Perguntas do paciente (20)
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Um narcisista autoconsciente pode assumir um cargo público na carreira policial? (carreiras como gua
Um narcisista autoconsciente pode assumir um cargo público na carreira policial? (carreiras como guarda municipal e/ou polícias das mais diversas)
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode ocorrer.
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Estou tomando o sertralina ah mais de 30 dias e ainda sinto ansiedade, fraqueza ao fazer atividades
Estou tomando o sertralina ah mais de 30 dias e ainda sinto ansiedade, fraqueza ao fazer atividades em casa e desânimo. É normal ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode ser efeito colateral da medicação. Os antidepressivos começam a ter efeitos de melhora a partir do primeiro mês. Mas monitore, caso persista por muito tempo, converse com seu psiquiatra.
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tive diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista nível 1 de suporte, e Altas Habilidades mt recent
tive diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista nível 1 de suporte, e Altas Habilidades mt recentemente. Uma questão que me incomoda muito é uma grande fobia social. Gostaria de saber se Terapia Cognitiva Comportamental seria boa para mim.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite. Sim, a TCC para o transtorno de fobia social seria adequada pois trabalha com ferramentas de psicoeducação, estratégias de enfrentamento e exposição e reestruturação cognitiva (situação, pensamento, emoção e comportamento).
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Como a TCC trabalha a baixa autoestima e a autoimagem negativa de si, já que a autoimagem é imutável?
Como a TCC trabalha a baixa autoestima e a autoimagem negativa de si, já que a autoimagem é imutável?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Eu trabalharia inicialmente com a crença que você tem de desvalor, depois faria uma psicoeducação da autocompaixao.
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Olá, tenho 19 anos e estou com depressão profunda que me dificulta com tarefas básicas e em sair do
Olá, tenho 19 anos e estou com depressão profunda que me dificulta com tarefas básicas e em sair do quarto, moro com a minha mãe, mas me sinto estagnada aqui e
eu queria muito trabalhar, mas deixei oportunidades passar por conta do meu estado, eu passo no caps as vezes e tomo antidepressivo, mas preciso de mais acompanhamento e algo mais efetivo pra sair disso, por isso pensei em internação, mas queria a ajuda de vocês sobre o que posso fazer nessa situação.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ola. Te aconselho a procurar um psiquiatra para um tratamento psicofarmacológico continuo e psicoterapia para acompanhamento psicológico. Mas sempre que precisar de um acolhimento emergencial pode procurar um caps.
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Tenho receio de mostrar certas qualidades minhas por medo da rejeição e por elas serem facilmente b
Tenho receio de mostrar certas qualidades minhas por medo da rejeição e por elas serem facilmente bem invejadas no contexto brasileiro como dedicação ao que me proponho a fazer, inteligência, detalhista, pragmático, direto e me preocupar em vestir bem e cuidar de aparência que é um tabu entre os homens. Como diminuir esse medo de rejeição e zombaria social que pode me acometer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Trabalhando esta crença de grandiosidade
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Como a TCC trabalha o medo do julgamento, medo de ser criticado, medo de ser rejeitado, e a necessid
Como a TCC trabalha o medo do julgamento, medo de ser criticado, medo de ser rejeitado, e a necessidade de agradar a todos, crenças como: "eu tenho que agradar todo mundo", "se eu não agradar todo mundo, ninguém vai gostar de mim". Esses medos e essas crenças estão me atrapalhando muito na minha vida pessoal e nos esportes também
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na TCC, trabalharíamos com a reestruturação cognitiva e psicoeducação sobre crenças disfuncionais.
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Tenho depressão e toda vez que estou passando por um momento difícil começo a pesquisar sobre sintom
Tenho depressão e toda vez que estou passando por um momento difícil começo a pesquisar sobre sintomas de doenças,dessa vez foi sobre fobia social,já tinha dificuldade de ter interações sociais mais depois que comecei a pesquisar começei a dar crises quando saio de casa,daí me isolei, começei a tomar escitalopram mais ainda não deu resultados,ainda tenho medo de ter crises se eu for sair de casa, pesquisar sintomas atrapalha no meu tratamento?
A terapia pode me ajudar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o excesso de informações disponíveis na internet hoje em dia podem ser avassaladoras, ainda mais sem nenhum tipo de psicoeducação e direcionamento feita por um profissional da área, podendo agravar quadros sintomáticos, ate mesmo sem a pessoa ter aquele transtorno. É como se você se condicionasse sozinha aos sintomas de certo transtorno mental. E sim, a terapia poderia ajudar.
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Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?
Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pois a depressão é um transtorno mental que pode tanto entrar em remissão, quanto ser episódico, podendo ser vulnerável a gatilhos ambientais ou internos dando a sensação de uma "recaída". A depressão também pode ser uni ou bilateral, fazendo parte de um quadro de bipolaridade. Para melhor acompanhamento e monitoramento indico a psicoterapia e um tratamento psiquiátrico.
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Como os fatores sociais podem contribuir para o desenvolvimento de transtornos mentais?
Como os fatores sociais podem contribuir para o desenvolvimento de transtornos mentais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os fatores sociais exercem papel fundamental na saúde mental, podendo atuar tanto como fatores de proteção quanto como fatores de risco para o desenvolvimento de transtornos mentais. Condições como pobreza, desemprego, violência, discriminação, exclusão social, insegurança financeira, relações familiares conflituosas e ausência de rede de apoio podem aumentar significativamente os níveis de estresse e sofrimento psicológico. Quando essas situações são vivenciadas de forma intensa ou prolongada, podem contribuir para o surgimento ou agravamento de transtornos mentais.
Além disso, experiências sociais negativas podem influenciar a forma como a pessoa percebe a si mesma, os outros e o mundo ao seu redor. Sentimentos de rejeição, desamparo, falta de pertencimento ou exposição constante a ambientes hostis podem favorecer o desenvolvimento de crenças negativas e padrões de pensamento disfuncionais, aumentando a vulnerabilidade emocional. Por outro lado, o acesso a suporte social, relações saudáveis, oportunidades educacionais, condições adequadas de moradia e trabalho, além de uma comunidade acolhedora, funcionam como fatores protetivos, promovendo resiliência e bem-estar psicológico.
Dessa forma, os transtornos mentais não podem ser compreendidos apenas por fatores biológicos ou individuais, sendo resultado da interação entre aspectos biológicos, psicológicos e sociais que influenciam o desenvolvimento e a manutenção da saúde mental ao longo da vida.
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Quais sinais indicam maior risco de autoagressões no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
Quais sinais indicam maior risco de autoagressões no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Um dos principais riscos é a desregulação emocional. Podendo ser autorregulada através de habilidades da DBT (terapia comportamental dialética), aprendidas em psicoterapia.
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Estou em um relacionamento com uma mulher que era hetero e hoje é lésbica . Estou em um relaciona
Estou em um relacionamento com uma mulher que era hetero e hoje é lésbica .
Estou em um relacionamento a 1 ano e pouco com ela que era hetero e ao me conhecer cê relacionamos amorosamente. Só que depois de um tempo ela passou a ter um desconfiança imensa de mim ,passou a ter pensamento na mente de coisas q ela achava que eu fazeris com ela porque eu sou lésbica e é impossível na cabeça dela uma pessoa lésbica não desejar outras pessoas ,e mesmo eu jurando meu amor todo por ela e ela saber qur eu amo ela e faço de tudo por ela ,quando tem mulheres por perto de mim ou na frente dela ,ela começa com esses pensamentos ruins achando que eu vou desejar elas ,que vou olhar pra elas ,pro corpo delas ,mesmo ela vendo q na frente dela eu não faço isso,mais ela acha que sem ela ou até com ela mesmo eu iria querer outras pessoas por causa da minha sexualidade,eu não sei mais o que fazer ,já provei pra ela que não tô em um relacionamento pra isso ,já fiz de tudo ,já jurei amor ,já evitei muitas pessoas tudo ,e mesmo assim ela fiz não conseguir de jeito nenhum acreditar e confiar em mim .. O que fazer?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite, tudo bem? Vocês duas podem trabalhar em conjunto em uma terapia de casal, por exemplo, ou cada uma com sua terapia individual para elaborar e alinhar melhor a relação de vocês. Espero ter ajudado.
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Qual a relação entre sentimentos de vazio e autoagressão no Transtorno de Personalidade Borderline (
Qual a relação entre sentimentos de vazio e autoagressão no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
a autoagressão é uma forma disfuncional que a pessoa encontra de lidar/amenizar suas emoções.
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Eu vivo em alerta no meu relacionamento. Mesmo sem motivos concretos, eu sinto que algo ruim vai aco
Eu vivo em alerta no meu relacionamento. Mesmo sem motivos concretos, eu sinto que algo ruim vai acontecer, como uma traição. Isso me deixa ansiosa e eu não consigo relaxar. Quando ele sai entro em p}ânico, não durmo, vivo no alerta, choro muito e não consigo controlar que penso. Se ele meche no celular sem eu estar perto sinto como se algo está errado, e isso me cansa. o que fazer ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Trabalhar esta hipervigilancia em psicoterapia. De onde vem este padrão de funcionamento?
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. Por que o vínculo com pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é frequentemente
. Por que o vínculo com pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é frequentemente instável?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pois os pacientes TPB tem essa característica de ter este funcionamento instável, em diversas áreas da vida, incluindo a própria psicoterapia, por isso é tão importante criar uma forte aliança terapêutica, para prevenir esta situação.
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Como o Transtorno do Espectro Autista (TEA) afeta a comunicação e a capacidade de interação social?
Como o Transtorno do Espectro Autista (TEA) afeta a comunicação e a capacidade de interação social?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) afeta a comunicação e a capacidade de interação social de maneiras diferentes em cada indivíduo, uma vez que se trata de uma condição do neurodesenvolvimento com manifestações variadas. Algumas pessoas podem apresentar dificuldades para compreender aspectos sutis da comunicação, enquanto outras podem ter comprometimentos mais significativos na linguagem e nas habilidades sociais.
No campo da comunicação, por exemplo, uma pessoa com TEA pode compreender o significado literal de uma frase, mas ter dificuldade para interpretar ironias, metáforas ou expressões populares. Se alguém disser "estou morrendo de fome", ela pode entender essa frase de forma literal, sem perceber que se trata apenas de uma maneira de enfatizar que a pessoa está com muita fome. Também podem ocorrer dificuldades para iniciar ou manter uma conversa, respeitar os turnos de fala ou interpretar expressões faciais e gestos que normalmente complementam a comunicação.
Em relação à interação social, um exemplo comum é a dificuldade em compreender regras sociais implícitas. Em uma conversa entre colegas, uma pessoa com TEA pode falar longamente sobre um assunto de seu interesse sem perceber que os demais perderam o interesse ou desejam mudar de tema. Da mesma forma, pode não identificar facilmente sinais não verbais, como quando alguém demonstra desconforto, tédio ou tristeza apenas pela expressão facial ou pela postura corporal.
É importante destacar que essas dificuldades não significam falta de interesse pelas pessoas ou ausência de empatia. Muitas pessoas com TEA desejam estabelecer vínculos e amizades, porém podem encontrar desafios para compreender e responder às expectativas sociais da forma convencional. Além disso, como o TEA é um espectro, algumas pessoas necessitam de apoio mais intenso, enquanto outras apresentam maior autonomia e desenvolvem estratégias para lidar com essas dificuldades ao longo da vida. Dessa forma, compreender essas características permite promover intervenções mais adequadas, respeitando as necessidades individuais e favorecendo a inclusão, a comunicação e a participação social dessas pessoas.
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O Transtorno Da Personalidade Borderline é uma forma de bipolaridade?
O Transtorno Da Personalidade Borderline é uma forma de bipolaridade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não, são transtornos mentais diferentes. Um é categorizado pela personalidade e o outro como transtorno afetivo (humor).
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É Possível Identificar o Transtorno de Personalidade Narcisista na Infância e na adolescência ?
É Possível Identificar o Transtorno de Personalidade Narcisista na Infância e na adolescência ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É possível identificar traços sim, porem os diagnósticos de transtornos de personalidade só acontecem após os 18 anos de idade do indivíduo.
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Por favor algum médico me ajuda.Estou grávida e estou com depressão e com muito medo por favor.
Estou grávida e estou com depressão. Devo procurar algum especialista para obter alguma ajuda?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, sugiro iniciar um acompanhamento psiquiátrico e psicoterapêutico.
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Uma pessoa com transtorno de estresse pós traumático combinado com ansiedade generalizada, tendo feito
Uma pessoa com transtorno de estresse pós traumático combinado com ansiedade generalizada, tendo feito tratamento medicamentoso e psicoterapia por mais de três anos, sem novos sintomas, pode ter recaida de sintomas se colocada sob qualquer situação de tensão após 7 anos do trauma?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível. Uma pessoa que apresentou TEPT associado ao TAG, tendo realizado tratamento medicamentoso e psicoterapia por período prolongado, com remissão dos sintomas por vários anos, pode, sim, apresentar reativação de sintomas diante de situações de elevado estresse ou tensão emocional. No entanto, a ocorrência de uma situação estressora não implica necessariamente uma recaída completa do quadro. A literatura científica demonstra que indivíduos que passaram por experiências traumáticas podem permanecer mais sensíveis a determinados gatilhos, especialmente quando estes possuem alguma relação com o evento traumático original ou quando ocorrem em contextos de sobrecarga emocional significativa. Ainda assim, o tratamento prévio e a aquisição de estratégias de enfrentamento tendem a funcionar como fatores de proteção, favorecendo uma melhor capacidade de manejo das dificuldades. Dessa forma, embora a possibilidade de reaparecimento de sintomas exista mesmo após longos períodos de estabilidade, sua intensidade, frequência e impacto funcional podem variar consideravelmente de acordo com as características individuais, os recursos desenvolvidos ao longo do tratamento e a natureza do evento estressor vivenciado.
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Perguntas frequentes
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Uma pessoa com transtorno bipolar seja ele tipo 1 ou tipo 2, é considerada PCD?
Não necessariamente. No Brasil, ter transtorno bipolar tipo 1 ou tipo 2,…