Perguntas do paciente (19)

  • Tenho alguns problemas psicológicos que gostaria de estar avaliando para saber se é normal, tenho pr

    Tenho alguns problemas psicológicos que gostaria de estar avaliando para saber se é normal, tenho problemas com foco, procrastinação, administração de tempo e sempre esqueço de coisas pequenas do dia dia; passei uma infância solitária então gostava de imaginar e criava varias cenas e histórias na minha cabeça sobre desenhos ou livros hoje isso me perturba pois agora é sobre minha vida imagino das piores as melhores coisas; não tenho ânimo e muito menos motivação para nada me sinto cansado sem ter me esforçado, um vazio e vitórias minhas que não me deram satisfação; graças a má influência (penso eu) sinto ciúmes ou inveja exagerada eu nao consigo ver alguém ou um amigo que esteja em um cargo superior ou adquirindo coisas melhores, mantenho a postura mas é angustiante; tenho alguns problemas de comunicação desde que comecei a caçar o meu lugar na sociedade não consigo fazer amizades fico tremulo ou erro o português ao falar com pessoas novas ou com profissionais (da atendente da sorveteria a entrevistadora do processo seletivo). Gostaria de saber oque eu tenho ou qual profissional eu devo buscar

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Débora Clausen Basso

    Oi! Como você está? Me parece que você tem bastante clareza dos problemas que está enfrentando. Alguns dos sintomas que você relata podem estar associados a transtornos, apesar disso, é possível que a procrastinação, falta de foco e demais sintomas estejam aparecendo justamente por essas questões mais profundas de desânimo, cansaço, falta de motivação, comparação com os outros. Seria interessante observar com maior profundidade como elas se relacionam e como você as percebe, para isso, a psicoterapia pode ser uma boa aliada. Se sentir necessidade, busque por um profissional. Espero que fique bem, abraços!


  • Ola tenho um vizinho de 21 anos autista de um grau leve ,ficou órfão de pai e mãe e passou a convive

    Ola tenho um vizinho de 21 anos autista de um grau leve ,ficou órfão de pai e mãe e passou a conviver comigo,mas ele é bem esperto, inteligente tem os momentos de ilusões dele ,em alguns momentos perdido no mundo dele que é os desenhos e apaixonado por carros .Sei que ele é capaz de se socializar , desenvolver a mente mais isso lhe foi tirado, pois sua mãe o protegia de tudo e agora gostaria de trabalhar isso com ele,mas não sei como.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Débora Clausen Basso

    Oi! Estabelecer um vínculo forte com esse jovem pode abrir espaço para que você consiga ajudá-lo a se desenvolver mais, seja intelectualmente ou socialmente. Para isso, um caminho possível pode ser mostrar interesse pelo o que ele faz (desenhos e demais atividades) e pelo o que ele te conta (sobre carros, etc.) e você compartilhar com ele o que te interessa. Você pode também convidá-lo a te acompanhar em alguns afazeres fora de casa (como ir ao mercado, etc.). Além disso, você pode também buscar comentar de maneira positiva quando ele consegue se socializar com outras pessoas (mesmo que seja algo extremamente sutil para você e para o outro) e você também pode servir de exemplo para ele na forma de se socializar com as pessoas - vendo você conversar, dizer "bom dia" para os vizinhos, etc. pode ajudá-lo a compreender que ele também pode agir dessa maneira. Entendo que um ponto essencial é que ele enxergue em você uma pessoa em quem ele possa confiar e que se sinta à vontade para compartilhar o que quiser com você. Entretanto, é importante estar atento aos limites dele e a como ele reage às suas tentativas de ajudá-lo, sempre respeitando suas escolhas e sua capacidade de escolha e autonomia - e entendo que tudo isso demandará de você paciência e cuidado. Caso você precise de orientações mais específicas, é interessante buscar por ajuda profissional mais direcionada para a sua situação. Espero que vocês continuam construindo uma bela relação, abraços!


  • Estou normal e do nada começo a sentir uma angustia muito grande, um desanimo, vazio, tristeza, perc

    Estou normal e do nada começo a sentir uma angustia muito grande, um desanimo, vazio, tristeza, perco a vontade de fazer qualquer coisa e sinto uma enorme vontade de chorar. Isso pode ser sintoma de ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Débora Clausen Basso

    Olá! Pelo o que você relata, esses sintomas estão mais associados à depressão, entretanto para obter um diagnóstico correto é importante buscar por um profissional. O diagnóstico pode ser uma ótima ferramenta para te ajudar a entender esses sintomas e buscar tratamento, entretanto, é importante ressaltar que não é preciso se prender a tal diagnóstico (como se ele fosse um rótulo para te descrever), me parece que esses sintomas podem falar de um sofrimento profundo e que merece ser olhado com cuidado por você e pelo profissional que irá te acompanhar. Espero que você encontre formas de lidar com o que está passando e que fique bem, abraços!


  • Tenho dificuldade em me concentrar, memória ruim, agitação das pernas e as vezes da mão, devo ir num

    Tenho dificuldade em me concentrar, memória ruim, agitação das pernas e as vezes da mão, devo ir num psicólogo primeiro ou psiquiatra?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Débora Clausen Basso

    Oi! O importante no momento é buscar por um profissional qualificado de saúde, pois ao fazer a consulta - seja psicólogo ou psiquiatra - ele saberá te encaminhar a partir daquilo que você relatar. Por isso, é importante que você detalhe para o profissional onde, com qual frequência, desde quando esses sintomas aparecem. Se houver um diagnóstico, o mais recomendado, provavelmente, será o acompanhamento com ambos profissionais. Espero que você fique bem, abraços!


  • Sai de um relacionamento de mais de quatro anos recentemente, e bem no inicio eu conversei com outra

    Sai de um relacionamento de mais de quatro anos recentemente, e bem no inicio eu conversei com outras pessoas com segundas intenções por ser muito imaturo na época, ela soube e me deu uma segunda chance e eu jurei que aquilo jamais aconteceria e de fato não aconteceu, cortava qualquer tipo de contato mínimo que tivesse segundas intenções. Noivamos e após cerca de dois anos vivendo bem acabamos terminando pois ela se sentia insegura com essas questões do inicio e tinha medo que depois de muitos anos juntos voltasse a acontecer, até tentamos reatar mas acabamos novamente pelo mesmo motivo, algumas semanas depois ainda tentei pela ultima vez antes de deixar isso pra trás, ela me falou a mesma coisa, aquelas situações do inicio ainda a magoavam e foi um fim definitivo. Eu errei, pedi perdão, fui perdoado e mudei esse comportamento, isso jamais aconteceu, porém as vezes me pego sentindo culpa, já aceitei que não tem mais volta e estou seguindo minha vida mas gostaria de saber como trabalhar essa culpa e me perdoar de uma vez por todas.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Débora Clausen Basso

    Olá! É compreensível que você ainda se sinta dessa maneira, afinal, muito provavelmente, esse relacionamento foi importante na sua vida e te marcou de diferentes formas. O que me parece claro é que você também já refletiu sobre a forma como agiu e também já buscou conversar e pedir perdão - todas essas questões já são formas de lidar com o que você viveu, o que já me parece um grande passo. Além disso, respondendo a sua pergunta, imagino que cabe refletir: o que te prende a essa culpa? O que a culpa faz você pensar sobre si mesmo e sobre o relacionamento? Quais sentimentos surgem quando você pensa sobre o relacionamento e sobre como as coisas se desdobraram? Espero que elas façam sentido para você e te ajudem de alguma forma. Se achar necessário, busque por uma profissional para aprofundar suas questões, abraços!


  • Como lidar com o sentimento de rejeição dos pais perante sua sexualidade? É possível ser feliz sem e

    Como lidar com o sentimento de rejeição dos pais perante sua sexualidade? É possível ser feliz sem estas pessoas em sua vida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Débora Clausen Basso

    Oi! Acredito que, ao longo da vida, nós vamos construindo formas de existir a partir daquilo que experienciamos. Dessa forma, como seria para você construir uma vida sem a aceitação dos seus pais? Será que isso é possível para você nesse momento? Você teria que abrir mão da sua sexualidade para ter a aceitação deles? Como seria seguir por esse caminho? Penso que a partir dessas perguntas, e outras possíveis, você pode compreender que tem poder de escolha nessa situação. Claro que cada escolha será acompanhada de desdobramentos e aí cabe refletir como você lidaria com cada um deles. Eu imagino que você pode estar passando por um momento difícil e, caso precise, a psicoterapia pode ser um espaço seguro para você explorar essas questões com cuidado e atenção. Espero ter ajudado, abraços!


  • Uma pessoa portadora de autismo ou Síndrome de Down sabem que possuem estas condições? Elas descobre

    Uma pessoa portadora de autismo ou Síndrome de Down sabem que possuem estas condições? Elas descobrem sozinhas ou precisam que alguém as expliquem?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Débora Clausen Basso

    Oi! No caso da Síndrome de Down, muito possivelmente, o diagnóstico fica mais claro pelas características físicas aparentes, as quais já podem ser notadas quando a pessoa ainda é bebê. No caso do Autismo, o processo de avaliação pode ser mais complexo e longo dependendo do nível do transtorno. Nos dois casos, a busca por profissionais especializados é importante para que se possa ter o diagnóstico correto e os acompanhamentos necessários.


  • Tenho medo de falar o que penso, fico com medo do vão pensar e de como vão reagir. Normalmente acont

    Tenho medo de falar o que penso, fico com medo do vão pensar e de como vão reagir. Normalmente acontece quando vou falar o que quero, o que desejo.
    Ex: cortes de cabelo, fico nervosa e falo que o que a pessoa quiser eu vou usar, não consigo me decidir.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Débora Clausen Basso

    Oi! Imagino que não deva ser fácil viver com essas preocupações e abrir mão do que você quer e deseja. Podemos agir dessa maneira por diversas razões e para compreendê-las podemos nos perguntar: o que você imagina que pode acontecer caso assuma seus desejos? Você tem clareza sobre quais são seus desejos? Por que o outro parece ter mais valor nas suas decisões do que sua própria vontade? O que você sente quando abre mão da sua escolha para optar pelo o que foi decidido por outra pessoa? Acredito que essas perguntas podem iniciar um processo de autoconhecimento e, caso tenha interesse, buscar por psicoterapia pode te ajudar a aprofundar essas e outras questões. Estou à disposição! Espero que fique bem, abraços!


  • Olar boa noite meu nome é Gustavo e sou casado minha mulher tem transtorno bipolar e esta internada

    Olar boa noite meu nome é Gustavo e sou casado minha mulher tem transtorno bipolar e esta internada no hospital quando fui visitar ela a segunda vez ela estava um pouco bem me tratou bem me chamou de amor falou que me amava, quando foi no outro dia eu liguei para ela e ela estava diferente mais na dela não falou muito e quando eu vou visitar ela aí ela fica meio que se esquivando quando vó fazer carinho nela aí ela fala que somos apenas amigos aí as vezes eu ligo para ela falar com a mãe dela por chamada de vídeo e ela meio que não quer fala mais com a mãe dela enfim esse comportamento que ela tem e do quadro da doença dela ??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Débora Clausen Basso

    Oi, Gustavo! Obrigada por compartilhar um pouco do que está passando. Como os colegas comentaram, não é possível afirmar se esses são de fato sintomas decorrentes do transtorno. Entretanto, sendo ou não sintomas, acho que é importante atentar para como você está se sentindo com relação a essa situação e como você gostaria de agir diante disso tudo. Da mesma forma, acredito ser importante que ela também possa conversar com um profissional sobre como ela se sente com relação a esse diagnóstico e como ela está percebendo o casamento e as demais relações familiares dela. Espero que vocês fiquem bem e encontrem o apoio necessário nesse momento, abraços!


  • O objetivo do psicologo(a) e mudar a forma de pensar do paciente ou tem nada ver ?

    O objetivo do psicologo(a) e mudar a forma de pensar do paciente ou tem nada ver ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Débora Clausen Basso

    Oi! Bem importante sua pergunta! O objetivo pode variar de acordo com a demanda de cada pessoa, entretanto, de modo geral, os objetivos do psicólogo são acolher o sofrimento da pessoa e ajudá-la a enxergar novas possibilidades diante de uma situação pela qual ela está passando. Além disso, o psicólogo também pode contribuir para que a pessoa reconheça e lide de maneira mais saudável com suas emoções e também para seu autoconhecimento. Essencial ressaltar que a autonomia da pessoa deve sempre ser respeitada, não sendo o psicólogo responsável por "ditar" o que ela deve ou não fazer. Abraços!


  • Olá, posso ir no psicólogo sozinho com 14 anos ? Estou precisando muito.

    Olá, posso ir no psicólogo sozinho com 14 anos ? Estou precisando muito.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Débora Clausen Basso

    Oi! Você precisará da autorização de algum de seus responsáveis para dar início. Após isso, você poderá comparecer sozinho nas sessões e o profissional que te atender deverá manter sigilo das suas questões, não tendo a obrigatoriedade de reportar tudo o que for conversado entre vocês para os seus responsáveis. Um lembrete: é essencial que você se sinta confortável para conversar com o profissional e que você sinta confiança e segurança para trabalhar suas questões com ele. Espero que você encontre o que busca, abraços!


  • Não gostar de abraçar os pais e falar sobre minha vida com eles é normal?

    Não gostar de abraçar os pais e falar sobre minha vida com eles é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Débora Clausen Basso

    Olá! Acredito que observar essa questão pelo parâmetro do que é normal ou anormal seria injusto com você e sua história de vida. Me parece que sua pergunta pode envolver aspectos mais profundos e me faz pensar em alguns questionamentos: você gostaria que essa situação fosse diferente? Ela está te trazendo sofrimento e angústia? Como seu relacionamento com seus pais foi construído ao longo da vida? Abraço e conversa são formas que eles entendem de expressar afeto? Você demonstra afeto por eles? Como? Não demonstra? Está tudo bem com isso? A partir delas, é possível ter um norte de como você está se sentindo diante dessa situação. Caso queira aprofundá-las e esteja sofrendo com isso, a psicoterapia pode ser um espaço interessante para você. Espero que esteja bem, abraços!


  • Oi. Faz alguma diferença para uma pessoa em revelar sobre sua sexualidade se não pode vivê-la porque

    Oi. Faz alguma diferença para uma pessoa em revelar sobre sua sexualidade se não pode vivê-la porque Deus condena práticas homossexuais e principalmente, à masturbação? A opção é viver sozinha. Como é difícil negar a Si Mesmo e tomar a sua cruz. Não sei se aguento à vida toda se reprimindo, pois está refletindo na minha saúde mental: cansaço, procrastinação, vontade de ficar só deitado, desânimo, sem rumo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Débora Clausen Basso

    Oi! Imagino que você possa estar sofrendo muito com essas questões e sinto muito por isso. Acredito que buscar por psicoterapia possa te ajudar a aliviar essas angústias e encontrar novas formas de pensar e sentir com relação a sua sexualidade e sua religiosidade. Penso que podem existir diversas outras possibilidades para além do "viver sozinha", mas para isso é importante olhar com cuidado para essa situação e, principalmente, com respeito à sua história e sua individualidade. Espero que você fique bem, abraços!


  • Olá, a algum tempo venho sofrendo episódios de dificuldade para respirar, sensação de não conseguir

    Olá, a algum tempo venho sofrendo episódios de dificuldade para respirar, sensação de não conseguir suprir o ar, mesmo respirando fundo, e as vezes não consigo também (respirar fundo). Meu corpo fica com uma sensação estranha como se eu tivesse em extremo perigo, mãos geladas e dificuldade para me concentrar, pensamentos que me vem no momento e de que eu não serei capaz de sair dessa situação. Recentemente fiz exames cardíacos (eletro, teste ergométrico e eco Doppler) fiz também prova de função pulmonar, não foi contatado nada, gostaria de saber o que pode está causando todo esse transtorno?!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Débora Clausen Basso

    Olá! Que bom que você já procurou por ajuda médica e, à princípio, pode-se descartar hipóteses biológicas para seus sintomas. Considerando isso, seus sintomas podem estar associados a quadros de ansiedade. Seria interessante você notar em quais momentos eles ocorrem e quais situações podem estar funcionando como gatilhos para seus sintomas. Além disso, o acompanhamento com uma psicóloga pode te ajudar a entender essa situação e achar formas de lidar com ela. Abraços!


  • Costumo me sentir desconfortável quando meninos dão em cima de mim, mas quando são garotas eu não me

    Costumo me sentir desconfortável quando meninos dão em cima de mim, mas quando são garotas eu não me sinto mal. Sou uma garota e Cresci sem nenhuma figura masculina presente, consigo ter amizades, mas continuo achando meninos e homens no geral estranhos, como se eu realmente não conseguisse entende-los. Poderia ter alguma explicação? Devo procurar ajuda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Débora Clausen Basso

    Oi! Podem existir diversas explicações para a situação que você está enfrentando e para entendê-las é importante se questionar sobre qual delas faz mais sentido para você. Se é uma questão que está te causando angústia, seria importante buscar acompanhamento profissional para que você possa justamente se questionar e dar significado para o que você está vivendo no momento. Espero que você esteja bem, abraços!


  • Jogar futebol pode curar a depressão? Ou é necessário tratamento também? E mais uma pergunta, como o

    Jogar futebol pode curar a depressão? Ou é necessário tratamento também? E mais uma pergunta, como o pensamento suicida evolui em uma pessoa depressiva? E esse pensamento pode aparecer em qualquer fase da depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Débora Clausen Basso

    Oi! Atividades físicas podem ser benéficas para casos de depressão e demais transtornos, pois estão associadas a qualidade de vida e bem-estar físico e essas duas questões são importantes para o entendimento global de qualquer transtorno mental. Assim, elas são importantes, mas não podemos afirmar que elas sozinhas "curam" - é importante um conjunto de ações para se ver melhora no quadro, incluindo o tratamento com psicólogo e/ou psiquiatra. Com relação ao pensamento suicida, ele pode aparecer de diferentes maneiras na depressão, por isso é importante a busca por profissionais qualificados. Espero ter ajudado, bom dia!


  • recentemente, eu comecei a chorar porque minha mãe colocou algo que eu não gosto na minha comida sen

    recentemente, eu comecei a chorar porque minha mãe colocou algo que eu não gosto na minha comida sendo que ela sabia, e eu comecei a achar que ela me odiava e chorei mais ainda, é normal esses pensamentos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Débora Clausen Basso

    Olá! Seu relato me fez pensar em algumas questões: como se construiu seu relacionamento com sua mãe? O que você sentiu no momento em que percebeu a comida no seu prato? Quais sensações tomaram conta do seu corpo no momento? Diante de tantas outras reações e pensamentos que você poderia ter nessa situação, o que você acha que te levou ao choro e à ideia de que ela te odeia? A partir delas, acredito que você consiga entender um pouco mais sobre o ocorrido. E sobre ser normal ou não, penso que foi a possibilidade que você teve no momento de lidar com isso e, portanto, não julgaria como normal ou anormal...é mais profundo do que isso.
    Espero que esteja bem, abraços!


  • Olá, por vezes me pego olhando pro céu, pras nuvens e estrelas, e sou tomado por uma sensação de ang

    Olá, por vezes me pego olhando pro céu, pras nuvens e estrelas, e sou tomado por uma sensação de angústia diante da vastidão que me encara, é como se eu estivesse olhando pro universo e ele me olhasse de volta, como se um abismo olhasse pra mim, um sentimento estranho, insignificância misturado com receio. Seria isso algum tipo de problema? Ou apenas uma questão de temperamento/personalidade? Sempre fui uma pessoa questionadora e talvez profunda/melancólica, não sei se isso tem a ver, mas acho que pode ser relevante. Obrigado.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Débora Clausen Basso

    Oi! Como você está? Achei curiosa sua pergunta sobre essas questões serem um problema...no meu ponto de vista, elas fazem parte da nossa condição humana: angústia, medo, sentimento de insignificância diante do tamanho do universo constituem nossa existência e ao longo da nossa vida vamos encontrando diferentes formas de lidar com elas. Nesse sentido, não penso que são problemas, apenas você se deparando com sua condição de existência e finitude humanas. Além disso, como você colocou, sua caraterística de ser uma pessoa questionadora/profunda/melancólica podem te incentivar a pensar nesses assuntos. Entretanto, se isso está lhe causando sofrimento, pode ser que a psicoterapia seja um espaço interessante para você discutir a respeito de tudo isso. Espero que esteja bem, abraços!


  • O ódio traz dor física? Eu sinto tanto ódio com a presença da pessoa que sinto dor, ela me fez t

    O ódio traz dor física?

    Eu sinto tanto ódio com a presença da pessoa que sinto dor, ela me fez tanto mal e eu não consigo perdoar e com isso me sinto mais mal ainda.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Débora Clausen Basso

    Oi! Sim, é possível que provoque dor física. Nossas emoções encontram diferentes formas de se manifestar e uma delas pode ser através de sintomas físicos, podendo levar a dores e desenvolvimento de doenças. O trabalho psicoterapêutico pode te ajudar a entender melhor esse ódio, para que ele possa se manifestar de outra maneira que não lhe provoque tais dores e para que você possa também compreender se, para você, existe a possibilidade de perdoar ou não a pessoa e lidar com tudo o que está acontecendo nessa situação. Espero que fique bem, abraços!


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Perguntas frequentes

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