Perguntas do paciente (6)

  • Meu filho tem 3 anos 8 meses é muito carinhoso e inteligente , gosta de montar quebra cabeças e pint

    Meu filho tem 3 anos 8 meses é muito carinhoso e inteligente , gosta de montar quebra cabeças e pintar.
    desde 1 ano e 6 meses ia para uma escolinha pequena que tinha 5 alunos na sala.
    Tirei ele dessa escolinha e colocamos ele em uma outra bem maior, ele ficou uns 3 meses em casa sem frequentar a escola ate eu conseguir a vaga.
    As duas primeiras semana ele estranhou um pouco, chorou uns dois dias quando eu deixava ele de manha, mas era bem tranquilo, mas fazem uns 5 dias que ele não quer ir para escola, chora muito quando eu deixo, e fica em casa falando que não quer ir para escola.
    Converso com ele para buscar entender o motivo e dar apoio para ele, mas ele apenas diz que não gosta da escola grande , que tem muitos alunos, que quer que eu coloque ele em uma escola menor, sinto ele ansioso a noite pois ele fica pensando no outro dia em ter que ir para escola.
    Como devo agir, devo esperar quanto tempo ate intervir com algum tipo de suporte profissional ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Dirce T Staudt Mocelin

    Eu imagino o quanto está sendo difícil para você e para o teu filho.
    Você se sente segura com ele nessa escola? gostou do ambiente, dos professores, da forma que conduzem as atividades? Precisaria entender toda a situação, inclusive o motivo da troca de escola.
    Sugiro que primeiro você converse com a psicóloga (se tiver), coordenadora e professora dele. Investigue se algo aconteceu que possa ter deixado ele angustiado a ponto de não querer mais ir.
    Se a escola é um local seguro, que você confia, fale isso para ele e converse com ele, pergunte os motivos de não gostar da escola, se algo aconteceu...
    Se isso se intensificar, sugiro que busque um psicólogo infantil, pela TCC.


  • Existe alguma relação entre o Transtorno de Personalidade Histriônica e outros transtornos mentais

    Existe alguma relação entre o Transtorno de Personalidade Histriônica e outros transtornos mentais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Dirce T Staudt Mocelin

    Todos os transtornos mentais podem apresentar comorbidades. O TP Histriônica pode ter várias outras comorbidades, como Transtornos de Ansiedade, Depressão, outros transtornos de personalidade, controle dos impulsos... Cada caso precisa ser avaliado..


  • O Transtorno de Personalidade Histriônica é mais comum em mulheres ou homens ?

    O Transtorno de Personalidade Histriônica é mais comum em mulheres ou homens ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Dirce T Staudt Mocelin

    Mais comum em mulheres.


  • Vou direto ao ponto. Sou viciado em masturbação desde de meus 11 anos de idade. Hoje tenho 29 anos,

    Vou direto ao ponto. Sou viciado em masturbação desde de meus 11 anos de idade. Hoje tenho 29 anos, e durante toda a minha trajetória fui consumindo diferentes tipos de pornografia. Toda vez que enjoava de um gênero, ia para outro. Já consumi praticamente tudo que a legalidade permite. O problema é que agora estou consumindo pornografia amadora, algo que não existe controle. Posso estar vendo um casal liberal que quis postar o vídeo ou posso estar vendo algo postado sem o consentimento da pessoa. Queria saber como parar ou pelo menos me policiar ao tipo de conteúdo que consumo. Já fui a um psicólogo, mas parei por questões financeiras (desempregado). Já participei do NoFap e consegui ficar 4 meses sem me masturbar, mas depois voltei com muito mais intensidade. Sei que a masturbação não é o problema, e sim a dessensibilizarão que meu cérebro cria ao se acostumar com algo novo. E aí, tem solução?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Dirce T Staudt Mocelin

    Sinto muito pelo que está passando e obrigada por sua honestidade e coragem ao compartilhar algo tão íntimo. O que você descreve ocorre com muitas pessoas, principalmente homens.
    Você já entendeu algo muito importante: o problema não está apenas na masturbação em si, mas no padrão de busca constante por estímulos cada vez mais intensos, que vai dessensibilizando o cérebro e afetando sua percepção, prazer e até valores. Essa escalada é comum em processos de compulsão e está muito ligada ao sistema de recompensa do cérebro.
    O que você está vivendo é possível encontrar saídas, mas não tem uma solução rápida nem mágica. Envolve reaprender a regular o prazer, retomar o controle sobre seus impulsos e construir novas formas de lidar com emoções, tédio, frustrações ou ansiedade.
    O ideal que você busque um profissional que trabalha pela TCC, Terapia Cognitivo Comportametal, mas se nesse momento está difícil, veja algumas alternativas que você pode buscar sozinho:
    1. Continue comando consciência dos teus atos. como você já está fazendo, continue observando seus padrões. Anote quando, como e por que vem a vontade: o que estava sentindo antes, o que pensou, o que evitou sentir.
    2. Tente reduzir gradualmente esse comportamento: não precisa cortar totalmente de uma vez (a não ser que perceba que isso ajuda). Foque mais em entender o contexto do comportamento do que em eliminá-lo à força.
    3. Evite o conteúdo sem consentimento da pessoa: isso é essencial, tanto por uma questão ética quanto para não reforçar um consumo que vá contra seus próprios valores.
    4. Procure construir uma rotina e ter prazerem fora da pornografia. Pense naquilo que gosta de fazer e dedique-se mais a isso. Tente investir energia em projetos, cursos gratuitos, caminhadas, algo que traga senso de avanço. Evite o ócio. Procure estar em contato com pessoas.
    5. Esse trabalho sozinho é mais difícil por isso considere terapia com valor social: algumas universidades oferecem atendimento psicológico sem custo. Grupos de ajuda mútua também podem ser bons espaços (mesmo online).
    Desejo que fique bem.


  • Ola! Ha nove meses tive parto cesária do meu segundo filho e me sinto estranha tive dores de cabeça

    Ola! Ha nove meses tive parto cesária do meu segundo filho e me sinto estranha tive dores de cabeça tontura e náuseas achei que fosse sinusite fiz tratamento e não ajudou então achei que era enxaqueca fiz tratamento alívio ainda me sinto estranha não sei explicar é como se eu não tivesse emoção em nada tenho insônia e quando consigo durmi acordo no outro dia como se não tivesse dormido nada um peso na cabeça não tenho vontade pra nada quero a entender o que está acontecendo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Dirce T Staudt Mocelin

    Sinto muito pelo que está passando. Sugiro uma avaliação com psicólogo que atenda pela TCC – Terapia Cognitivo Comportamental, que poderá fazer uma boa avaliação para um diagnóstico. Esses sintomas que você relata podem estar ligados a diversos fatores, mas é importante considerar uma possível depressão pós-parto. Busque também um médico ou teu ginecologista para uma avaliação de alterações hormonais, nutricionais (vitaminas)... Esteja perto de tua rede de apoio. Desejo melhoras.


  • Prezados(as) Psicólogos(as), Busco orientação profissional sobre um caso. O indivíduo vivenciou h

    Prezados(as) Psicólogos(as),

    Busco orientação profissional sobre um caso. O indivíduo vivenciou histórico de trauma na infância e apresenta dificuldades emocionais (dissociação, manipulação, episódios de raiva). Avaliação exploratória inicial identificou traços que demandam investigação aprofundada.

    Gostaria de informações sobre abordagens terapêuticas e fatores relevantes na escolha de profissional para acompanhamento psicológico neste tipo de situação, considerando a acessibilidade financeira do tratamento.

    Há um relatório exploratório disponível para consulta, se profissional considerar relevante.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Dirce T Staudt Mocelin

    São poucos dados apresentados, mas de qualquer maneira acredito que a TCC – Terapia Cognitivo Comportamental, seja o mais adequado. Busque um psicólogo que trabalha com essa abordagem, que demonstre estudar e trabalhar com a PBE (psicologia baseada e evidências), pois poderá diagnosticar e avaliar se precisa de outra abordagem. Que seja acolhedor. Espero que encontre alguém com quem se sinta acolhido.


Perguntas frequentes

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