Perguntas do paciente (128)

  • Quais terapias são mais eficazes para pacientes com negação do diagnóstico de Transtorno de Personal

    Quais terapias são mais eficazes para pacientes com negação do diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) , e como elas podem ajudar a melhorar a autorreflexão do paciente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Carla Hofstetter

    Olá! Geralmente, a busca por terapia se inicia quando a pessoa percebe que sua forma de estar no mundo a coloca em sofrimento. A psicanálise é super indicada para a compreensão do próprio funcionamento, por parte do paciente.

    O diagnóstico de TPB é um nome que reúne um conjunto de sintomas, mas é a história singular de cada pessoa, assim como os manejos construídos ao longo do processo terapêutico, que possibilita novas formas de lidar com o sofrimento psíquico, e poderão fazer com que a pessoa se sinta melhor dentro da própria pele.


  • Quais são os sinais e sintomas mais comuns do Transtorno de Personalidade Borderline que os paciente

    Quais são os sinais e sintomas mais comuns do Transtorno de Personalidade Borderline que os pacientes frequentemente não reconhecem ou minimizam, mesmo quando os enfrentam no dia a dia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Carla Hofstetter

    A máxima de que “o sofrimento psíquico, quando muito constante, pode ser naturalizado pela própria pessoa” se aplica de forma bastante significativa ao Transtorno de Personalidade Borderline.

    No caso do TPB, a intensidade emocional, a instabilidade nos vínculos e o sentimento recorrente de vazio costumam estar presentes por longos períodos da vida. Com o tempo, essas experiências deixam de ser percebidas como algo que poderia ser diferente e passam a ser vividas como “parte de quem eu sou”. A pessoa pode crescer acreditando que sentir tudo de forma extrema, sofrer nas relações ou viver em constante angústia é simplesmente o seu modo natural de existir.

    Essa naturalização do sofrimento tem efeitos importantes. Por um lado, pode dificultar a busca por ajuda, já que não se reconhece aquele estado como passível de transformação. Por outro, mesmo quando há sofrimento intenso, ele pode ser pouco nomeado ou até minimizado, justamente por ser tão familiar.

    Na clínica, é comum que o processo terapêutico comece justamente por abrir um espaço onde esse sofrimento possa ser reconhecido como tal, algo que tem uma história, um sentido e que pode ser elaborado. Aos poucos, a pessoa pode diferenciar o que é de sua estrutura psíquica e o que são formas de funcionamento construídas ao longo da vida, criando outras maneiras de lidar com suas emoções e relações.

    Assim, aquilo que antes parecia “normal” pode passar a ser questionado, permitindo que novas formas de estar no mundo, menos marcadas pelo sofrimento, se tornem possíveis.


  • Por que o sentimento de raiva surge no luto? .

    Por que o sentimento de raiva surge no luto? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Carla Hofstetter

    Olá! O luto é um processo natural, porém doloroso. É bem difícil conceber a perda de algo ou alguém muito importante para si. Os sentimentos podem ser muito intensos, enquanto a energia que era direcionada àquele que se foi, não for retirada gradualmente e direcionada à outras coisas. A raiva pode vir por alguns motivos: Um senso de que deveria haver uma justiça maior que não permitisse que a perda tivesse acontecido; um desgosto com o destino; uma culpabilização de terceiros, uma defesa contra o mergulho na tristeza... Qualquer que seja o motivo, tem a ver com o que a pessoa dá conta, naquele momento, de sentir para lidar com um processo doloroso.


  • Qual é o impacto da desintoxicação digital na saúde mental ?

    Qual é o impacto da desintoxicação digital na saúde mental ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Carla Hofstetter

    Olá! Hoje o contato com as redes sociais e conversas online tomam um tempo considerável da vida do sujeito, criando uma realidade paralela (o que se passa no celular não está acontecendo ao vivo). Entretanto, o que é visto na tela acaba fazendo parte da realidade psíquica do sujeito, onde a presença é confundida com o contato por mensagens e as referências não são as do território do sujeito, e sim de uma infinidade de pessoas mostrando um recorte idealizado de suas vidas. Além disso, a quantidade de notícias, o "convite" às compras, as necessidades forjadas para as vendas, atiçam o ser humano a se jogar em uma busca desenfreada por produtividade e consumo, e/ou a depressão. A ansiedade acontece com ou sem a aderência digital. Pode-se ficar ansioso no meio disso tudo ou ansioso por estar fora. Conseguir progressivamente viver mais o mundo real e menos o virtual é uma estratégia para sofrer menos com a parte maléfica do mundo digital. É importante salientar que tirar bom proveito da tecnologia, e não negá-la completamente, pode ser uma escolha razoável. A juta medida, se é que existe, é uma solução individual.


  • Como o mal uso das tecnologias digitais pode afetar cérebro de uma pessoa ?

    Como o mal uso das tecnologias digitais pode afetar cérebro de uma pessoa ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Carla Hofstetter

    Olá! Hoje o contato com as redes sociais e conversas online tomam um tempo considerável da vida do sujeito, criando uma realidade paralela (o que se passa no celular não está acontecendo ao vivo). Entretanto, o que é visto na tela acaba fazendo parte da realidade psíquica do sujeito, onde a presença é confundida com o contato por mensagens e as referências não são as do território do sujeito, e sim de uma infinidade de pessoas mostrando um recorte idealizado de suas vidas. Além disso, a quantidade de notícias, o "convite" às compras, as necessidades forjadas para as vendas, atiçam o ser humano a se jogar em uma busca desenfreada por produtividade e consumo, e/ou a depressão. A ansiedade acontece com ou sem a aderência digital. Pode-se ficar ansioso no meio disso tudo ou ansioso por estar fora. Conseguir progressivamente viver mais o mundo real e menos o virtual é uma estratégia para sofrer menos com a parte maléfica do mundo digital. É importante salientar que tirar bom proveito da tecnologia, e não negá-la completamente, pode ser uma escolha razoável. A juta medida, se é que existe, é uma solução individual.


  • Como podemos equilibrar o uso da tecnologia digital e a saúde mental?

    Como podemos equilibrar o uso da tecnologia digital e a saúde mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Carla Hofstetter

    Olá! Hoje o contato com as redes sociais e conversas online tomam um tempo considerável da vida do sujeito, criando uma realidade paralela (o que se passa no celular não está acontecendo ao vivo). Entretanto, o que é visto na tela acaba fazendo parte da realidade psíquica do sujeito, onde a presença é confundida com o contato por mensagens e as referências não são as do território do sujeito, e sim de uma infinidade de pessoas mostrando um recorte idealizado de suas vidas. Além disso, a quantidade de notícias, o "convite" às compras, as necessidades forjadas para as vendas, atiçam o ser humano a se jogar em uma busca desenfreada por produtividade e consumo, e/ou a depressão. A ansiedade acontece com ou sem a aderência digital. Pode-se ficar ansioso no meio disso tudo ou ansioso por estar fora. Conseguir progressivamente viver mais o mundo real e menos o virtual é uma estratégia para sofrer menos com a parte maléfica do mundo digital. É importante salientar que tirar bom proveito da tecnologia, e não negá-la completamente, pode ser uma escolha razoável. A juta medida, se é que existe, é uma solução individual.


  • Existe tratamento para a dependência tecnologia digital?

    Existe tratamento para a dependência tecnologia digital?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Carla Hofstetter

    Olá! Hoje o contato com as redes sociais e conversas online tomam um tempo considerável da vida do sujeito, criando uma realidade paralela (o que se passa no celular não está acontecendo ao vivo). Entretanto, o que é visto na tela acaba fazendo parte da realidade psíquica do sujeito, onde a presença é confundida com o contato por mensagens e as referências não são as do território do sujeito, e sim de uma infinidade de pessoas mostrando um recorte idealizado de suas vidas. Além disso, a quantidade de notícias, o "convite" às compras, as necessidades forjadas para as vendas, atiçam o ser humano a se jogar em uma busca desenfreada por produtividade e consumo, e/ou a depressão. A ansiedade acontece com ou sem a aderência digital. Pode-se ficar ansioso no meio disso tudo ou ansioso por estar fora. Conseguir progressivamente viver mais o mundo real e menos o virtual é uma estratégia para sofrer menos com a parte maléfica do mundo digital. É importante salientar que tirar bom proveito da tecnologia, e não negá-la completamente, pode ser uma escolha razoável. A juta medida, se é que existe, é uma solução individual.


  • Quais são os traços de personalidade borderline com traços narcisistas?

    Quais são os traços de personalidade borderline com traços narcisistas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Carla Hofstetter

    Olá! Responderei essa pergunta sob o viés da psicanálise: O que se chama por aí de narcisismo, traços narcisistas, é muito impreciso. O narcisismo se constitui a partir dos cuidados e do amor que o bebê/criança recebe: Toda essa atenção faz com que a sensação, para o bebê, seja de que ele é o centro do mundo, ou o próprio mundo, sem o bebê precisar fazer nada para isso. Isso se chama narcisismo primário. Ao crescer, a criança percebe que precisa de certas "façanhas" para ser parabenizada, como tirar notas boas, se desenvolver socialmente, ir bem em algum esporte, etc... Há uma perda muito difícil aí, pois a fase de completude entre a criança e o mundo (o mundo do bebê costuma ser a mãe ou cuidador), se perde para sempre. Se tudo correr bem, a criança passa a criar, com base nas referências que ela tem, um "ideal do eu", e busca o que ela considera esse ideal. Também sofre por não conseguir atingi-lo, mas mesmo assim almeja, se movimenta, cresce... O narcisista, chamado assim na internet, seria talvez alguém que não fez muito bem essa passagem para o narcisismo secundário, e continua reivindicando para si amor e atenção, mesmo sem "fazer por onde". Pode se achar merecedor e querer reconhecimento pelo simples fato de "ser", e não de fazer coisas que o tornem amável, reconhecido, admirável, amigável... O Borderline, por si só, já inclui essa dificuldade.


  • Sou completamente apaixonado pela minha psi bem antes de iniciar a terapia com ela. Já trocamos olha

    Sou completamente apaixonado pela minha psi bem antes de iniciar a terapia com ela. Já trocamos olhares e até ficamos desconcertados perto um do outro algumas vezes antes da terapia. Chamei ela pra ser minha psicóloga pra eu não deixar de ver ela e já estava a procura de uma mesmo e chamei ela. Já chorei várias vezes por não saber o que fazer. Já tem 2 anos e o sentimento não mudou e sofro por não saber o que fazer. Seria necessário eu falar com ela sobre isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Carla Hofstetter

    Olá! Segundo a psicanálise, a paixão pelo terapeuta é um dos meios possíveis de resistência ao processo que poderia acontecer caso, verdadeiramente, você se entregasse a terapia e encarasse seus fantasmas. Por causa do que você sente por ela, dificilmente você é sincero consigo mesmo e com ela, sobre as suas questões. Pelo que você contou, essa situação já dura um tempo considerável, o que me chamou a atenção, pois deve ser preciso uma boa dose de dedicação para manter isso, indo às sessões, pagando, falando sobre si, etc. Tudo isso aponta para alguns sinais de como você lida com o amor, ou pelo menos, tem lidado. Seria tão interessante ter um espaço onde você pudesse tratar disso e de outros tantos pontos sobre você. O processo que a psicanálise propõe pode ser muito transformador! Contar a sua psi o que você sente, talvez seja um primeiro passo em direção a uma terapia mais benéfica para você, seja continuando com ela, ou com outra pessoa.


  • Olá, tenho um relacionamento há 4 anos e minha parceira não toca na minha região íntima, toca em out

    Olá, tenho um relacionamento há 4 anos e minha parceira não toca na minha região íntima, toca em outras regiões, mas não toca na minha região íntima, parece não ter interesse por essa parte do meu corpo, isso é comum?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Carla Hofstetter

    Olá! Você não mencionou a sua idade e da sua parceira. Se forem dois adultos, não é comum. Seria importante entender os motivos dela. Essa e outras conversas sobre a sexualidade de vocês, devem acontecer para que vocês se sintam à vontade um com o outro. E no seu caso, intimamente, seria interessante se perguntar também se sexo é algo fundamental para você, já que está há quatro anos nessa relação. Pode ser bom fazer terapia. Recomendo fortemente a psicanálise.


  • De acordo com a psicologia , incesto é um transtorno psicológico ou doença mental?

    De acordo com a psicologia , incesto é um transtorno psicológico ou doença mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Carla Hofstetter

    Olá! A proibição do incesto é uma das interdições que fundam a civilização. Sua prática é moralmente proibida, não precisando de nenhuma legislação para impedi-la - é um tabu, que por si só, sustenta esse impedimento. O desejo, entretanto, pode existir, não é a toa que muitos vídeos pornográficos tem esse conteúdo, mesmo que se tratando de uma ficção. Quem coloca o incesto em prática, de verdade, não entrou por completo nas grandes leis humanas, fundamentais para o compartilhamento da realidade. Há algo nesse sujeito que não foi bem instaurado, segundo a psicanálise, e isso pode ser bastante problemático. Mais uma vez, a fantasia indireta com o incesto, que de maneira nenhuma quer ser colocada em prática, pode fazer parte do mundo psíquico de muitas pessoas.


  • Qual é a relação entre neuropsiquiátricos e transtornos de pensamento ?

    Qual é a relação entre neuropsiquiátricos e transtornos de pensamento ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Carla Hofstetter

    Boa noite! O pensamento é uma companhia quase incessante do ser humano. Quando a causa de pensamentos que geram sofrimento não é orgânica, é interessante investigar o porquê de pensamentos tão ruins (mais do que tentar controlar para que eles não venham) pois existem razões inconscientes, derivas de vivências que já ocorrera, que podem nos fazer pensar de tal maneira. Respondendo sua pergunta tecnicamente: Transtornos neuropsiquiátricos são condições em que a pessoa tem alguma alteração no seu organismo (sistema nervoso central, por exemplo) e questões psiquiátricas em suas vivência emocionais. Transtornos do pensamento se referem a alterações na clareza, lucidez, velocidade, entre outros, do pensamento, e consequentemente, da linguagem. Podem ser originados por causas orgânicas e/ou emocionais, podendo possivelmente ser classificados como transtornos neuropsiquiátricos.


  • Tenho 25 anos e desde os 15 ouço de profissionais que posso ter transtorno de personalidade borderli

    Tenho 25 anos e desde os 15 ouço de profissionais que posso ter transtorno de personalidade borderline ou transtorno afetivo bipolar, também sofro com dependencia quimica e neste momento gostaria de fazer um tratamento que pudesse integrar adequadamente o tratamento e terapia para o meu transtorno, mas nunca consegui um diagnóstico fechado. Minha dúvida é, como eu posso iniciar este processo de avaliação psicologica para obter um laudo e a terapia mais adequada? Sempre peço aos profissionais que eu passo para me ajudarem com isso mas eles seguem o tratamento dos sintomas e acabo não recebendo nenhuma orientação. Também gostaria de saber se é possível de fato ter os dois transtornos simultaneamente.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Carla Hofstetter

    Olá! Fiquei curiosa para saber se os profissionais com quem você se consultou eram psicólogos ou psiquiatras. Esses transtornos, como foram chamados, são conjuntos de sintomas que os classificam e seu modo de funcionamento deve incluir alguns ou vários desses sintomas. Porém, sua história, seus medos e seus desejos pertencem apenas a você, e são os alicerces da sua maneira de estar no mundo. É isso que precisa ser contado e tratado, então sim, é possível tratar tudo que você relatou e muito mais, ao mesmo tempo. Recomendo a psicanálise, que é um processo altamente profundo e transformador.


  • Olá. É normal, no sonho, que o medo da fobia que sofro seja maior ou que aquilo reflita a realidade

    Olá. É normal, no sonho, que o medo da fobia que sofro seja maior ou que aquilo reflita a realidade no momento em que vivenciar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Carla Hofstetter

    Sim, o sonho é um produto do seu inconsciente, então sempre terá a ver com aquilo que você teme ou deseja. É preciso investigar a causa da sua fobia, e buscar associações através do conteúdo dos seus sonhos é um dos métodos da psicanálise. Caso tenha interesse de tratar sua fobia e outras questões, recomendo fortemente que busque um psicanalista.


  • . Como posso ajudar alguém com Transtorno Bipolar?

    . Como posso ajudar alguém com Transtorno Bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Carla Hofstetter

    Boa noite! Se a própria pessoa buscar tratamento (terapia/análise) e autoconhecimento poderá identificar quando estiver abrindo um quadro depressivo ou tiver uma virada maníaca. A aceitação do seu próprio funcionamento, que pode ser modulado com remédios ou não, é muito importante. A pessoa que convive com alguém que tem transtorno bipolar deve tentar não julgá-la e tentar identificar também as oscilações para lidar de forma diferente e empática com cada fase (lembrando que também existem períodos de estabilidade). E


  • Como posso reconhecer os sintomas do Transtorno de Adaptação?

    Como posso reconhecer os sintomas do Transtorno de Adaptação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Carla Hofstetter

    Boa noite! Não se adaptar facilmente a um acontecimento ou fase difícil é algo humano. Mais importante do que classificar isso (e patologizar), é respeitar o tempo necessário para digerir o que aconteceu. Se possível, falar sobre o que aconteceu e o que se está sentindo é de grande ajuda, principalmente tendo uma escuta profissional.


  • Como acontece um Transtorno de Ajustamento ou Adaptação?

    Como acontece um Transtorno de Ajustamento ou Adaptação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Carla Hofstetter

    Boa noite! Não se adaptar facilmente a um acontecimento ou fase difícil é algo humano. Mais importante do que classificar isso (e patologizar), é respeitar o tempo necessário para digerir o que aconteceu. Se possível, falar sobre o que aconteceu e o que se está sentindo é de grande ajuda, principalmente tendo uma escuta profissional.


  • Todas as pessoas com Deficiência Intelectual têm as mesmas dificuldades?

    Todas as pessoas com Deficiência Intelectual têm as mesmas dificuldades?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Carla Hofstetter

    Boa tarde! Curiosa sua pergunta! Acho que uma resposta com rigor talvez nem seja o mais inficado para ela, pois até existem testes cognitivos que responderia a isso, mas o mais importante creio que seja o porquê de você se achar deficiente intelectualmente, o que tem em si e no seu entorno que te faz se sentir assim (caso a pergunta seja sobre você). "Cada um sabe a dor e a delícia de ser quem é". As pessoas são diferentes e suas dificuldades são diferentes.


  • É verdade que os homens e as mulheres possuem as mesmas chances de desenvolver o Transtorno Do Espec

    É verdade que os homens e as mulheres possuem as mesmas chances de desenvolver o Transtorno Do Espectro Autista (TEA)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Carla Hofstetter

    Boa noite! Difícil mensurar, mesmo com pesquisas. Os papéis sociais na cultura, que são muito enraizados, podem colaborar com a subnotificação do autismo feminino, já que seria menos incomum meninas que falam pouco, que brincam menos (em esportes de grupo), entre outras coisas que se não fossem dessa forma poderia evidenciar mais o autismo na infância. O importante é que, independente do gênero, busque-se ajuda profissional, caso haja alguma questão que cause sofrimento psíquico e/ou dificuldade nos laços sociais.


  • Durmo assistindo televisão e o que estiver passando na televisão entra no meu sonho em vários aconte

    Durmo assistindo televisão e o que estiver passando na televisão entra no meu sonho em vários acontecimentos , isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Carla Hofstetter

    Boa noite! O conteúdo que você assiste na TV antes de dormir, assim como fragmentos do dia, se misturam com produções inconscientes suas (aqueles sonhos que não se sabe bem de onde vem, as vezes estranhos, as vezes familiares). Essa última parte é a que tem mais a ver com você, com o seu enigma particular. Na psicanálise esses sonhos são ainda mais relevantes quando contados nas sessões. O fato de você ter curiosidade sobre seus sonhos pode ser um indicativo de que há algo aí do seu inconsciente querendo "fazer contato"


Perguntas frequentes

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