Perguntas do paciente (44)
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agorafobia tem cura? ou tratamento? gostaria de saber sobre um pouco esse assunto. ele é pouco falad
agorafobia tem cura? ou tratamento? gostaria de saber sobre um pouco esse assunto. ele é pouco falado hj em dia mas algumas pessoas sofrem disso e eu tb descobri que tenho isso. há alguns anos, próximo de 2020 a pandemia tudo começou.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Agorafobia é um transtorno de ansiedade que costuma fazer as pessoas evitarem lugares ou situações onde possam se sentir inseguras ou sem controle, como multidões, espaços abertos ou lugares fechados.
Tem tratamento e, com o acompanhamento adequado, muitas pessoas conseguem melhorar bastante ou até ter remissão dos sintomas. O tratamento envolve psicoterapia, como a terapia cognitivo-comportamental, que ajuda a entender e modificar os pensamentos e comportamentos relacionados ao medo, além de, em alguns casos, o uso de medicação prescrita por um psiquiatra.
Sobre a cura, é importante entender que não utilizamos esse termo quando falamos de transtornos mentais, mas que o prognóstico é bem positivo e que muitas pessoas tem remissão de sintomas para o resto da vida. O mais importante é procurar ajuda especializada, pois um profissional pode orientar o melhor caminho para o seu caso.
E é totalmente compreensível que a pandemia tenha influenciado o surgimento ou agravamento de sintomas como esses, já que ela trouxe muitas mudanças e inseguranças. Você não está sozinho nisso, e buscar apoio é um passo muito importante. Estou aqui para te ajudar no que precisar!
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Eu tenho um parente que não assume nenhum erro, empurra a culpa para os outros e até coisas pequenas
Eu tenho um parente que não assume nenhum erro, empurra a culpa para os outros e até coisas pequenas que não vão dar em nada não assume. O que passa na cabeça dessas pessoas? Existe terapia para tratar isso ou faz parte da personalidade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo como essa situação pode ser desafiadora e emocionalmente desgastante. Pessoas que têm dificuldade em assumir erros e tendem a empurrar a culpa para os outros podem estar agindo assim por questões relacionadas à personalidade, mas é importante lembrar que, sem uma avaliação adequada com a pessoa, não dá para afirmar exatamente o que está por trás desses comportamentos. Um ponto importante é refletir sobre o a forma como você lida com essa situação, a sua relação com essa pessoa, o porque se importa, se esta sendo impactado e como nessa situação. A terapia pode ser uma ferramenta útil nesse processo, ajudando a pessoa a entender melhor suas motivações e desenvolver estratégias mais saudáveis. Estou aqui para te apoiar no que precisar!
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Meu relacionamento está em crise. Minha esposa diz estar cansada dos erros que cometi e não consegue
Meu relacionamento está em crise. Minha esposa diz estar cansada dos erros que cometi e não consegue mais manter a relação. Ela chegou a se envolver emocionalmente com outra pessoa e disse ter se sentido feliz, mas hoje afirma que não quer me machucar, embora se sinta infeliz. Estou sem saber como agir e se ainda é possível reconstruir nosso vínculo. Um psicólogo pode ajudar em situações como essa, talvez com terapia de casal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja passando por um momento tão difícil. Situações de crise no relacionamento, especialmente quando há envolvimento emocional com outra pessoa, podem ser muito dolorosas e complexas. Um psicólogo pode ser uma grande ajuda nesse momento, especialmente se vocês decidirem fazer uma terapia de casal. A terapia pode proporcionar um espaço seguro para ambos expressarem seus sentimentos, entenderem as causas dos conflitos e trabalharem juntos para reconstruir a confiança e o vínculo. Lembre-se de que, embora seja um desafio, muitas relações conseguem se recuperar com esforço, comunicação aberta e apoio profissional. O importante é que vocês estejam dispostos a buscar essa ajuda e a trabalhar juntos para superar essa fase. Estou aqui torcendo por vocês e disposto a ajudar no que precisar!
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Sinto que procrastino demais, até para coisas que gosto de fazsr, mesmo que eu não queira. Isso tá
Sinto que procrastino demais, até para coisas que gosto de fazsr, mesmo que eu não queira.
Isso tá me atrapalhando bastante, principalmente porque deixo de fazer as coisas que preciso fazer e “deixo para depois”. Mesmo que eu quero parar eu não consigo. Faço tudo na ultima hora ou nem faço. Qual a melhor orientação?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo como essa sensação de procrastinação pode ser frustrante e impactar bastante sua rotina. Uma orientação que pode ajudar é tentar identificar as razões pelas quais você procrastina. Às vezes, isso acontece por medo de falhar, perfeccionismo, falta de motivação ou até cansaço. Uma estratégia útil é dividir as tarefas em passos menores e estabelecer prazos específicos para cada um deles. Assim, fica mais fácil começar e manter o foco. Outra dica é criar uma rotina com horários definidos para realizar suas atividades, incluindo momentos de descanso e lazer, para equilibrar melhor seu tempo. Lembre-se também de ser gentil consigo mesmo e reconhecer seus progressos, mesmo que pequenos. Se sentir que a procrastinação está muito forte ou difícil de controlar, conversar com um profissional pode ajudar a entender melhor suas causas e desenvolver estratégias personalizadas. Você está no caminho certo ao buscar soluções, e com um pouco de prática, é possível melhorar essa questão!
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Qual a diferença de transtorno mental para doença mental?
Qual a diferença de transtorno mental para doença mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! A diferença entre transtorno mental e doença mental é bastante sutil, mas importante. O termo "doença mental" costuma ser usado de forma mais geral e popular, referindo-se a condições que afetam o funcionamento psicológico, emocional e comportamental de uma pessoa, muitas vezes com uma conotação de algo mais grave ou clínico. Já o termo "transtorno mental" é mais técnico e utilizado na área da saúde mental, especialmente nos manuais diagnósticos como o DSM-5. Ele se refere a um padrão de sintomas clínicos que causam sofrimento ou prejuízo significativo na vida da pessoa, e que podem ser identificados e classificados de acordo com critérios específicos. Resumindo, "doença mental" é uma expressão mais ampla e comum, enquanto "transtorno mental" é um termo técnico que descreve condições específicas diagnosticáveis. Ambos se referem a condições que afetam a saúde mental, mas o uso pode variar dependendo do contexto. O termo técnico correto é Transtorno Mental.
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Como reduzir os riscos de transtorno mental em crianças e adolescentes?
Como reduzir os riscos de transtorno mental em crianças e adolescentes?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Para reduzir os riscos de transtorno mental em crianças e adolescentes, algumas ações importantes podem fazer toda a diferença. Primeiro, criar um ambiente familiar acolhedor, com diálogo aberto e apoio emocional, ajuda a fortalecer a autoestima e a segurança emocional das crianças. Segundo, incentivar uma rotina equilibrada, com horários regulares para sono, alimentação, estudos e lazer, contribui para o bem-estar geral. Terceiro, promover atividades físicas e momentos de lazer também são essenciais, pois ajudam a reduzir o estresse e melhorar o humor. Além disso, é importante estar atento aos sinais de dificuldades emocionais ou comportamentais e buscar ajuda profissional quando necessário. Por fim, educar sobre saúde mental e combater o estigma também são passos importantes para que crianças e adolescentes se sintam mais à vontade para falar sobre seus sentimentos e buscar apoio. Lembre-se de que um ambiente de apoio, compreensão e cuidado (validação emocional) faz toda a diferença na saúde mental dos jovens!
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Uma pessoa com ansiedade tem risco maior de sofrer de outros transtornos psiquiátricos?
Uma pessoa com ansiedade tem risco maior de sofrer de outros transtornos psiquiátricos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi! Sim, pessoas com ansiedade podem ter um risco maior de desenvolver outros transtornos psiquiátricos. Isso acontece porque a ansiedade muitas vezes está relacionada a outros fatores que podem contribuir para o surgimento de diferentes condições, como depressão ou transtornos de humor. Se você ou alguém que conhece está lidando com ansiedade, é importante procurar ajuda de um profissional para um acompanhamento adequado. Estou aqui para ajudar no que precisar!
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Quais são as diferenças entre angústia e ansiedade?
Quais são as diferenças entre angústia e ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Embora angústia e ansiedade possam parecer semelhantes, elas têm diferenças importantes e distintas. Angústia é uma sensação mais geral de desconforto, tristeza ou sofrimento emocional. Ela costuma estar relacionada a uma situação específica que causa dor, como uma perda, uma decepção ou uma preocupação profunda. A angústia pode ser mais duradoura e estar ligada a um sentimento de vazio ou de impotência diante de algo que aconteceu ou que está por vir. Ansiedade, por outro lado, é uma resposta emocional a uma ameaça percebida, muitas vezes relacionada a preocupações com o futuro. Ela costuma envolver sintomas físicos, como coração acelerado, sudorese, tremores, além de uma sensação de nervosismo ou inquietação. A ansiedade pode ser mais focada em situações específicas ou ser mais generalizada, e muitas vezes ela é acompanhada de pensamentos acelerados ou preocupações excessivas. Resumindo: a angústia é uma sensação mais ampla de sofrimento emocional, muitas vezes ligada a uma dor interna, enquanto a ansiedade é uma resposta a uma ameaça percebida, com sintomas físicos e uma preocupação mais focada no futuro.
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Quais são as complicações possíveis do transtorno de personalidade borderline?
Quais são as complicações possíveis do transtorno de personalidade borderline?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O transtorno de personalidade borderline pode levar a várias complicações que afetam a vida da pessoa de diferentes maneiras. Algumas das complicações mais comuns incluem dificuldades nos relacionamentos interpessoais, devido à instabilidade emocional e medo de abandono, o que pode gerar conflitos frequentes. Além disso, há um risco aumentado de comportamentos impulsivos, como uso de substâncias, automutilação e até tentativas de suicídio. Essas ações podem resultar em ferimentos, hospitalizações e complicações físicas. Outro ponto importante é que a instabilidade emocional e os comportamentos impulsivos podem prejudicar o desempenho no trabalho ou nos estudos, levando a dificuldades financeiras ou acadêmicas. Por isso, é fundamental buscar ajuda especializada para gerenciar esses sintomas e evitar que as complicações afetem ainda mais a qualidade de vida.
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Quais são as Diferenças entre as depressões típica e atípica ?
Quais são as Diferenças entre as depressões típica e atípica ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! De acordo com o DSM-5, as diferenças entre a depressão típica (ou maior) e a depressão atípica estão relacionadas aos critérios específicos e às características clínicas de cada uma. Na depressão maior, os sintomas incluem humor deprimido na maior parte do dia, quase todos os dias, perda de interesse ou prazer em quase todas as atividades, alterações no sono (insônia ou hipersonia), alterações no apetite (queda ou aumento), fadiga, sentimentos de inutilidade ou culpa excessiva, dificuldades de concentração e pensamentos recorrentes de morte ou suicídio. Esses sintomas causam prejuízo significativo na vida da pessoa. Na depressão atípica, alguns critérios específicos são considerados. Segundo o DSM-5, ela é caracterizada por uma reatividade do humor, ou seja, a pessoa consegue experimentar momentos de melhora do humor em resposta a eventos positivos. Além disso, apresenta pelo menos dois dos seguintes sintomas: aumento do apetite ou ganho de peso, sono excessivo, sensação de peso nos braços ou pernas, e uma sensibilidade ou reatividade emocional aumentada (rejeição percebida que causa uma resposta emocional forte). Resumindo, a depressão típica (maior) apresenta um padrão mais uniforme de humor deprimido e perda de interesse, enquanto a atípica se caracteriza por reatividade do humor, aumento do apetite, sono excessivo e sensibilidade emocional. Se estiver sentido alguns desses sintomas, busque um profissional que possa te avaliar certinho!
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Sou portador de T.O.C, tenho muitas risadas, apesar que tento fingir que são aleatórias, elas são pr
Sou portador de T.O.C, tenho muitas risadas, apesar que tento fingir que são aleatórias, elas são provenientes de uma reação a pensamentos intrusivos extremamente doentios, é normal rir dos pensamentos intrusivos quando eles envolvem situações anti éticas, cruéis e imorais? Como posso aumentar minha sensibilidade e empatia quando entro em confronto com esses assuntos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Obrigado por compartilhar o que está passando. É bastante comum que pessoas com T.O.C tenham risadas ou outras reações involuntárias aos pensamentos intrusivos, especialmente quando eles envolvem temas difíceis, como situações antiéticas ou cruéis. Essas reações podem ser uma forma de seu cérebro tentar lidar com esses pensamentos desconfortáveis, mesmo que pareçam estranhas ou fora de contexto.
Sobre aumentar sua sensibilidade e empatia, uma abordagem que pode ajudar é trabalhar com um profissional de saúde mental, como um psicólogo, que pode oferecer estratégias específicas para lidar com esses pensamentos e emoções. Técnicas de mindfulness, por exemplo, podem ajudar a observar esses pensamentos sem julgamento, reduzindo o impacto deles na sua rotina. Além disso, praticar a compaixão consigo mesmo e entender que esses pensamentos não definem quem você é pode ser um passo importante. Não julgue, nem critique seus pensamentos, permita-se tê-los, pois quanto mais você lutar contra eles, eles terão maior forma. Autorize-se a ter esses pensamentos.
Lembre-se de que você não está sozinho nisso, e buscar apoio é um passo corajoso e positivo. Estou aqui para ajudar no que precisar!
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Comecei a namorar fazem 2 meses e já decidimos morar juntos. Temos muito objetivos de vida em comum,
Comecei a namorar fazem 2 meses e já decidimos morar juntos. Temos muito objetivos de vida em comum, gostamos das mesmas coisas, somos atenciosos e carinhosos um com o outro.
Porém esses 2 meses foram marcados por muitas brigas. Acredito que eu tenha me esforçado tanto pra conquistar ela, que agora que estamos juntos, não consegui manter o nível de intensidade em atitudes e gestos para surpreender. Gosto muito dela, só não consigo entender pq não consigo demonstrar tanto todos os dias.
No dia a dia nossa convivência é muito boa, mas sinto que falho nos pequenos gestos. Por não deixar um bilhete, uma flor inesperada, coisas assim que ela gosta, e então vem as cobranças! Pq eu não preparei algo enquanto ela saiu de casa, pq eu saí e não trouxe qualquer coisa que mostrasse que lembrei dela. Etc…
Parece que tudo que faço durante o dia, os carinhos, beijos, cuidado com ela, isso nada tem relevância. É isso parece que me afasta por ser cobrado e não conseguir fazer espontaneamente. Quando faço fica parecendo que só fiz pq fui cobrado.
Isso me deixa em dúvida sobre a relação, começar um relacionamento com um clima tão pesado, é bem difícil.
Como entender pq não consigo dar o que ela me pede?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que você esteja se sentindo sobrecarregado e confuso em relação ao que está acontecendo na sua relação. Um relacionamento intenso e cheio de cobranças logo no início pode ser desafiador, principalmente quando você sente que não consegue corresponder às expectativas da outra pessoa, mesmo tendo boas intenções. Tente entender melhor a situação e explorar algumas questões importantes, como expectativa x realidade de um relacionamento, cobrança, a importância da comunicação, a dinâmica da relação de vocês. Tanto a terapia individual como a terapia de casal podem te auxiliar muito nesse momento.
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Quando escuto alguém falando de forma detalhada sobre determinado acidente que sofreu, sinto um desc
Quando escuto alguém falando de forma detalhada sobre determinado acidente que sofreu, sinto um desconforto e minha pressão começa a cair. Eu posso ver sangue e creio que até acidentes sem problemas, mas não escutar a história detalhadamente. Associei isso ao fato de que sinto as coisas com muita intensidade, tenho uma sensibilidade emocional grande, além de eu ser mais introspectivo (voltado para os pensamentos, imaginações). Está correto ou teria outra explicação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está descrevendo parece estar relacionado a uma combinação de fatores emocionais e psicológicos, e sim, é possível que sua sensibilidade emocional e tendência a se concentrar internamente (como uma pessoa introspectiva) influenciem a forma como você reage a histórias detalhadas de acidentes. Para compreender melhor sua situação seria importante uma sessão de avaliação afim de explorar mais alguns pontos sobre sua personalidade.
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Existem sinais comportamentais precoces que anunciam o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)
Existem sinais comportamentais precoces que anunciam o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) durante a infância e adolescência?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, existem sinais comportamentais precoces que podem sugerir o desenvolvimento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), particularmente durante a infância e a adolescência. No entanto, o diagnóstico de transtornos de personalidade é realizado apenas na adultez, quando o padrão de comportamento se torna mais estável e consistente ao longo do tempo. Embora o diagnóstico precoce do TPB não seja comum, certos comportamentos e características podem ser observados na infância e adolescência e podem indicar uma predisposição ao transtorno. Alguns sinais comportamentais precoce do TPB na infância e adolescência são: instabilidade emocional, dificuldade em regular as emoções, comportamentos impulsivos, sentimento crônico de vazio, medo de abandono e relacionamentos intensos, autoimagem instável, comportamentos autodestrutivos, dificuldade em lidar com a rejeição ou crítica, sensibilidade a conflitos interpessoais entre outros.
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Existe alguma forma de prevenir o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?
Existe alguma forma de prevenir o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é um transtorno complexo e multifatorial, o que significa que ele resulta de uma combinação de fatores genéticos, ambientais e psicológicos. Embora não exista uma prevenção garantida ou uma forma simples de evitar que alguém desenvolva o TPB, há estratégias que podem ajudar a reduzir o risco e minimizar os impactos do transtorno, especialmente se forem implementadas intervenções precoces durante a infância ou adolescência. A terapia seria uma forte aliada para aplicar essas estratégias.
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Como o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) afeta amigos e família de uma pessoa border?
Como o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) afeta amigos e família de uma pessoa border?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) não afeta apenas a pessoa que sofre com o transtorno, mas também tem um impacto significativo nas pessoas ao seu redor, especialmente amigos, familiares e parceiros. Isso ocorre porque as características centrais do TPB, como a instabilidade emocional, dificuldade nos relacionamentos interpessoais e impulsividade, podem gerar um ambiente de grande tensão e incerteza para aqueles que estão próximos.
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Desejaria de perguntar quais as mudanças no estilo de vida que ajudarão a melhorar sua qualidade de
Desejaria de perguntar quais as mudanças no estilo de vida que ajudarão a melhorar sua qualidade de vida de uma pessoa com Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Embora o Transtorno de Personalidade Borderline apresente desafios significativos, as mudanças no estilo de vida podem ter um impacto poderoso no bem-estar geral e na qualidade de vida de quem vive com o transtorno. A chave para a melhoria está em buscar tratamento especializado, praticar autocompaixão e adotar hábitos saudáveis que promovam a estabilidade emocional e o bem-estar físico. As intervenções que envolvem exercício regular, técnicas de mindfulness, hábitos de sono saudáveis, e o fortalecimento das relações sociais são fundamentais para reduzir os sintomas e melhorar a qualidade de vida.
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Quais são as opções terapêuticas para uma pessoa com Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?
Quais são as opções terapêuticas para uma pessoa com Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As abordagens mais indicadas são Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) e principalmente a Terapia Comportamental Dialética (DBT).
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Porque uma pessoa com Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) deve fazer psicoterapia?
Porque uma pessoa com Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) deve fazer psicoterapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A psicoterapia é uma parte fundamental do tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) devido à natureza emocionalmente intensiva e instável dessa condição, que afeta diretamente as relações interpessoais, a regulação emocional, o comportamento impulsivo e a autoimagem. A psicoterapia oferece um espaço seguro e estruturado onde a pessoa pode explorar suas emoções, aprender novas habilidades e desenvolver estratégias para lidar com os desafios específicos do TPB.
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Uma pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ter uma vida normal?
Uma pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ter uma vida normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ter uma vida normal ou plena, especialmente com o tratamento adequado, que inclui psicoterapia, suporte social e, em alguns casos, medicação. O conceito de "vida normal" pode variar de pessoa para pessoa, mas, com o tempo e o apoio correto, muitas pessoas com TPB conseguem reduzir seus sintomas, melhorar seus relacionamentos interpessoais e alcançar um nível de funcionamento emocional mais estável.
Perguntas frequentes
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Minha dieta sendo bem pobre em gorduras faz algum sentido a prescrição de orlistate para o tratament
Sim, pode haver indicação, mas o benefício tende a ser menor quando a alimentação…