Perguntas do paciente (10)
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Quais os impactos da internet na saúde mental de uma pessoa ?
Quais os impactos da internet na saúde mental de uma pessoa ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A internet exerce um papel cada vez mais presente na vida das pessoas e pode impactar a saúde mental de forma positiva ou negativa, dependendo de como é utilizada. Entre os benefícios, destaca-se a facilidade de acesso à informação e ao conhecimento sobre saúde mental, o que ajuda muitas pessoas a compreenderem melhor seus sintomas e possibilidades de tratamento. Além disso, a internet permite a conexão com grupos de apoio e comunidades virtuais, que oferecem acolhimento e diminuem a sensação de solidão, especialmente para quem vive distante de familiares ou amigos. Outro ponto positivo é a ampliação do acesso a serviços de saúde, como a psicoterapia online, que se tornou uma alternativa prática e eficaz para quem busca acompanhamento profissional. Recursos digitais, como aplicativos de meditação e monitoramento do humor, também podem auxiliar na regulação emocional e no cuidado diário com o bem-estar.
Por outro lado, o uso inadequado ou excessivo da internet pode trazer prejuízos significativos. O excesso de informações, muitas vezes contraditórias, pode gerar ansiedade, estresse e dificuldade de concentração. A comparação constante com a vida idealizada que se vê nas redes sociais tende a abalar a autoestima e aumentar a insegurança. Situações de cyberbullying ou exposição a discursos de ódio também elevam os riscos de depressão, ansiedade e até pensamentos suicidas. Além disso, o uso prolongado das telas pode provocar dependência digital, prejudicar o sono e diminuir a qualidade das interações sociais presenciais, levando ao isolamento.
É importante destacar ainda os riscos para crianças e adolescentes, que estão em fase de desenvolvimento emocional e cognitivo. O acesso precoce e sem supervisão à internet pode expô-los a conteúdos inadequados, estimular comparações prejudiciais com influenciadores ou colegas, além de aumentar a vulnerabilidade a casos de bullying virtual e contato com desconhecidos mal-intencionados. O uso excessivo de telas nessa fase da vida também pode prejudicar o sono, a atenção e até o desempenho escolar, além de limitar a prática de atividades presenciais importantes para a socialização e o crescimento saudável.
Por isso, é fundamental estabelecer limites para o tempo de tela, fazer pausas regulares e escolher com cuidado os conteúdos consumidos. Manter interações online que sejam realmente significativas, evitar o uso de dispositivos antes de dormir e, no caso de crianças e adolescentes, oferecer supervisão e orientação constante, são medidas que contribuem para que a internet seja uma ferramenta de apoio, e não uma fonte de sofrimento.
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Como a internet e as as redes sociais podem ser usadas positivamente pelos adolescentes?
Como a internet e as as redes sociais podem ser usadas positivamente pelos adolescentes?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A internet e as redes sociais, quando usadas com consciência, podem ser grandes aliadas dos adolescentes. Elas facilitam o acesso a conteúdos educativos, estimulam a criatividade, aproximam amigos e familiares e oferecem espaços de apoio e troca de experiências. Também ajudam na construção da identidade, no fortalecimento da autoestima e até na descoberta de interesses acadêmicos e profissionais. Com equilíbrio e responsabilidade, podem se transformar em ferramentas poderosas de aprendizado, conexão e desenvolvimento pessoal.
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O que fazer para reduzir o uso excessivo da internet e das redes sociais?
O que fazer para reduzir o uso excessivo da internet e das redes sociais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Uma forma eficaz de reduzir o uso excessivo da internet e das redes sociais é criar limites claros para o tempo online, estabelecendo horários específicos para acessar aplicativos e priorizando atividades que tragam bem-estar, como exercícios físicos, leitura ou convivência com amigos e familiares. Também é importante identificar os gatilhos que levam ao uso excessivo, como tédio, ansiedade ou solidão, e buscar alternativas mais saudáveis para lidar com essas emoções. Nesse processo, a terapia pode ser uma grande aliada, pois ajuda a compreender os motivos por trás desse comportamento, a desenvolver estratégias para manter o equilíbrio e a fortalecer a saúde emocional, favorecendo uma relação mais saudável com o mundo digital.
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Como posso lidar com situações de tensão e agressividade de uma pessoa com doenças crônicas mentais
Como posso lidar com situações de tensão e agressividade de uma pessoa com doenças crônicas mentais ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma questão muito delicada, e lidar com situações de tensão e agressividade em pessoas que convivem com doenças crônicas mentais exige cuidado, empatia e limites claros.
Mantenha a calma, evite reagir na mesma intensidade emocional. Sua tranquilidade pode ajudar a reduzir a escalada da agressividade da pessoa.
Use comunicação não confortativa, estabeleça limites de forma clara e respeitosa.
E principalmente, NÂO enfrente tudo sozinha. Se conviver frequentemente com esse tipo de situação, é importante ter acompanhamento profissional para a pessoa (psiquiatra, psicólogo) e também para você.
Em casos de risco, não hesite em acionar ajuda médica ou serviços de emergência.
Cuidar de alguém com doença mental crônica é um desafio que pode ser desgastante. Lembre-se de também cuidar do seu bem-estar.
Espero ter ajudado!!!
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Olá, nunca gostei de me socializar e fico desconfortável na presença de pessoas, ultimamente quando tenho contato com pessoas nao
Olá, nunca gostei de me socializar e fico desconfortável na presença de pessoas, ultimamente quando tenho contato com pessoas nao consigo me comunicar bem e quando estou fora de casa fico agoniada andando de um lado pro outro e com muita ansiedade, aprece que estou surtando. As vezes corro pro banheiro do meu trabalho sento no chão tampo os ouvidos e só quero chorar, nao gosto de visitas e quando estou em casa faço de tudo pra abafar sons. Nao tenho energia pra nada (sempre fui assim) e quando tenho energia quero fazer tudo de uma vez e acabo nao fazendo nada. Já marquei varias consultas vom psicólogos, quando chega na hora da consulta ...Quem disse que tenho coragem de aparecer, simplesmente invento alguma desculpa e não vou, fico com medo ansiosa, sei lá. Queria muito me resolver...Nao sei o que faço.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve mostra um sofrimento verdadeiro, com muita ansiedade, dificuldade para se comunicar e um grande desconforto social, o que pode ser bastante desgastante no dia a dia. Muitas pessoas passam por situações parecidas e sentem medo ou resistência de iniciar a terapia justamente por causa da ansiedade que isso gera. É importante lembrar que esses sentimentos não são fraqueza ou falta de vontade, mas sim sinais de que sua mente e corpo estão sobrecarregados e precisam de cuidado especial. Uma possibilidade que pode ajudar é começar a terapia de forma gradual, talvez com atendimentos online, que podem trazer mais conforto e diminuir essa pressão de sair de casa. Também é válido conversar com o profissional sobre essa dificuldade logo no início, para que ele possa te acolher com paciência e encontrar a melhor forma de apoiar você. Enquanto isso, pequenas estratégias, como exercícios simples de respiração, criar um ambiente mais tranquilo em casa e anotar suas emoções, podem ajudar a aliviar a ansiedade nos momentos mais difíceis. Caso sinta que a angústia está muito intensa, também é importante buscar ajuda médica para avaliar outras formas de suporte, como a possibilidade de medicação. Saiba que não precisa enfrentar isso sozinha, e pedir ajuda já é um passo importante.
Espero ter conseguido te ajudar de alguma forma!
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É normal um adulto com TDAH de 18 anos ter ciúmes e controlar a mãe?
É normal um adulto com TDAH de 18 anos ter ciúmes e controlar a mãe?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não é incomum que pessoas com TDAH possam ter dificuldades emocionais e comportamentais, que podem incluir ciúmes e atitudes de controle, especialmente em relações familiares próximas.
Estudos indicam, que o TDAH pode afetar a maneira como elas lidam com as emoções, o que pode influenciar comportamentos relacionados ao ciúme e controle. Isso ocorre por uma combinação de fatores como, dificuldades de regulação emocional, impulsividade, baixa autoestima e insegurança, dificuldade em lidar com frustrações etc.
No entanto, não é uma regra que pessoas com TDAH são, por natureza, mais ciumentas ou controladoras.
A terapia Cognitivo-comportamental pode ajudar a melhorar a maneira como a pessoa lida com esses sentimentos.
Espero ter conseguido esclarecer um pouquinho!
Estou a disposição caso queira agendar uma sessão!
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Olá, eu percebi uma coisa, eu sinto muitas empatia, o problema é que tenho empatia por pessoas que m
Olá, eu percebi uma coisa, eu sinto muitas empatia, o problema é que tenho empatia por pessoas que me fizeram mal ou já me assediaram. E eu fico me sentindo mal por elas e por mim e ao mesmo tempo que tenho nojo delas eu tenho empatia. E isso tá me deixando mal, pq eu não deveria sentir pena por pessoas que me feriram a nível emocional ou físico. E eu estou frustrada, eu não consigo brigar ou falar mal de quem me magoou ou me assediou pq eu fico com pena da pessoa, mesmo que eu tenha sido a vítima. Isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é comum e normal ter esses sentimentos contraditórios, especialmente se você é uma pessoa muito empática.
Ao que tudo indica, estamos falando de empatia mal direcionada, que é natural sentir empatia, mas, em casos de abuso ou assédio, a empatia pode ser distorcida. Isso pode ocorrer porque, muitas vezes, somos ensinados a tentar entender o ponto de vista dos outros, mesmo quando isso nos coloca em risco ou nos causa desconforto.
No entanto, você também precisa cuidar de si mesma e estabelecer limites claros.
Com certeza trabalhar esses conflitos de sentimento vai te ajudar a entender e lidar melhor com as adversidades em sua vida!
Estou a disposição caso queira agendar uma sessão.
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Tive uma convulsão na pré adolescência, na ocasião única alteração foi a glicose alta, mas depois ou
Tive uma convulsão na pré adolescência, na ocasião única alteração foi a glicose alta, mas depois outros exames neurológicos deram normais. Meses depois tive crises de ansiedade, pânico com medo da convulsão. Não tratei mas “passou”. 10 anos depois tive crises de pânico e só terapia não me ajudou, fiz tratamento medicamentoso sem terapia. Agora tive uma crise de pânico, mas estou bem, faço técnicas de relaxamento, tenho apoio familiar, estou dormindo e me alimentando bem (coisa que não estava fazendo) terapia e essas mudanças ajuda ou é necessário medicar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É maravilhoso que você tenha encontrado maneiras de lidar com suas crises de pânico através de técnicas de relaxamento, apoio familiar, sono e alimentação adequados, além de terapia! Essas são medidas muito importantes além de eficazes para muitas pessoas.
No entanto, em alguns casos, o tratamento medicamentoso pode ser necessário para ajudar a controlar os sintomas de forma mais eficaz, especialmente se as crises de pânico persistirem ou se tornarem incapacitantes, apesar das outras estratégias.
Se você sentir que está conseguindo lidar bem com as técnicas que está utilizando atualmente e está melhorando, é ótimo continuar nesse caminho. No entanto, se houver uma necessidade persistente de intervenção além das abordagens não medicamentosas, não hesite em discutir essa possibilidade com seu médico. O objetivo é encontrar um equilíbrio que ajude você a se sentir melhor e a gerenciar suas crises de maneira mais eficaz.
Espero ter ajudado!
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Tenho dificuldades em comunicação não-verbal, não olho nos olhos de outras pessoas, não consigo segu
Tenho dificuldades em comunicação não-verbal, não olho nos olhos de outras pessoas, não consigo seguir várias instruções ao mesmo tempo, tenho dificuldade em concluir tarefas que não gosto de fazer ou procrastino, e lembrar de acontecimentos recentes, fora outros sintomas. Seria correto suspeitar de estar no Espectro autista ou seria caso de Transtorno de Déficit de Atenção? Qual especialista procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde!
O que você descreve pode ter relação tanto com Transtorno do Espectro Autista quanto com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade e até mesmo com outras condições, já que alguns sintomas se sobrepõem, como ansiedade ou depressão, pois elas também podem trazer alguns desses sintomas.
Um bom Psicólogo e Psiquiatra poderão te ajudar nesse diagnóstico e melhorar significativamente sua qualidade de vida!!
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Gostaria de saber o que é transtorno de ansiedade? E o que afeta na pessoa?
Gostaria de saber o que é transtorno de ansiedade? E o que afeta na pessoa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O transtorno de ansiedade é uma condição mental caracterizada por sentimentos intensos de medo, preocupação, apreensão ou excesso de futuro, que são desproporcionais às circunstâncias e podem interferir significativamente na vida diária da pessoa. Existem diferentes tipos de transtornos de ansiedade, como transtorno de ansiedade generalizada (TAG), transtorno do pânico, fobias específicas, transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) e outros.
Esses transtornos podem afetar uma pessoa de várias maneiras, por exemplo: Palpitações, sudorese, tremores, dor no peito, irritabilidade, dificuldade em concentrar-se, pode levar a pessoa a evitar de situações sociais, além de outros impactos como distúrbios gastrointestinais, insônia entre outros.
É importante procurar ajuda profissional se você ou alguém que você conhece estiver enfrentando sintomas de transtorno de ansiedade para receber um diagnóstico correto e um plano de tratamento adequado.
Espero ter ajudado!!
Perguntas frequentes
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Estou tomando o anticoncepcional ciclo 21 e sinto que ganhei certo peso... é normal o anticoncepcion
Olá! A pílula não costuma engordar, não há evidência científica disso. Algumas…