Perguntas do paciente (8)
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Se tenho 15 anos e namoro ah 8 meses com um garoto de 15 anos também, durante esse tempo nos passamo
Se tenho 15 anos e namoro ah 8 meses com um garoto de 15 anos também, durante esse tempo nos passamos o dia todo conversando nunca faltava assunto, tínhamos poucas discussões e brigas, nem tínhamos praticamente, sempre conversamos sobre o dia um do outro sempre falando como estávamos e a conversa sempre fluia, temos opiniões o gostos diferentes mas sempre conversamos sobre porém ultimamente notamos que nossa conversa esfriou e estamos nos afastando sem perceber, estamos tendo brigas e discussões por coisas mínimas e bobas muito frequentemente que nos deixa ansiosos e mal, após essas discussões sempre fica um clima chate e demoramos cerca de um dia inteiro pra voltar a se falar normalmente e deixar a conversa fluir porém mal conversamos durante o dia porque não temos assunto e nd que nn sabemos um do outro,já conversamos sobre tudo possível,sonhos,vontades, futuro e tudo que pensávamos. estudamos na mesma escola e na mesma sala e só nos vemos pessoalmente durante esse momento, sei que parte desse afastamento é a distância entre agente porém só vamos mudar isso futuramente por problemas familiares já conversados, nós nos amamos muito e sempre demonstramos isso um ao outro, ultimamente nos nn saímos muito de casa, nn praticamos esportes ou algum hobby, e não trabalhamos então nosso dia é apenas tédio e tédio e não temos oque conversar,já tentamos diversas coisas pelo celular como apps,jogos, perguntas,brincadeiras, filmes, vídeos e muito mais porém nada resolve o nosso problema, ficamos bem por 5 minutos e voltamos a ficar sem se falar novamente, já conversamos sobre isso e sinceramente nenhum dos dois sabe oque fazer pois já tentou de tudo e não queremos terminar, o nosso maior medo é ficar sem um ao outro queria ajuda e sugestões do que podemos fazer para voltar a ser próximos de novo e tendo oque conversar durante os dias sem passar horas só perguntando oque um ao outro está fazendo e os dois responderem a mesma coisa. Os dois estao exatamente cansados de tentar e nunca resolver e não sei mais oque fazer então resolvi buscar ajuda pois já conversamos sobre isso e não conseguimos resolver.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, relacionamentos costumam ter altos e baixos em qualquer idade, e na adolescência ainda no início da vida afetiva, o que pode tornar mais difícil compreender sentimentos e buscar soluções. Acho importante que vcs dois cultivem seus interesses individuais e cultivem atividades que tragam bem estar. Para se relacionar bem com outra pessoa, é importante estar bem consigo mesmo, ou acabamos buscado a felicidade apenas no relacionamento e esquecemos de nós mesmos. A terapia com um psicólogo é uma ferramenta importante para se conhecer melhor e tomar decisões mais conscientes!
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Olá! Gostaria de saber qual seria o impacto da falta de autoconhecimento da nossa sexualidade e da r
Olá! Gostaria de saber qual seria o impacto da falta de autoconhecimento da nossa sexualidade e da repressão - ou não realização - de desejos sexuais na nossa vida (como desejo de se relacionar com pessoa do mesmo gênero)? Pode nos trazer sofrimentos que, para quem não intende assunto, não teria a ver com essa temática? Também gostaria de intender as consequências da repressão desta sexualidade desde a infância, seja por si próprio ou influencia da família. Desde já agradeço.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde! A psicanálise se baseou muito na repressão da sexualidade e dos desejos para compreender a formação da nossa psique e de possíveis sintomas. Não tem como saber exatamente qual o tamanho desse impacto para a saúde psíquica. Vc menciona a falta de autoconhecimento e a repressão de desejos por pessoas do mesmo gênero, fatos que podem trazer sofrimento e manifestação de sintomas. O desenvolvimento da sexualidade pode sorfer muitas repressões por preconceitos e falta de compreensão. Quando uma criança começa a manifestar qualquer característica que seja relacionada á homossexualidade, por exemplo, muitos pais reprimem, o que pode gerar uma falta de autoaceitação e problemas de autoestima. A psicoterapia é uma ferramenta valiosa para elaborar tais questões. Espero ter ajudado!
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Olá tenho 40 anos sou mãe/pai de um menino de 5 anos autista.. Desde que recebi o laudo, um medo e p
Olá tenho 40 anos sou mãe/pai de um menino de 5 anos autista.. Desde que recebi o laudo, um medo e pânico tomou conta de mim... Tenho muito medo de morrer, estou sempre angustiada.. Sempre me culpo por tudo até pelo transtorno do meu filho.. Não consigo me relaciona por que tenho meda da gravidez. Tenho medo de tudo mesmo. Como faço pra acabar ou diminuir esse medo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde. Esse medo após o diagnóstico do seu filho, provavelmente está relacionado a ideia de falta de autonomia e dependência dos cuidadores que costuma-se associar ao quadro de autismo. Acho importante pensarmos que nenhum diagnóstico deve ser visto como uma sentença de limitação permanente e total falta de autonomia. Apesar de sabermos que o Transtorno do Espectro Autista é uma condição que afeta o neurodesenvolvimento, comunicação e interações socias existem as singularidades de cada caso. Muitas pessoas com esse quadro desenvolvem inúmeras estratégias de superação e conseguem ser extremamente funcionais e capazes. Seria ótimo se além do tratamento do seu filho, você também buscasse uma psicoterapia para te auxiliar a lidar com esses medos, você também merece ter atenção e cuidado!
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Tive um relacionamento abusivo no passado, fui até noiva. Depois de algum tempo conheci uma pessoa e
Tive um relacionamento abusivo no passado, fui até noiva. Depois de algum tempo conheci uma pessoa excepcional, que me trata muito bem, tenho um relacionamento muito tranquilo e saudável, diferentemente do anterior, mas estou sempre com dúvidas sobre a relação, não me sinto digna dessa tranquilidade. Isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, que bom que conseguiu sair desse relacionamento abusivo. Acho importante refletir sobre sua afirmação de não "se sentir digna dessa tranquilidade" na relação atual. É comum que relacionamentos abusivos deixem marcas profundas na nossa autoestima e gerem inseguranças e questionamentos. As palavras gosseiras e as situações agressivas vividas anteriormente, continuam a reverberar de alguma forma em quem é vítima de abusos, como se as ofensas ficassem "coladas" nos pensamentos, talvez essa seja a razão distorcida de "não se sentir dign"a para um relacionamento saudável e tranquilo. No entanto, seria bom fazer terapia para trabalhar essa dificuldade e assim desfrutar de relações saudáveis de forma mais leve.
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É possível uma pessoa ter mais de um distúrbio alimentar ?
É possível uma pessoa ter mais de um distúrbio alimentar ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível. Uma pessoa pode apresentar transtornos alimentares comórbidos, o que significa que mais de uma morbidade (doença) se manifesta no padrão de comportamento alimentar. Uma comorbidade comum é anorexia e bulimia nervosa, a pessoa alterna episódios de privação, restrição alimentar (anorexia) com outros de compulsão alimentar seguida de vômitos forçados, uso de laxantes, diuréticos e outros comportamentos que visam eliminar as calorias adquiridas com a ingestão de alimentos anterior.
No tratamento de transtornos alimentares é importante a presença de médicos e psicólogos, visto que são condições que afetam a saúde física e mental.
Na psicoterapia, é importante tentar estruturar uma mudança na relação com a comida e com o próprio corpo.
Para mais informações, estou á disposição!
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Boa tarde, preciso muito fazer terapia com algum especialista na área de dependência química, já faz
Boa tarde, preciso muito fazer terapia com algum especialista na área de dependência química, já faz 6 meses que to sóbria e muitas coisas vêm acontecendo comigo e na minha cabeça, queria conversar com algum especialista na área, pra saber se é sobre o uso ou se fiquei com alguma sequela permanente, preciso muito de ajuda
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde, Parabéns pelos seus 6 meses. Seguir em frente, lidando com os desafios metais e emocionais, sem o uso de substâncias é uma tarefa que requer muita coragem, determinação e ajuda. Para dar continuidade ao seu tratamento, é importante encontrar profissionais habilitados na área de dependência química. Minha especialização é no tratamento de compulsões e dependências. Se você se identificar com o meu perfil profissional no Doctoralia, me coloco à disposição para agendarmos uma consulta.
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Como é feito o diagnóstico do transtorno de personalidade Borderline?
Como é feito o diagnóstico do transtorno de personalidade Borderline?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline só pode ser feito por um psiquiatra ou psicólogo, através de um minunciosa avaliação clínica. Atualmente, as informações sobre transtornos mentais são facilmente encontradas em mecanismos de busca na internet, o que ficou ainda mais facilitado com a inteligência artificial. No entanto, existe o risco de acessar conteúdos de fontes pouco confiáveis e superficiais sobre saúde mental. Um diagnóstico psiquiátrico não pode ser reduzido a informações encontradas nas redes. Como profissional da área, posso responder a pergunta com algumas informações, mas é importante reforçar que nenhum conteúdo encontrado em fontes teóricas e na internet pode substituir a avaliação clínica criteriosa de um profissional.
O Transtorno de Personalidade Borderline surgiu como categoria diagnósica no início da década de 50 e passou a ser difundida entre psiquiatras e psicanalistas. O termo borderline se refere ao fato de ser uma condição limítrofe entre a neurose e a psicose, so que se caracteriza por uma instabilidade emocional constante, comportamentos impulsivos, dificuldades nos relacionamentos interpessoais, alterações abruptas de humor e atitude entre outros sintomas que variam de caso a caso. NÃO SE DIAGNOSTIQUEM PELA INTERNET! Espero ter contribuído de alguma forma!
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Olá, eu não faço exercícios físicos, evito comer ao máximo, pulo muitas refeições e como pouco, a um
Olá, eu não faço exercícios físicos, evito comer ao máximo, pulo muitas refeições e como pouco, a um mês atrás fui internada por 7 dias por infecçao de rim e anemia, eu sinto que quero emagrecer mais, minha mãe e irmã falam que estou com anoréxia, pois minha irmã ja teve à alguns anos atrás, e elas reconhecem os sintomas, mas eu realmente me nego a aceitar isso, eu sempre fui magra mas estou mais magra que o comum e nao me sinto confortável com o meu peso e gostaria de emagrecer mais uns 3 ou 4 kilos.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Sobre o diagnóstico de anorexia, só é possível ser feito por um profissionalda saúde, (médico ou psicólogo) O fato de você estar se questionando e já ter apresentado sintomas físicos decorrentes da seua restrição alimentar, já indicam que é importante que procure ajuda profissional. Pelo seu texto, mesmo sendo curto, é possível notar que a pressão estética pela magreza parece ser mais importante pra você do que a sua própria saúde, isso é um fato preocupante. Acho importante procurar um médico ou psicólogo, se precisar/quiser, estou á disposição.
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Perguntas frequentes
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olá. ha exatos 3 meses tive uma crise de panico apos anos bem, contexto no qual minha psiq associou
A resposta à quetiapina não depende apenas da dose e não é possível afirmar…