Perguntas do paciente (34)

  • Eu fui diagnóstica com depressão a cerca de 8 meses após a morte(suícidio) do meu melhor amigo e ant

    Eu fui diagnóstica com depressão a cerca de 8 meses após a morte(suícidio) do meu melhor amigo e antes já me sentia deprimida e cheguei a tomar escitalopram há 2 meses atrás. Vou começar a terapia agora,po´rem não sei como me expressar e tenho receio,o que faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Douglas Pandori

    Olá!

    Primeiramente, lamento muito pela perda do seu melhor amigo. A dor que você está sentindo após essa perda é muito real, e é completamente natural que ela tenha influenciado profundamente o seu bem-estar emocional. A depressão, muitas vezes, se manifesta após perdas significativas como essa, e é um processo difícil de lidar, mas o fato de você estar buscando terapia já é um grande passo para sua recuperação.

    É normal sentir receio no início da terapia, especialmente quando se trata de se expressar sobre sentimentos tão profundos. Muitos pacientes enfrentam essa dificuldade, e é importante lembrar que o espaço terapêutico é seguro e livre de julgamentos. Seu terapeuta está ali para ajudar você a entender seus sentimentos, e a terapia é um processo gradual, onde você vai encontrando seu tempo e seu ritmo.

    Aqui estão algumas sugestões que podem te ajudar nesse processo inicial:

    Seja gentil consigo mesma: Não é necessário se preocupar em "falar certo". Na terapia, o mais importante é ser autêntica e expressar o que você está sentindo, sem pressa de encontrar as palavras perfeitas.

    Fale sobre o seu receio: Se você sentir medo de não conseguir se expressar ou de não saber por onde começar, pode ser útil compartilhar isso diretamente com o terapeuta. Ele pode te ajudar a organizar seus pensamentos e encontrar maneiras de expressá-los mais livremente.

    A terapia é um espaço de descobertas: No começo, pode parecer desafiador, mas com o tempo, você se sentirá mais confortável. Às vezes, começar falando de coisas pequenas ou de como se sente naquele momento já é um ótimo ponto de partida.

    Continue se abrindo no seu tempo: Não há pressa. O processo terapêutico é um espaço em que você pode, aos poucos, descobrir suas emoções e aprender a lidar com elas de maneira mais saudável.

    Estou feliz que você tenha dado esse passo para buscar ajuda, e você não está sozinha nesse processo. Se precisar de mais orientações ou apoio, estou à disposição para te ajudar.


  • Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse

    Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse. Como faço para fazer uma avaliação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Douglas Pandori

    Boa tarde!

    Entendo o quanto é difícil lidar com a ansiedade severa e a dúvida sobre o que exatamente está acontecendo. Ansiedade e estresse podem ter sintomas semelhantes, mas eles podem se manifestar de formas diferentes em cada pessoa. Às vezes, o estresse se acumula e pode desencadear crises de ansiedade, ou o contrário, a ansiedade pode gerar um alto nível de estresse.

    A melhor maneira de fazer uma avaliação é buscando o acompanhamento de um profissional de saúde mental, como um psicólogo. Na terapia, podemos realizar uma avaliação detalhada dos seus sintomas e dos fatores que estão contribuindo para esse mal-estar. Através de questionários, conversas e observação dos sintomas, podemos identificar se se trata de ansiedade, estresse ou algum outro quadro que esteja por trás dessas sensações.

    Se você ainda não fez, um primeiro passo seria agendar uma consulta para uma avaliação inicial. Em uma consulta psicológica, podemos também abordar as ferramentas e técnicas que podem ajudar a controlar a ansiedade e o estresse, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que é muito eficaz nesses casos.

    Estou à disposição para ajudar e, se achar necessário, podemos agendar uma consulta para começarmos esse processo de compreensão e cuidado.


  • Olá tenho tenho feito terapia por conta de duas tentativas de suicidio,o que pra mim é algo novo na

    Olá tenho tenho feito terapia por conta de duas tentativas de suicidio,o que pra mim é algo novo na minha vida e tenho focado nisso,porém não estava nos meus planos apaixonar pela minha terapeuta,por conselho e pesquisa sobre o assunto criei coragem e falei para ela,só que se é uma "transferencia" não deveria estar cessando? pq está aumentando ? eu devo trocar de profissional? Não estou sabendo lidar com isso e está dificil! O que devo fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Douglas Pandori

    O que você está vivendo é algo mais comum do que se imagina e pode ser explicado pelo fenômeno da transferência, que ocorre quando sentimentos, emoções ou desejos de outras relações são projetados no terapeuta. No contexto terapêutico, isso é normal e até esperado, mas, como no seu caso, pode se tornar desafiador lidar com a intensidade desses sentimentos.

    Se a transferência não está diminuindo, mesmo após você ter compartilhado isso com sua terapeuta, pode ser sinal de que ainda há aspectos emocionais subjacentes sendo trabalhados. Esse aumento nos sentimentos pode ocorrer porque a terapia está tocando em questões profundas, talvez relacionadas a carência, afeto ou a maneira como você se conecta emocionalmente com figuras importantes na sua vida.

    Trocar de profissional pode parecer uma solução, mas não necessariamente resolverá o que está por trás desses sentimentos, que podem se repetir em outros contextos. O ideal é que você converse novamente com sua terapeuta, de maneira aberta, sobre como esses sentimentos têm aumentado e como isso está impactando sua terapia. Um(a) terapeuta capacitado(a) saberá conduzir essa situação de forma ética e profissional, ajudando você a explorar e compreender o que está causando esses sentimentos e como lidar com eles.

    A terapia é um espaço seguro para trabalhar essas emoções, por mais desconfortáveis que pareçam. A decisão de trocar de profissional só deve ser considerada se você sentir que não está progredindo ou se os sentimentos interferem de forma insustentável no processo terapêutico. Caso contrário, continuar enfrentando essas questões na terapia pode ser a melhor forma de compreender suas necessidades emocionais e crescer a partir delas.

    Lembre-se de que o fato de você estar enfrentando essa situação e buscando entender é um grande sinal de que está comprometido com seu processo de cura e autoconhecimento. Não tenha receio de continuar explorando isso com sua terapeuta. Estou aqui para conversar e te ajudar com atendimento psicológico!


  • Oi, eu sou diagnosticada com transtorno de personalidade borderline há alguns anos, comecei com cris

    Oi, eu sou diagnosticada com transtorno de personalidade borderline há alguns anos, comecei com crises graves na segunda gravidez com 25 anos, fui afastada pelo inss por várias vezes mas me davam alta e tinha que retornar. Resultado, perdi um ótimo emprego, meu marido perdeu op dele por faltar porque eu não tinha condições de cuidar nem de mim, quem dirá de duas crianças, de lá pra cá já tentei trabalhar algumas vezes, tentei fazer faculdade. Sou inteligente porém, mal saio de casa sozinha. Eu tenho como tentar aposentadoria? ou LOAS? pq não pago INSS há muitos anos. O que eu poderia fazer? Obrigada.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Douglas Pandori

    Olá!

    Agradeço por compartilhar sua história. O transtorno de personalidade borderline realmente pode impactar muito a qualidade de vida, e é completamente compreensível que você tenha enfrentado tantos desafios ao longo do tempo. Sua luta para buscar condições melhores de vida, apesar das dificuldades, mostra sua força.

    Sobre sua pergunta, em relação à aposentadoria ou ao benefício de LOAS (Lei Orgânica de Assistência Social), é possível que haja caminhos para você buscar apoio. Mesmo sem contribuições recentes ao INSS, o LOAS pode ser uma alternativa, pois ele não exige contribuição ao INSS, mas sim comprovação de que a pessoa possui deficiência ou está em situação de vulnerabilidade social. Para obter mais informações específicas sobre isso, seria importante consultar um advogado especializado em direito previdenciário ou um assistente social, que podem orientar você com base na sua situação.

    Além disso, considerando o impacto do transtorno em sua vida, buscar acompanhamento terapêutico contínuo pode ajudá-la a lidar melhor com os desafios diários, possibilitando um maior equilíbrio emocional e autonomia.

    Se desejar, podemos conversar mais sobre como posso te apoiar em seu processo de tratamento. Estou aqui para ajudar no que for possível.


  • O que devo fazer pra cura essa Tricotilomania? Tem algum remédio que alivia esse sintomas e qual med

    O que devo fazer pra cura essa Tricotilomania? Tem algum remédio que alivia esse sintomas e qual medico especializado?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Douglas Pandori

    Olá!

    A Tricotilomania, que é o impulso incontrolável de puxar os próprios cabelos, é um transtorno que pode estar relacionado a questões de ansiedade, estresse ou até mesmo a uma forma de enfrentamento emocional. Embora não haja "cura" no sentido convencional, é possível controlar e diminuir os sintomas com tratamento adequado.

    Aqui estão algumas abordagens que podem ajudar:

    Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): Esta é uma das terapias mais eficazes para Tricotilomania. Ela ajuda a identificar os gatilhos emocionais que causam o comportamento e ensina estratégias para lidar com esses impulsos de forma mais saudável. A técnica de prevenção de resposta é frequentemente usada, em que você aprende a substituir o ato de puxar os cabelos por outras ações mais construtivas.

    Apoio Psicológico: Além da TCC, terapias focadas em entender e trabalhar os fatores emocionais, como a terapia de aceitação e compromisso (ACT), podem ser eficazes.

    Medicação: Em alguns casos, antidepressivos, como os inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRSs) - como o escitalopram, podem ser úteis, especialmente se a Tricotilomania estiver associada a ansiedade ou depressão. No entanto, a medicação não costuma ser o tratamento primário e deve ser prescrita e monitorada por um psiquiatra.

    Psiquiatra e Psicólogo: O psiquiatra pode prescrever medicações, se necessário, enquanto o psicólogo pode trabalhar com terapias comportamentais para ajudar a controlar os impulsos.

    É importante que o tratamento seja individualizado, e você pode começar com uma consulta com um psicólogo especializado em transtornos compulsivos. Se necessário, o psicólogo pode encaminhar para um psiquiatra que possa avaliar a necessidade de medicação.

    O tratamento é um processo, e com o apoio certo, é possível controlar a Tricotilomania e melhorar a qualidade de vida. Você não precisa enfrentar isso sozinha, e o tratamento adequado pode trazer alívio e maior controle sobre o comportamento.

    Se precisar de mais informações ou quiser conversar sobre como dar os próximos passos, estou à disposição!


  • Quando era criança tinha a mania de mastigar a lingua me dava uma sensação boa, mas naturalmente par

    Quando era criança tinha a mania de mastigar a lingua me dava uma sensação boa, mas naturalmente parou. Um dia desses um parente me lembrou que eu tinha esse hábito. É incrível mas instantaneamente a "mania" voltou! Desde então mastigo a lingua sem parar e agora piorou, eu peguei a mania de ficar passando a unha na linha, arranhando e está causando pequenas lesões e dor qdo eu como. Horrível, mas definitamente não consigo parar está incontrolável! Como posso tratar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Douglas Pandori

    lá!

    Compreendo o quanto isso deve estar sendo desconfortável e preocupante para você. O comportamento que você descreve, de mastigar a língua e passar a unha na linha, pode ser um exemplo de um hábito nervoso ou uma repetição compulsiva, que pode estar relacionado a uma necessidade de alívio emocional ou a uma forma de lidar com ansiedade ou estresse.

    Esses comportamentos podem ser difíceis de controlar, especialmente quando eles são automáticos ou oferecem uma sensação de prazer momentânea. O que você está vivendo é mais comum do que parece, e há maneiras de tratar isso com a ajuda de terapia. Terapias como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) são bastante eficazes no tratamento de comportamentos compulsivos, ajudando a identificar os gatilhos desses hábitos e substituí-los por respostas mais saudáveis.

    Além disso, técnicas de relaxamento e mindfulness podem ajudar a lidar com o estresse, que muitas vezes está relacionado a esse tipo de comportamento repetitivo.

    Recomendo que você busque a orientação de um psicólogo, que poderá ajudar a entender melhor o que está por trás desse comportamento e orientá-lo sobre como controlar e tratar a situação. Você não está sozinho nisso, e com o apoio certo, é possível superar essa dificuldade.

    Se precisar de ajuda, estou à disposição para acompanhá-lo nesse processo.


  • Pensamentos obsessivos do tipo "música na cabeça" tem cura?

    Pensamentos obsessivos do tipo "música na cabeça" tem cura?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Douglas Pandori

    Olá!

    Os pensamentos obsessivos, como "músicas na cabeça", também conhecidos como earworms ou "musicas grudadas", são mais comuns do que parece e muitas vezes estão ligados a estresse, ansiedade ou uma mente hiperativa. Embora esses pensamentos possam ser persistentes e incômodos, a boa notícia é que, com a abordagem certa, é possível aprender a lidar com eles.

    A terapia cognitivo-comportamental (TCC), por exemplo, pode ser muito útil no tratamento de pensamentos obsessivos, ajudando a identificar os gatilhos que os provocam e oferecendo estratégias para reduzir sua intensidade. Técnicas de relaxamento, mindfulness e outras práticas de atenção plena também podem ser eficazes para "desligar" esses pensamentos, tornando-os mais fáceis de controlar.

    Em alguns casos, se os pensamentos obsessivos se tornarem intensos ou interferirem significativamente na sua vida, o acompanhamento psicológico e, em alguns casos, a consulta com um psiquiatra, pode ser necessário para avaliar o tratamento adequado.

    Lembre-se: esses pensamentos não precisam dominar sua mente e sua vida, e com apoio profissional, é possível encontrar maneiras eficazes de lidar com eles.

    Se você precisar de ajuda, estou à disposição para te apoiar nesse processo!


  • Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tiv

    Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tivesse limitada. Fiz exames coração pulmão hemograma e todos deram normais. Será algo psicológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Douglas Pandori

    Olá!

    A sensação de falta de ar, especialmente quando ela vai e volta, pode ser bastante angustiante, ainda mais quando os exames físicos, como os de coração e pulmão, não apontam nada de anormal. Quando isso acontece, é possível que a causa esteja relacionada a questões emocionais, como a ansiedade, que pode gerar sintomas físicos, incluindo a sensação de respiração limitada ou dificuldades para respirar.

    A ansiedade pode causar o que é conhecido como hiperventilação, que é quando a respiração fica mais rápida e superficial, o que pode dar a sensação de falta de ar, mesmo sem um problema físico aparente. Esse sintoma pode ser desencadeado por estresse, preocupações, ou até situações do dia a dia que você talvez não esteja plenamente consciente, mas que podem estar afetando sua mente e corpo.

    Além disso, o transtorno de pânico também pode causar episódios de falta de ar, acompanhados de outros sintomas, como palidez, tremores ou sensação de sufocamento.

    Se você está passando por esse tipo de situação, é importante buscar apoio psicológico para entender as causas emocionais que podem estar por trás desse sintoma físico. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) pode ajudar a trabalhar com os gatilhos que geram essa sensação e ensinar técnicas de relaxamento para controlar os sintomas.

    É ótimo que você tenha feito exames médicos e tenha descartado causas físicas, isso já é um passo importante. Agora, se os sintomas continuarem, um acompanhamento psicológico pode ajudar a tratar a origem emocional e trazer alívio.

    Se você precisar de mais informações ou quiser agendar uma consulta, estou à disposição para apoiar no processo.


  • Só consigo me expressar por palavras em redes sociais, pois quando estou pessoalmente não consigo, t

    Só consigo me expressar por palavras em redes sociais, pois quando estou pessoalmente não consigo, trava! Tenho várias coisas em mente mais não sai...

    E também tenho medo da feminidade da mulher (eu) com palavras, no jeito de falar..

    Algum conselho?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Douglas Pandori

    Olá!

    Eu entendo como pode ser desafiador lidar com essa dificuldade de se expressar pessoalmente, especialmente quando se sente que há tantas coisas em sua mente, mas elas não saem como gostaria. Isso pode estar relacionado a uma ansiedade social ou até mesmo a um bloqueio emocional, onde o medo de ser mal interpretada ou de expressar algo que não se sinta confortável pode gerar esse "travar" na hora de falar.

    O medo da feminilidade, especificamente em relação à forma de falar ou se expressar, é algo que também pode ser influenciado por padrões culturais, inseguranças pessoais ou experiências passadas. É importante lembrar que a forma como você se expressa é única e válida, e que ninguém precisa se encaixar em um molde específico de comunicação ou comportamento.

    Um bom passo é começar a trabalhar a autoconfiança e a aceitação de si mesma. A terapia pode ser um ótimo espaço para explorar essas questões, entender a raiz desses medos e aprender estratégias para se expressar com mais fluidez e autenticidade. À medida que você se sentir mais confortável com quem você é, o medo de se expressar naturalmente diminuirá.

    Além disso, um exercício útil pode ser praticar a expressão em ambientes seguros, como com amigos próximos ou em grupos terapêuticos, até que você se sinta mais confiante para se comunicar de forma genuína e sem receios.

    Se quiser, podemos conversar mais sobre isso, e posso te ajudar a explorar formas de trabalhar essas questões de maneira acolhedora e construtiva.


  • Tenho um.filho dd 17 anos, ele uma.hr fala q quer ser algo e logo apos muda, ele nao tem paciencia .

    Tenho um.filho dd 17 anos, ele uma.hr fala q quer ser algo e logo apos muda, ele nao tem paciencia . Ele ta bem e daqui a pouco ta de mal humor. Tem duvidas sobre o q ser. Nao trm paciencia . Ele mesmk pediu ajuda pq acha q é problematico. Nao sei qual profissional levar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Douglas Pandori

    Olá!

    É completamente normal que jovens de 17 anos passem por momentos de dúvida e incerteza em relação ao futuro, especialmente em relação ao que querem ser profissionalmente. Nessa fase, muitas questões como a identidade, o futuro e a própria autoestima estão em constante processo de formação, o que pode gerar mudanças de humor e indecisão.

    O fato de ele estar expressando preocupação sobre ser "problemático" já mostra que ele tem consciência de suas dificuldades e está buscando ajuda, o que é um passo muito importante! Aqui estão algumas abordagens que podem ajudar:

    Psicólogo especializado em adolescentes: O psicólogo pode ajudá-lo a entender melhor suas emoções, lidar com as flutuações de humor e a falta de paciência, além de ajudá-lo a explorar suas dúvidas sobre o futuro. A terapia também pode auxiliar no desenvolvimento de habilidades de autocontrole e maior clareza sobre seus interesses, além de ajudá-lo a lidar com a pressão de ter que escolher um caminho profissional tão cedo.

    Aconselhamento vocacional: Muitos psicólogos trabalham com orientação vocacional, ajudando adolescentes a entender suas aptidões, interesses e possibilidades de carreira. Isso pode ser útil para ajudar seu filho a tomar uma decisão mais tranquila sobre o que seguir no futuro.

    Psiquiatra: Se você notar que as mudanças de humor são muito intensas ou persistentes, e se ele tiver dificuldades em lidar com emoções ou comportamentos, a avaliação de um psiquiatra pode ser uma opção. Às vezes, os adolescentes enfrentam questões como transtornos de humor ou ansiedade, que podem afetar o controle emocional e a paciência. O psiquiatra pode ajudar a diagnosticar esses casos e oferecer tratamentos que podem incluir terapia e, em alguns casos, medicação.

    O mais importante é que ele está buscando ajuda e isso é um excelente sinal! O apoio psicológico pode ser crucial para ajudá-lo a lidar com esses desafios, tanto emocionais quanto práticos. Como mãe, é essencial continuar incentivando ele a buscar apoio e a compreender seus sentimentos de forma mais saudável.

    Se precisar de mais informações ou quiser conversar mais sobre como dar os próximos passos, estou à disposição.


  • Olá tenho tenho feito terapia por conta de duas tentativas de suicidio,porém tenho focado nisso na m

    Olá tenho tenho feito terapia por conta de duas tentativas de suicidio,porém tenho focado nisso na minha vida ultimamente,porém apaixonei pela minha terapeuta e não tenho coragem nenhuma de falar para ela. O que eu devo fazer? Mudar de terapeuta? preciso de uma ajuda!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Douglas Pandori

    Olá!

    Primeiramente, quero reconhecer a coragem que você está demonstrando ao buscar ajuda e refletir sobre esses sentimentos. Focar em questões tão sérias como o suicídio e o sofrimento emocional é um grande passo no processo de cura. No entanto, sentimentos como o que você está descrevendo, de se apaixonar pela terapeuta, são mais comuns do que você imagina, e podem ser desafiadores de lidar.

    Esses sentimentos podem surgir por várias razões, como a confiança, a empatia e o cuidado que você recebe da terapeuta, especialmente em um contexto tão vulnerável como a terapia. No entanto, é importante lembrar que, na terapia, o vínculo é profissional e a terapeuta tem o papel de ajudar você a entender seus sentimentos e trabalhar suas questões emocionais, não criando um relacionamento romântico.

    Aqui estão alguns passos que você pode considerar:

    Falar sobre isso com sua terapeuta: Embora seja difícil, compartilhar esse sentimento com ela pode ser um passo importante. Ela está treinada para lidar com essas situações e pode ajudar você a entender de onde esse sentimento está vindo e como isso pode ser parte do seu processo terapêutico. Muitas vezes, esses sentimentos são uma maneira do paciente tentar preencher lacunas emocionais ou de carência afetiva. A terapeuta pode ajudar a explorar esses aspectos e ajudá-lo a lidar com eles de maneira saudável.

    Refletir sobre a necessidade de mudança de terapeuta: Caso você sinta que esse vínculo está impedindo seu progresso ou se você simplesmente não se sente confortável para continuar com ela por conta desses sentimentos, pode ser uma boa ideia procurar outro profissional. Não há problema nenhum em mudar de terapeuta, e isso não significa que seu trabalho terapêutico esteja em risco. O mais importante é que você se sinta à vontade e seguro para continuar o seu processo de cura.

    Explorar as emoções mais a fundo: O fato de você estar refletindo sobre esse sentimento também pode ser um indicativo de questões mais profundas sobre a forma como você se relaciona com as pessoas ou lida com a intimidade. A terapia pode ser um ótimo espaço para explorar isso mais a fundo e ajudar a compreender melhor suas próprias emoções.

    Em qualquer caso, o mais importante é que você se sinta apoiado e confortável no seu processo terapêutico. Se precisar de ajuda para decidir o que fazer, não hesite em compartilhar essas angústias com sua terapeuta ou buscar outro apoio profissional.

    Estou à disposição se precisar de mais orientações e apoio nesse momento!


  • Meu marido se isola principalmente quando algo não sai como ele quer .Ele só se responsabiliza pelo

    Meu marido se isola principalmente quando algo não sai como ele quer .Ele só se responsabiliza pelo trabalho a parte financeira a casa e os filhos fica por minha conta e brigo se algo da errado quanto a mim ele não se importa nem um pouco. Que aconselham?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Douglas Pandori

    Olá!

    Pelo que você descreve, parece que seu marido está enfrentando dificuldades em lidar com emoções, o que pode refletir no comportamento de isolamento e na falta de envolvimento nas responsabilidades cotidianas. Muitas vezes, isso pode ser uma maneira de lidar com o estresse ou com a percepção de que não está conseguindo atender às expectativas, mas não significa que seja fácil para você lidar com isso.

    O mais importante é que vocês, como casal, possam ter um diálogo aberto e honesto sobre as expectativas e as necessidades de ambos. A terapia de casal pode ser um espaço útil para que ele compreenda melhor os impactos de seu comportamento, e também para que você possa expressar seus sentimentos e limites de maneira mais eficaz.

    Enquanto isso, é essencial que você cuide de si mesma. Reconhecer suas emoções e buscar apoio, seja em terapia individual ou com amigos, pode ser importante para que você se sinta mais valorizada e compreendida.

    Se sentir que faz sentido, podemos conversar mais sobre como a terapia pode ser útil para vocês dois nesse momento.


  • Quais são os primeiros sintomas a serem observados no TEA?

    Quais são os primeiros sintomas a serem observados no TEA?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Douglas Pandori

    Olá!

    O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno do desenvolvimento que afeta as habilidades de socialização, comunicação e comportamento. Os primeiros sinais podem variar bastante de uma pessoa para outra, mas existem alguns padrões que podem ser observados nos primeiros anos de vida, geralmente antes dos 3 anos. Entre os principais sintomas iniciais, estão:

    Dificuldades de comunicação social: A criança pode ter dificuldades em fazer contato visual, responder ao nome ou usar gestos e palavras para se comunicar. Também pode ser mais difícil para ela entender e expressar emoções.

    Comportamentos repetitivos: A criança pode engajar em movimentos repetitivos, como balançar o corpo ou as mãos, ou fixar a atenção excessivamente em um único objeto ou atividade.

    Dificuldade em interações sociais: Crianças com TEA podem ter dificuldade em brincar de forma interativa com outras crianças, preferindo brincar sozinhas ou não compreender regras sociais.

    Mudanças de rotina: Podem demonstrar resistência a mudanças na rotina ou ambiente, mostrando desconforto com situações novas.

    Interesses restritos: A criança pode se concentrar em áreas de interesse específicas de forma intensa e desproporcional, como um interesse único por certos objetos ou temas.

    Se você estiver observando alguns desses sinais e estiver preocupado, é sempre válido procurar a orientação de um profissional especializado, como um psicólogo ou psiquiatra, que pode avaliar o caso de forma mais detalhada.

    Se quiser conversar mais sobre o TEA, estou à disposição para te ajudar!


  • Como posso melhorar da depressão, existe cura? sou bipolar há 20 anos.

    Como posso melhorar da depressão, existe cura? sou bipolar há 20 anos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Douglas Pandori

    Olá!

    Primeiramente, gostaria de reconhecer o quanto você tem se esforçado para entender e cuidar de si mesma(o), enfrentando o diagnóstico de bipolaridade há 20 anos. A jornada de lidar com a depressão e com o transtorno bipolar pode ser desafiadora, mas é importante saber que, embora não se trate de uma "cura" no sentido tradicional, é possível alcançar um grande alívio e uma qualidade de vida significativamente melhor com o tratamento adequado.

    A depressão, que muitas vezes se apresenta em episódios dentro do transtorno bipolar, pode ser tratada com uma combinação de estratégias, como a psicoterapia e, em alguns casos, medicação. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), por exemplo, é uma abordagem que tem mostrado bons resultados no tratamento de depressão e pode ajudar você a identificar e modificar padrões de pensamento que contribuem para os sintomas. Além disso, o acompanhamento psiquiátrico para avaliação e ajuste de medicamentos é fundamental para quem tem transtorno bipolar, já que os estabilizadores de humor podem ajudar a equilibrar os episódios de depressão e mania.

    Um passo importante é procurar um profissional especializado, tanto para a terapia quanto para o acompanhamento médico, para personalizar o tratamento de acordo com suas necessidades. A combinação de apoio psicológico, estratégias de enfrentamento e, se necessário, o uso de medicação pode levar você a um processo de melhora gradual.

    Lembre-se: o tratamento é um caminho contínuo, e cada pessoa tem seu tempo de evolução. Você não precisa enfrentar isso sozinha, e com o apoio certo, é possível encontrar equilíbrio e bem-estar.

    Estou à disposição para conversar mais sobre como posso te ajudar nesse processo de cuidado.


Perguntas frequentes

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