Perguntas do paciente (6)
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Qual profissional pode dar laudo técnico de TDAH?
Qual profissional pode dar laudo técnico de TDAH?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O laudo de TDAH pode ser emitido por alguns profissionais da área da saúde, principalmente médicos e psicólogos.
Psiquiatras e neurologistas são os mais indicados para dar o diagnóstico e, se necessário, prescrever medicamentos. Psicólogos podem realizar testes e avaliações para identificar sinais do TDAH e fornecer um parecer técnico, mas o laudo definitivo geralmente vem de um médico.
Neuropsicólogos são psicólogos especializados que fazem avaliações mais detalhadas das funções cognitivas e ajudam a confirmar o diagnóstico.
O mais importante é que o diagnóstico de TDAH não se baseia em um único exame, mas sim em uma avaliação completa, levando em conta o histórico da pessoa e sua rotina. O ideal é procurar uma equipe que trabalhe em conjunto para ter um diagnóstico mais preciso.
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Eu perdi total interesse no meu marido, de 2 anos pra cá principalmente, está mais insuportável, eu
Eu perdi total interesse no meu marido, de 2 anos pra cá principalmente, está mais insuportável, eu nem consigo ter relações sexuais com ele, na verdade sinto que não quero nem me relacionar sexualmente com ninguém. Prefiro usar acessórios de sex shop para me satisfazer. Mantenho o casamento exclusivamente por causa dos meus filhos e são pequenos e ele é um excelente pai, mas tudo que ele faz pra mim só me desagrada, tem dia que sinto vontade de sumir, não suporte nem olhar na cara dele, mas aí lembro que meus filhos precisam dele. Uns anos atrás tentei separar dele mas ele entrou em depressão e até pensou em suicídio. Para aguentar essa vida frustrada eu foquei e voltar a estudar para concursos públicos, mas cada dia eu fico vendo ele se definhar tb, ele não se cuida, está ficando barrigudo, fica postergando uma cirurgia no joelho e com isso não faz atividade física, é um homem sem perspectiva de crescimento no trabalho não faz nada para melhorar, a nossa renda é insuficiente mas pra ele está bom. Estou num ponto que cansei de falar e conversar, é muito desgastante, eu aceitei que ele não vai mudar mas infelizmente não consigo ficar na inercia. Ele agora está ficando com problema de ejaculação precoce eu pedi pra ele transar com outras mulheres pq pra mim definitivamente não vale a pena meu esforço na cama só para ele se satisfazer - que use as próprias mãos para isso. Em fim, tantas questões, suporto sempre pensando nos meus filhos. Será que outros casais passam por isso e como eles conseguem?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lamento muito que você esteja passando por essa situação tão difícil e dolorosa. O que você está sentindo é bastante complexo, e é importante reconhecer que não é fácil lidar com todas essas questões de forma isolada, especialmente quando envolve um casamento, filhos e uma vida cotidiana que se tornou insustentável para você.
O que você está vivendo, de fato, não é algo único, e muitos casais enfrentam situações parecidas. Problemas de desconexão emocional, frustração sexual e a sensação de viver em um relacionamento que não traz mais satisfação são mais comuns do que se imagina. Casais podem chegar a um ponto de desgaste em que um dos parceiros (ou ambos) se sente preso a uma vida que não deseja, muitas vezes devido a questões como falta de comunicação, crescimento individual estagnado, ou até mesmo problemas de saúde mental não tratados adequadamente.
No seu caso, parece que a relação está envolta em muitos fatores difíceis: desinteresse, frustração sexual, sentimento de obrigação devido aos filhos e um parceiro que não parece buscar melhorias ou mudanças na vida dele. Essas questões podem criar um ambiente emocional muito desgastante, especialmente quando há um histórico de tentativas de mudança que não surtiram efeito, como você mesma mencionou.
Com relação ao seu questionamento, sim, muitos casais passam por situações parecidas. Cada casal tem sua dinâmica e suas formas de lidar com crises, mas algumas tentativas comuns incluem:
- Terapia de casal: Muitos casais buscam ajuda profissional para entender as raízes da desconexão e encontrar maneiras de se reconectar emocionalmente e sexualmente. Isso pode ser uma maneira de explorar os sentimentos sem julgamentos e com a ajuda de um terapeuta para facilitar a comunicação.
- Focar no autocuidado: Quando um parceiro não está se cuidando ou se esforçando para melhorar a relação, a outra parte pode acabar se sentindo sobrecarregada. A busca pelo próprio equilíbrio emocional e físico pode ser uma forma de encontrar força para tomar decisões mais claras sobre o que realmente deseja para o futuro.
- Reavaliação do casamento: Muitas pessoas, depois de muito desgaste emocional, chegam a um ponto de decisão, como você chegou a tentar anteriormente. Isso envolve uma reflexão profunda sobre o que você precisa para ser feliz e o que está disposto a fazer para alcançar esse bem-estar.
- Apoio individual: Quando um casamento chega a esse ponto de esgotamento, a terapia individual pode ser fundamental para lidar com os sentimentos de frustração, culpa e medo de mudar. Isso pode ajudar a entender o que realmente se deseja em termos de relacionamento e como se cuidar emocionalmente para tomar as melhores decisões.
O fato de você se preocupar tanto com seus filhos mostra o quanto você ainda valoriza o papel do seu marido como pai, mas é fundamental não negligenciar a sua própria felicidade e saúde emocional. Às vezes, continuar em um relacionamento apenas por obrigação, sem desejo ou satisfação, pode ser mais prejudicial a longo prazo, tanto para você quanto para seus filhos, pois as crianças são sensíveis ao ambiente familiar e podem absorver essas tensões.
Entendo que a ideia de separar, especialmente após o episódio em que ele pensou em suicídio, é algo muito difícil de lidar, mas pode ser importante pensar que o bem-estar de todos os envolvidos – incluindo o seu – é fundamental para uma convivência saudável. O fato de ele estar se afastando de cuidados pessoais e não ter perspectivas de crescimento pode indicar que ele também está passando por uma fase difícil, o que torna a situação ainda mais complexa e dolorosa.
Você já considerou buscar ajuda de um psicólogo para lidar com esse momento de crise e explorar melhor o que você realmente precisa? Isso pode ser um primeiro passo importante para clarear suas ideias e descobrir qual direção tomar para a sua vida e sua felicidade. Não há respostas fáceis para situações como a sua, mas é importante saber que você merece viver de maneira plena e saudável, tanto emocional quanto fisicamente.
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Como a terapia psicodramática trabalha com os dependentes químicos ?
Como a terapia psicodramática trabalha com os dependentes químicos ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A terapia psicodramática ajuda pessoas com dependência química por meio de encenações, como se fosse um teatro terapêutico. O paciente revive momentos importantes da sua vida, como situações que o levaram ao uso de drogas ou conflitos familiares, mas de um jeito seguro e guiado pelo terapeuta.
Algumas técnicas usadas são:
- **Representação de cenas reais**: O paciente "atua" como se estivesse passando novamente por uma situação difícil, para entender melhor seus sentimentos e comportamentos.
- **Troca de papéis**: Ele se coloca no lugar de outra pessoa (como um amigo ou familiar) para enxergar a situação de outro ponto de vista.
- **Espelho**: Outra pessoa repete o comportamento dele, para que ele possa se ver "de fora" e refletir sobre suas atitudes.
Esse tipo de terapia ajuda a pessoa a perceber o que a leva a usar drogas, entender seus sentimentos e encontrar novas formas de lidar com os desafios da vida. Além disso, pode ser feita em grupo, onde todos compartilham experiências e se apoiam mutuamente.
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Descobri o universo da leitura quando estava passando por um momento dificil (ansiedade, depressão..
Descobri o universo da leitura quando estava passando por um momento dificil (ansiedade, depressão...) só que desde o inicio, minha imaginação nunca foi algo 100%, as vezes perdia o foco e tinha muita dificuldade de imaginar cenas ou interpretar algumas delas. Nunca fui muito de ler e desde nova tenho dificuldade para me expressar na escrita (dizer minha opinião, o que entendi, ou usar a imaginação para criar uma história). Ultimamente me sinto melhor comparado a situação que eu estava, mas ainda sim tenho esse bloqueio criativo ao ler ou falta de disposição/ânimo. Isso ainda é algo psicológico ou preciso trabalhar mais na minha interpretação/imaginação...?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode estar relacionado tanto a fatores psicológicos quanto a hábitos de leitura e aspectos cognitivos. Como você mencionou ter passado por momentos de ansiedade e depressão, é possível que isso ainda influencie sua relação com a leitura e a criatividade, pois esses estados emocionais afetam a concentração, a motivação e a capacidade de visualizar cenas mentalmente. Mesmo que você esteja se sentindo melhor, algumas dificuldades podem permanecer, tornando a leitura menos envolvente. Além disso, nem todo mundo tem uma imaginação naturalmente vívida, e isso não significa um problema. Algumas pessoas conseguem visualizar cenas com facilidade, enquanto outras precisam de mais esforço para criar imagens mentais, o que pode estar ligado a como o cérebro processa informações.
Se sua dificuldade de interpretação e escrita vem desde a infância, pode ser que essas habilidades tenham sido pouco estimuladas e precisem de mais treino. Como a leitura e a escrita funcionam como músculos, quanto mais você pratica, mais fáceis elas se tornam. Para melhorar sua interpretação e imaginação, você pode experimentar leituras mais descritivas, como fantasia ou ficção científica, que ajudam a treinar a visualização. Também pode ser útil fazer pausas durante a leitura e tentar descrever mentalmente a cena, como se estivesse contando para alguém, além de escrever pequenas reflexões sobre os livros, mesmo que de forma simples, para treinar sua expressão.
No seu caso, provavelmente há uma mistura de ambos os fatores: um pouco de resquícios emocionais e um pouco de falta de prática. Se a dificuldade de interpretação e imaginação sempre existiu, pode ser mais uma questão de treino do que um bloqueio psicológico. No entanto, se você sente que a falta de ânimo ainda pesa, pode ser interessante olhar para isso com mais atenção e buscar formas de estimular sua criatividade além da leitura, como assistir filmes, ouvir histórias em áudio ou até mesmo escrever livremente sem pressão. Aos poucos, essas práticas podem ajudar a desbloquear essa parte e tornar a leitura mais envolvente e prazerosa para você.
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Eu e minha parceira buscamos aumentar o nosso prazer no exibicionismo, gostamos de nos estimular, ma
Eu e minha parceira buscamos aumentar o nosso prazer no exibicionismo, gostamos de nos estimular, manter relações ou simplesmente ficar nus ou seminus em lugares públicos e podendo ou não ter o risco de alguém nos ver. Até então não está afetando as relações na intimidade, mas temos buscado cada vez mais ter essas práticas exibicionistas em quase todas as oportunidades. Devemos procurar ajuda?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se o exibicionismo tem sido algo prazeroso para vocês e não está impactando negativamente a relação, a intimidade ou a rotina de vida, não há necessariamente um problema. A sexualidade é diversa, e cada casal encontra suas próprias formas de prazer.
Porém, é importante refletir sobre alguns pontos:
A busca constante por essa prática tem aumentado a ponto de parecer uma necessidade incontrolável?
O desejo pelo exibicionismo está afetando outros aspectos da relação, como o interesse por momentos íntimos privados?
Se vocês percebem que a prática está se tornando uma necessidade cada vez maior, que há risco de ultrapassar limites pessoais ou legais, ou que isso pode estar escondendo alguma insatisfação emocional ou relacional, pode ser interessante conversar com um terapeuta. Um profissional pode ajudar a entender melhor esse desejo e garantir que ele continue sendo algo saudável para o casal.
Se sentirem que está tudo bem e controlado, mas quiserem explorar isso com mais consciência e segurança, um profissional também pode ajudar a orientar sobre limites e autoconhecimento.
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tenho um filho com dislexia. que especialista devo procurar?
tenho um filho com dislexia. que especialista devo procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Para ajudar seu filho com dislexia, o ideal é procurar uma equipe multidisciplinar, pois diferentes profissionais podem contribuir para o desenvolvimento dele. Os principais especialistas que podem ajudar são:
- Neuropsicólogo – Realiza uma avaliação detalhada para confirmar o diagnóstico e entender como a dislexia afeta o aprendizado do seu filho.
- Fonoaudiólogo – Ajuda no desenvolvimento da linguagem, na leitura e na escrita, trabalhando dificuldades específicas da dislexia.
- Psicopedagogo – Atua diretamente no processo de aprendizagem, criando estratégias para facilitar a leitura, a escrita e a compreensão de textos.
- Neurologista ou Psiquiatra Infantil – Caso haja necessidade de um diagnóstico mais aprofundado ou acompanhamento médico, esses profissionais podem avaliar o desenvolvimento cognitivo e indicar possíveis intervenções.
O ideal é iniciar com um neuropsicólogo ou fonoaudiólogo para uma avaliação inicial e, a partir disso, definir o melhor plano de acompanhamento para seu filho.
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Perguntas frequentes
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Quando o desmame de olanzapina gera somente insônia forte, o que fazer para melhorar essa insônia?
A insônia pode aparecer durante o desmame, principalmente porque essa medicação…