Perguntas do paciente (21)

  • Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, ma

    Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, mas quando tentamos algo mais íntimo, meus traumas tomam conta e eu choro e fico com medo(fui abusada com 5 anos e com 11 anos). Eu não sei o que fazer, sóbria eu fico mal, bêbada eu fico pior, pois eu tenho crises de pânico e vejo meus abusadores e começo a ter memórias dos abusos, não quero que meu namorado tenha uma namorada defeituosa. O que eu faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Deivison Ferreira

    Olha ! Eu te recomendo a terapia para ressignificar tudo isso. São exercicios que devem ser feitos junto com o terapeuta e com as técnicas adequadas você pode superar isso rapidamente. Mas busque ajuda, você vai conseguir superar tudo.


  • Passei um inferno em um antigo trabalho por 3 anos e minha mãe não acreditou no que eu disse dizendo

    Passei um inferno em um antigo trabalho por 3 anos e minha mãe não acreditou no que eu disse dizendo que eu tinha mania de perseguição, que estava exagerando, etc. Fiquei tão mal que no trabalho quase desmaiei e tive problemas de estômago. Saí dele recentemente e ainda tenho sentimento de abandono e traição e concluo com isso que a maioria das pessoas não prestam e são falsas. Como lidar com o sentimento de abandono e traição vindo da mãe?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Deivison Ferreira

    Um diagnóstico profundo vai ajudar a entender os motivos. Sei que quando estamos na dor, é dificil, pois queremos um conselho que resolva tudo de forma imediata. Busque ajuda de um terapeuta para que você possa enxergar aquilo que ainda não sabe... Confie no processo e dedique-se a isso, é a sua felicidade e vida temos uma só.


  • Há alguns dias, meu filho me procurou e disse que gostaria de voltar a fazer terapia. Ele fez terapi

    Há alguns dias, meu filho me procurou e disse que gostaria de voltar a fazer terapia. Ele fez terapia por um ano, Há dois anos atrás. Aparentemente, parecia uma depressão. A psicóloga me passou que ele tinha um pouco de fobia social. Como ele apresentou uma certa melhora, a psicóloga disse que não havia mais necessidade de terapia. Porém, eu percebo qie ele é diferente, já cheguei a pensar que ele talvez seja autista. Mas, hoje ele (chorando) me disse que não queria nos decepcionar e me contou que ele não se sente um menino e sim menina(desde pequeno). Ele tem 17 anos.Ele não demonstra nenhum estereótipo feminino. Já chegou a se apaixonar por uma menina. Ele diz que apesar de se sentir assim,.sexualmente, ele não tem interesse em se relacionar com menino, e sim, com menina
    Comentou também sobre a mudança de identidade, de transição de gênero e que pode acontecer dd mesmo ele se tornando uma menina ele se relacionar com outra menina. Hoje em dia os jovens tem muito mais informação. Pra mim é um pouco confuso , sei qie mesmo que ele tenha informações, tenho certeza que não é fácil lidar com isso. Pois, sabemos os desafios e situações que iremos enfrentar. Jamais agendei com uma psicóloga, mas gostaríamos de mais esclarecimentos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Deivison Ferreira

    Importante fazer exames hormonais e verificar se não há alguma disfunção hormonal. JUnto a isso procurar um psicologo que aplique uma bateria de testes para avaliar o momento emocional que ele está. Pro exemplo: No nosso método Lidere-se aplicamos uma bateria de teste para avaliar os emocionais e depois traçamos um plano.


  • Por onde é possível começar a perder o medo com mulheres após anos de depressão grave e isolamento

    Por onde é possível começar a perder o medo com mulheres após anos de depressão grave e isolamento (ansiedade social)?

    Contexto: Minha depressão começou no Ensino Médio. Terminei, fiquei quatro anos definhando, e então foi dado início ao tratamento (oito anos ao todo). Veio a pandemia, mais de um ano de lockdown, e então passei a ter uma grande melhora. Minha depressão entrou em remissão tem um ano, minha ansiedade social está controlada em boa parte. Faço acompanhamento com psiquiatra e psicóloga.
    Estou recomeçando a minha vida do zero após anos e anos de isolamento. Já aprendi dois idiomas, comecei a sair mais e sozinho, voltei a ter minha autonomia, cuidado comigo, faço academia, yoga, me matei de estudar pra entrar num curso muito concorrido na federal, voltei a sair com meus amigos e até fiz novas amizades e é isso. Acontece que quanto mais eu vou melhorando, maior a minha solidão vai ficando. O meu anseio por contato humano, desejo e a libido acabam ficando muito altos. Eu não quero pagar por profissional (não sou virgem), pois eu necessito de conexão. Sou introvertido.

    Agora para a questão da pergunta: Eu estou voltando a desenvolver minhas habilidades sociais. Consigo falar com mulheres normalmente quando não envolve atração física/sexual. Como esse desejo somado a solidão tem aumentado muito, abordei minha psicóloga para ver se há maneira de eu começar a me expor de forma gradual ou de contornar isso. Não tive êxito. Meu tratamento é pelo SUS. Então comecei a puxar assunto pelo instagram e whatsapp para ir me expondo. Só que esses dias tive uma crise de pânico após estar rodeado de mulheres na mesa em um pub. Consegui contornar a crise, mas percebi que eu ainda não consigo flertar pessoalmente ou ter um date ou qualquer coisa do tipo e eu quero muito melhorar isso, pois minha mente e meu corpo estão clamando por isso, mas a minha ansiedade social nesse quesito está me bloqueando.

    Não sei qual profissional procurar ou então qual outra forma de abordar esse assunto com a minha psicóloga para que eu possa ter o acompanhamento dela, de uma profissional da saúde. Só sei que isso está acabando comigo. É algo muito novo pra mim, pois passei boa parte da minha vida sem desejo algum.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Deivison Ferreira

    Olha! É muito importante a aplicação de algumas avalições para encontrarmos onde devemos trabalhar essas questões... Em meu protocolo de tratamento primeiro aplicamos uma bateria de avaliações e só depois traçamos um plano... Essas janelas que se abrem diante de alguns momentos podem ser trabalhadas e levar uma vida normal. As vezes não é o profissional, mas especialidade que você buscou. Dentro da psicologia assim como na medicina tem especialidades. Avalie melhor a especialidade que você precisa. Continue na busca pelo autoconhecimento. Não desista..


  • Peguei meu filho de 14 anos em um jogo de discorde tendo uma bate papo com alguém do sexo masculino

    Peguei meu filho de 14 anos em um jogo de discorde tendo uma bate papo com alguém do sexo masculino assunto de punho sexual, com muitos palavrões, não sei o que fazer .
    Recolhi o celular dele por medo de ser um pedófilo do outro lado .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Deivison Ferreira

    Disciplina não é demais e limites também não. Mantenha-se firme e não seda, agora é a hora de colocar limites. Ele vai te agradecer no futuro. Ele não precisa de internet ou do discord para sobreviver. Acredite que enfrentar com energia isso agora vai ser bem mais fácil que deixar para a fase adulta... Diga a ele que você o ama e prefere correr o risco dele não gostar de você, mas que continuará a amá-lo mesmo assim...


  • Eu fico pensando em coisas ruins que não quero pensar e mesmo que eu tente substituir esses pensamen

    Eu fico pensando em coisas ruins que não quero pensar e mesmo que eu tente substituir esses pensamentos eles voltam. Não sei o que fazer, me sinto uma pessoa horrível. Parece que eu vou enlouquecer a qualquer momento.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Deivison Ferreira

    Olá! Obrigado por compartilhar o que você está sentindo.

    Quero começar dizendo que você não está sozinho(a). Muitas pessoas passam por momentos em que pensamentos ruins insistem em aparecer, mesmo quando tudo o que mais querem é se livrar deles. Isso não faz de você uma pessoa ruim, muito menos significa que está enlouquecendo.

    O que você descreve pode estar relacionado a altos níveis de ansiedade ou a um quadro de pensamentos obsessivos, que são mais comuns do que parecem e, sim, têm tratamento. A boa notícia é que há caminhos para lidar com isso de forma saudável e eficaz.

    O primeiro passo é buscar ajuda profissional. Um(a) psicólogo(a) pode te ajudar a entender de onde vêm esses pensamentos e trabalhar estratégias para lidar com eles sem tanto sofrimento. Em alguns casos, o acompanhamento conjunto com um psiquiatra também pode ser importante.

    Você merece cuidado, acolhimento e um espaço seguro para falar sobre o que sente sem julgamentos. Fico à disposição para te acompanhar nesse processo, se desejar.

    Você quer marcar uma primeira conversa? Pode ser o início de uma mudança significativa na sua vida.


  • Há chances de um relacionamento que já passou por agressões física e verbais ser reconstruído com am

    Há chances de um relacionamento que já passou por agressões física e verbais ser reconstruído com amor e sem mágoas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Deivison Ferreira

    Olá! Obrigado por trazer essa pergunta com tanta coragem e sensibilidade.

    Relacionamentos que passaram por agressões físicas e verbais carregam marcas profundas — tanto emocionais quanto psicológicas. A reconstrução é um caminho muito delicado e, embora não seja impossível, exige responsabilidade, compromisso real com mudanças e apoio profissional contínuo.

    O primeiro ponto fundamental é que a violência, de qualquer tipo, jamais deve ser normalizada ou justificada. Para que exista qualquer possibilidade de reconstrução, é necessário que a pessoa que cometeu a agressão reconheça plenamente seus atos, busque ajuda profissional (como psicoterapia ou grupos de reabilitação), e demonstre uma mudança consistente e duradoura no comportamento.

    Por outro lado, quem sofreu a agressão precisa de acolhimento, escuta e um espaço seguro para cuidar das feridas emocionais. É importante entender os próprios sentimentos, os impactos vividos e o que realmente se deseja para o futuro — sem culpa, sem pressão, e com liberdade.

    Reconstruir pode ser possível quando há amor, mas acima de tudo quando há respeito, segurança e saúde emocional para ambos. E isso só se constrói com acompanhamento psicológico, tempo e muita honestidade consigo mesmo(a).

    Se você está passando por uma situação assim, estou aqui para te ouvir e te ajudar a entender, com calma, qual é o melhor caminho para você.


  • Olá! Tenho 19 anos me sinto culpada por ter pedido demissão Eu chegava em casa e acabava dormindo e

    Olá! Tenho 19 anos me sinto culpada por ter pedido demissão Eu chegava em casa e acabava dormindo e o ciclo se repetia até chegar no ponto onde eu ponderei o que realmente valia apena, mas queria entender porque sinto tanta culpa. O que eu posso fazer para não me sentir culpada?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Deivison Ferreira

    Oi! Primeiramente, queria te dizer que sentir culpa por pedir demissão é algo muito comum, especialmente quando tomamos decisões que impactam nossa vida e rotina. Mas a culpa nem sempre significa que você fez algo errado—ela pode ser apenas um reflexo das suas crenças e da forma como você enxerga responsabilidades.

    Por que você sente culpa?
    A culpa pode vir de vários fatores, como:
    Medo de decepcionar os outros (chefes, colegas, família)
    Autocobrança excessiva ("Será que eu deveria ter aguentado mais?")
    Crenças sobre trabalho e sucesso (achar que "desistir" é falhar)
    Incerteza sobre o futuro (não saber exatamente o que vem depois)

    Pelo que você disse, parece que o trabalho estava te deixando exausta, te colocando em um ciclo de apenas trabalhar, dormir e repetir. Se você tomou a decisão de sair para preservar seu bem-estar e refletir sobre o que realmente vale a pena, isso não foi um erro, foi um ato de autocuidado.


  • Olá! Queria saber se uma pessoa que tem fatores genéticos (ou algo do tipo) para transtorno de perso

    Olá! Queria saber se uma pessoa que tem fatores genéticos (ou algo do tipo) para transtorno de personalidade antissocial, mas passou por traumas na infância que fizeram o transtorno borderline se desenvolver, pode ter uma amígdala hipoativa ao invés de hiperativa. E queria saber também caso se isso for possível, como funcionaria as emoções, impulsos etc dessa pessoa.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Deivison Ferreira

    Sim, isso é possível, embora a regra geral seja que no TPB a amígdala seja hiperativa e no TPAS ela seja hipoativa. Porém, como os transtornos de personalidade não são “caixas fechadas”, algumas pessoas podem apresentar uma mistura de características neurobiológicas de ambos.

    Como funcionaria essa interação na prática?
    Se a amígdala estivesse hipoativa, isso significaria que a pessoa teria uma resposta emocional reduzida ao medo e à dor alheia, o que é comum no TPAS. Porém, como ela desenvolveu traumas e sintomas do TPB, outras áreas do cérebro, como o córtex pré-frontal e o sistema límbico, poderiam compensar de maneiras diferentes.


  • Minha filha de 4 anos só gosta de ver monstros, zumbis, sangue pessoas sendo esfaqueadas coisas feia

    Minha filha de 4 anos só gosta de ver monstros, zumbis, sangue pessoas sendo esfaqueadas coisas feias no YouTube e coloco no Kids e quando me distraio um pouco ela põe no normal pra ver essas coisas não gosta de nenhum desenho infantil. Eu quero saber se isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Deivison Ferreira

    Isso não é normal.
    Isso tem a ver com limites e voz de comando sobre seu filho, ela está numa fase de construção das emoções procure ajuda para que possam te orientar em relação de como você pode ajudar seu filho e também se ajuda, afinal os pais são os mais atingidos nesses casos.
    Espero que tudo se resolva..


  • Quais são os Ciclos de Manutenção em Terapia Cognitivo Comportamental ?

    Quais são os Ciclos de Manutenção em Terapia Cognitivo Comportamental ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Deivison Ferreira

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), os ciclos de manutenção são padrões de pensamento, emoções e comportamentos que mantêm os problemas psicológicos ativos. Esses ciclos fazem com que a pessoa continue presa em sua dificuldade, reforçando crenças negativas e comportamentos disfuncionais.
    Ciclo da Ansiedade
    * Pensamento: "Se eu falhar, todos vão me julgar."
    * Emoção: Ansiedade intensa.
    * Comportamento: Evitar situações que causam medo (evitação).
    *Resultado: A ansiedade diminui temporariamente, mas o medo se mantém, reforçando a crença de que a situação é perigosa.
    Ciclo da Depressão
    *Pensamento: "Nada do que eu faço tem importância."
    * Emoção: Tristeza, desesperança.
    * Comportamento: Isolamento, falta de motivação.
    * Resultado: A falta de atividades prazerosas reforça o sentimento de inutilidade e piora a depressão.


  • Qual é o foco da terapia cognitiva comportamental?

    Qual é o foco da terapia cognitiva comportamental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Deivison Ferreira

    O foco da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é ajudar a pessoa a identificar, questionar e modificar padrões de pensamento e comportamento disfuncionais que estão causando sofrimento emocional ou dificuldades na vida.

    Princípios centrais da TCC:
    Relação entre Pensamento, Emoção e Comportamento:
    A forma como interpretamos as situações influencia como nos sentimos e agimos. Se mudamos nossos pensamentos, podemos mudar nossas emoções e comportamentos.

    Identificação e Reestruturação de Pensamentos Negativos:
    A TCC ensina a reconhecer padrões de pensamento distorcidos (ex: "Nunca faço nada certo") e substituí-los por pensamentos mais realistas e saudáveis.

    Mudança de Comportamentos Disfuncionais:
    A terapia trabalha para modificar comportamentos que mantêm problemas psicológicos, como evitação no caso da ansiedade ou isolamento na depressão.

    Técnicas Baseadas em Evidências:
    A TCC utiliza estratégias práticas e comprovadas cientificamente, como exposição gradual, técnicas de relaxamento, reestruturação cognitiva e ativação comportamental.

    Foco no Presente e na Solução:
    Ao contrário de algumas abordagens que analisam profundamente o passado, a TCC se concentra no aqui e agora, ajudando o paciente a desenvolver habilidades para lidar com problemas atuais.


  • Olá comecei a tomar a injeção mensal em 27/09 e hoje 14/12 fiz sexo desprotegido. A injeção é: Enan

    Olá comecei a tomar a injeção mensal em 27/09 e hoje 14/12 fiz sexo desprotegido.
    A injeção é: Enantato de Noretisterona 50mg + Valerato de Estradiol.
    Devo usar pílula do dia seguinte?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Deivison Ferreira

    Nessas situações. Procure sempre um médico e faça uma consulta com o um especialista.


  • Como o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) afeta amigos e família de uma pessoa border?

    Como o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) afeta amigos e família de uma pessoa border?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Deivison Ferreira

    Dependerá sempre do nível de desenvolvimento, mas em alguns casos, afeta todos à sua volta.


  • Uma pessoa com Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) pode desenvolver outras doenças e transt

    Uma pessoa com Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) pode desenvolver outras doenças e transtornos psiquiátricos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Deivison Ferreira

    SOlá! A resposta é sim, pois a impulsividade acaba desenvolvendo outros transtornos, com o risco de desenvolver vicios dos mais diversos tipos. Buscar e um acompanhamento é a melhor solução sempre.


  • Bom dia, gostaria de saber qual tipo de terapia procurar para tratar fortes sentimentos de culpa e r

    Bom dia, gostaria de saber qual tipo de terapia procurar para tratar fortes sentimentos de culpa e remorso? Obrigado.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Deivison Ferreira

    Bom dia! Para tratar fortes sentimentos de culpa e remorso, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma das abordagens mais recomendadas.

    Por que a TCC pode ajudar?
    Identifica e modifica padrões de pensamento negativos – Muitas vezes, a culpa vem de interpretações distorcidas dos eventos. A TCC ajuda a reformular esses pensamentos.
    Trabalha o autoquestionamento – Você realmente foi responsável pelo que aconteceu ou está se culpando excessivamente? A terapia ajuda a diferenciar culpa real de culpa exagerada.
    Ensina técnicas para lidar com emoções intensas – Além de entender a culpa, a terapia ensina estratégias para aceitá-la sem que ela te paralise.
    Ajuda a transformar a culpa em aprendizado – Em vez de ficar preso no sofrimento, você aprende a tirar lições da experiência e seguir em frente.


  • Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?

    Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Deivison Ferreira

    Essa dificuldade em falar com mulheres pode ter várias origens, como ansiedade social, insegurança, baixa autoestima ou medo da rejeição. O importante é saber que isso é algo comum e que pode ser trabalhado!


  • Seria proveitoso para uma pessoa de 75 anos de idade iniciar psicoterapia?

    Seria proveitoso para uma pessoa de 75 anos de idade iniciar psicoterapia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Deivison Ferreira

    Não há idade limite, é sempre recomendado. E ajuda muito encontrar algumas respostas...


  • Um psicólogo pode atender duas pessoas da mesma família?

    Um psicólogo pode atender duas pessoas da mesma família?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Deivison Ferreira

    Sim. Desde que todos estejam de acordo.


  • Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse

    Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse. Como faço para fazer uma avaliação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Deivison Ferreira

    Ansiedade x Estresse: Qual a Diferença?
    Ansiedade: Medo excessivo sobre o futuro, preocupação constante, sensação de perigo iminente, sintomas físicos como coração acelerado, falta de ar e tensão muscular.
    Estresse: Reação a uma pressão externa (trabalho, problemas pessoais), sensação de sobrecarga, cansaço mental e físico, irritabilidade e dificuldades de concentração.
    Quando se combinam? O estresse prolongado pode levar à ansiedade crônica, e a ansiedade pode aumentar a sensação de estresse.

    Como Fazer uma Avaliação?
    Autoavaliação:
    Responda algumas perguntas para refletir sobre sua situação:
    Você sente preocupação excessiva, mesmo sem motivo aparente?
    Tem sintomas físicos como palpitações, tremores ou falta de ar?
    Se sente sempre sobrecarregado(a) e com dificuldade de relaxar?
    Tem dificuldades para dormir ou sente fadiga constante?
    Seus sintomas afetam sua rotina, trabalho ou relacionamentos?

    Se respondeu "sim" para várias perguntas, pode ser interessante buscar uma avaliação profissional.


Perguntas frequentes

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