Perguntas do paciente (55)
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Eu tenho ansiedade generalizada, com pânico e fobia social, faço acompanhamento com a psicóloga vai
Eu tenho ansiedade generalizada, com pânico e fobia social, faço acompanhamento com a psicóloga vai fazer 3 anos e essa semana ela disse que não poderá mais atender e não sabe quando vai voltar, acontece que ela não me deu meu diagnóstico em escrito, eu posso pedir pra ela ? ( eu faço acompanhamento com psiquiatra do sus, e faço uso do medicamento também) alguém pode tirar essa dúvida? Posso pedir pra ela meu diagnóstico ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, você pode pedir para sua psicóloga o diagnóstico por escrito. Esse é um direito seu como paciente. O diagnóstico é uma parte importante do seu tratamento, pois ajuda a compreender melhor sua condição e a planejar as intervenções adequadas, seja na psicoterapia ou com o acompanhamento médico.
Caso sua psicóloga não tenha dado o diagnóstico formalmente, é completamente apropriado solicitar uma documentação que formalize esse diagnóstico, especialmente se você precisa de algo por escrito para o seu psiquiatra ou para outros profissionais da saúde.
Algumas coisas que você pode considerar ao fazer o pedido:
Seja clara: explique que você gostaria de ter o diagnóstico formalizado por escrito, para entender melhor sua condição e como pode seguir com o tratamento.
Motivo do pedido: mencione que você está em tratamento com o psiquiatra e que isso pode ajudar a coordenar os cuidados entre os profissionais.
No caso de mudanças de terapeuta, se você precisar de um novo psicólogo, é importante levar essa documentação para que a transição seja mais tranquila e o novo profissional tenha um panorama claro do seu histórico e tratamento.
Se você sentir que essa situação está causando insegurança ou desconforto, também pode buscar apoio para lidar com essa transição, o que pode ser útil dado seu quadro de ansiedade.
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Olá eu fico imaginando coisas irreais,eu tento parar,mas me sinto tentada a ter essas imaginações,ti
Olá eu fico imaginando coisas irreais,eu tento parar,mas me sinto tentada a ter essas imaginações,tipo eu anoto num papel essas coisas,são coisas que me dão certo prazer mas me incomoda, será que eu tenho algum transtorno?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que você se sinta incomodada por ter pensamentos ou imaginações que, apesar de serem prazerosos em algum nível, também causam desconforto. Pensamentos e imaginações irreais não são incomuns, mas se eles começam a te incomodar de forma recorrente, podem ser sinais de algo mais profundo, como dificuldades para lidar com esses pensamentos ou uma tendência a se envolver em fantasias que, de algum modo, podem estar tentando suprir uma necessidade emocional ou psicológica.
Não necessariamente você tem um transtorno, mas esses sentimentos e comportamentos merecem atenção. O mais importante é buscar um equilíbrio entre a aceitação de certos pensamentos e a capacidade de gerenciar os que causam desconforto.
Se você achar que isso está afetando sua qualidade de vida, não hesite em procurar um profissional para uma avaliação mais detalhada. Ele pode te ajudar a compreender melhor o que está acontecendo e oferecer ferramentas para lidar com isso de forma mais eficaz.
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Sempre tive dificuldades em relacionamentos amorosos, sou filha de mãe narcisista e as vezes acho qu
Sempre tive dificuldades em relacionamentos amorosos, sou filha de mãe narcisista e as vezes acho que nunca vou conseguir amar ninguém. Estou namorando mas só consigo enxergar os defeitos do meu namorado. Não quero terminar com ele, mas estou muito infeliz. Sofri muito maus tratos por parte da minha mãe, será que isso pode ter alguma relação com a minha dificuldade em amar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é bastante possível que a dificuldade que você está enfrentando em se relacionar e amar alguém esteja relacionada às experiências com sua mãe e aos mau-tratos que você sofreu. A dinâmica de um relacionamento com uma mãe narcisista pode afetar profundamente sua visão sobre si mesma e sobre os outros, especialmente quando se trata de amor e apego. Isso pode ter influenciado a forma como você se relaciona com pessoas, incluindo seu namorado.
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O meu pai queria que eu tivesse nascido homem, na infância vivia me criticando, dizendo que eu tinha
O meu pai queria que eu tivesse nascido homem, na infância vivia me criticando, dizendo que eu tinha que ter nascido homem para ajudá-lo nas atividades, eu desde criança não gostava dele, e até hoje, tudo que eu falo ou faço, ele me oprime, fala que eu não sei de nada, manda eu calar a boca, ri de cada coisa ou ação que faço, sempre me colocando pra baixo, diz que as minhas irmãs e o meu irmão são melhores que eu, e eu odeio ele por causa dessas atitudes dele comigo e me sinto depressiva quando estou perto dele. Essas atitudes dele tem a ver com o fato dele querer que eu tivesse nascido homem ou é simplesmente porque ele deva ser narcisista? Sou lésbica.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Parece que a relação com o seu pai tem sido marcada por muita rejeição e invalidamento, o que pode estar profundamente impactando a sua autoestima e saúde emocional. A questão de ele querer que você tivesse nascido homem pode ter gerado uma pressão extra sobre você, não apenas por ser uma filha que ele "não queria", mas também porque ele parecia esperar que você tivesse características ou comportamentos que ele associava ao sexo masculino. Isso pode ser um reflexo de ideias rígidas e estereotipadas sobre gênero, o que pode se conectar com o comportamento dele de não aceitar quem você é.
Além disso, a forma como ele a oprime, desvalorizando suas ações e constantemente te diminuindo, é uma atitude tóxica que, sim, pode ser relacionada a características narcisistas, como a busca por controle, a dificuldade de aceitar os outros como são, e a necessidade de se sentir superior. Narcisistas, muitas vezes, têm dificuldade em valorizar ou apoiar os outros, e isso se reflete em relações familiares, onde o poder e a afirmação deles são priorizados em detrimento do bem-estar do outro. Vale ressaltar, porém, que nem todas as pessoas que exibem comportamentos prejudiciais ou desrespeitosos são narcisistas. O Transtorno de Personalidade Narcisista é um diagnóstico clínico específico, que requer avaliação profissional. Seu pai pode, no entanto, apresentar características narcisistas, como a falta de empatia, a busca constante por validação, e a tendência a desvalorizar os outros para se sentir superior.
O fato de você ser lésbica também pode ser algo que ele rejeite ou não aceite, adicionando mais um nível de tensão e sofrimento à relação. O seu pai, talvez, não consiga compreender ou apoiar sua identidade, e isso pode contribuir para o impacto emocional negativo que você sente ao estar perto dele.
É compreensível que você se sinta depressiva e até que sua relação com ele gere um peso emocional tão grande. O importante é entender que esse tratamento dele não reflete a sua capacidade ou o valor que você tem como pessoa. Você merece um ambiente em que se sinta aceita e respeitada. Trabalhar na construção de limites saudáveis com ele pode ser um passo importante para minimizar o impacto dessa relação na sua saúde mental. Buscar apoio em terapia também pode ser fundamental para ajudar a lidar com esses sentimentos de rejeição e para fortalecer sua autoestima.
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Olá, sou recém formada em psicologia, tenho uma dúvida, me pediram atendimento solidário na casa de
Olá, sou recém formada em psicologia, tenho uma dúvida, me pediram atendimento solidário na casa de uma pessoa que se encontra depressiva, essa pessoa está 40 dias tentando na rede pública e não consegue atendimento, eu posso estar indo na casa dela fazer esse pré atendimento solidário? Se não, como conduzir?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Primeiramente, parabéns pela sua formação!
Em relação à sua dúvida, é importante considerar que o atendimento psicológico domiciliar, sem a estrutura e o suporte adequados, pode não ser o ideal, especialmente em situações de depressão grave. Além disso, a ética profissional e as regulamentações do Conselho Federal de Psicologia (CFP) indicam que o atendimento psicológico deve ocorrer em um espaço seguro e adequado, como o consultório ou ambientes institucionais que proporcionem privacidade, estrutura e, principalmente, a possibilidade de encaminhamento, caso necessário.
No caso de um atendimento solidário em casa, você pode orientar a pessoa a procurar a rede pública ou outros recursos de apoio, como os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) ou ONGs que possam oferecer suporte. Além disso, você pode fazer um apoio emocional inicial, ouvindo a pessoa, mas sempre destacando a importância de um acompanhamento profissional especializado, seja online ou presencial.
Você também pode agir de maneira ética, oferecendo suporte para que a pessoa consiga ter acesso aos serviços que ela precisa, encaminhando-a para uma rede de apoio.
Se você se sentir confortável, pode sim prestar um primeiro atendimento para acolher a pessoa, mas sempre com a clareza de que o acompanhamento profissional adequado deve ocorrer em outro ambiente.
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Tenho dificuldade em sair de casa, fora dos momentos de trabalho e de estudo, foco muito nisso. Não
Tenho dificuldade em sair de casa, fora dos momentos de trabalho e de estudo, foco muito nisso. Não consigo me sentir bem no meio social, onde sinto que por muitas vezes a minha "bateria" acaba e preciso me ausentar o quanto antes do local, preciso ficar isolada/em um canto. Sinto que não consigo me manter com habilidades sociais ou interpessoais e na comunicação ativas.
Tenho padrões e rituais que eu não posso encontrar com as pessoas de um contexto específico (ex: escola) em outro local. Sinto que a minha cabeça se emite uma mensagem de "erro".
Venho tentando lutar com isso por muitos anos. Quais são as alternativas possíveis para isso?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreveu pode ser relacionado à ansiedade social ou evitação social, o que é comum em pessoas que se sentem sobrecarregadas em ambientes sociais. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é muito eficaz nesse caso, pois ajuda a identificar e desafiar pensamentos negativos e crenças limitantes, além de usar a exposição gradual para reduzir o medo de situações sociais.
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É permitido agendar uma sessão com um psicólogo para alguém que não seja eu?
É permitido agendar uma sessão com um psicólogo para alguém que não seja eu?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é permitido agendar uma sessão com um psicólogo para outra pessoa, desde que a pessoa que receberá o atendimento concorde com a consulta. O agendamento pode ser feito por um responsável ou alguém próximo, como um familiar ou amigo, mas a decisão de participar da sessão é sempre do paciente, que deve estar ciente e consentir com o processo terapêutico.
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Qual o tempo máximo para se ficar em acompanhamento psicoterapêutico?
Qual o tempo máximo para se ficar em acompanhamento psicoterapêutico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não existe um tempo máximo específico para o acompanhamento psicoterapêutico, pois a duração do tratamento depende de diversos fatores, como o tipo de abordagem terapêutica utilizada, os objetivos do paciente, o ritmo de progresso e as necessidades individuais. Algumas pessoas podem concluir a terapia em um tempo relativamente curto, enquanto outras podem se beneficiar de um acompanhamento mais prolongado.
Geralmente, a psicoterapia pode durar desde algumas semanas até vários anos, dependendo das questões trabalhadas e dos objetivos que o paciente deseja alcançar. No entanto, os psicólogos costumam fazer avaliações periódicas para avaliar o progresso do paciente e definir, em conjunto com ele, o melhor momento para concluir ou ajustar o tratamento. O importante é que o paciente se sinta bem e tenha alcançado as metas desejadas ou tenha as ferramentas necessárias para lidar com suas questões de forma independente.
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Sair de um envolvimento muito confuso e conturbado, terminamos e voltamos várias vezes durante dois
Sair de um envolvimento muito confuso e conturbado, terminamos e voltamos várias vezes durante dois anos e meio, hoje sinto um aperto no peito e toda vez que acordo pela manhã eu lembro dele e sinto meu corpo tremer, meu coração dispara, não consigo ficar mais sorrindo só sinto vontade de chorar. Parece que tem um buraco, minha garganta parece que tem um bolo preso. Eu tentei muito e acho que perdi até meu amor próprio e o orgulho.
Já vou tentar marcar um psicólogo, confesso que não tenho ânimo para nada, das outras vezes foram assim, porém mais leve. Mas dessa vez eu sei que acabou.
Eu tô tentando seguir em frente, mas confesso que a culpa, e a dúvida por diversas coisas me consomem.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Primeiramente, quero reconhecer a dor e o sofrimento que você está vivendo. Terminar um relacionamento, especialmente um que foi conturbado e cheio de idas e vindas, pode ser extremamente difícil e desestabilizador, tanto emocional quanto fisicamente. Esses sintomas que você descreve — o aperto no peito, o tremor, o coração disparado, a sensação de um buraco dentro de você — são manifestações muito reais de como o corpo e a mente reagem ao trauma emocional. Isso não significa que você é fraca ou incapaz de seguir em frente, mas sim que está processando algo profundamente doloroso.
É normal que, ao terminar um relacionamento desse tipo, surjam sentimentos de culpa, dúvida e até confusão, principalmente se houve um padrão de retorno, em que o ciclo de término e reconciliação nunca foi realmente fechado. Esse tipo de relacionamento cria uma montanha-russa emocional, em que se torna difícil distinguir o que é melhor para você em meio a tanta instabilidade. O fato de você sentir que perdeu o amor próprio e o orgulho é algo compreensível nesse contexto, mas quero te lembrar de que essas coisas não estão perdidas para sempre — elas são partes de você, que podem ser resgatadas com tempo, paciência e autocuidado.
É positivo que você já tenha a intenção de procurar um psicólogo, pois isso pode ser um grande passo para te ajudar a processar as emoções, lidar com a culpa e com as incertezas, e, acima de tudo, recuperar a sua força interior. O processo de cura pode não ser rápido, mas é possível, e você merece ter esse apoio.
Enquanto isso, tente ser gentil consigo mesma. Você não precisa ter ânimo para tudo de uma vez, e nem precisa se sentir pressionada a “seguir em frente” de imediato. O que você está sentindo agora é válido e parte do processo de luto. Talvez seja um bom momento para se permitir sentir e expressar suas emoções sem pressa de “curar” ou de se afastar rapidamente dessas lembranças.
A culpa e a dúvida podem consumir muito a nossa energia, mas lembre-se de que, muitas vezes, o fim de um relacionamento conturbado é, na verdade, o começo de um novo processo de autodescoberta e fortalecimento. Eu te encorajo a dar pequenos passos para cuidar de si mesma e a confiar que, com o tempo, você vai se sentir mais leve e mais capaz de se reconstruir. Você não está sozinha nesse processo.
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Boa noite, eu sou solteira e ultimamente eu tenho percebido que gosto de ficar sozinha, morar sozinh
Boa noite, eu sou solteira e ultimamente eu tenho percebido que gosto de ficar sozinha, morar sozinha, ter lazer sempre sozinha e me sinto feliz assim ,mas tenho uma dúvida, será que tenho algum distúrbio mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite! O fato de você gostar de passar tempo sozinha e se sentir feliz assim não é, por si só, indicativo de distúrbio mental. Muitas pessoas se sentem mais plenas e confortáveis em sua própria companhia, e isso pode ser uma forma de autocuidado ou uma preferência pessoal.
Contudo, se você está se perguntando se isso pode ser um reflexo de algo mais profundo, como a evitação de interações sociais por medo ou ansiedade, ou se isso está te isolando de forma que te impede de ter experiências importantes, aí pode ser interessante refletir mais sobre isso.
Se a solidão está afetando negativamente sua vida ou se você sente que há algo além de uma simples preferência, conversar com um profissional pode ajudar a entender melhor seus sentimentos e necessidades. Porém, se você se sente bem e equilibrada dessa forma, isso pode ser apenas uma escolha saudável de estilo de vida!
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Como saber se o que estou sentindo é tristeza ou depressão?
Como saber se o que estou sentindo é tristeza ou depressão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Tristeza é uma emoção normal e passageira, geralmente ligada a situações específicas, como perdas ou frustrações. Ela tende a diminuir com o tempo e você ainda consegue continuar com as atividades diárias.
Depressão é mais persistente, podendo durar semanas ou meses. Ela afeta significativamente o funcionamento diário, causando cansaço extremo, alterações no apetite e no sono, e perda de prazer nas atividades. Também pode trazer sentimentos de desesperança e culpa.
Se os sintomas persistirem e interferirem na sua vida, é importante procurar um profissional para uma avaliação mais precisa.
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Meu amigo me perguntou o que faria se eu não conseguisse atingir meus objetivos. Na hora simplesment
Meu amigo me perguntou o que faria se eu não conseguisse atingir meus objetivos. Na hora simplesmente respondi " há, se der tudo errado eu me mato que será mais fácil. Não é como se eu tivesse outra oportunidade". Ele me repreendeu e me exculaxou de sermão de autoestima, amor próprio, ter cuidado com o que falo, e pra eu procurar terapia. Aí ela disse pra eu ter algum apreço a vida, mas pra mim está ou não vivo é (normal), sem graça e monótono.
(Não tenho pensamentos suicídas antes de suporem)RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Parece que você está passando por uma fase em que se sente desconectada ou desmotivada, o que pode ser muito difícil. Falar sobre não ver sentido na vida pode ser uma forma de expressar o desgaste emocional ou a sensação de estar sobrecarregada com os desafios, mas é importante reconhecer que mesmo que você não tenha pensamentos suicidas no momento, esse tipo de pensamento pode ser um sinal de que você precisa de apoio para lidar com esses sentimentos.
A resposta do seu amigo, apesar de ser um pouco dura, parece ser motivada pela preocupação com você, já que ele quer que você se cuide. Às vezes, quando estamos em momentos de desânimo, pode ser difícil perceber o valor que a vida tem, mas também é uma oportunidade de procurar ajuda para trabalhar esses sentimentos e encontrar novos sentidos ou formas de lidar com o que você está vivenciando.
A terapia pode ser um bom espaço para explorar essas questões de forma segura e sem julgamentos. Além disso, também pode ajudar a encontrar maneiras de lidar com a monotonia e buscar alternativas para resgatar o prazer ou interesse em pequenas coisas da vida.
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Como investigar transtorno do espectro autista em adultos?
Como investigar transtorno do espectro autista em adultos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É muito importante procurar um neuropsicólogo para a avaliação do Transtorno do Espectro Autista (TEA) em adultos, pois ele é especializado em realizar testes e avaliações que ajudam a identificar as características e habilidades cognitivas e emocionais de uma pessoa. O neuropsicólogo pode fornecer uma análise mais profunda e detalhada das funções cerebrais e comportamentais, que é essencial para um diagnóstico preciso.
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È possível desenvolver habilidades sociais para conseguir ter amizades e arrumar uma namorada mesmo
È possível desenvolver habilidades sociais para conseguir ter amizades e arrumar uma namorada mesmo sendo TEA?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é totalmente possível desenvolver habilidades sociais, mesmo tendo o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Embora pessoas com TEA possam enfrentar desafios nas interações sociais, como entender normas sociais implícitas ou interpretar expressões faciais, isso não impede que se tenha amizades ou se forme um relacionamento. O processo pode exigir mais prática, paciência e apoio, mas é plenamente viável.
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Eu tenho 19 anos, nunca beijei e nem tive nenhuma experiência sexual.sinto um bloqueio na hora da ab
Eu tenho 19 anos, nunca beijei e nem tive nenhuma experiência sexual.sinto um bloqueio na hora da abordagem e simplesmente isso não acontece e fico me questionando se tem algo em mim que não deixa ter essa experiência ou de fato não é o momento certo
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não há nada de errado com você por ainda não ter tido essas experiências. Cada pessoa tem seu próprio ritmo e momento para viver diferentes etapas da vida, incluindo os relacionamentos íntimos. O bloqueio que você sente pode ser uma reação natural ao medo da rejeição, à insegurança ou até mesmo à pressão social para se encaixar em certas expectativas.
Se você sentir que isso está impactando negativamente sua vida ou que o bloqueio é muito forte, conversar com um terapeuta pode ser uma boa ideia para explorar essas questões de forma mais profunda e encontrar formas de se sentir mais confortável.
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Eu me sinto muito mal em ter relações sexuais com meu namorado, ja cheguei a cogitar a ideia de term
Eu me sinto muito mal em ter relações sexuais com meu namorado, ja cheguei a cogitar a ideia de terminar para n ter mais que ter relações, o que faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Primeiramente, é importante que você reconheça que seus sentimentos são válidos e que você tem todo o direito de se sentir desconfortável em relação a algo tão íntimo. A pressão para ter relações sexuais, seja de fora ou de dentro de um relacionamento, pode gerar um grande desconforto, e você deve respeitar seus próprios limites e sentimentos.
Tente refletir sobre o que está gerando esse desconforto. Pergunte-se se isso está relacionado a questões emocionais ou psicológicas, como insegurança ou medo de intimidade, ou se há algo no relacionamento em si que precisa ser abordado. Às vezes, o desconforto pode ter raízes mais profundas, como uma falta de conexão emocional, traumas passados ou simplesmente um momento de sua vida em que você não está preparada para se envolver fisicamente.
A comunicação honesta com seu parceiro é fundamental. Falar sobre como você se sente pode ser um passo importante para fortalecer o relacionamento, criando espaço para o entendimento mútuo. É essencial que ambos se sintam à vontade para expressar seus sentimentos e preocupações sem pressões.
Se você perceber que o desconforto é persistente, pode ser útil procurar apoio profissional, como terapia sexual ou psicológica, para explorar o que está acontecendo de forma mais profunda. O mais importante é respeitar seu próprio tempo e espaço, sem sentir a obrigação de se encaixar em expectativas externas.
Lembre-se de que a saúde emocional e física são prioridade, e que cuidar de si mesma é um passo essencial para o bem-estar geral e para qualquer relacionamento.
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Sou mulher e sempre gostei de homens. De um tempo pra cá comecei a me sentir atraída por outra mulhe
Sou mulher e sempre gostei de homens. De um tempo pra cá comecei a me sentir atraída por outra mulher, nunca tinha sentido isso. Estou confusa, porque sinto atraída por ela , e estou apaixonada por um homem. O que faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A sexualidade é algo fluido e pode evoluir com o tempo. Muitas pessoas descobrem novas atrações e sentimentos ao longo da vida. A atração por alguém do mesmo sexo, mesmo que nunca tenha ocorrido antes, não diminui o que você sente pelo homem de quem gosta. Isso pode ser simplesmente uma experiência nova que está surgindo em você, e não necessariamente significa que você deva tomar uma decisão sobre sua orientação sexual.
É fundamental olhar para esses sentimentos com curiosidade e autocompaixão, sem pressa para rotular ou tomar uma atitude imediata. O autoconhecimento é uma ferramenta poderosa nesse processo, permitindo que você compreenda melhor suas emoções, desejos e o que essas novas experiências significam para você. Não é preciso agir de imediato; você pode simplesmente observar e refletir sobre o que está sentindo, sem a pressão de tomar uma decisão definitiva sobre sua sexualidade agora. O importante é estar em sintonia consigo mesma e dar-se o tempo necessário para explorar seus sentimentos sem cobrança.
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Antes eu tinha mania de trocar olhares com outras pessoas, quando eu percebia que alguém me olhava e
Antes eu tinha mania de trocar olhares com outras pessoas, quando eu percebia que alguém me olhava eu acabava retribuindo, não na intenção de me aproximar, mas só por gostar daquilo, talvez por ego ou validação. Há algumas semanas li que troca de olhares era de fato flerte e isso era traição, e agora me sinto angustiado. Desde então estou atormentado com a possibilidade de ter traído minha namorada, pois nunca nem me passou pela minha cabeça o desejo de trair, achava que aquilo não era nada demais. Não eram olhares encarando ou com sorrisinho nem nada, eram só olhares rápidos e eventuais, mas repetitivos em alguns casos, mesmo que não houvesse intenção de dar em cima acabava alimentado aqueles olhares idiotas.
Não paro de pensar nisso, durmo e acordo pensando nisso. É meu primeiro relacionamento, temos 20 anos, já estamos a 2 anos juntos e amo muito ela. Não quero acreditar que eu a traí, não suportaria perder-la por pura imaturidade minha e por uma atitude tão idiota. Sei que foi errado e desrespeitoso, mas venho tentando me convencer que não chegou a ser traição, mas esse questionamento não sai da minha cabeça, e quando acho que superei algum gatilho desperta a culpa novamente. O que pode ser? Meu toc? Já estou tão perturbado com isso que nem sei se eu devo ou não contar, pois se de fato não houve traição seria criar insegurança desnecessária nela. Me ajudem!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, sinto muito que você esteja passando por isso.
Sobre o diagnóstico, é importante lembrar que apenas um profissional pode avaliá-lo com precisão. Uma atitude isolada não define um transtorno como o TOC ou qualquer outra condição.
O flerte, de maneira geral, é algo que acontece entre as pessoas e, embora possa ser visto de formas diferentes, isso não significa necessariamente que seja certo ou errado. O mais importante é compreender seus sentimentos em relação a isso e como isso impacta você e seu relacionamento.
A terapia pode ser um espaço valioso para explorar essas questões, entender melhor suas emoções e encontrar formas mais saudáveis de lidar com a culpa e a autocobrança. Permita-se esse processo sem se julgar tanto. Você não precisa carregar esse peso sozinho.
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É normal a psicóloga só ouvir o paciente, na primeira consulta inicial sem repassar algumas dicas?
É normal a psicóloga só ouvir o paciente, na primeira consulta inicial sem repassar algumas dicas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, isso pode ser normal e depende bastante da abordagem da psicóloga. Na primeira consulta, o foco geralmente é entender a queixa do paciente, sua história e suas necessidades, para que a profissional possa estruturar um plano de tratamento adequado. Algumas psicólogas preferem ouvir mais nesse primeiro momento para compreender melhor o caso antes de oferecer intervenções ou orientações.
Por outro lado, algumas podem trazer algumas reflexões ou direções logo na primeira sessão, dependendo da abordagem terapêutica. Por exemplo, na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), é comum que o terapeuta já comece a explicar como funciona a terapia e, em alguns casos, oferecer pequenas estratégias iniciais.
Se o paciente sentiu falta de mais orientações logo na primeira sessão, ele pode conversar com a psicóloga sobre isso na próxima consulta. A terapia é um processo colaborativo, e a comunicação aberta ajuda a garantir que as expectativas estejam alinhadas.
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Olá, como saber se uma reflexão sobre os acontecimentos são distorções cognitivas, pensamento disfun
Olá, como saber se uma reflexão sobre os acontecimentos são distorções cognitivas, pensamento disfuncionais ou realidade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá
Vou pontuar alguns exemplos abaixo:
Para diferenciar distorções cognitivas, pensamentos disfuncionais e realidade, pergunte-se:
- É uma distorção cognitiva? → Meu pensamento tem exagero, generalização ou conclusões sem provas? (Ex: “Todo mundo me acha um fracasso.”)
- É um pensamento disfuncional? → O pensamento não é totalmente irracional, mas me prejudica ou limita? (Ex: “Se eu demonstrar fraqueza, vão me abandonar.”)
- É realidade? → Tenho evidências concretas e o pensamento é equilibrado? (Ex: “Cometi um erro, mas isso não define minha capacidade.”)
Se o pensamento for extremo ou sem provas, provavelmente é uma distorção ou disfuncional. Se for baseado em fatos e analisado com equilíbrio, está mais próximo da realidade.
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Perguntas frequentes
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Tem algum problema tomar Daforin de manha e sulpan a noite ?
Se por Daforin você se refere à fluoxetina e por Sulpan ao medicamento que…