Perguntas do paciente (14)

  • Olá, usei o spray de Rifocina enganado na garganta achando que era spray de propolis mais logo vi e

    Olá, usei o spray de Rifocina enganado na garganta achando que era spray de propolis mais logo vi e não engoli , lavei a boca com agua imediatamente .Mesmo assim fiquei preocupado , corro algum risco ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Douglas Wolff Wille

    Olá! Se foi apenas uma aplicação acidental, sem ingestão significativa, e você lavou a boca logo em seguida, o risco de intoxicação é muito baixo.

    O mais comum, nesses casos, seria apenas irritação local, gosto amargo ou leve desconforto transitório. Observe apenas se surgirem sintomas como irritação intensa, falta de ar, inchaço, vômitos ou reação alérgica, situação em que deve procurar avaliação médica.

    Na maioria dos casos, uma exposição pequena e isolada como essa não costuma causar problemas maiores.


  • estou usando a pep tomava as doses nos 3 primeiros dias as 13:00 no 4 dia adiantei para as 7:20 da manha

    estou usando a pep tomava as doses nos 3 primeiros dias as 13:00 no 4 dia adiantei para as 7:20 da manha pois mudei o horario de trabalho para noite sera que comprometi o esquema?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Douglas Wolff Wille

    Olá! Uma mudança de horário como essa, antecipando a dose para adequar à nova rotina de trabalho, geralmente não costuma comprometer a eficácia da PEP, principalmente se você continuou tomando corretamente os medicamentos diariamente.

    O mais importante é manter boa adesão ao tratamento e evitar esquecimentos. Pequenas variações de horário podem acontecer na prática.

    Tente apenas manter, a partir de agora, um horário mais regular que funcione melhor para sua rotina até completar o esquema conforme orientação médica.


  • É possível estar com sintomas da fase aguda após 60 dias, mesmo com exame Anti-HIV dando Negativo

    É possível estar com sintomas da fase aguda após 60 dias, mesmo com exame Anti-HIV dando Negativo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Douglas Wolff Wille

    Não é esperado.

    Após 60 dias, um teste de Anti-HIV (especialmente de 3ª ou 4ª geração) negativo já tem alta confiabilidade. Os sintomas da fase aguda do HIV costumam ocorrer nas primeiras semanas após a exposição.

    Se houver dúvida por exposição de risco, recomenda-se repetir o exame após 90 dias para confirmação definitiva.


  • Estou com 4 meses após E.R, fiz pep e teste rápido no cta pra hiv, sífilis, hepatite B e c. Todos

    Estou com 4 meses após E.R, fiz pep e teste rápido no cta pra hiv, sífilis, hepatite B e c. Todos negativos ( 30,60,90 e 120 dias). A enfermeira me falou que o protocolo do ministério da saúde é de até 120 dias, posso ficar tranquilo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Douglas Wolff Wille

    Sim, pode ficar tranquilo.

    Com PEP realizada corretamente e testes negativos em 30, 60, 90 e 120 dias, o resultado é considerado conclusivo pelos protocolos do Ministério da Saúde do Brasil.

    Para HIV, sífilis, hepatite B e hepatite C, esse seguimento até 120 dias após a exposição é suficiente para descartar infecção.


  • Hiv indetectável não transmite mesmo com sangramento?

    Hiv indetectável não transmite mesmo com sangramento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Douglas Wolff Wille

    Olá! Pessoas vivendo com HIV que mantêm carga viral indetectável de forma sustentada com tratamento adequado não transmitem o vírus por via sexual. Esse é o conceito conhecido como “Indetectável = Intransmissível” (I=I), amplamente respaldado por estudos científicos.

    Isso vale mesmo em relações sem preservativo, incluindo situações em que possa haver pequeno sangramento, desde que a pessoa permaneça realmente indetectável e em acompanhamento regular.


  • As chances de pessoas que usaram a PEP (TDF+3TC e DTG) passarem por soroconversao tardia é muito gr

    As chances de pessoas que usaram a PEP (TDF+3TC e DTG) passarem por soroconversao tardia é muito grande?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Douglas Wolff Wille

    Olá! A soroconversão tardia após uso correto da PEP com TDF + 3TC + DTG é considerada incomum. Atualmente, com os esquemas modernos e testes de 4ª geração, a grande maioria dos casos já consegue ser identificada dentro das janelas recomendadas de acompanhamento.

    Quando a PEP é iniciada dentro do prazo adequado, utilizada corretamente e os exames seguem não reagentes ao longo do acompanhamento, isso é bastante tranquilizador.

    Por isso, normalmente orienta-se seguir o protocolo de testagem indicado pelo serviço de saúde, realizando os exames nos períodos recomendados para confirmação final. Após exames não reagentes em tempos adequados de seguimento, a chance de uma soroconversão tardia torna-se muito baixa.


  • Uma bactéria pode servir de hospedeiro para o virus hiv?

    Uma bactéria pode servir de hospedeiro para o virus hiv?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Douglas Wolff Wille

    Olá! Não. O HIV não utiliza bactérias como hospedeiro.


  • Atrasei 1 dia a minha pep 2h06 e no dia seguinte voltei a tomar no horário normal pode haver interferência

    Atrasei 1 dia a minha pep 2h06 e no dia seguinte voltei a tomar no horário normal pode haver interferência na eficácia esse atraso? E tive dois atrasos de 15,20 min, interfere??? Tomei com 63 horas após a exposição com hiv+ diminui a eficácia? Com 30 dias jah tenho 1 resultado confiável e final??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Douglas Wolff Wille

    Olá! Pequenos atrasos na tomada da PEP, como 15–20 minutos, não costumam comprometer a eficácia do tratamento. Mesmo um atraso maior isolado geralmente não invalida a PEP, especialmente se você retomou corretamente o esquema logo em seguida.

    O ideal é manter o uso diário no mesmo horário e completar todo o tratamento conforme orientado.

    Iniciar a PEP com cerca de 63 horas após a exposição ainda está dentro da janela recomendada de até 72 horas, embora quanto mais cedo iniciado, melhor.

    Sobre os exames: um teste realizado com 30 dias já pode ser bastante tranquilizador, principalmente se for teste de 4ª geração, mas normalmente ainda é recomendado seguir o protocolo de testagem/orientação do serviço que acompanha você para confirmação final.


  • O que significa VDRL não reativo, FTA ABS IGG não reativo e FTA ABS IGM não reativo? Após 103 dias

    O que significa VDRL não reativo, FTA ABS IGG não reativo e FTA ABS IGM não reativo? Após 103 dias da relação.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Douglas Wolff Wille

    Olá! Esses resultados significam que os exames realizados não mostraram evidências sorológicas de sífilis.

    * VDRL não reativo: exame sem sinais de atividade da doença.
    * FTA-ABS IgG não reagente: não houve detecção de anticorpos que indiquem contato prévio com sífilis.
    * FTA-ABS IgM não reagente: sem evidências de infecção recente/ativa.

    Com cerca de 103 dias após a relação, esses resultados são bastante tranquilizadores em relação à sífilis, especialmente se não houve novas exposições de risco nesse período.

    Em caso de sintomas persistentes ou novas exposições, o ideal é manter acompanhamento médico conforme orientação clínica.


  • Um teste rápido (furo no dedo) pode indicar um valor "indeterminado" ?Ou ele é projetado apenas para

    Um teste rápido (furo no dedo) pode indicar um valor "indeterminado" ?Ou ele é projetado apenas para "reagente" ou "não reagente"? Ficando o indeterminado restrito apenas as sorologias?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Douglas Wolff Wille

    Olá! Em geral, os testes rápidos para HIV são projetados para fornecer resultado como “reagente” ou “não reagente”. Porém, em algumas situações, pode ocorrer um resultado inválido/inconclusivo, por exemplo quando há falha técnica, dificuldade na leitura da banda ou necessidade de repetição do teste.

    O termo “indeterminado” é mais utilizado em exames laboratoriais/sorologias específicas, especialmente em testes confirmatórios ou quando há resultados discordantes que necessitam investigação complementar.

    Nesses casos, a orientação costuma ser repetir o teste e/ou realizar exames laboratoriais conforme avaliação médica e protocolo do serviço de saúde.


  • É possível descobrir quando a pessoa foi infectada, caso ela não saiba ?

    É possível descobrir quando a pessoa foi infectada, caso ela não saiba ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Douglas Wolff Wille

    Olá! Em geral, não é possível determinar com precisão a data exata da infecção pelo HIV apenas pelos exames.

    O que pode acontecer é uma estimativa aproximada baseada em:

    * histórico de exposições de risco;
    * sintomas compatíveis com infecção recente;
    * resultados anteriores negativos;
    * tipo de exame realizado;
    * carga viral e testes laboratoriais específicos.

    Por exemplo, se a pessoa tinha um exame negativo anterior e depois apresentou exame positivo, é possível estimar que a infecção ocorreu nesse intervalo.

    Existem alguns exames e padrões laboratoriais que podem sugerir infecção mais recente ou mais antiga, mas normalmente eles não conseguem definir um dia ou momento exato da transmissão.


  • Tive acidente ocupacional com sangue com CV alta (dermatite na pele) a 60 dias. Fiz a PEP por 28 dias.

    Tive acidente ocupacional com sangue com CV alta (dermatite na pele) a 60 dias. Fiz a PEP por 28 dias. 02 dias pós PEP (30 pós exposição) fiz Elisa (geração 4) não reagente. 60 dias pós exposição (30 dias pós PEP) outro Elisa (geração 4) não reagente. Posso ficar um pouco mais tranquilo ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Douglas Wolff Wille

    Sim, pode ficar mais tranquilo.

    Com PEP realizada corretamente e dois testes de 4ª geração (ELISA) não reagentes após a exposição, o risco de infecção pelo HIV é muito baixo.

    Pelos protocolos do Ministério da Saúde do Brasil, a testagem final após PEP deve ser feita com 90 dias após a exposição (ou cerca de 30 dias após o término da PEP). Se esse resultado também for negativo, é considerado conclusivo.


  • Quais os tratamentos existentes para a miosite de corpo de inclusão alem da imunoglobulina?

    Quais os tratamentos existentes para a miosite de corpo de inclusão alem da imunoglobulina?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Douglas Wolff Wille

    Olá! A miosite de corpos de inclusão é uma doença muscular inflamatória crônica e, infelizmente, costuma ter resposta limitada aos tratamentos imunossupressores tradicionais.

    Além da imunoglobulina, podem ser utilizados em alguns casos:

    * corticoides;
    * imunossupressores (como azatioprina, metotrexato ou micofenolato);
    * terapias imunobiológicas em situações selecionadas.

    No entanto, muitas vezes o benefício dessas medicações é parcial ou limitado, e parte importante do tratamento envolve:

    * fisioterapia;
    * reabilitação motora;
    * terapia ocupacional;
    * prevenção de quedas;
    * suporte nutricional;
    * acompanhamento multidisciplinar.

    Em casos com dificuldade para engolir, pode ser necessário também acompanhamento com fonoaudiologia.

    Como o manejo pode variar bastante conforme sintomas e evolução, o ideal é seguimento com neurologista/reumatologista com experiência em doenças neuromusculares.


  • Descobri que meu filho tem albinismo ocular o que é e o que posso fazer?

    Descobri que meu filho tem albinismo ocular o que é e o que posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Douglas Wolff Wille

    Olá! O albinismo ocular é uma condição genética em que há redução da pigmentação principalmente nos olhos, podendo causar alterações na visão, como sensibilidade à luz, movimentos involuntários dos olhos (nistagmo), dificuldade visual e, em alguns casos, estrabismo.

    O mais importante agora é manter acompanhamento com oftalmologista, de preferência com experiência em oftalmopediatria, para avaliar o grau de comprometimento visual e orientar medidas que ajudem no desenvolvimento da criança.

    Em muitos casos podem ser indicados:

    uso de óculos;
    proteção solar/óculos escuros;
    estímulos visuais adequados;
    acompanhamento escolar conforme necessidade.

    Apesar de não haver “cura” para a condição genética, muitas crianças conseguem ter bom desenvolvimento e qualidade de vida com acompanhamento adequado e suporte visual precoce.


Perguntas frequentes

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