas, somente morango, banana e uva verde sem semente, só se for com chocolate derretido ( fondue). A maioria dos alimentos ela rejeita. E muitas vezes acorda e não se alimenta. Tenho percebido que isso só piorou após ela ter amizade com uma menina muito depressiva, inclusive é a única amizade dela, minha filha se acha feia, ela é muito tímida e não dorme direito, dorme muito tarde e acorda muito tarde. As refeições dela, está sendo no máximo 2 por dia. Estou muito preocupada, qual profissional devo procurar? Qual psicólogo, especializado em qual área, devo procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua preocupação com a falta de apetite e comportamentos seletivos de alimentação da sua filha, bem como os sintomas de ansiedade, baixa autoestima e dificuldades de sono que ela vem enfrentando. É importante buscar a ajuda de profissionais especializados para uma avaliação mais precisa da situação.
Nesse caso, seria recomendado procurar um psicólogo especializado em transtornos alimentares e saúde mental infantil. Um psicólogo com experiência em transtornos alimentares pode ajudar a compreender melhor os fatores emocionais e psicológicos que podem estar contribuindo para os comportamentos alimentares seletivos da sua filha.
Além disso, é válido considerar também a consulta com um pediatra ou nutricionista, para avaliar a situação nutricional da sua filha e fornecer orientações adequadas para uma alimentação balanceada.
Esses profissionais poderão trabalhar em conjunto para oferecer um plano de tratamento integrado, que envolva terapia individual, orientação nutricional e, se necessário, intervenções médicas.
Lembre-se de que cada caso é único, e o acompanhamento especializado é fundamental para entender as causas subjacentes e desenvolver um plano de tratamento personalizado. Você está no caminho certo ao buscar ajuda profissional para sua filha. Tenha confiança de que, com o suporte adequado, é possível ajudá-la a superar essas dificuldades e recuperar um relacionamento saudável com a alimentação.
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Olá, eu sofro com crises ansiosas a pouco tempo comecei a fazer terapia. É normal passar pela crise
Olá, eu sofro com crises ansiosas a pouco tempo comecei a fazer terapia. É normal passar pela crise se sentir com medo e triste e depois você consegue ficar calma? Fica como se nada tivesse acontecido?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É normal passar por uma crise ansiosa e experimentar sentimentos intensos, como medo e tristeza. Cada pessoa responde de maneira única às crises de ansiedade, e sentir-se calma após o episódio também é uma reação comum.
Depois de uma crise ansiosa, é possível que o corpo e a mente se acalmem gradualmente à medida que os níveis de estresse diminuem. É importante lembrar que o processo de recuperação varia de pessoa para pessoa e que cada um tem seu próprio ritmo.
Continuar com a terapia é um passo importante para lidar com a ansiedade e desenvolver estratégias para enfrentar as crises. O terapeuta pode ajudá-lo(a) a entender suas emoções, identificar gatilhos e aprender técnicas para manejar a ansiedade de forma saudável.
Lembre-se de ser gentil consigo mesmo(a) durante esse processo. Celebrar os momentos em que se sente calmo(a) e ter paciência com o processo de cura são atitudes importantes. Com o tempo, você pode encontrar maneiras eficazes de lidar com a ansiedade e recuperar o equilíbrio emocional.
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Bom dia, a ansiedade pode causar sensações de vazio e de desrealização/despersonalização?
Bom dia, a ansiedade pode causar sensações de vazio e de desrealização/despersonalização?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a ansiedade pode causar sensações de vazio e desrealização/despersonalização. Esses sintomas podem ser assustadores e desconfortáveis, mas é importante lembrar que eles são uma resposta comum do organismo diante da ansiedade intensa.
A sensação de vazio pode surgir quando nos sentimos desconectados das nossas emoções e da realidade ao nosso redor. Já a desrealização/despersonalização envolve uma percepção distorcida do ambiente ou de si mesmo, como se estivesse observando tudo de longe ou como se sua identidade estivesse alterada.
É fundamental buscar o apoio de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, para compreender e tratar esses sintomas. Eles podem ajudar a identificar os gatilhos da ansiedade, desenvolver estratégias de enfrentamento e fornecer suporte emocional para lidar com essas sensações. Lembre-se de que você não está sozinho(a e que existem recursos e cuidados disponíveis para ajudá-lo(a) a superar essa fase.
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A pessoa que tem TOC e não tratar pode acabar desenvolvendo outros pensamentos obsessivos além de um
A pessoa que tem TOC e não tratar pode acabar desenvolvendo outros pensamentos obsessivos além de um?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível que uma pessoa com Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) possa desenvolver outros pensamentos obsessivos além dos que inicialmente apresentava. O TOC é caracterizado por pensamentos intrusivos e recorrentes (obsessões) que geram ansiedade, levando a comportamentos repetitivos (compulsões) como uma forma de aliviar essa ansiedade.
O ciclo obsessão-compulsão pode ser complexo e evoluir ao longo do tempo. À medida que uma obsessão específica é tratada ou perde intensidade, é possível que outras obsessões surjam para ocupar seu lugar. Além disso, o estresse, mudanças na vida ou outros fatores podem desencadear o aparecimento de novos pensamentos obsessivos.
É importante destacar que cada pessoa com TOC é única, e a evolução do transtorno pode variar. No entanto, buscar tratamento adequado, como terapia cognitivo-comportamental (TCC) e, em alguns casos, medicamentos, pode ajudar a controlar os sintomas do TOC e reduzir a probabilidade de desenvolvimento de novos pensamentos obsessivos. O suporte profissional pode ser fundamental para identificar estratégias eficazes de gerenciamento e promover o bem-estar emocional.
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Sou esquizotipica com laudo de depressão e ansiedade generalizada minha melhor amiga é alguém com bo
Sou esquizotipica com laudo de depressão e ansiedade generalizada minha melhor amiga é alguém com boderline e acredito que nossos "transtornos não coexistem bem um com o outro" e isso pode estar nos destruindo. Isso faz algum sentido clinicamente falando?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É natural que você esteja preocupada com a dinâmica da sua amizade, considerando suas condições de esquizotipia, depressão e ansiedade generalizada, e o fato de sua melhor amiga ter transtorno de personalidade borderline. Clinicamente, certos transtornos podem apresentar desafios na interação entre si, mas cada pessoa é única e as experiências podem variar.
A convivência entre pessoas com diferentes transtornos pode ser complexa, mas não significa que seja impossível ou destrutiva. Com compreensão, empatia e apoio mútuo, é possível desenvolver uma amizade saudável e positiva. Falar abertamente sobre as necessidades individuais, estabelecer limites e buscar apoio profissional podem ajudar a fortalecer o relacionamento.
Recomendo que vocês considerem buscar orientação de um profissional de saúde mental, como um terapeuta, que pode oferecer estratégias específicas para lidar com os desafios que vocês enfrentam. Lembrando que o respeito, a comunicação aberta e o cuidado com o bem-estar de cada um são fundamentais para preservar e fortalecer a amizade.
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Olá Sou uma pessoa tímida, e sinto como se houvesse um bloqueio em mim. Em uma roda de conversa
Olá
Sou uma pessoa tímida, e sinto como se houvesse um bloqueio em mim. Em uma roda de conversa não consigo desenvolver uma linha de raciocínio, minha mente fica em branco , não consigo dar uma opinião/conversar por que não vem nada em mente , apenas um vazio e acabando sempre respondendo das maneiras mais óbvias ( “hum,verdade,nossa ) qual profissional eu deveria procurar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi! É super compreensível sentir-se assim. Se a timidez está impactando sua comunicação, um psicólogo pode ser uma ótima escolha. Na terapia você irá entender as raízes dessa sensação de bloqueio e desenvolver estratégias para se sentir mais à vontade em situações sociais. Às vezes, é só uma questão de ganhar confiança. Lembre-se, cada um tem seu ritmo, e está tudo bem ser você mesma. O importante é dar o primeiro passo. Estou torcendo por você e estou aqui se precisar!
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Meu filho tem 11 anos diagnóstico de autismo aos 3 anos de idade, ele faz suas necessidades fisiológ
Meu filho tem 11 anos diagnóstico de autismo aos 3 anos de idade, ele faz suas necessidades fisiológicas sozinho no vaso, mais as vezes faz no chão no quintal. Será que tem alguma explicação pra essa atitude dele?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ações como fazer as necessidades fisiológicas no chão do quintal podem ocorrer em crianças com autismo devido a várias razões. É importante notar que o comportamento pode ser resultado de fatores específicos para a criança e requer uma avaliação individualizada. Algumas possíveis explicações incluem sensibilidade sensorial, rotina e previsibilidade, comunicação e expressão, bem como problemas para usar o banheiro, seja pela dificuldade da ação, seja pelos desconfortos, como o cheiro, o vaso sanitário, a textura do papel higinênico etc.
Para entender melhor a razão específica do comportamento de seu filho, é aconselhável consultar um profissional de saúde especializado em autismo, como um psicólogo, terapeuta ocupacional ou pediatra. Eles podem realizar uma avaliação abrangente e trabalhar com você para desenvolver estratégias específicas para lidar com essa situação. Trabalhar em estreita colaboração com um profissional pode ajudar a identificar a causa subjacente e encontrar maneiras de lidar com essa questão de forma eficaz.
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Desde pequeno minha vó dizia que sou fraco fisicamente, a medida que crescia saí de todos os emprego
Desde pequeno minha vó dizia que sou fraco fisicamente, a medida que crescia saí de todos os empregos após me esgotar fisicamente rápido. Já tentei ultrapassar meus limites, mas eu não consigo. Sou homem, tenho 22 anos e há alguns anos venho tentando praticar atividades físicas (jogar futebol de campo), mas mesmo depois de 3 anos eu não consigo correr por 5 minutos sem me esgotar de um jeito fora do normal. Estou pensando em usar vitaminas e suplementos(arginina) para melhorar minha condição física e muscular... Não sei se isso interfere, mas tenho depressão desde os 7 anos.
Como eu devo lidar com esta situação?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que você esteja frustrado com suas dificuldades físicas e busque maneiras de melhorar sua condição. É importante lembrar que cada pessoa é única e tem suas próprias limitações e habilidades. O uso de vitaminas e suplementos pode ter benefícios, mas é essencial que você consulte um profissional de saúde, como um médico ou nutricionista, antes de iniciar qualquer suplementação.
Além disso, é importante considerar outros fatores que podem afetar sua condição física, como sua saúde geral, alimentação, qualidade do sono e prática regular de exercícios. É recomendável procurar orientação médica para investigar qualquer condição de saúde subjacente que possa estar contribuindo para sua falta de resistência física.
No que diz respeito à sua depressão, é fundamental buscar apoio profissional. Um psicólogo ou psiquiatra poderá ajudá-lo a compreender e gerenciar melhor sua saúde mental, oferecendo estratégias para lidar com os desafios emocionais que possam estar afetando seu bem-estar físico.
Lembre-se de que cuidar de si mesmo é uma jornada contínua. Tenha paciência e gentileza consigo mesmo enquanto busca maneiras de melhorar sua condição física e emocional.
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Minha filha tem 27 anos, vive comigo, não está trabalhando há 2 anos, fuma maconha o tempo inteiro,
Minha filha tem 27 anos, vive comigo, não está trabalhando há 2 anos, fuma maconha o tempo inteiro, desde de quando acorda até há hora de dormir, fede, não faz quase nada a não ser usar essa porcaria.ja não sei mais oq fazer, já fui compreensiva, agressiva e nada tem resultado.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo que você esteja passando por uma situação difícil com sua filha de 27 anos. É natural se preocupar com seu bem-estar e buscar soluções. É importante lembrar que cada pessoa tem seu próprio caminho e enfrenta desafios únicos. Em vez de abordagens agressivas ou punitivas, considere adotar uma abordagem mais acolhedora. Tente estabelecer uma comunicação aberta e honesta, expressando suas preocupações com amor e empatia. Procure entender os motivos por trás do uso constante de maconha e incentive-a a buscar ajuda profissional, como um terapeuta ou um centro de reabilitação, para lidar com o vício. Demonstre seu apoio e esteja presente para ajudá-la a encontrar um caminho saudável e gratificante para sua vida.
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Eu estou muito confusa acho que deixei de amar meu esposo , devido muitas coisas que passei com ele
Eu estou muito confusa acho que deixei de amar meu esposo , devido muitas coisas que passei com ele tipo ele já mim magoou muito ,eu ele também,mas eu não sei o que fazer pra resolver isso não tenho coragem de falar , enquanto isso estou entrando em depressão profunda não sei como sair desse fundo do poço
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que esteja passando por um momento tão difícil em seu relacionamento e que isso esteja afetando sua saúde mental. É compreensível que as mágoas e os desafios enfrentados possam abalar seus sentimentos e deixá-la confusa.
Nesse momento, é fundamental cuidar de si mesma e buscar apoio. Considerar a possibilidade de procurar a ajuda de um psicólogo ou terapeuta pode ser um passo importante para lidar com seus sentimentos, entender suas necessidades e encontrar uma solução para essa situação.
Abrir-se para uma conversa honesta e sincera com seu esposo também pode ser um caminho para trazer clareza e buscar possíveis soluções para os problemas que estão afetando seu relacionamento. O diálogo aberto, com respeito e empatia, pode ser um ponto de partida para a reconstrução da confiança e o fortalecimento do vínculo.
Lembre-se de que é normal sentir-se perdida em momentos como esse, mas lembre-se também de que você não está sozinha. Busque apoio emocional, construa uma rede de suporte com amigos e familiares e esteja aberta para buscar a ajuda profissional necessária. Você merece encontrar a felicidade e a paz interior.
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Tenho 21 anos ,sempre fui tímido , na época da escola tinha uma menina que gostava de mim . Porém ,
Tenho 21 anos ,sempre fui tímido , na época da escola tinha uma menina que gostava de mim . Porém , eu travava minha voz começava ficar fraca e "para dentro" e isso me criou um trauma sempre que estou numa situação desconfortável minha voz fica assim "para dentro". Como faço para melhorar isso ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É importante reconhecer que esse é um desafio comum e que muitas pessoas conseguem superá-lo com prática e apoio. A timidez e a voz fraca podem ser trabalhadas gradualmente. Comece praticando em situações mais confortáveis e, aos poucos, vá expandindo seu alcance para situações mais desafiadoras. Técnicas de respiração profunda podem ajudar a controlar a ansiedade e melhorar o controle da voz. Tudo isso pode ser trabalhado e ensinado em terapia. Considere buscar a ajuda de um fonoaudiólogo, terapeuta de fala ou terapeuta cognitivo-comportamental para enfrentar esses desafios. Lembre-se de que o desenvolvimento de habilidades de comunicação leva tempo e paciência, mas é algo que você pode trabalhar para melhorar ao longo do tempo.
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O TOC pode ter o poder de "bloquear" as nossas fantasias( sejam elas sexuais ou até mesmo devaneios)
O TOC pode ter o poder de "bloquear" as nossas fantasias( sejam elas sexuais ou até mesmo devaneios) por causa dos pensamentos intrusivos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, como vai? Sim, o TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo) pode, infelizmente, "bloquear" nossas fantasias e devaneios por causa dos pensamentos intrusivos. Esses pensamentos podem ser tão intensos e perturbadores que acabam tomando muito espaço mental, dificultando o relaxamento e a imaginação. Isso é algo comum para quem lida com TOC, mas a boa notícia é que existem tratamentos que podem ajudar. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é especialmente eficaz para o TOC, ajudando a gerenciar e reduzir os pensamentos intrusivos. Estou aqui para ajudar no que for preciso!
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Acredito que eu tenha transtorno borderline, qual profissional procurar?
Acredito que eu tenha transtorno borderline, qual profissional procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Se você acha que pode ter Transtorno Borderline, buscar um psicólogo ou um psiquiatra é um ótimo começo! Ambos os profissionais podem ajudar no diagnóstico e tratamento. O psicólogo pode oferecer terapias específicas, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ou a Terapia Comportamental Dialética, focadas em habilidades para lidar com as emoções intensas e os relacionamentos, e com evidências científicas de que podem ajudar nos casos de transtorno borderline. O psiquiatra pode avaliar a necessidade de medicação para ajudar no controle dos sintomas. Lembre-se, é muito importante conversar abertamente com o profissional escolhido sobre seus sentimentos e preocupações. Juntos, vocês podem encontrar um caminho para lidar com isso da melhor forma. Estou à disposição se precisar de ajuda!
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Minha filha tem 12 anos, e não consegue dormir no quarto sozinha, já conversei já perguntei o que a
Minha filha tem 12 anos, e não consegue dormir no quarto sozinha, já conversei já perguntei o que a de errado ela diz que não sabe, diz todos os dias que vai dormir no quarto, mas qdo chega a noite não consegue, o que pode ser feito??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Compreender e apoiar sua filha de 12 anos é essencial quando ela enfrenta dificuldades para dormir sozinha. É normal sentir medo do escuro, ansiedade de separação ou apenas preferir ter companhia à noite. Aqui estão algumas dicas acolhedoras para ajudá-la: converse abertamente, ouvindo suas preocupações; estabeleça uma rotina noturna relaxante; crie um ambiente aconchegante e seguro em seu quarto; aumente gradualmente a independência, começando com sua presença e diminuindo com o tempo; recompense o progresso dela com elogios e pequenas recompensas; se necessário, procure a ajuda de um psicólogo infantil para orientação adicional. Lembre-se de que cada criança é única, e seu amor e apoio serão fundamentais nesse processo.
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Como melhorar a timidez? Existe algum tratamento?
Como melhorar a timidez? Existe algum tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É normal sentir timidez! Se quiser enfrentar isso, comece devagar. Exponha-se a situações sociais aos poucos, converse com pessoas conhecidas, e vá aumentando o desafio gradativamente. Aceite que está tudo bem ser tímido. Principalmente, busque ajuda profissional de um psicólogo que irá te ajudar a entender e superar esses sentimentos. Existe uma forma saudável e eficaz de lidar com esse sentimento sem que o atrapalhe de viver uma vida significativa!
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Quais os testes de rastreios o psicólogo pode usar para uma investigação suspeita de TDAH?
Quais os testes de rastreios o psicólogo pode usar para uma investigação suspeita de TDAH?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O psicólogo utiliza diferentes testes de rastreamento para investigar suspeitas de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Esses testes podem incluir questionários e escalas que avaliam sintomas relacionados ao TDAH, como desatenção, hiperatividade e impulsividade.
Alguns dos testes mais comuns são o SNAP-IV, o Conners' Rating Scales e o ADHDT-2. Esses instrumentos ajudam o psicólogo a coletar informações sobre o comportamento da pessoa em diferentes contextos, como em casa, na escola ou no trabalho.
No entanto, é importante ressaltar que o diagnóstico de TDAH não é baseado apenas em testes de rastreamento. Uma avaliação completa deve ser feita, considerando histórico clínico, entrevistas, observação comportamental e informações de fontes múltiplas, como familiares e professores.
Cada caso é único, e o psicólogo irá selecionar os testes mais apropriados para cada situação, levando em conta a idade, o contexto e as características individuais da pessoa em avaliação. O objetivo é obter uma compreensão abrangente dos sintomas e dificuldades para realizar um diagnóstico preciso e, assim, orientar o plano de tratamento adequado.
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Perdi uma pessoa que amo muito há quase 2 meses, perdi a vontade de viver, de sair, e até a fome eu
Perdi uma pessoa que amo muito há quase 2 meses, perdi a vontade de viver, de sair, e até a fome eu perdi. Preciso de alguma coisa pra melhorar, pois tenho um bebê de 11 meses que precisa de mim, e pessoas que me amam. Tenho 20 anos, as vezes sinto angústia por ele ter nos deixado. Sinto culpa também mesmo estando longe e desligada do motivo da morte. Só quero viver, é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito pela sua perda e pela dor que está passando. É compreensível que você esteja enfrentando sentimentos intensos e conflitantes após perder alguém que ama muito. Nesses momentos difíceis, é importante buscar ajuda e apoio.
É normal sentir uma perda de interesse nas atividades diárias, falta de apetite e uma sensação de desânimo quando passamos por um período de luto. No entanto, é fundamental cuidar de si mesma, especialmente por ter um bebê que depende de você.
Procure conversar com pessoas de confiança, como amigos próximos ou familiares, que possam oferecer apoio emocional. Considere buscar acompanhamento profissional de um terapeuta ou psicólogo, que poderá ajudá-la a atravessar esse processo de luto de maneira saudável e a lidar com a angústia e culpa que está enfrentando.
Lembre-se de que o processo de luto é único para cada pessoa e pode levar tempo para se ajustar à perda. Dê-se permissão para sentir e expressar suas emoções, pois isso faz parte do processo de cura. Com paciência, apoio e cuidado, gradualmente você poderá encontrar uma maneira de seguir em frente enquanto mantém viva a memória da pessoa que você ama.
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Tenho 17 anos,sofro de crise de ansiedade,não consigo controlar o meu corpo diante as circunstâncias
Tenho 17 anos,sofro de crise de ansiedade, não consigo controlar o meu corpo diante as circunstâncias, perdi minha mãe a alguns meses, tenho bastante medo de morrer.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito pela perda da sua mãe e pelos desafios que você está enfrentando com a ansiedade. É compreensível que essas situações estejam causando medo e inquietação em você. Nesse momento difícil, é importante lembrar que você não está sozinho. Procure apoio emocional e busque ajuda profissional, como um psicólogo ou psiquiatra, que podem te ajudar a lidar com a ansiedade e processar o luto.
Além disso, lembre-se de cuidar de si mesmo. Praticar atividades que te tragam conforto e tranquilidade, como exercícios físicos, meditação ou hobbies, pode ajudar a aliviar os sintomas da ansiedade. Converse com pessoas de confiança sobre seus sentimentos e não hesite em buscar ajuda quando necessário. Tenha paciência consigo mesmo e lembre-se de que é possível superar essa fase difícil com o tempo e o apoio adequados.
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Gostaria de saber se estresse, preocupação excessiva, ansiedade fazem a pálpebra cair e depois volta
Gostaria de saber se estresse, preocupação excessiva, ansiedade fazem a pálpebra cair e depois voltar ao normal.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o estresse, a preocupação excessiva e a ansiedade podem causar sintomas físicos, inclusive a sensação de que as pálpebras estão caindo. Quando estamos ansiosos ou sob estresse, nossos músculos podem se tensionar, inclusive os músculos ao redor dos olhos. Isso pode resultar em sensações de peso, cansaço ou queda das pálpebras.
No entanto, é importante destacar que esse sintoma geralmente é temporário e desaparece quando a ansiedade diminui. Se você estiver preocupado com a queda das pálpebras ou se essa sensação persistir por um longo período, é aconselhável consultar um médico ou oftalmologista para uma avaliação mais detalhada.
Lembre-se de que cuidar da sua saúde mental e buscar maneiras saudáveis de lidar com o estresse e a ansiedade pode ajudar a reduzir esses sintomas físicos e promover seu bem-estar geral.
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Pessoas com bordeline podem ter dificuldade em se concentrar e se manter em um emprego ou objetivo?
Pessoas com bordeline podem ter dificuldade em se concentrar e se manter em um emprego ou objetivo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TBP) podem ter dificuldades em se concentrar e manter o foco em empregos ou objetivos devido à natureza instável das emoções e relacionamentos que frequentemente acompanham esse transtorno. O TBP pode afetar o funcionamento cognitivo, tornando a concentração e a atenção mais desafiadoras. No entanto, com o tratamento adequado, que pode incluir terapia, medicação e suporte, muitas pessoas com TBP podem aprender a gerenciar esses desafios e alcançar seus objetivos. É fundamental buscar ajuda profissional para desenvolver estratégias de enfrentamento e apoio para alcançar uma vida mais estável e produtiva.
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Perguntas frequentes
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Doente com Cardiomiopatia Hipertrófica Apical e Insuficiência Cardíaca, 68 anos, pode viajar avião?
Em muitos casos a viagem aérea é possível quando a insuficiência cardíaca…